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Mato Grosso do Sul

Com histórias de superação e cuidado, HR de Três Lagoas fica entre os 10 melhores hospitais públicos do Brasil

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Eleito pelos usuários do SUS, Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé é o único representante de Mato Grosso do Sul e da região Centro-Oeste entre os premiados

Por trás de cada indicador, certificação ou premiação na área da saúde existem histórias reais. Histórias de pessoas que chegaram ao hospital em busca de ajuda, enfrentaram momentos difíceis e encontraram acolhimento, cuidado e esperança. Foi justamente a avaliação desses usuários que colocou o Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas, entre os 10 melhores hospitais públicos do Brasil na premiação “Melhores Hospitais Públicos do Brasil 2026”, categoria Avaliação dos Usuários, na décima posição.

Administrada pelo Instituto Acqua, em parceria com a SES (Secretaria de Estado de Saúde), a unidade foi a única representante de Mato Grosso do Sul e de toda a região Centro-Oeste a conquistar espaço entre os hospitais mais bem avaliados pelos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde).

Mais do que um reconhecimento institucional, a premiação reflete a percepção de quem vivenciou de perto o atendimento prestado pela unidade. É o caso do caminhoneiro Jerônimo Ravagnani Despato, de 61 anos, morador de Três Lagoas, que precisou ser submetido com urgência a vários procedimentos cirúrgicos após complicações causadas por uma apendicite.

Até então, ele nunca havia sido atendido no Hospital Regional. Ao procurar o Pronto-Socorro com fortes dores, foi surpreendido pela rapidez do atendimento e pela assistência recebida.

“Passei pelo médico, fiz os exames, logo conversei com o médico que me explicou detalhadamente o meu caso e que precisaria de cirurgia. No outro dia já estava operado. Fiquei surpreso com a qualidade do atendimento, com a atenção dos profissionais e com a organização. É tudo isso e muito mais do que as pessoas falavam”, relata.

A experiência foi tão positiva que mudou sua visão sobre a saúde pública.

“Comentei com a minha esposa que isso aqui é coisa de primeiro mundo. O atendimento é excelente para todos, independentemente da condição social. Como caminhoneiro, viajo por muitas cidades e posso afirmar que aqui é diferenciado. É um orgulho para nós, três-lagoenses, saber que temos um hospital desse nível”, afirma.

Outro paciente que teve sua percepção transformada foi Márcio Aurélio Ananias, de 52 anos, técnico em eletrônica. Morador da cidade de São Paulo, ele estava em Três Lagoas visitando familiares quando passou mal e precisou de atendimento de urgência para uma cirurgia de hérnia umbilical.

Inicialmente, o receio era inevitável. “Quando precisei ser internado, confesso que fiquei preocupado por estar longe de casa. Pensei que, se pudesse escolher, teria ido para São Paulo. Mas hoje vejo que foi uma bênção ter sido atendido aqui”, conta.

O paciente relembra ainda uma experiência vivida em São Paulo, que tornou sua passagem pelo Hospital Regional ainda mais marcante.

“Em 2011, fui atendido no Hospital das Clínicas após detectarem o rompimento da parede abdominal, que deu origem à hérnia. Na época, não deram continuidade ao tratamento e fui orientado a procurar uma unidade básica de saúde para iniciar todo o processo.

Anos se passaram até que o problema se agravou quando vim visitar minha filha, que mora em Três Lagoas. Quando cheguei ao Hospital Regional, fui acolhido, bem atendido e tive meu problema realmente resolvido. Sou eternamente grato”.

Segundo Márcio, a experiência superou qualquer expectativa e mudou sua visão sobre a assistência prestada fora dos grandes centros.

“A medicina em Mato Grosso do Sul me surpreendeu. Sempre pensamos que os melhores hospitais estão nas grandes capitais, mas percebi que não é assim. Aqui recebi um atendimento nota mil. Tudo aqui foi maravilhoso, do início ao fim”.

O crescimento de quem cresceu com o hospital

A história do Hospital Regional também se mistura à trajetória de muitos profissionais que ajudaram a construir essa conquista ao longo dos últimos anos. Um deles é Wellington Dutra da Silva, de 47 anos, atual supervisor administrativo da unidade. Ele chegou ao hospital em setembro de 2022, apenas três meses após a abertura da instituição. Na época, assumiu o cargo de assistente administrativo no Centro Cirúrgico. Desde então, viu a unidade crescer, ampliar serviços e se consolidar como referência regional.

