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Mato Grosso do Sul

MS Day internacional: Governo vai mostrar potencialidades do Estado e atrair investidores em Nova Iorque

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Com ambiente favorável aos negócios, crescimento acima da média nacional e ritmo acelerado na diversificação da matriz econômica, Mato Grosso do Sul é classificado pelo mercado como “a bola da vez” para quem pretende fazer investimentos. Os números mostram que, no ritmo atual, o PIB industrial pode dobrar em cerca de uma década. Cenário considerado ideal para atrair novos negócios durante o MS Day Internacional, que será realizado em Nova Iorque (EUA) entre os dias 12 e 17 de maio de 2024.

O evento fará parte da Brazilian Week, semana com discussões sobre desafios do cenário internacional e da economia brasileira. Os detalhes do atual cenário econômico e do evento em terras norte-americanas foram apresentados nesta segunda-feira (6) durante entrevista coletiva com a presença o governador Eduardo Riedel e do presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen.

Somente neste ano serão R$ 33 bilhões em investimentos privados, com estimativa de geração de 14,5 mil novos empregos diretos na indústria de transformação até 2028. Números positivos que serão usados para mostrar o quanto vale à pena investir no Estado neste momento.

“Estamos recebendo muita ligação, muito interesse de grupos empresariais querendo vir aqui. Em Nova Iorque vamos ter a oportunidade de sentar com executivos dessas principais empresas”, disse Riedel.

Foram quatro meses de preparação para a agenda formada por reuniões com instituições bancárias, fundos de investimento, empresários globais e câmaras de comércio. A apresentação de projetos vai girar em torno principalmente das áreas de meio ambiente e infraestrutura, incluindo rodovias e ferrovias.

Além de logística, o governador deu detalhes do que será discutido no MS Day envolvendo sustentabilidade: “A gente passou por uma Lei do Pantanal no final do ano passado. Da mesma maneira que temos projetos estruturantes em infraestrutura, temos projetos estruturantes em meio ambiente. Estamos falando de um Fundo do Pantanal e muitos agentes e atores têm curiosidade de conhecer como podem contribuir para esses projetos relacionados ao meio ambiente”.

Riedel ainda citou exemplos de áreas que podem atrair novos investimentos como cultivo de laranja, processamento de grãos e o avanço da cadeia de produção da celulose para fabricar produtos como papel e embalagens dentro do Estado.

O setor de energia renovável também está no leque de oportunidades para a atrair dinheiro de outros países. “Estamos falando de biogás, expansão, parque industrial para processamento de cana-de-acúçar. Dentro do parque existente novas plantas industriais para avançar não só no biogás, mas na área de bioeletricidade que está sendo bastante demandada”, completou o governador.

Ele lembrou que o cenário favorável é fruto da confiança estabelecida com os empresários que envolve muita transparência. “Nada disso acontece se o Estado não tiver capacidade de investimento. Vamos lembrar que Mato Grosso do Sul em 2023 investiu 18% da sua receita corrente líquida basicamente em infraestrutura e no sistema educacional. Investimos R$ 600 milhões na reforma das nossas escolas. Então o empresariado ao ver e ao perceber que existe este ambiente sendo formado ele vai construir confiança, isso ao longo do tempo”, ressaltou.

Participaram ainda do evento hoje o vice-presidente da Fiems, Crosara Júnior, a secretária especial de Parcerias Estratégicas do Estado de Mato Grosso do Sul, Eliane Detoni e o secretário de Estado de Governo, Rodrigo Perez.

MS Day – É uma marca criada pelo Governo do Estado e pela Fiems para apresentar as potencialidades de Mato Grosso do Sul. A primeira edição foi realizada em agosto do ano passado em São Paulo (SP), com participação de mais de 400 empresários na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O evento culminou no anúncio da prospecção de R$ 5,5 bilhões em novos investimentos para o Estado.

Entre os investimentos captados no evento realizado no ano passado que já saíram do papel está o da indústria Inpasa em Sidrolândia no valor de aproximadamente R$ 2 bilhões. Atualmente 2 mil pessoas trabalham na obra.

“Foram fechados também no MS Day R$ 1,2 bilhão em Caaparó, de etanol de segunda geração. Estamos na fase de finalização da licença de instalação, então a obra começa agora neste segundo semestre e também naquele momento foi fechada uma indústria na área de suinocultura que é em torno de R$ 2 bilhões”, lembrou Jaime Verruck, secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação.

