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MSGÁS 25 anos: Gasoduto Brasil-Bolívia deu impulso ao mercado de Gás Natural

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De acordo com a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), demanda de Gás Natural deverá continuar crescendo por ser um dos principais insumos da transição energética no mundo.

Considerado como um combustível estratégico para promover a transição energética, o GN (Gás Natural) deve ganhar mais mercado, segundo estudos da EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Essa condição coloca mais uma vez a MSGÁS na órbita dos programas de investimentos em fontes renováveis. “A substituição de combustíveis mais poluentes por fontes com menor emissão de gases de efeito estufa é um apelo global e a MSGÁS vem ampliando a oferta de GN e se planejando para distribuir insumos complementares, como o biometano. O Estado tem muito potencial”, destaca o presidente da MSGÁS, Rui Pires dos Santos.

O mercado de gás começou a ganhar mais relevância no Brasil com a construção do Gasbol (Gasoduto Bolívia-Brasil), em 1997. O setor energético progrediu a partir do Gasbol, fazendo aumentar a participação do GN na matriz energética brasileira de 3% em 1999 para 6% em 2010. Com o crescimento da produção nacional, o Gás Natural aumentou a participação na matriz elétrica para 12,8% até 2022.

A partir dos anos 2000, Mato Grosso do Sul passou a ter um papel importante na expansão da oferta, lembra o dirigente da MSGÁS. A empresa distribui cerca de 10% do gás importado da Bolívia (aproximadamente 3 milhões de m³/dia).

“Além do uso do Gás Natural para geração de eletricidade, o combustível atende aos consumos industrial, residencial, automotivo e na cogeração. Quem está à frente dessa cadeia são as distribuidoras, como a nossa empresa em Mato Grosso do Sul, hoje estruturada para atender as demandas residencial, comercial, industrial e automotiva, com o GNV (Gás Natural Veicular). Os incentivos do Governo do Estado para o GNV são muito importantes nesse momento em que o transporte sofre forte pressão de preços dos derivados de petróleo (gasolina e o diesel) e está buscando alternativas sustentáveis”.

Governo reduziu série de impostos e incentivou uso de combustíveis menos poluentes (foto: Saul Schramm)

O programa de incentivo ao GNV lançado pelo Governo do Estado isenta o IPVA, reduz de 17% para 12% a alíquota de ICMS sobre o combustível, além de proporcionar outros benefícios, como isenção de taxas de vistoria e documentação cobradas pelo Detran e Inmetro. Junto a isso, a MSGÁS concederá um voucher de R$ 1 mil para abastecimento em postos de GNV para novas conversões.

Estudos indicam que a parcela do consumo de GNV ainda é muito pequena, concentrando-se nas grandes cidades (Campo Grande e Três Lagoas, no caso de MS), daí a importância do incentivo de isenção do IPVA e redução da alíquota de imposto. Atualmente, da frota estadual de 1.767.346 veículos, apenas 4.771 (0,27%) são movidos a gás.

“Nossa estratégia é levar o gás mais perto do consumidor. Considerando a maior competitividade do Gás Natural, é bastante viável a conexão por meio de gasodutos virtuais, como propõe o Programa Novo Mercado de Gás”, salienta o diretor-presidente da MSGÁS.

Gasbol

O Gasoduto Brasil-Bolívia teve sua construção iniciada no ano de 1997. Dois anos depois já estava operando parcialmente. O gasoduto começa em Santa Cruz de La Sierra (Bolívia) e vai até Canoas (RS), cortando 135 municípios nos Estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A extensão é de 3.150 km, dos quais 600 quilômetros em MS. Pelo duto são importados até 33 milhões de metros cúbicos de gás por dia.

Sobre a MSGÁS

Criada em 21 de maio de 1998, a MSGÁS é uma empresa de economia mista, composta pelo Governo do Estado, que detém 51% das ações e pela Commit Gás S.A., com 49%. A companhia é responsável pela distribuição de Gás Natural canalizado de Mato Grosso do Sul, com rede de 436 quilômetros, atendendo 14,5 mil unidades consumidoras nos segmentos termelétrico, industrial, veicular, comercial, residencial e cogeração.

MSGÁS

Foto: Divulgação/TBG

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Aberta seleção para comitê de políticas para a primeira infância

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A Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) está convocando as OSCs (Organizações da Sociedade Civil) com atuação reconhecida na área da primeira infância para integrar o Ceippi (Comitê Estadual Intersetorial de Políticas para a Primeira Infância). O edital de convocação foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (14).

A organização selecionada indicará um representante titular e um suplente para compor o colegiado, que atua na articulação e no monitoramento de políticas públicas voltadas às crianças de zero a seis anos.

O Ceippi tem caráter consultivo, propositivo e de monitoramento, com a finalidade de promover o desenvolvimento integral das crianças por meio de políticas públicas intersetoriais. Entre suas atribuições estão propor ações para a Política Estadual da Primeira Infância, acompanhar e avaliar iniciativas destinadas às crianças, gestantes e famílias, além de contribuir para a elaboração do Plano Estadual Intersetorial da Primeira Infância.

Podem participar organizações regularmente constituídas, em funcionamento, com atuação em Mato Grosso do Sul e experiência comprovada na promoção, proteção e defesa dos direitos das crianças de zero a seis anos e de suas famílias. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas de 15 a 20 de outubro de 2026, mediante envio da manifestação de interesse e da documentação exigida para o e-mail [email protected], aos cuidados da Comissão de Seleção. Entre os documentos necessários estão o estatuto social, comprovantes de inscrição no CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) e relatório das atividades desenvolvidas pela organização.

