Agronegócios

Morre aos 65 anos Maria de Fátima Souza “Tia Maria”, ex-moradora de Garcias e Arapuá

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É com pesar que comunicamos o falecimento Maria de Fátima Souza “Tia Maria” de 65 anos, ex-moradora do Distrito de Garcias e da Fazenda Curucaca no Distrito de Arapuá.

Tia Maria carinhosamente chamada por moradores de Garcias, estava doente e teve um infarto em Três Lagoas em sua casa no bairro Santa Luzia, e foi transferida para a Santa Casa de Campo Grande, estava internada desde sexta-feira (08) de maio, e na data de (12) de maio passou por uma cirurgia, não resistiu e faleceu a noite.

Maria é casada a 50 anos com João Alves de 85 anos, dessa união tiveram três filhos: Sebastião, Rui Carlos e Ronaldo, a família morou no Distrito de Garcias na década de 80 e alguns anos na Fazenda Curucaca (até 1997) na região do Distrito de Arapuá, onde cultivaram várias amizades. E por ultimo morava no Bairro Santa Luzia em Três Lagoas.

Maria foi sepultada na manhã desta quarta-feira (13) no Cemitério Santo Antônio de Três Lagoas.

Deixamos aqui nossos sentimentos aos familiares, em especial ao filho Rui Carlos, organizador da Copa Gás no Distrito de Arapuá e muito conhecido em Três Lagoas no meio esportivo.

Nas redes sociais familiares e amigos deixam mensagens de conforto.

Mensagem do ArapuáNews aos familiares

Nem a vida nem ninguém conseguem nos prepara para a terrível dor de perder alguém que amamos para a morte.

Superar uma perda dessas é um desafio que muitas vezes não conseguimos superar totalmente. E ninguém deve sentir a pressão de ter de ultrapassar completamente a morte de alguém que ama.

O luto não tem prazo de validade, e às vezes, mesmo continuando nossas vidas, para sempre carregamos esse luto conosco. Não nas roupas, mas no coração.

Pois, às vezes, quando o amor é grande demais a saudade de quem partiu antes de nós fica batendo diariamente no nosso peito. E nos lembra de que o amor verdadeiro nem a morte consegue levar!

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Agronegócios

Em Três Lagoas, Laticínio Arapuá quase triplica produção e associação mira novos segmentos

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Com apoio da Suzano, por meio do Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT), produtores rurais conseguiram ampliar o mercado consumidor de três para 63 pontos de comercialização nos últimos 12 meses

Inaugurado em dezembro de 2016, o Laticínio de Arapuá completou um ano de operação no dia 15 de dezembro do ano passado com razões de sobra para a Associação do Centro Rural de Arapuá comemorar.

Foto ArapuaNews da inauguração do dia 14 de Dezembro de 2016

Em 12 meses, a produção da indústria de leite saltou de 500 litros/dia para 1,2 mil litros por dia, equivalente ao crescimento de 140% no período. Os números refletem o trabalho intenso de qualificações e consultorias iniciado há quase seis anos, por meio da parceria com o Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT), da Suzano.

“Estes são os primeiros resultados de um trabalho em conjunto realizado ao longo desses quase seis anos; desde a base, com consultorias sobre recuperação de pastagens, manejo do gado leiteiro e produtividade, atendimentos veterinários, até chegar à produção, qualidade do leite e comercialização dos produtos. Este é o objetivo do PDRT: garantir que as comunidades rurais sejam fortalecidas e consigam gerar emprego e renda de forma sustentável. A Suzano não faz por eles, faz com eles”, destacou Evânia Lopes, consultora de Desenvolvimento Social da empresa.

Visando o fortalecimento da cadeia do leite, a Suzano investiu, além das consultorias, R$ 1 milhão na reforma e ampliação do Laticínio do Arapuá. O leite produzido na unidade é o Tipo C, o de “saquinho” e, em abril do ano passado, a associação, que gerencia o laticínio, deu início à produção de iogurte, chegando a 4,5 mil litros processados. Inicialmente, o sabor escolhido foi o de morango, mas a unidade está certificada para produzir os sabores de coco e salada de frutas, o que já está no radar dos associados.

“Encerramos o ano de 2019 com muitas conquistas. Quase triplicamos a nossa produção em um ano, mas ainda temos muito o que melhorar. Para esse ano, a nossa meta é chegar à capacidade máxima permitida pela Licença de Operação, que é de 2 mil litros de leite por dia e também diversificar mais os nossos produtos, como incluir a produção de queijos e manteiga com o selo do nosso laticínio [Arapuá]”, completou Joelson Sebastião da Silva, tesoureiro da associação.