Ao longo da trajetória, foi promovido para coordenar uma equipe composta por 15 colaboradores responsáveis pela organização dos prontuários hospitalares, atuando em conjunto com os setores de auditoria e faturamento. Em janeiro deste ano, assumiu a supervisão administrativa da unidade.

“A minha história é muito parecida com a do hospital. Crescemos juntos. Quando cheguei aqui, atendíamos apenas pediatria. Hoje somos uma unidade muito mais complexa, com diversas especialidades e uma responsabilidade enorme perante a população. Ver essa evolução é motivo de orgulho”, destaca.

Wellington afirma que encontrou no Hospital Regional oportunidades que transformaram sua carreira. Antes da saúde, atuava como analista de custos em uma indústria e nunca havia trabalhado em um hospital.

“Foi minha primeira experiência na área da saúde. Eu não imaginava o quanto esse trabalho poderia impactar a vida das pessoas. Mesmo sem estar diretamente na assistência, percebo que cada atividade administrativa contribui para o paciente receber um atendimento mais humanizado e eficiente”.

Entre as lembranças mais marcantes da trajetória, ele recorda um episódio que reforçou o significado do trabalho desenvolvido na unidade. Durante uma visita a um conhecido internado, percebeu uma acompanhante desesperada ao lado de um homem que apresentava uma intercorrência grave. Rapidamente, buscou auxílio médico, contribuindo para a equipe realizar o atendimento emergencial que salvou a vida do paciente.

“Foi um momento que me marcou profundamente. Entendi ainda mais a importância de cada pessoa no hospital. Todos fazem parte do cuidado”.

Para Wellington, o reconhecimento nacional tem um significado especial justamente por vir da avaliação dos usuários.

“Estar entre os 10 melhores hospitais públicos do Brasil já é algo extraordinário. Mas saber que esse reconhecimento veio dos próprios pacientes torna tudo ainda mais importante. Tudo o que fazemos aqui é para eles. Quando conseguimos acolher, cuidar e transformar vidas, nosso trabalho faz sentido”.

Uma conquista construída por milhares de histórias

A premiação “Melhores Hospitais Públicos do Brasil 2026”, promovida pelo Ibross (Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde) em parceria com instituições como OPAS/OMS (Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde), Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), IES (Instituto Ética Saúde) e ONA (Organização Nacional de Acreditação), reconheceu hospitais 100% SUS que se destacam pela qualidade, eficiência, segurança assistencial e satisfação dos usuários. A cerimônia aconteceu na sexta-feira, dia 29 de maio, em Brasília.

Realizada em duas fases, a seleção ocorreu da seguinte forma: inicialmente, mais de 5 mil hospitais públicos de todo o país foram avaliados com base em critérios técnicos e indicadores de desempenho, elegendo os 100 melhores; posteriormente, os classificados foram ranqueados a partir de uma pesquisa independente de satisfação conduzida pelo Instituto DataSenado, que ouviu pacientes e acompanhantes sobre a qualidade do atendimento recebido, além da análise de informações de compliance e de um estudo de eficiência desenvolvido em parceria com a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Para a diretora-geral do Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, Letícia Carneiro, o reconhecimento representa muito mais do que uma posição em um ranking nacional. “Significa a confirmação de que o cuidado humanizado, o comprometimento das equipes e a busca constante pela excelência têm gerado resultados concretos para a população”, disse.

São histórias como as de Jerônimo, Márcio e de tantos outros pacientes que ajudam a explicar por que um hospital do interior de Mato Grosso do Sul conquistou o reconhecimento nacional e se tornou referência para o Brasil.

Uma conquista que pertence não apenas à instituição, mas também a toda a população da Costa Leste, que hoje conta com um serviço público de saúde reconhecido entre os melhores do país.

