Mato Grosso do Sul
Correalização da Fundação de Cultura, feira O Balaio tem sua segunda edição na capital e traz Francisco el Hombre
O Balaio veio para ficar em terras campo-grandenses. Nascida em Dourados, a feira fez sua primeira edição na Capital no dia 12 de março e atraiu mais de 3 mil pessoas para os espaços dos 150 expositores, praça de alimentação e shows. Desta vez o número de expositores subiu para 180 e terá show nacional da banda Francisco El Hombre.
O Balaio Feira Criativa será neste domingo (11), na Avenida Calógeras, em frente à Esplanada Ferroviária, a partir das 16 horas. Em Campo Grande, o evento tem correalização do Governo do Estado por meio da Fundação de Cultura e apoio do Sesc MS.
Para o presidente da FCMS, Max Freitas, “é muito importante esse intercâmbio entre as cidades de Mato Grosso do Sul no que tange a economia criativa e cultura”. “Fizemos essa primeira parceria com a feira O Balaio e foi um sucesso e continuaremos por todas as edições, o Governo apoia e entende que é importante darmos luz a eventos nesse formato e assim abrimos portas que mais ações sejam feitas pelo Estado”.
Com mais de 180 artesãos selecionados de Campo Grande e Dourados, serão comercializados artesanato, artes visuais, gastronomia, plantas e tudo que a economia criativa dessas duas cidades permite, tudo muito diverso voltado ao empreendedorismo local.
Para Thays Nogueira, uma das organizadoras, “nossa expectativa para essa nova edição é fidelizar nosso público. Estamos esperando cerca de 4 mil pessoas durante as 7 horas de feira. Aumentamos tanto o número de expositores como a área útil para que nosso público possa fazer suas compras de maneira mais confortável. Melhoramos a iluminação e a estrutura, queremos que o Balaio se consolide como um evento tradicional na agenda de Campo Grande. Ocupar a Esplanada Ferroviária com nossa feira é algo muito importante, que democratiza o acesso à arte e ao artesanato local, é uma coisa que nos enche de orgulho. Graças a Fundação de Cultura de MS e do Sesc MS estamos fazendo o Balaio Feira maior a cada edição.”
Francisco el Hombre
Em 2013, a Francisco, el Hombre partia do interior de São Paulo rumo à América do Sul, indo de praça em praça passando o seu chapéu, em direção ao próximo destino. A banda ‘estradeira’, que surgiu a partir de encontros latino-americanos entre Brasil e México, reúne, hoje, os integrantes Mateo Piracés-Ugarte, Sebastianismos, LAZÚLI, Helena Papini e Andrei Kozyreff em uma eterna celebração à música latina.
Após conquistarem públicos de diferentes países, acumulando performances em festivais como Lollapalooza Brasil, em 2018, Rock in Rio, em 2019 e 2022, e Rock in Rio Lisboa, em 2022, além de eventos latino-americanos como o América por Su Música, em Cuba, e o Vive Latino, no México, o quinteto parte para uma nova etapa de sua jornada, em comemoração a uma década de vida.
Os acordes repletos de latinidades ganham, agora, novas composições que expressam todas as transformações que a Francisco, el Hombre experienciou ao longo dos últimos 10 anos, por meio de um disco inédito, que ecoa em uma turnê comemorativa em 2023 que começou em abril e colocou Campo Grande no seu roteiro de shows.
A feira O Balaio será realizada no dia 11 de junho, numa edição comemorativa “Dia dos Namorados”, a partir das 16h, na Av. Calógeras, em frente à Esplanada Ferroviária.
FCMS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Pioneirismo da Sead: Lixo Zero destina mais de 18 toneladas de resíduos por ano de forma sustentável
Com o engajamento dos servidores, a Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos avança na adoção de práticas sustentáveis por meio do projeto Sead Lixo Zero. Implantada em outubro de 2024, a iniciativa promove a gestão adequada dos resíduos sólidos produzidos nas unidades da Secretaria e já possibilitou a destinação ambientalmente adequada de mais de 18 toneladas de resíduos por ano, consolidando uma cultura institucional voltada à sustentabilidade e à responsabilidade ambiental.
Entre as ações desenvolvidas está a compostagem de resíduos orgânicos, que, em aproximadamente um ano, resultou no reaproveitamento de cerca de 9 toneladas de materiais, transformados em adubo. Parte do composto produzido foi distribuída aos servidores, incentivando a adoção de práticas sustentáveis também fora do ambiente de trabalho.

