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Saúde

JBS doa equipamentos para abertura de novos leitos de UTI no MS e mais quatro Estados

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E

m mais uma frente de seu programa de responsabilidade social Fazer o Bem Faz Bem, a JBS doará 850 equipamentos hospitalares que permitirão a abertura de novos leitos de UTI nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul. Caberá às secretarias estaduais de Saúde a divisão local dos equipamentos, de acordo com o nível de criticidade de cada município.

As entregas incluem 117 respiradores, 117 camas de UTI e 117 monitores de sinais vitais, além de 468 bombas de infusão e 39 desfibriladores. Desde janeiro, a Companhia já doou 970 equipamentos hospitalares para o combate à pandemia de Covid-19, incluindo 50 respiradores para Santa Catarina, 10 para o Paraná e 10 para o Rio Grande do Sul. O número contempla, ainda, doações para Minas Gerais e São Paulo.

Por meio do Fazer o Bem Faz Bem, a JBS destinou, ainda, mais de 1 milhão de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A doação contempla itens fundamentais para o trabalho das equipes na linha de frente do combate ao coronavírus, como máscaras N95, luvas, aventais e macacões impermeáveis.

As ações da JBS em 2021 contabilizam, também, a doação de 400 cilindros de oxigênio para o Amazonas e a verba para manutenção dos serviços de atendimento médico em Paraisópolis, na capital paulista, por dois meses.

O programa Fazer o Bem Faz Bem destinou R$ 400 milhões para o combate à pandemia no Brasil e atendeu a mais de 300 cidades em todas as unidades da federação, beneficiando 77 milhões de pessoas.

Saiba mais sobre o programa no site jbs.com.br/fazerobemfazbem.

Sobre a JBS


A JBS é a segunda maior companhia de alimentos do mundo e a maior de proteína animal. Com uma plataforma global diversificada por geografia e por tipos de produtos (aves, suínos, bovinos e ovinos), a Companhia conta com mais de 250 mil colaboradores, em unidades de produção e escritórios em todos os continentes, em países como Brasil, EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália e China, entre outros. No Brasil são mais de 145 mil colaboradores, sendo a empresa a maior empregadora do país. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Swift, Pilgrim’s Pride, Seara, Moy Park, Friboi, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países. A Companhia investe também em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem, embalagens metálicas e transportes. A JBS conduz suas operações com foco na alta qualidade e na segurança dos alimentos e adota as melhores práticas de sustentabilidade e bem-estar animal em toda sua cadeia de valor. O programa Juntos pela Amazônia integra esse compromisso. Além de fomentar o desenvolvimento sustentável do bioma amazônico, promovendo a conservação e uso sustentável da floresta, prevê a melhoria da qualidade de vida da população que nela reside, bem como o desenvolvimento de novas tecnologias para preservar o meio ambiente. Com a implementação de uma plataforma com tecnologia blockchain, inédita no setor de proteína animal, ampliará o monitoramento dos fornecedores diretos da JBS para os fornecedores deles.

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Saúde

Fabricação de vacina da Fiocruz totalmente no Brasil começa dia 15

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deverá começar a fabricar a vacina da Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 com o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido no Brasil no dia 15 de maio. A previsão foi feita pelo vice-presidente da instituição, Mario Moreira, em entrevista coletiva do Ministério da Saúde, em Brasília, nesta sexta-feira (7).

De acordo com o dirigente, a fundação está em condições de produzir e obteve a certificação de boas práticas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas ainda há procedimentos de avaliação a serem realizados, além do processo do registro definitivo do imunizante.

“Vamos ter que produzir lotes de validação acertados com procedimentos internacionais e a partir daí a gente já começa a produzir em escala industrial. Os testes deverão aguardar o registro definitivo da Anvisa. A expectativa é que em outubro tenhamos a liberação para entregar estes lotes produzidos de maio em diante”, disse Moreira.

A produção com o IFA nacional é resultado de um acordo de transferência de tecnologia entre a Fiocruz e o consórcio formado pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. Até o momento as doses produzidas dependem de IFA importado da China.