Danielly Escher, Comunicação do Governo de MS

Fotos: Saul Schramm

ATENÇÃO IMPRENSA: O pack está disponível em https://drive.google.com/drive/folders/1tGh6U9SCeoCcCpkGUUr8pJ9w4dN5R4by?usp=drive_link.

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Com apoio da FCMS, Programa (re)Conexões abre debates em Campo Grande sobre o futuro dos museus brasileiros

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Projeto itinerante do Ibram reúne gestores, trabalhadores e sociedade civil para discutir participação social e fortalecimento do setor museal

Foi aberto na tarde desta segunda-feira (1º), na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o Programa (re)Conexões, iniciativa itinerante do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) voltada ao fortalecimento do Sistema Nacional de Museus, à implantação do Sistema de Participação Social e à normatização do Fórum Nacional de Museus, previsto para novembro deste ano.

A proposta do encontro é consolidar o diálogo entre Estado e sociedade civil para definir os rumos dos museus brasileiros e das políticas de memória. Os participantes foram divididos em três grupos de trabalho, que seguem uma metodologia estruturada pelo Ibram para identificar pontos de melhoria e processos que podem ser ampliados.

Entre os temas debatidos está a reestruturação do Sistema Nacional de Museus, que busca ampliar a participação de instituições e profissionais do setor, além de simplificar os processos de adesão e atuação. Outro eixo de discussão é o Sistema de Participação Social, que pretende construir modelos de governança capazes de integrar sociedade civil, trabalhadores de museus e poder público. Já a normatização do Fórum Nacional de Museus aborda critérios de participação e a dinâmica das plenárias.

A coordenadora de Participação Social do Ibram, Vera Lúcia Mangas da Silva, destacou que as contribuições dos grupos serão sistematizadas em cadernos de pautas. Eles vão subsidiar as próximas etapas do processo: o debate a oficialização das propostas. “As discussões vão acontecendo e a gente vai registrando os pontos-chave para que, a partir de toda essa colaboração, possamos desenvolver uma sistematização das contribuições apresentadas pelos grupos”, explicou.

Criado em 2012, o Programa (re)Conexões tem como objetivo promover uma escuta democrática do campo museológico brasileiro para subsidiar a construção de políticas públicas para o setor. O programa se consolidou como um espaço permanente de diálogo entre Estado e sociedade civil, estimulando articulação, mediação, qualificação e cooperação entre instituições, entidades e coletivos.

Uma das características do projeto é sua itinerância por diferentes estados e regiões do país, buscando superar um dos principais desafios da participação social nas políticas museais: a descentralização e a regionalização dos debates. A proposta é garantir que representantes de diferentes territórios contribuam para a construção de uma museologia mais plural e inclusiva.

De acordo com a presidenta do Ibram, Fernanda Santana Rabello de Castro, esta é a primeira vez que o Programa (re)Conexões é realizado em Mato Grosso do Sul, recebendo orientações e opiniões de agentes de cultura que atuam no setor museológico regional.

“Estamos sempre prontas a defender essa política pública de participação, a fazer com que ela se implemente, a avaliar, a monitorar, a cobrar do poder público e também da sociedade que se mobilize quando necessário. Esse espaço é o Fórum Nacional dos Museus e precisamos discutir qual é a sua realidade e de quanto em quanto tempo ele deve acontecer. Os encontros do (re)Conexões em 2025 e 2026 servem para essa construção coletiva. Nossas atividades e entregas não encerram por aqui. Estamos construindo essa transformação de mãos dadas, com perseverança e contando com a continuidade das políticas públicas”, afirmou.

Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, a participação de gestores e da sociedade é fundamental para a construção de políticas públicas duradouras para os espaços de memória.

“Nossos colaboradores não pouparam esforços para ajudar nessa reconstrução dos (re)Conexões. Estamos vivendo um momento importante para a cultura, com a preocupação de deixar legados, projetos e sistemas estruturados. O mais importante é construir uma linha forte e resistente, que não possa ser quebrada. Essa união entre o poder público e a participação popular é fundamental para que isso aconteça”, destacou.

O evento segue até esta terça-feira (2). A programação inclui, das 9h às 11h, a oficina “Plano Museológico”, no Teatro de Bolso, no bloco da FAENG. Às 11h, ocorre o encerramento oficial, no Auditório da Casa da Ciência da UFMS. Já no período da tarde, das 13h30 às 16h, será realizada a atividade “Campo Grande de Portas Abertas”, com roteiro de visitação a museus da capital.