Com 70 vacas leiteiras, Joelson está na região de Arapuá há 28 anos e foi um dos que acreditou na viabilidade do projeto. “Muita coisa mudou. Antigamente, os produtores eram mais individualistas. Agora, temos produtores que conseguem ver que, quando se é pequeno, só se tem força juntos. Um apoia o outro. Isso é muito importante e está dando frutos. Hoje, o produtor rural não precisa deixar o campo e ir para a cidade para ter emprego e renda. Ele consegue se manter com o dinheiro do leite”, completou.

Renda e comercialização

A associação conta com 50 produtores rurais, destes, 28 fornecem leite para laticínio. O litro do leite, antes do laticínio, girava em torno de R$ 0,80 para o produtor; hoje, o valor varia entre R$ 1,00 e R$ 1,20. “É um trabalho em que todos ganham, o produtor, por ter reconhecido o seu trabalho, e o consumidor, que ainda assim, tem um produto de alta qualidade e mais barato disponível.”, destacou o tesoureiro da associação. Com isso, o mercado consumidor também expandiu. O leite produzido em Arapuá era encontrado em três supermercados apenas. Hoje, são 63 pontos de distribuição, incluindo padarias, supermercados e sorveterias.

Compras públicas

Em 2019, o laticínio obteve a licença de operação; e o Serviço de Inspeção Municipal (SIM) foi uma conquista para comercializar no município. Foram graças a essas regulações que a associação pôde concorrer em chamadas públicas e passou a fornecer leite e iogurte para escolas estaduais, por meio do PNAE (Política Nacional de Alimentação Escolar), e para a 3ª Bateria de Artilharia Antiaérea de Três Lagoas, por meio do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos).

Neste ano, a associação pretende estender o fornecimento para as escolas municipais de Três Lagoas. A ideia é que, com os contratos com o poder público, os produtores fiquem menos expostos às oscilações de mercado.

Com informações da assessoria da Suzano

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Agronegócios

Produtores rurais devem atualizar cadastro da agropecuária e de estoque de animais

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Os produtores rurais de Mato Grosso do Sul devem realizar a atualização do Cadastro da Agropecuária (CAP) e o ajuste do Estoque de Animais Bovinos e Bubalinos. O objetivo é melhorar a qualidade dos dados e simplificar, por meio da integração com outros órgãos, a celeridade nos procedimentos para análise dos pedidos de alterações de dados cadastrais. Estão incluídos na atualização todos os produtores rurais, independente da atividade.

O PROACAP é o Programa de Atualização do Cadastro da Agropecuária e do Estoque de Animais Bovinos e Bubalinos instituído pela Lei Estadual nº 5.338, de 30 de abril de 2019.

O prazo para inclusão da FAC de atualização cadastral do PROACAP vai de 15 de outubro a 31 de dezembro de 2019 para produtores que possuam estoques de bovinos e/ou bubalinos e de 15 de outubro de 2019 a 30 de junho de 2020 para os demais produtores. A Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz-MS) informa que as FAC’s de alteração incluídas no período previsto para atualização serão analisadas sem a cobrança da Taxa de Serviços Públicos.

Os contribuintes que desejarem fazer o pedido de suspensão das atividades, podem fazê-lo somente após ter sido incluída a FAC de alteração e esta já ter sido homologada.

Penalidades

A Sefaz reforça que aqueles que não atualizarem o cadastro no CCE-FAC e a declaração de estoque efetivo no E-SANIAGRO dentro do prazo terão a inscrição estadual suspensa e não poderão emitir Nota Fiscal do Produtor, entre outras sanções; também perderão o benefício da redução da multa por divergência entre o estoque declarado e o constante no e-SANIAGRO, bloqueio da ficha sanitária, vacinação obrigatória, entre outras sanções.

Os pedidos de inscrição e de reativação seguem as mesmas regras adotadas para a atualização, exceto quanto à gratuidade da taxa. Em caso de dúvidas os contribuintes podem entrar em contato com o setor responsável:

Inclusão da FAC de atualização – Acesso restrito ao Portal ICMS Transparente, módulo CCE-FAC Erros do sistema – 3318-3600 Dúvidas sobres procedimentos e interpretação da legislação – http://www.faleconosco.ms.gov.br/faleconosco/login/login.jsf

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TRÊS LAGOAS

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

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