Mato Grosso do Sul
“Nossa meta é reverter os tributos para ter um MS mais próspero, inclusivo, verde e digital”, diz secretário
O principal objetivo da Sefaz (Secretaria de Fazenda do Estado de Mato Grosso do Sul) é criar uma nova sinergia, mais produtiva, entre as áreas responsáveis por grandes investimentos e pagamentos das contas. O foco é melhorar ainda mais a qualidade dos gastos públicos, um dos maiores desafios do estado, atualmente.
Em sua entrevista, o secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul, Flávio César, deixou claro que sua pasta terá foco, eficiência, produtividade e resolutividade, em especial porque a conjuntura que nos espera adiante tende a ser extremamente desafiadora, com um cenário de menor crescimento do mundo e do Brasil e, portanto, uma menor dinâmica econômica. Ele ressaltou que irá respeitar cada centavo de dinheiro público pago com o sacrifício das empresas e dos cidadãos e que é sua obrigação fazer estes investimentos retornarem à sociedade em forma de obras, projetos e programas transformadores da nossa realidade.
Ele é formado em Relações Públicas, pós-graduado em gestão e marketing integrados e foi adjunto de Eduardo Riedel na Secretaria de Estado de Governo. Foi ex-vereador da Capital e presidente da Câmara Municipal de Campo Grande. Está no Governo do Estado desde 2017. Assumiu a função de adjunto na Segov (Secretária de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul) em 2019.
Confira a entrevista:
Como está enxergando este novo momento em sua caminhada política?
É uma oportunidade ímpar fazer parte da equipe do Governador Eduardo Riedel, no comando da Secretaria Estadual de Fazenda. Primeiro porque Riedel é um gestor capacitado, preparado e trabalha com governança, eficiência e resultado. E por outro lado pela proposta desafiadora da nova gestão, que assume o Governo com o objetivo de modernizar e desburocratizar o Estado cada vez mais.
Essa pasta é desafiadora, pois ela possui o objetivo de criar uma sinergia mais produtiva entre as áreas responsáveis por grandes investimentos e pagamentos das contas públicas, considera esse o maior desafio do Estado neste momento?

Para criar essa nova sinergia, mais produtiva, entre as áreas responsáveis por grandes investimentos e pagamentos das contas temos que, nesse primeiro momento, melhorar ainda mais a qualidade dos gastos públicos, um dos maiores desafios do estado atualmente.
Na condição de Secretário de Fazenda, minha tarefa principal será garantir um regime estável com rigor, disciplina e austeridade, isto é, adotando um conjunto de políticas econômicas com vistas a reduzir os déficits orçamentários do governo por meio de cortes de gastos, condição necessária para que qualquer processo de crescimento sustentado aconteça. O nosso maior desafio será conciliar essa resolutividade com a conjuntura que nos espera adiante, a qual segundo os analistas econômicos, tende a ser extremamente desafiadora e com um cenário de menor crescimento no Brasil e no mundo.
Durante a apresentação do seu nome como secretário, o governador Eduardo Riedel, disse que a tarefa principal da Sefaz é garantir um regime de austeridade, como pretende alcançar essa meta?
A austeridade, que o Govenador Eduardo Riedel destacou durante minha posse, pode ser definida como uma política de ajuste da economia fundada na redução dos gastos públicos e do papel do Estado em suas funções de indutor do crescimento econômico e promotor do bem-estar social. Para isso precisaremos manter o foco em eficiência, produtividade e resolutividade. Vamos respeitar cada centavo de dinheiro público pago por meio de impostos com o sacrifício das empresas e dos cidadãos. É nossa obrigação fazer estes investimentos retornarem à sociedade em forma de obras, projetos e programas transformadores da nossa realidade.
Sabemos que o cenário econômico do mundo e em especial do Brasil está desafiador, após a maior crise sanitária da história, o que acaba gerando uma dinâmica menor economicamente falando. Como Mato Grosso do Sul enfrentará este cenário?
Estamos passando pela recuperação mais lenta já registrada na história da economia brasileira. Precisamos de uma política econômica que valorize o trabalho e a produção. Precisamos de um conjunto de políticas científica, tecnológica, industrial e de conservação do meio ambiente. Sem isso, a tendência é de a situação econômica ir se deteriorando. Acredito que, no nosso Estado, as estratégias para suprir esse gargalo deverão ser: gastar o dinheiro público de forma cada vez mais eficiente, coibir a possível prática de evasão fiscal, ampliar os trabalhos de fiscalização de ICMS que é o nosso tributo mais importante para podermos gastar mais com as pessoas. A ideia é olhar com mais carinho para despesa ao invés da receita, pois estamos em um momento em que a sociedade não aguenta mais impostos. Precisamos valorizar e aplicar, cada vez com mais eficiência, os recursos arrecadados.