Outros materiais, como plástico, metal, papel, papelão e vidro, são separados e encaminhados à reciclagem por meio dos LEVs (Locais de Entrega Voluntária) instalados nas unidades da Secretaria. O projeto também contempla a logística reversa de produtos como equipamentos eletrônicos, pilhas, baterias, lâmpadas e cápsulas de alumínio de café. Até o momento, foram destinados 70 quilos de cápsulas de café na logística reversa, além de 360 lâmpadas fluorescentes e de LED e 50 quilos de pilhas e baterias, entre outros materiais.
Além de reduzir os impactos ambientais provocados pelo descarte inadequado, a iniciativa também gera benefícios sociais. Os materiais recicláveis encaminhados às cooperativas contribuem para fortalecer o trabalho dos catadores e ampliar as oportunidades de geração de renda para famílias em situação de vulnerabilidade social.
A coordenadora do projeto na Sead, Célia Sampaio, destaca que a participação dos servidores e a separação correta dos resíduos são essenciais para o sucesso da iniciativa. Segundo ela, pequenos erros no descarte podem comprometer o reaproveitamento dos materiais e prejudicar todo o processo de reciclagem.
“Um resíduo sujo ou uma fralda descartável usada, por exemplo, quando colocados junto aos materiais destinados à reciclagem, podem contaminar os resíduos e inviabilizar seu reaproveitamento. Por isso, é fundamental que todos façam a separação corretamente”, alerta a coordenadora.
MUDANÇA DE HÁBITOS
Os resultados do Sead Lixo Zero também se refletem na rotina dos servidores e de suas famílias. É o caso de Laucymara Ajala, servidora da Secretaria, que incorporou a separação dos resíduos ao cotidiano doméstico e atribui ao projeto parte da inspiração para adotar hábitos mais sustentáveis.
“Sem dúvida, minha inspiração começou no trabalho. Repito a ação em casa e me considero uma pessoa que colabora com o meio ambiente a partir desse gesto”, afirma. Ela ressalta ainda que os familiares também aderiram à iniciativa e passaram a contribuir com a separação dos resíduos produzidos em casa.

A mudança de comportamento é resultado de um trabalho de conscientização iniciado com a implantação do projeto, em outubro de 2024. Na ocasião, aproximadamente 200 servidores da sede e outros 250 das demais unidades vinculadas à Secretaria receberam orientações sobre a separação dos resíduos e a importância da destinação ambientalmente adequada.
As atividades abordaram temas como a diferença entre lixo e resíduos recicláveis, o tempo de degradação dos materiais, a logística reversa e os impactos ambientais e sociais do descarte incorreto. Também foram apresentadas as metas da campanha Lixo Zero, com o objetivo de incentivar mudanças de hábitos e ampliar o compromisso dos servidores com a sustentabilidade.
Com a iniciativa, a Sead busca consolidar uma cultura institucional que alie responsabilidade ambiental, participação coletiva e cumprimento da legislação, demonstrando que atitudes cotidianas podem produzir resultados positivos para o meio ambiente e para a sociedade.
Os servidores que desejarem esclarecer dúvidas, obter orientações ou apresentar sugestões sobre o projeto podem entrar em contato com a coordenadora Célia Sampaio pelo telefone (67) 3318-4155.
Leomar Alves Rosa, Comunicação Sead
Fotos: Monique Alves (capa e lixeiras) e Laucymara Ayala Ajala (visita à Usina de Triagem de Resíduos)
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Em centros de idosos e aldeias, Governo de MS expande acesso ao novo RG para toda a população
Até outubro de 2026, em torno de 90 ações e mutirões resultaram na confecção de 8 mil identidades; novos postos ampliam o acesso à documentação civil.
Claudete de Freitas Soares, 65 anos, passou quase duas décadas usando a mesma carteira de identidade e quando recebeu a nova CIN (Carteira de Identidade Nacional), não foi apenas a fotografia que mudou. O documento passou a trazer a identificação de pessoa com deficiência, uma informação que fez diferença na maneira como é atendida em bancos, estabelecimentos comerciais e outros serviços. “Mesmo eles vendo a gente, às vezes, com a bengala, parece que não chamava a atenção. Eles perguntavam pra gente: ‘Você não enxerga?’”, recordou.