Falta de matéria-prima

A lentidão no envio dessas substâncias tem dificultado o andamento da imunização no Brasil. Na entrevista coletiva, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, foi perguntado sobre as ações para acelerar a liberação dos IFAs pela China diante do quadro da previsão do Instituto Butantan de cessar a produção da Coronavac na semana que vem pela falta da matéria-prima, anunciada pelo diretor da instituição, Dimas Covas.

“O governo federal trabalha sempre junto com Instituto Butantan. Estamos sempre junto com eles para monitorar o recebimento dos insumos. O ministro [Marcelo Queiroga] esteve presente hoje com o embaixador chinês [Yang Wanming]. Estamos sempre conversando quer com embaixada em Pequim ou com embaixador chinês no Brasil”, disse o secretário executivo.

Contudo, Cruz acrescentou que o Ministério da Saúde não tem ainda informações do governo chinês quanto ao envio de IFAs.

Balanço

O secretário executivo apresentou um balanço das vacinas contra a covid-19 adquiridas. Até o momento, haveriam 532,5 milhões de doses contratadas. Perguntado por jornalistas se todo este montante já teria garantia em contrato, Cruz respondeu que esse quantitativo estaria “pactuado”.

“Não dá para falar que vacina não está contratada. Ela está formalizada. Não há chance de não receber essas doses conforme previsão contratual. Existem doses que são contratadas diretamente pelo governo e outras que são entregues pela Fiocruz”, colocou.

De acordo com a previsão do governo federal, ainda há 20 milhões de doses da indiana Covaxin e mais 10 milhões da russa Sputnik V, mas os dois imunizantes tiveram as importações negadas pela Anvisa. No caso do imunizante russo, a direção da Anvisa afirmou que da forma como ele foi desenvolvido seria impossível a aprovação.

Balanço de vacinas pactuadas até 5 de maio:

– 12 milhões do Instituto Serum

– 210 milhões da Fiocruz e Oxford/AstraZeneca (100 milhões em processo de entrega e 110 milhões para entrega no 2º semestre, sendo 50 milhões de IFA importado e 60 milhões com IFA nacional)

– 130 milhões do Instituto Butantan (100 milhões já adquiridas e 30 milhões em processo final de formalização)

– 42,5 milhões de doses da Covax Facility

– 100 milhões de doses da Pfizer

– 38 milhões de doses da Janssen

Pendentes de aprovação pela Anvisa

– 20 milhões de doses da Covaxin

– 10 milhões de doses da Sputnik V

Por Agência Brasil

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Saúde

Alergia emocional na pandemia: o que é e como ela pode afetar a sua pele?

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Não é de hoje que os problemas a serem resolvidos e uma rotina diária estressante influenciam diretamente na necessidade de cuidados para a saúde mental.

Porém, a cada dia se tornam mais conhecidas as consequências físicas. Como os membros, órgãos e sistemas podem ser afetados por conta disso.

E um dos problemas que podem ocorrer é a alergia emocional, também chamada de urticária nervosa, uma condição que desencadeia quando fatores psicológicos e emocionais geram uma reação no sistema imunológico.

O estresse e ansiedade resultam em alterações fisiológicas no organismo devido à liberação de substâncias conhecidas como catecolaminas e o hormônio cortisol, provocando uma inflamação no corpo.

Em resposta, para tentar reduzir os efeitos dessas substâncias no organismo o sistema imunológico reage a elas, causando uma crise alérgica que se manifesta principalmente na pele.

Quais os sintomas da alergia emocional?

A alergia emocional manifesta-se de diferentes formas de acordo com as tendências do paciente, questões como o grau de estresse ou ansiedade vivenciado, a faixa etária e outras variáveis são consideradas no diagnóstico.

Apesar disso, como os sintomas acometem frequentemente a pele, resultam em alterações mais comuns:

  • coceira no corpo;
  • vermelhidão ou ardência na pele;
  • inchaço;
  • manchas vermelhas, conhecidas como urticárias;
  • falta de ar;
  • insônia.