Comunicação Setesc

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Immerse Pantanal é lançado em MS com foco em bioeconomia, inovação e sustentabilidade

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O secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette, realizou nesta segunda-feira (1º) a abertura oficial do programa internacional IMMERSE Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy, em evento realizado no auditório da Cotin/Sefaz, em Campo Grande. A cerimônia contou também com a presença do secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna, além de pesquisadores, estudantes e representantes de instituições parceiras do Brasil e do exterior.

Desenvolvido pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em parceria com a University of Birmingham e o Brazil Institute, o IMMERSE Pantanal é um programa internacional de imersão acadêmica e territorial que promoverá atividades em diferentes cenários do Pantanal sul-mato-grossense. A iniciativa reúne pesquisadores, estudantes e especialistas para fomentar o intercâmbio científico, o diálogo intercultural e a construção de soluções inovadoras voltadas ao desenvolvimento sustentável da região.

Durante a palestra magna de abertura, o secretário Artur Falcette apresentou um panorama da economia de Mato Grosso do Sul e destacou as principais políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado nas áreas de sustentabilidade ambiental, desenvolvimento econômico e inovação. Entre os temas abordados estiveram a Lei do Pantanal, as estratégias de preservação dos recursos naturais, os avanços da Rota Bioceânica, os investimentos em bioeconomia e os desafios para que Mato Grosso do Sul alcance a meta de se tornar um Estado carbono neutro até 2030.

O secretário Artur Falcette destacou que a iniciativa também fortalece a imagem de Mato Grosso do Sul como referência em desenvolvimento sustentável e amplia o intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores internacionais e instituições locais.

“É sempre uma oportunidade importante para a gente receber pesquisadores de fora, apresentar um pouco do Estado e do nosso projeto de conciliação do desenvolvimento com a agenda ambiental. Faz parte do nosso papel promover a imagem de Mato Grosso do Sul. No caso específico deste programa, estamos falando de uma universidade de renome, com um grupo focado em pesquisas para o Pantanal. Além disso, há uma grande capacidade de troca de conhecimento e aprendizado. Não apenas deles, que vêm aqui entender o território, mas também nossa, ao ouvir esses pesquisadores e estudantes e captar suas percepções. Isso nos possibilita ter um olhar externo sobre os principais desafios e potencialidades do bioma Pantanal”, afirmou.

Ao longo da programação, os participantes terão contato direto com experiências desenvolvidas no Pantanal, envolvendo comunidades locais, instituições de pesquisa, setor produtivo e gestores públicos. O objetivo é promover uma compreensão integrada dos desafios e oportunidades relacionados à conservação ambiental, à bioeconomia e ao desenvolvimento regional.

Como resultado final, o programa prevê a produção de um documentário que servirá como uma vitrine global das experiências realizadas no Pantanal, evidenciando a cooperação entre Governo do Estado, academia e setor produtivo na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável baseado na bioeconomia, com potencial para se tornar referência internacional.

O secretário executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna, demonstrou confiança no sucesso da iniciativa. “Estamos ansiosos para mostrar o nosso sistema de inovação e projetos de desenvolvimento sustentável, de internacionalização entre as nossas comunidades indígenas, além de reforçar um papel da nossa política pública. O governo do Estado tem feito inúmeros projetos na área de sustentabilidade. O quanto nós avançamos. Porque independentemente dos nossos tamanhos nós podemos fazer grandes coisas, podemos fazer grandes transformações”, afirmou.

A iniciativa também contempla a realização do Pantanal Day, previsto para 2027, na Inglaterra, com apoio da Embaixada do Brasil no Reino Unido. O evento terá como objetivo apresentar os resultados do programa e ampliar a visibilidade internacional das ações desenvolvidas em Mato Grosso do Sul.

Além da troca de experiências acadêmicas, o projeto fortalece parcerias institucionais entre a UEMS, a Semadesc, a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) e instituições internacionais, contribuindo para a implementação e o fortalecimento de agendas estratégicas nas áreas de educação, saúde, desenvolvimento humano e social, meio ambiente, desenvolvimento econômico, cultura, ciência, tecnologia e inovação.

O IMMERSE Pantanal reúne cerca de 30 pesquisadores e estudantes do Brasil e da Inglaterra, além de representantes institucionais e parceiros nacionais e internacionais comprometidos com a valorização dos territórios, dos saberes tradicionais e da construção de soluções sustentáveis para o futuro do Pantanal sul-mato-grossense.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fotos: Ana Christina/Semadesc

Fonte: Governo MS

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