Comunicação SES
*com informações do HRCLMT
Fotos: Divulgação SES

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Com apoio da FCMS, Programa (re)Conexões abre debates em Campo Grande sobre o futuro dos museus brasileiros

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Projeto itinerante do Ibram reúne gestores, trabalhadores e sociedade civil para discutir participação social e fortalecimento do setor museal

Foi aberto na tarde desta segunda-feira (1º), na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o Programa (re)Conexões, iniciativa itinerante do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) voltada ao fortalecimento do Sistema Nacional de Museus, à implantação do Sistema de Participação Social e à normatização do Fórum Nacional de Museus, previsto para novembro deste ano.

A proposta do encontro é consolidar o diálogo entre Estado e sociedade civil para definir os rumos dos museus brasileiros e das políticas de memória. Os participantes foram divididos em três grupos de trabalho, que seguem uma metodologia estruturada pelo Ibram para identificar pontos de melhoria e processos que podem ser ampliados.

Entre os temas debatidos está a reestruturação do Sistema Nacional de Museus, que busca ampliar a participação de instituições e profissionais do setor, além de simplificar os processos de adesão e atuação. Outro eixo de discussão é o Sistema de Participação Social, que pretende construir modelos de governança capazes de integrar sociedade civil, trabalhadores de museus e poder público. Já a normatização do Fórum Nacional de Museus aborda critérios de participação e a dinâmica das plenárias.

A coordenadora de Participação Social do Ibram, Vera Lúcia Mangas da Silva, destacou que as contribuições dos grupos serão sistematizadas em cadernos de pautas. Eles vão subsidiar as próximas etapas do processo: o debate a oficialização das propostas. “As discussões vão acontecendo e a gente vai registrando os pontos-chave para que, a partir de toda essa colaboração, possamos desenvolver uma sistematização das contribuições apresentadas pelos grupos”, explicou.

Criado em 2012, o Programa (re)Conexões tem como objetivo promover uma escuta democrática do campo museológico brasileiro para subsidiar a construção de políticas públicas para o setor. O programa se consolidou como um espaço permanente de diálogo entre Estado e sociedade civil, estimulando articulação, mediação, qualificação e cooperação entre instituições, entidades e coletivos.

Uma das características do projeto é sua itinerância por diferentes estados e regiões do país, buscando superar um dos principais desafios da participação social nas políticas museais: a descentralização e a regionalização dos debates. A proposta é garantir que representantes de diferentes territórios contribuam para a construção de uma museologia mais plural e inclusiva.

De acordo com a presidenta do Ibram, Fernanda Santana Rabello de Castro, esta é a primeira vez que o Programa (re)Conexões é realizado em Mato Grosso do Sul, recebendo orientações e opiniões de agentes de cultura que atuam no setor museológico regional.

“Estamos sempre prontas a defender essa política pública de participação, a fazer com que ela se implemente, a avaliar, a monitorar, a cobrar do poder público e também da sociedade que se mobilize quando necessário. Esse espaço é o Fórum Nacional dos Museus e precisamos discutir qual é a sua realidade e de quanto em quanto tempo ele deve acontecer. Os encontros do (re)Conexões em 2025 e 2026 servem para essa construção coletiva. Nossas atividades e entregas não encerram por aqui. Estamos construindo essa transformação de mãos dadas, com perseverança e contando com a continuidade das políticas públicas”, afirmou.

Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, a participação de gestores e da sociedade é fundamental para a construção de políticas públicas duradouras para os espaços de memória.

“Nossos colaboradores não pouparam esforços para ajudar nessa reconstrução dos (re)Conexões. Estamos vivendo um momento importante para a cultura, com a preocupação de deixar legados, projetos e sistemas estruturados. O mais importante é construir uma linha forte e resistente, que não possa ser quebrada. Essa união entre o poder público e a participação popular é fundamental para que isso aconteça”, destacou.

O evento segue até esta terça-feira (2). A programação inclui, das 9h às 11h, a oficina “Plano Museológico”, no Teatro de Bolso, no bloco da FAENG. Às 11h, ocorre o encerramento oficial, no Auditório da Casa da Ciência da UFMS. Já no período da tarde, das 13h30 às 16h, será realizada a atividade “Campo Grande de Portas Abertas”, com roteiro de visitação a museus da capital.

Comunicação Setesc

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Immerse Pantanal é lançado em MS com foco em bioeconomia, inovação e sustentabilidade

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O secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette, realizou nesta segunda-feira (1º) a abertura oficial do programa internacional IMMERSE Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy, em evento realizado no auditório da Cotin/Sefaz, em Campo Grande. A cerimônia contou também com a presença do secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna, além de pesquisadores, estudantes e representantes de instituições parceiras do Brasil e do exterior.