A Sefaz é uma das principais secretarias do Governo do Estado, é ela que direciona os recursos públicos, os impostos dos cidadãos e empresa, a transparência deste processo foi algo muito dito durante o período eleitoral, como serão fortalecidos estes mecanismos de prestação de contas dos gastos públicos neste governo?
Uma das principais ferramentas de controle social dos gastos públicos estaduais é o Portal da Transparência do Governo. Nele, o Estado publica suas ações, contratos, licitações, empenhos, acompanhamento das obras. No dia 9 de dezembro de 2016, o Governo do Estado recebeu a primeira nota 10 em transparência na classificação da Rede de Controle da Gestão, composta por 16 órgãos, entre eles a Controladoria Geral da União (CGU), Polícia Federal, Ministérios Públicos Federal e Estadual, entre outros. Também recebeu outra nota 10, dessa vez do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), no ranking da Escala Brasil Transparente (EBT).
Na última gestão já houve a criação de um ambiente de transparência, participação social e combate à corrupção na administração pública estadual. Além de criarmos a Controladoria-Geral do Estado (CGE-MS) e implantar o Portal da Transparência Estadual, que garantiu a Mato Grosso do Sul o status de estado mais transparente do Brasil e inauguramos os canais de comunicação com o cidadão: e-SIC e e-OUV.
É primordial manter esse legado, com o aperfeiçoamento dos mecanismos de transparência e combate à corrupção em Mato Grosso do Sul. As estruturas governamentais devem se organizar para promover a transparência ao cidadão. É uma evolução constante para que tenhamos consciência do controle interno e de procedimentos que tornam mais eficiente a máquina pública.
O Pix chegou no Governo do Estado também e é uma novidade que já está conquistando vários cidadãos sul-mato-grossenses desde o dia 21 de dezembro. É uma nova oportunidade de ficar em com o fisco que realmente está dando certo?

Com certeza. O PIX é o sistema desenvolvido pelo Banco Central que permite operações financeiras em tempo real. Ao optar por essa forma de pagamento para quitar os débitos estaduais, o prazo para baixa do débito é reduzido de até 24h, para no máximo 5 minutos, já que o retorno bancário é instantâneo.
Para se ter uma ideia da boa aceitação da nova modalidade de pagamento, na primeira quinzena foram emitidos quase 18 mil boletos, que renderam uma arrecadação de R$ 12,2 milhões. Além disso, contempla todos os tipos de débitos como IPVA, ICMS, ITCMD, multas, licenciamento e outras taxas. Uma solução que vem para desburocratizar e tornar serviço público cada vez mais eficiente e que ainda atende a apelos ecológicos, reduzindo a emissão de documentos em papel e o impacto ambiental.
Vale destacar que estar em dia com o fisco permite que, além de regularização tributária, os contribuintes participem de licitações, processos de compra do Governo e tenham certidão negativa em relação a esses débitos devidos ao Estado.
O Programa Nota MS Premiada visa incentivar o controle fiscal por parte do próprio consumidor e foi uma iniciativa muito elogiada, ela irá continuar neste Governo?

O Nota MS Premiada é um programa que deu certo, instituído na gestão anterior e está vinculado à Secretaria de Estado de Fazenda, por meio da Unidade de Educação Fiscal. É uma ação de estimulo à cidadania fiscal no Estado, que tem por objetivo incentivar os consumidores a exigirem a entrega do documento fiscal no momento da realização das suas compras.
Com o programa, o governo recupera o recurso financeiro para a população. É uma parceria do Estado com o cidadão. Exigir a nota é uma ação de cidadania muito forte. Quando você faz a compra, está pagando um imposto e o comerciante que não emite a nota está se apropriando de um recurso que não é dele. Uma ação que pode parecer simples para a maioria dos cidadãos, mas que tem como efeito imediato coibir a concorrência desleal, para que todos os comerciantes cumpram suas obrigações tributárias; levar à população o conhecimento da importância social do tributo, uma vez que somente por meio dele o Estado pode oferecer os serviços públicos à população como saúde, segurança, educação, infraestrutura; combater a sonegação fiscal; otimizar a arrecadação, entre outros.
