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Mulher / Fashion

Mãe nota 10, ela sustentou os filhos vendendo pipoca

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É difícil, não conhecer ou tê-la visto trabalhar em festas, na praça central  e em frente de lojas, no comércio de Três Lagoas, onde vende pipoca, há  exatos trinta anos.

Sílvia Maria Alves Firmino, 48 anos, além de uma referência positiva, por conta de sua garra e determinação, já se transformou em um ‘patrimônio’ no município, por conta das três décadas de trabalho na cidade.

A profissão, Silvia Pipoqueira aprendeu com sua mãe aos treze anos, Dona Calumiria Alves, chamada carinhosamente, de ‘Tia da Pipoca’, já falecida.

Nossa homenageada de hoje (06), do Folha Três Lagoas, a Sílvia Pipoqueira, é casada, com José Firmino dos Santos filhos, criou seus dois filhos, Adner Alves Firmino (30) e Anderson Alves Firmino (24), trabalhando dia e noite, debaixo de sol e muitas vezes, chuva, empurrando seu carrinho de pipoca pelas ruas da cidade para ajudar prover seu lar e oferecer uma vida digna para seus meninos.

Silvia Pipoqueira, disse, ao Folha que se pudesse escolher seu trabalho, que não mudaria de ramo, que escolheria novamente comercializar pipoca, pois se trata de um trabalho digno e de uma herança que ela herdou de sua mãe, seu maior exemplo de fé, amor, dedicação, trabalho e superação. A mãe de Sílvia também sustentou toda família através da venda de pipoca.

Ao longo dos anos, Sílvia foi investindo no seu comércio, buscou se profissionalizar e diversificar seus produtos, que diga são deliciosos e se tornou uma empreendedora de sucesso.

Quanto aos seus filhos que já estão com 30 e 24 anos, ela se derrete toda, pois sãos presentes de Deus em sua vida. Disse, serem bons filhos, trabalhadores, obedientes  e carinhosos.

Prosseguiu, nos contando que já é  vovó. Seu netinho, Bryan da Silva Alves, têm quatro anos é um lindo garotinho. Contou que sente um amor muito maior e até inexplicável, por Bryan. Afirmou,  que aquela velha história, de que  avó, ser mãe com açúcar é verdadeira.

Feliz Dia das Mães, Sílvia Maria Alves Firmino e a sua linda nora, Natália Vanessa da Silva Alves! Parabéns!

Por Folha Três Lagoas

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Mulher / Fashion

Mães na Estrada: maternidade se entrelaça à missão de salvar vidas na BR-163/MS

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Profissionais que atuam na CCR MSVia contam sobre os desafios da vida materna e o dia a dia na rodovia

Elas são mulheres fortes, trabalhadoras e destemidas. São mães que não medem esforços por seus filhos. E quando o assunto é zelar pelo ser humano, lá estão elas. Colaboradoras que atuam na CCR MSVia e que estarão trabalhando em regime de plantão no domingo em que é celebrado o Dia das Mães, relatam o desafio da vida materna e a missão de ajudar a salvar vidas ao longo dos 845,4 quilômetros da BR-163 em Mato Grosso do Sul.

O trabalho intenso na estrada não intimida Mirielli Maria Gervásio, socorrista na Base Operacional do SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário) de Sonora, região norte do Estado. Mãe do Pedro Henrique, de 11 anos, e da Emanuele, de 5 anos, ela enxerga na profissão algo em comum com a vida materna: o cuidado do próximo. Há quatro anos na função, Mirielli compartilha histórias de superação na rodovia. “Lembro de uma situação muito complicada, em que houve um acidente e a vítima ficou presa entre as ferragens, inconsciente. Conseguimos tirar a pessoa de dentro do veículo e a entregamos ao hospital com vida”.

Os momentos de adrenalina vividos na pista, no entanto, se entrelaçam à vida pessoal. Em casa, há filhos que esperam ansiosos pelo carinho incondicional que a mãe oferece. Conciliar as duas rotinas não é problema para Mirielli, que sempre viu a maternidade como um presente. “Engravidei pela primeira vez por volta de 22 anos. Senti um misto de emoções, do medo à gratidão. Na segunda gestação, a experiência foi bem parecida. O amor em gerar uma vida supera qualquer obstáculo”, assegura.

Ao fim de cada plantão, resta somente o sentimento de dever cumprido e a vontade incontrolável de estar perto dos seus. Desejo este compartilhado também pela agente de atendimento do CCO (Centro de Controle Operacional) da CCR MSVia, Marines Ferreira da Rocha. E basta pensar na filha Shaara, de 21 anos, para a emoção vir à tona e as lembranças surgirem. “Nos falamos todos os dias e tenho orgulho em tê-la como filha. Me casei muito cedo e não tive mais filhos, mas agora estou pronta para ter netos”, brinca.

A sensibilidade que transborda no coração da mãe é refletida no atendimento ao cliente que usa a BR-163/MS para alcançar o destino desejado. Marines atende às ligações de usuários e ouve atentamente cada pedido de informação, dúvidas e ocorrências. “Trabalhamos bastante para levar a melhor experiência possível para quem trafega na rodovia É emocionante, por exemplo, acionar uma viatura de resgate para salvar uma mãe que está entrando em trabalho de parto. Prestar apoio a quem precisa é o combustível que nos impulsiona frequentemente. A empatia é fundamental”, analisa.