Claudete nasceu com baixa visão e, até os 28 anos, ainda conseguia enxergar parcialmente. A perda visual avançou até se tornar completa. A oportunidade de atualizar a identidade surgiu durante uma ação itinerante do Instituto de Identificação da PCi-MS (Polícia Científica de Mato Grosso do Sul), realizada no ISMAC (Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos), em Campo Grande.

O atendimento faz parte das ações realizadas pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), por meio do Instituto de Identificação da Polícia Científica, para levar a emissão do novo RG a instituições e comunidades, especialmente a pessoas que enfrentam dificuldades para chegar aos postos convencionais.
De janeiro a outubro de 2026, o Instituto realizou cerca de 90 ações itinerantes e mutirões, que resultaram na confecção de aproximadamente 8 mil CINs em Mato Grosso do Sul. Em 2025, foram mais de 130 ações, com a emissão de mais de 10 mil documentos.
O serviço integra uma rede estadual que, entre 11 de janeiro de 2024 e 13 de outubro de 2026, contabilizou 948.309 carteiras no relatório de remessas de documentos, considerando todos os postos de identificação.
Uma identidade, menos documentos
Aos 75 anos, Melita Jacinta Brick ainda utilizava uma identidade emitida em 1998. A fotografia já não correspondia à sua aparência atual quando o mutirão chegou ao CCI Vovó Ziza (Centro de Convivência de Idosos), em Campo Grande, espaço que ela frequenta desde a inauguração, há 18 anos.
Foi no próprio centro que Melita solicitou a nova identidade, depois de quase três décadas com o documento antigo. Para ela, a mudança foi além da atualização da fotografia. “Porque abrange CPF também, fica mais fácil, não precisa estar carregando um monte de documentos”, afirmou.
Melita conta que já utilizou a nova identidade na compra de um imóvel e de um veículo, além de atendimentos de saúde. O documento foi solicitado em um lugar que faz parte de sua rotina, sem a necessidade de procurar um posto de identificação.

Identificação mais perto da população
As ações itinerantes também alcançam comunidades indígenas, rurais, quilombolas e ribeirinhas, além de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Durante os atendimentos, as equipes realizam a conferência documental, a coleta biométrica e as orientações necessárias para a emissão da CIN.
O trabalho é complementado pela ampliação da rede fixa de identificação civil. Em parceria com a SED (Secretaria de Estado de Educação), o serviço chegou ao Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, com a instalação de um posto na Escola Estadual Nova Itamarati. Novas unidades também foram implantadas nas aldeias indígenas Te’yikue, Lagoinha, Jaguapiru e Cachoeirinha, além do distrito de Nova Casa Verde, em Nova Andradina, e de estabelecimentos prisionais.
Outra frente de expansão ocorre em parceria com o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul), com a oferta de serviços de identificação em estruturas compartilhadas, como as unidades instaladas em Dourados.
Enquanto os mutirões levam equipes a locais específicos em datas programadas, os 106 postos permanentes ampliam as opções regulares de atendimento, aproximando a documentação civil de moradores de diferentes regiões do Estado.
A CIN utiliza o CPF como número único de identificação e permite a inclusão opcional de símbolos indicativos de deficiência, mediante apresentação da documentação exigida. A primeira emissão em papel é gratuita. O RG no modelo antigo continua válido, em regra, até 28 de fevereiro de 2032.
Para Claudete, a renovação da identidade trouxe uma mudança que não aparece nos balanços de documentos confeccionados. Ao apresentar a nova carteira, ela percebe que sua condição é reconhecida sem precisar responder às mesmas perguntas de antes. “Já tratam a gente com mais naturalidade”, concluiu.
Maria Ester Jardim Rossoni, Comunicação PCi-MS
Imagens: Comunicação PCi-MS
Fonte: Governo MS
-
Suzano5 dias atrásSuzano abre 18 vagas de trabalho em Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS)
-
Policial6 dias atrásEm Três Lagoas| Homem é brutalmente espancado por grupo de pelo menos 15 pessoas
-
Brasil6 dias atrásBrasil faz história na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica
-
Três Lagoas5 dias atrásShopping Três Lagoas prepara programação especial para o Fim de Semana das Crianças