Ao exigir o documento fiscal sempre que adquirir bens, produtos e serviços, os cidadãos têm um documento legal para garantia do produto, provar a propriedade do bem e ainda garantir que o comerciante ou prestador de serviço repasse ao Estado o tributo que ele deixa em posse do estabelecimento comercial para ser repassado ao Governo e voltar à sociedade em forma de serviços públicos com cada vez mais qualidade.
No Plano de Governo muito se falou sobre a redução de impostos para os pequenos empresários, sabemos que todo esse processo é gradativo, mas ele realmente será uma meta a ser implantada?

Incentivar as microempresas é tarefa fundamental para a nossa gestão, pois é a que mais emprega e gera oportunidades de trabalho. No Mato Grosso do Sul são 122 mil micro e pequenas empresas, que empregam mais de 300 mil trabalhadores. Se cada uma dessas microempresas gerar um emprego a mais você tem 122 mil empregos novos em Mato Grosso do Sul. É um resultado extremamente positivo.
O maior anseio das micro e pequenas empresas era aprovar o estatuto que regulamenta as atividades e cria regras estabelecidas para competitividade. Isso foi feito em dezembro de 2022, pelo então governador Reinado Azambuja. Agora temos condições para discutir políticas públicas, benefícios fiscais e questões tributárias. Será um processo gradativo, no qual buscaremos criar um ambiente favorável para o desenvolvimento dos pequenos negócios, com menos burocracia e mais segurança jurídica. Segundo o Sebrae Nacional, os pequenos negócios representam 98% do universo empresarial do país. O segmento também é responsável por 52% dos empregos gerados no Brasil e por 40% da massa salarial. Com certeza, esse projeto terá uma atenção especial da nossa equipe.
A modernização é a tecnologia está cada vez mais presente no serviço público e sabemos que é um dos pilares deste governo. Nos diz como vê este processo na Sefaz que lida diretamente com o contribuinte
A administração tributária conta com a Cotin (Coordenadoria Especial de Tecnologia da Informação). A criação da Cotin vem trazendo gradativamente a melhoria dos serviços prestados pela área de TI para a Fazenda, bem como novos desafios. Antes nossos sistemas eram atendidos pela SGI (Superintendência de Gestão da Informação) como um todo, juntamente com os demais serviços prestados pelo Governo do MS. Hoje, a Cotin centraliza o atendimento dos serviços prestados pelo fisco, na parte de documentos eletrônicos e escrituração fiscal digital por exemplo, com grupo de servidores voltados especificamente para as necessidades da Fazenda Pública.
Além disso, em 2023 a Fazenda dará segmento ao Projeto de Modernização da Gestão Fiscal do Estado de Mato Grosso do Sul (Profisco II – MS) que tem como foco ampliar a modernização da gestão fazendária, da administração tributária e na gestão do gasto público, promovendo o fortalecimento da administração do gasto público; o aproveitamento do SPED e das tecnologias digitais para a melhoria da inteligência fiscal, auditoria eletrônica, fiscalização e compras públicas, bem como estabelecer a simplificação do cumprimento tributário para a competitividade do Estado.
Nestas considerações finais qual a mensagem de perspectiva que o secretário gostaria de deixar para os sul-mato-grossenses neste governo que se inicia?
A Secretaria de Fazenda é a guardiã dos tributos dos cidadãos sul-mato-grossenses e nossa principal meta é reverter estes recursos na construção de um Mato Grosso do Sul mais próspero, inclusivo, verde e digital, que são os principais pilares do Governo Eduardo Riedel. Teremos extrema responsabilidade com a transparência e prestação de contas de nossas ações e vamos realizar um trabalho sério, ético, técnico e competente.
Karina Vilas Boas, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Para preservar gastronomia e cultura, Governo de MS apoia tradicional Festa da Linguiça de Maracaju
Com receita tradicional e com foco na preservação da cultura local, a Festa da Linguiça de Maracaju foi aberta nesta quinta-feira (30), com apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. O governador Eduardo Riedel participou da abertura oficial e destacou a importância do evento que deve reunir 30 mil pessoas – durante os quatro dias.
“A Governo do Estado sempre foi parceiro e vai continuar sendo, por caracterizar uma tradição cultural de Maracaju, e do nosso Estado, e por saber que a festa também ajuda tantas pessoas com ações beneficentes. É uma festa de entretenimento, afirmação cultural, tradição”, disse Riedel.