A seleção considerará critérios como tempo de atuação na área, experiência na execução de projetos voltados à primeira infância, participação em conselhos e redes de articulação, realização de ações intersetoriais e abrangência territorial. O resultado preliminar está previsto para 27 de outubro, com prazo para recursos nos dias 28 e 29 do mesmo mês. Já o resultado definitivo deverá ser publicado em 9 de novembro, e a indicação e designação dos representantes está prevista para 12 de novembro. O mandato será de dois anos, com possibilidade de recondução por igual período, e a participação no Comitê não será remunerada.

O edital completo pode ser conferido aqui.

Leomar Alves Rosa, Comunicação Sead

Foto: Monique Alves

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Pioneirismo da Sead: Lixo Zero destina mais de 18 toneladas de resíduos por ano de forma sustentável

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Com o engajamento dos servidores, a Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos avança na adoção de práticas sustentáveis por meio do projeto Sead Lixo Zero. Implantada em outubro de 2024, a iniciativa promove a gestão adequada dos resíduos sólidos produzidos nas unidades da Secretaria e já possibilitou a destinação ambientalmente adequada de mais de 18 toneladas de resíduos por ano, consolidando uma cultura institucional voltada à sustentabilidade e à responsabilidade ambiental.

Entre as ações desenvolvidas está a compostagem de resíduos orgânicos, que, em aproximadamente um ano, resultou no reaproveitamento de cerca de 9 toneladas de materiais, transformados em adubo. Parte do composto produzido foi distribuída aos servidores, incentivando a adoção de práticas sustentáveis também fora do ambiente de trabalho.

Lixeiras verdes de diferentes tamanhos identificadas para o descarte correto.
Sead adquiriu 83 lixeiras de 40, 60, 100 e 120 litros como forma de padronização do descarte

Outros materiais, como plástico, metal, papel, papelão e vidro, são separados e encaminhados à reciclagem por meio dos LEVs (Locais de Entrega Voluntária) instalados nas unidades da Secretaria. O projeto também contempla a logística reversa de produtos como equipamentos eletrônicos, pilhas, baterias, lâmpadas e cápsulas de alumínio de café. Até o momento, foram destinados 70 quilos de cápsulas de café na logística reversa, além de 360 lâmpadas fluorescentes e de LED e 50 quilos de pilhas e baterias, entre outros materiais.

Além de reduzir os impactos ambientais provocados pelo descarte inadequado, a iniciativa também gera benefícios sociais. Os materiais recicláveis encaminhados às cooperativas contribuem para fortalecer o trabalho dos catadores e ampliar as oportunidades de geração de renda para famílias em situação de vulnerabilidade social.

A coordenadora do projeto na Sead, Célia Sampaio, destaca que a participação dos servidores e a separação correta dos resíduos são essenciais para o sucesso da iniciativa. Segundo ela, pequenos erros no descarte podem comprometer o reaproveitamento dos materiais e prejudicar todo o processo de reciclagem.

“Um resíduo sujo ou uma fralda descartável usada, por exemplo, quando colocados junto aos materiais destinados à reciclagem, podem contaminar os resíduos e inviabilizar seu reaproveitamento. Por isso, é fundamental que todos façam a separação corretamente”, alerta a coordenadora.

MUDANÇA DE HÁBITOS

Os resultados do Sead Lixo Zero também se refletem na rotina dos servidores e de suas famílias. É o caso de Laucymara Ajala, servidora da Secretaria, que incorporou a separação dos resíduos ao cotidiano doméstico e atribui ao projeto parte da inspiração para adotar hábitos mais sustentáveis.

“Sem dúvida, minha inspiração começou no trabalho. Repito a ação em casa e me considero uma pessoa que colabora com o meio ambiente a partir desse gesto”, afirma. Ela ressalta ainda que os familiares também aderiram à iniciativa e passaram a contribuir com a separação dos resíduos produzidos em casa.

Moça de camiseta e calça jeans separa lixo reciclável.
Na família Ajala, Izadora Aguilera, 17 anos, diariamente separa seu lixo

A mudança de comportamento é resultado de um trabalho de conscientização iniciado com a implantação do projeto, em outubro de 2024. Na ocasião, aproximadamente 200 servidores da sede e outros 250 das demais unidades vinculadas à Secretaria receberam orientações sobre a separação dos resíduos e a importância da destinação ambientalmente adequada.

As atividades abordaram temas como a diferença entre lixo e resíduos recicláveis, o tempo de degradação dos materiais, a logística reversa e os impactos ambientais e sociais do descarte incorreto. Também foram apresentadas as metas da campanha Lixo Zero, com o objetivo de incentivar mudanças de hábitos e ampliar o compromisso dos servidores com a sustentabilidade.

Com a iniciativa, a Sead busca consolidar uma cultura institucional que alie responsabilidade ambiental, participação coletiva e cumprimento da legislação, demonstrando que atitudes cotidianas podem produzir resultados positivos para o meio ambiente e para a sociedade.

Os servidores que desejarem esclarecer dúvidas, obter orientações ou apresentar sugestões sobre o projeto podem entrar em contato com a coordenadora Célia Sampaio pelo telefone (67) 3318-4155.

Leomar Alves Rosa, Comunicação Sead

Fotos: Monique Alves (capa e lixeiras) e Laucymara Ayala Ajala (visita à Usina de Triagem de Resíduos)

Fonte: Governo MS

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