Os sintomas, portanto, são semelhantes ao de outras reações alérgicas, como as que são causadas por alimentos, medicamentos, substâncias, tecidos e outras. No entanto, geralmente o quadro é incômodo e pode ser persistente, mas não como uma crise aguda.

Por que a alergia emocional piorou durante a pandemia?

A alergia emocional não é uma condição recente, mas muitas pessoas têm tomado ciência do problema recentemente devido ao aumento dos níveis de estresse e ansiedade que estão passando.

A pandemia da Covid-19 que teve início em março de 2020 decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mudou completamente a vida de grande parte da população.

Além do risco à saúde de uma patologia pouco conhecida e com sintomas e complicações difíceis de prever somou-se ainda alterações na esfera familiar, profissional e econômica.

Simultaneamente, muitos pais precisaram adotar o home office enquanto os filhos aderiram os estudos à distância.

Com a necessidade de permanecer em distanciamento social por meses houve uma diminuição drástica das interações sociais, e até mesmo famílias que viram a renda ser reduzida consideravelmente.

O cenário levou muitas pessoas a níveis de estresse e ansiedade que não eram comuns antes, pois uniu preocupações individuais e coletivas (familiares, empresariais, organizacionais, etc.), além de uma incerteza e insegurança quanto à resolução e melhora da pandemia.

Mais tempo em casa e com redução das possibilidades de sair também se refletiu em prejuízos à prática de atividades físicas, menos cuidados com a alimentação e aumento dos problemas de sono.

Portanto, todo um contexto propício às crises de estresse e ansiedade, seja em adultos como também em crianças.

Dessa forma, os casos de alergia emocional também se tornaram mais comuns conforme a pandemia continua e as pessoas sentem ainda mais as consequências psicológicas e emocionais da crise sanitária continuada.

Como é o diagnóstico e tratamento?

Quando se instalam os sintomas da urticária nervosa é importante buscar auxílio médico especializado. Atualmente, isso pode ser feito através de uma teleconsulta, desde que o paciente consiga informar detalhadamente o surgimento e manifestação dos sintomas.

Ao verificar um quadro condizente com crise alérgica é provável que o especialista questione alergias previamente identificadas ou ações que antecederam a crise, como alimentos ingeridos, o uso de um cosmético ou produto de limpeza ou mesmo alguma situação psicologicamente desgastante.

Essa entrevista é muito importante para identificar a origem da alergia. Caso verifique as motivações psicológicas e emocionais para o quadro, o especialista prescreverá a medicação antialérgica apropriada.

Além disso, podem ser indicados alguns hábitos para tentar controlar o estresse e ansiedade do dia a dia, como:

  • melhorar a alimentação, optando por opções naturais;
  • fazer atividades física ainda que em casa, como alongamentos, ioga e outras;
  • tentar ter mais qualidade de sono, como jantando mais cedo, evitando eletrônicos à noite e interrompendo atividades de estudo e trabalho em um horário apropriado;
  • fazer meditação ou outras práticas relaxantes.

Também pode ser aconselhado ao paciente que procure ajuda psicológica especializada. Sessões de terapia podem contribuir para compreender e lidar melhor com os sentimentos e emoções em um momento coletivamente desafiador.

Como a alergia emocional afeta outros tratamentos?

A alergia emocional consiste em uma reação inflamatória do próprio organismo às substâncias liberadas em decorrência das crises de estresse e ansiedade.

Qualquer processo inflamatório exige mais do sistema imunológico e torna o paciente mais suscetível a infecções e doenças em geral, sendo importante melhorar alimentação e sono para recuperação adequada.

Caso esteja em outros tratamentos médicos é importante avisar o médico responsável para que ele possa ajustar a medicação, se necessário.

Quando o paciente com alergia emocional vai fazer uma operação, como a cirurgia plástica de mastopexia, lipoaspiração ou outras, é importante avisar o cirurgião plástico, pois pode ser necessário readequar o cronograma evitando complicações no pós-cirúrgico.

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