A 30ª Festa da Linguiça de Maracaju, será realizada até domingo (3) no Parque de Exposições – com entrada gratuita em todos os dias – se consolida como um dos maiores encontros gastronômicos e culturais do Estado.
A parceria para a realização do evento foi firmada com o Rotary Club de Maracaju, entidade responsável pela festa desde 1994. Reconhecida como uma organização a sociedade civil sem fins lucrativos, a instituição atua desde 1971 promovendo ações de relevante interesse público, especialmente nas áreas de cultura, turismo e
assistência social.
“O produto é exclusivamente produzido pelo maracajuense, com uma receita própria. Estamos trabalhando com a Fundação de Ciência e Tecnologia para ter a variedade de laranja azeda específica do tempero cultivada também, porque isso pode ir se perdendo ao longo do tempo. Estamos em um momento da citricultura do Estado, então também estamos conversando com essas empresas de pesquisa, tecnologia, resgatando um pouco dessa genética. Tudo isso gira em torno da receita e da tradição da linguiça de Maracaju. Nós vamos sempre apoiar essa iniciativa”, disse Riedel.
A Festa da Linguiça se destaca como um importante instrumento de transformação social, além de um evento gastronômico. Os recursos arrecadados são destinados a diversas entidades do município, como a APAE, Fundação Anália Franco e Sociedade Beneficente de Maracaju, além de apoiar outras iniciativas desenvolvidas ao longo do ano pelo Rotary e seus parceiros.
Ao mesmo tempo em que valoriza a tradição local, a festa atrai visitantes de diversas regiões, impulsionando o comércio, a rede hoteleira e o setor de serviços, fortalecendo o turismo e contribuindo para a geração de emprego e renda.
“A juventude que vem aqui para o show, ela conhece a tradição, a história da linguiça de Maracaju, realizada lá atrás pelas famílias que aqui chegaram, e sem dúvida nenhuma conquistam e ensinam um pouco dessa nossa história para essa nova geração”, afirmou o governador.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Investimento em estradas transforma a mobilidade e encurta distâncias em Mato Grosso do Sul
As obras em rodovias realizadas pelo Governo de Mato Grosso do Sul já fazem parte da rotina do Estado e avançam no mesmo ritmo do crescimento econômico regional vive nos últimos anos. A cada novo trecho pavimentado, restaurado ou ampliado, comunidades inteiras ganham mais segurança, acesso facilitado e melhores condições para trabalhar, estudar e circular entre os municípios.
É um conjunto de intervenções que acompanha a expansão produtiva, amplia a mobilidade e prepara o Estado para um salto estrutural planejado para os próximos anos, sustentando esse novo ciclo de desenvolvimento.
Os resultados são robustos: entre janeiro de 2023 e o início de 2026, a malha pavimentada estadual saltou de 5.131 km para 5.988 km até o final de 2026, somando 857 km de estradas pavimentadas na gestão do governador Eduardo Riedel. O objetivo final destes investimentos é atingir uma marca histórica até 2030: chegar aos 6.660 km de malha pavimentada.
Se atingida, essa meta fará com que, pela primeira vez, o Estado tenha mais quilômetros de estradas asfaltadas do que de terra — desconsiderando as áreas do Pantanal. Essa inversão da malha rodoviária é o que vai garantir que Mato Grosso do Sul continue atraindo grandes indústrias e gerando empregos em todas as regiões.
Estradas pavimentadas
Projetos emblemáticos já são realidade e facilitam o escoamento e o turismo, como a MS-345 (Estrada do 21), que conecta o KM 21 a Bonito passando por Águas do Miranda, a própria Rodovia do Turismo e a MS-347, ligando Dois Irmãos do Buriti a Nioaque.
Também foram entregues a pavimentação da MS-382 (Baía das Garças), dois lotes na MS-352 ligando Terenos à Ponte do Grego, além de 21,8 km na MS-258, no Capão Seco (Sidrolândia), e a primeira etapa da MS-338, em Ribas do Rio Pardo.
Parte desse avanço é impulsionada por recursos estratégicos do BNDES, que somam mais de R$ 2,6 bilhões em investimentos aprovados e já em andamento. Entre os destaques estão as obras de asfalto em execução na MS-320, em Três Lagoas, e na MS-316, ligando Inocência ao Rio Indaiá Grande.