Desenvolvido pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em parceria com a University of Birmingham e o Brazil Institute, o IMMERSE Pantanal é um programa internacional de imersão acadêmica e territorial que promoverá atividades em diferentes cenários do Pantanal sul-mato-grossense. A iniciativa reúne pesquisadores, estudantes e especialistas para fomentar o intercâmbio científico, o diálogo intercultural e a construção de soluções inovadoras voltadas ao desenvolvimento sustentável da região.

Durante a palestra magna de abertura, o secretário Artur Falcette apresentou um panorama da economia de Mato Grosso do Sul e destacou as principais políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado nas áreas de sustentabilidade ambiental, desenvolvimento econômico e inovação. Entre os temas abordados estiveram a Lei do Pantanal, as estratégias de preservação dos recursos naturais, os avanços da Rota Bioceânica, os investimentos em bioeconomia e os desafios para que Mato Grosso do Sul alcance a meta de se tornar um Estado carbono neutro até 2030.

O secretário Artur Falcette destacou que a iniciativa também fortalece a imagem de Mato Grosso do Sul como referência em desenvolvimento sustentável e amplia o intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores internacionais e instituições locais.

“É sempre uma oportunidade importante para a gente receber pesquisadores de fora, apresentar um pouco do Estado e do nosso projeto de conciliação do desenvolvimento com a agenda ambiental. Faz parte do nosso papel promover a imagem de Mato Grosso do Sul. No caso específico deste programa, estamos falando de uma universidade de renome, com um grupo focado em pesquisas para o Pantanal. Além disso, há uma grande capacidade de troca de conhecimento e aprendizado. Não apenas deles, que vêm aqui entender o território, mas também nossa, ao ouvir esses pesquisadores e estudantes e captar suas percepções. Isso nos possibilita ter um olhar externo sobre os principais desafios e potencialidades do bioma Pantanal”, afirmou.

Ao longo da programação, os participantes terão contato direto com experiências desenvolvidas no Pantanal, envolvendo comunidades locais, instituições de pesquisa, setor produtivo e gestores públicos. O objetivo é promover uma compreensão integrada dos desafios e oportunidades relacionados à conservação ambiental, à bioeconomia e ao desenvolvimento regional.

Como resultado final, o programa prevê a produção de um documentário que servirá como uma vitrine global das experiências realizadas no Pantanal, evidenciando a cooperação entre Governo do Estado, academia e setor produtivo na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável baseado na bioeconomia, com potencial para se tornar referência internacional.

O secretário executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna, demonstrou confiança no sucesso da iniciativa. “Estamos ansiosos para mostrar o nosso sistema de inovação e projetos de desenvolvimento sustentável, de internacionalização entre as nossas comunidades indígenas, além de reforçar um papel da nossa política pública. O governo do Estado tem feito inúmeros projetos na área de sustentabilidade. O quanto nós avançamos. Porque independentemente dos nossos tamanhos nós podemos fazer grandes coisas, podemos fazer grandes transformações”, afirmou.

A iniciativa também contempla a realização do Pantanal Day, previsto para 2027, na Inglaterra, com apoio da Embaixada do Brasil no Reino Unido. O evento terá como objetivo apresentar os resultados do programa e ampliar a visibilidade internacional das ações desenvolvidas em Mato Grosso do Sul.

Além da troca de experiências acadêmicas, o projeto fortalece parcerias institucionais entre a UEMS, a Semadesc, a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) e instituições internacionais, contribuindo para a implementação e o fortalecimento de agendas estratégicas nas áreas de educação, saúde, desenvolvimento humano e social, meio ambiente, desenvolvimento econômico, cultura, ciência, tecnologia e inovação.

O IMMERSE Pantanal reúne cerca de 30 pesquisadores e estudantes do Brasil e da Inglaterra, além de representantes institucionais e parceiros nacionais e internacionais comprometidos com a valorização dos territórios, dos saberes tradicionais e da construção de soluções sustentáveis para o futuro do Pantanal sul-mato-grossense.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fotos: Ana Christina/Semadesc

Fonte: Governo MS

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