A líder de arrecadação em Mundo Novo, Carla Cintia Scheifer de Pádua, compartilha da mesma opinião. Depois do nascimento de sua filha Nicole, hoje com 6 anos, ela passou a enxergar o mundo sob outra perspectiva. “Sempre sonhei em ser mãe e minha filha é a minha dádiva de Deus. A maternidade me ajudou a entender as outras pessoas com mais facilidade em várias situações, inclusive no ambiente de trabalho”.

Carla relata que seu maior desafio como mãe é não saber o que o futuro reserva, mas fica grata por ter a chance de viver o presente e proporcionar a sua filha bons princípios. “Cuido do agora pensando no amanhã. Quero que ela cresça e seja feliz, que tenha a oportunidade de estudar e ter um futuro promissor. Como mãe, faço de tudo para ver seus olhos brilhando de alegria. Poder trabalhar e garantir isso a ela é muito importante”.

Quem também pensa deste modo é a agente de inspeção de tráfego da Base do SAU de Caarapó, Andreia Aparecida Reco. Ela percorre pela rodovia para analisar se tudo está dentro da normalidade. Auxilia na retirada de objetos da pista, verifica se as sinalizações verticais e horizontais estão corretas, dentre outras atribuições com o objetivo de garantir mais segurança e qualidade para quem passa pela BR-163 no Estado.

Mãe do Bruno, de 24 anos, e do Mateus, de 21, Andreia é grata pela profissão que escolheu, justamente por ser peça chave para a comodidade dos usuários e tem a ternura materna como aliada em seu cotidiano. “Certa vez, auxiliei no atendimento de um acidente onde o rapaz, que era a vítima, aparentava ter uns 20 e poucos anos. Logo pensei ‘e se fosse meu filho?’. Me coloquei no lugar da mãe dessa pessoa e prestei o apoio necessário para salvá-lo, ajudando na sinalização do local”, rememora.

O querer de Andreia para todas as mães nesta data especial é que elas consigam estar perto de seus filhos, mesmo que seja em pensamento “Que possam comemorar essa data da melhor forma possível. E para quem vai trabalhar, que seja um dia produtivo. É muito bom ser mãe e ter a certeza de que receberemos o amor de nossos filhos não tem preço!”.

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Mulher / Fashion

Mães relatam as provas de coragem, força e resiliência que passam durante a pandemia

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Elas contam que até uma simples ida ao supermercado passou a ser planejada

A comemoração do Dia das Mães desde que o mundo entrou em pandemia vem se transformando. Quem é mãe sabe o quanto a rotina ficou exaustiva, com mais trabalho, demandas duplicadas, ao mesmo tempo em que os filhos precisam de atenção e cuidados. Mediante às adversidades, as mães revelam que o amor incondicional fala mais alto e com criatividade, organização e paciência elas têm conseguido superar os momentos difíceis com alegria.

Lilian Silva, de 22 anos, teve impactos em dose dupla com o nascimento de sua filha, que tem hoje um ano de idade. Além da chegada de uma nova vida, a maternidade trouxe desafios maiores, como administrar os cuidados sanitários, o distanciamento e a quarentena. “Tivemos que ajustar até mesmo as idas ao supermercado. Apenas uma pessoa da família poderia fazer as compras e toda vez era necessário encher o carrinho e fazer praticamente um estoque em casa, de fraldas, lencinhos e outros itens essenciais à nossa bebê,” lembra Lilian.

Outro grande impacto foi manter a distância dos familiares, uma vez que a segurança tanto da bebê, como da mamãe Lilian eram indispensáveis à saúde de todos em casa. “Tive que usar muita criatividade para oferecer brincadeiras estimulantes para o desenvolvimento dela de forma saudável. Até montei meu próprio negócio para trabalhar em casa, aumentar a renda e ficar perto da minha filha”, conta Lilian.

Rosália Nobre, mãe de dois filhos de 5 e 11 anos, viu sua rotina ser transformada com a chegada da pandemia. “Foi como se um furacão passasse na minha vida. Fiquei sem ajudante em casa, pois ela é do grupo de risco e precisamos acirrar a divisão de tarefas, para dar conta de cozinhar, lavar as roupas, limpar a casa, acompanhar as aulas on-line, tarefas, lanches dos pequenos e ainda trabalhar fora”, conta Rosália.

Desafios superados, novas rotinas incorporadas à vida, Dia das Mães é tempo de comemorar. “Já elegemos o ‘fazedor’ de compras de supermercado da vez, e no domingo vamos todos pra cozinha, preparar o almoço juntos. Vai ser divertido e importante para a nossa pequena acompanhar este momento”, comenta Lilian. “No cardápio vamos de churrasco, arroz branco, feijão tropeiro, vinagrete e de sobremesa, um bolo que não pode faltar”, revela.

Onde encontrar – Quem deseja fazer sua lista e já antecipar as compras para domingo das Mães, em Campo Grande são sete lojas do Fort Atacadista estão abastecidas com itens de mercearia, bebidas, doces, frutas e verduras fresquinhas, assim como produtos de limpeza e higiene. As unidades do Coronel e Parati contam ainda com o Açougue Carne Fresca, com opções de cortes de carnes fracionadas e em bandejas, em um expositor moderno e diferenciado. Em formato ‘aquário’, ele permite ao cliente acompanhar com mais transparência o trabalho dos açougueiros e comercializa mais de 40 cortes de carnes nobres e frescas (não maturadas) em porções fracionadas.

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