O pacote também garante a recuperação de vias essenciais como a MS-276 (Vila São Pedro – Deodápolis) e a MS-436 (Camapuã – Figueirão). Estão sendo executadas, ainda, a restauração da MS-180, que liga o município de Juti a Iguatemi; das rodovias MS-156 e MS-295, interligando as cidades de Amambai, Tacuru, Iguatemi e Eldorado; e da MS-276, entre Dourados e Deodápolis.
O objetivo é restabelecer a vida útil do pavimento, melhorar a segurança viária, o conforto do usuário e reduzir custos com a manutenção das estradas.
Região leste e Vale da Celulose
No Vale da Celulose, os investimentos acompanham a instalação de grandes plantas industriais e fortalecem a conexão com o mercado nacional. Um dos grandes marcos é a pavimentação da MS-320, em Três Lagoas, que liga a nova unidade da Arauco diretamente ao estado de São Paulo.
A região também recebe frentes importantes como a primeira etapa da MS-444, partindo de Selvíria até a MS-112, e a MS-316, que conecta Inocência à MS-320, em Paraíso das Águas. Além disso, a primeira fase da MS-324 já garante a ligação estratégica entre Água Clara e a BR-060, consolidando a infraestrutura necessária para o escoamento da produção.
Região sudeste e sul do Estado
Na região Sudeste, o destaque fica para a MS-134, que interliga Nova Andradina ao distrito de Casa Verde, facilitando o fluxo em um importante corredor regional. Com recursos 100% estaduais, a primeira etapa da MS-040, entre Santa Rita do Pardo e Brasilândia, também avança como prioridade.
Já no Sul do Estado, a malha viária ganha reforço com o asfalto na MS-162, no trecho entre Maracaju e a Placa do Abadio, em Dourados. Outras frentes fundamentais incluem a MS-378, ligando a Ponte Guaíba (Ponta Porã) a Caarapó, os dois lotes da MS-380 até a BR-463, e a fase inicial da MS-289, conectando Juti a Amambai.
Pantanal e região central
A logística na região do Pantanal e arredores também recebe atenção especial para superar desafios históricos de acesso. Estão em pleno desenvolvimento a pavimentação da MS-244, na região do Taboco (Corguinho) até a MS-352, e a MS-355, que liga Dois Irmãos do Buriti a Terenos.
No eixo que conecta Bandeirantes, Camapuã e Ribas do Rio Pardo, as obras nas rodovias MS-245 e MS-338 entram em fase final de conclusão, integrando essas cidades ao dinâmico polo de desenvolvimento do centro-leste sul-mato-grossense.
Revestimento primário
Além da pavimentação asfáltica, o Governo do Estado mantém um cronograma intenso de implantação de revestimento primário para garantir a trafegabilidade em regiões estratégicas e pantaneiras.
Já foram investidos cerca de R$ 456 milhões em mais de 505 km de revestimento primário em regiões onde o asfalto não pode chegar para preservar o bioma e a estrutura local, mas onde é necessário acesso seguro.
O pacote inclui trechos já concluídos na MS-454 (Forte Coimbra), no Porto São Pedro, na Estrada do Firme, na Estrada da Barranqueira em Coxim e no acesso ao Porto Esperança. Atualmente, o trabalho segue com frentes em execução na MS-214, na MS-168 (acesso à ponte do Rio Taquari), na MS-228 e no acesso ao Porto Rolon, assegurando que a infraestrutura chegue com qualidade mesmo onde o asfalto ainda não alcançou.
Compromisso com o futuro
Para o secretário de Infraestrutura e Logística, o trabalho foca na entrega de resultados diretos para o cidadão.
“O que estamos entregando é resultado de planejamento e presença do Estado. Quando a gente pavimenta um trecho, não é só asfalto: é segurança, é tempo ganho e é a chance de desenvolver a economia local. A população sente isso na prática, no deslocamento mais rápido e seguro”, afirma o secretário.
O governador Eduardo Riedel reforça que o asfalto é o caminho para um Estado mais integrado e próspero.
“Estamos construindo as bases de um Mato Grosso do Sul moderno. Cada ligação pavimentada aproxima as comunidades, facilita o transporte da nossa produção e melhora a vida de quem depende das nossas estradas todos os dias. Esse é um compromisso que fazemos hoje, mas pensando no futuro das próximas gerações”, destaca Riedel.
Luciana Bomfim, Comunicação Seilog
Fotos: Chico Ribeiro/Seilog
Fonte: Governo MS
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