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Mato Grosso do Sul

Governo do Estado investe mais de R$ 3,7 milhões para modernizar frota do Corpo de Bombeiros

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O Governo do Estado está investindo mais de R$ 3,7 milhões na compra novas viaturas para o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul. São oito Unidades de Resgate (UR) e seis Auto Bomba Rápidos (ABR) que já foram comprados e que vão incrementar a frota da instituição e melhorar o atendimento à população.

As Unidades de Resgate são as ambulâncias que o Corpo de Bombeiros utilizam para atendimentos hospitalares de média e alta complexidade, prestado às vítimas de acidentes, infartos, afogamentos e quedas, entre outros. Já os Auto Bomba Rápidos além dos equipamentos completos para salvamento e resgate terrestre, aéreo e aquático, possuem ainda tanque de água com 2 mil litros de capacidade, para atendimento de princípios de incêndios.

Do total de viaturas, seis Unidades de Resgate e quatro Auto Bomba Rápidos serão destinados para Campo Grande. Os demais veículos serão enviados para municípios do interior do Estado, a serem definidos pelo Corpo de Bombeiros, levando em consideração a necessidade e utilidade das viaturas.

O valor investido pelo Governo do Estado na compra de cada Unidade de Resgate foi de R$ 156 mil, já os Auto Bomba Rápidos custaram R$ 420 mil cada um. Os recursos são oriundos de convênios que a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) tem com a Secretaria de Estado de Saúde e a Infraero.

O dinheiro investido na compra das viaturas é uma contrapartida dos serviços que os bombeiros prestam como, por exemplo, aos Bancos de Leite e no transporte de órgãos para transplantes, entre os hospitais de Mato Grosso do Sul, bem como, nos aeroportos de Campo Grande, Ponta Porã e Dourados, onde há equipes dos Bombeiros disponíveis 24 horas por dia, para atendimentos pré-hospitalar, de combate à incêndios e desastres.

As viaturas já foram compradas e devem ser entregues ao Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul até o final deste mês, incrementando a frota da instituição e melhorando os atendimentos prestados à população.

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Mato Grosso do Sul

Pesquisa aponta redução no preço do diesel no anel viário de Campo Grande

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Monitoramento de preços realizado pelo Procon Mato Grosso do Sul, instituição vinculada à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), identificou redução no valor do diesel comercializado em postos nas saídas de Campo Grande. A análise compara dados coletados nos dias 10 e 23 de abril de 2026.

Considerando os maiores valores praticados no período, o litro do Diesel S10 caiu 5,93% nas bombas de abastecimento, independentemente da forma de pagamento. Já o Diesel S500 teve uma redução de 5,38% no crédito e 4,80% no dinheiro ou débito.

A análise considera os preços de seis postos situados em regiões estratégicas do anel viário, incluindo as saídas para Sidrolândia, Três Lagoas, Corumbá e Coxim. Ela ainda avalia os efeitos de medidas anunciadas pelo governo para conter a alta dos preços dos combustíveis no Brasil, impulsionada pelo aumento dos custos internacionais do petróleo.

Medidas provisórias vêm sendo editadas para conter a alta de valores decorrente de conflitos no Oriente Médio, ofertando subsídios de até R$ 1,20/litro na importação e R$ 0,80/litro para a produção nacional. Houve, ainda, isenção de PIS/Cofins aplicada ao biodiesel. Os valores, no entanto, diluem-se nas etapas de importação, distribuição e revenda até o consumidor final.

No período, não houve variação nos preços aplicados na venda de etanol e gasolina comum nos postos monitorados. O levantamento, realizado de forma periódica, seguirá sendo executado a fim de orientar os consumidores e subsidiar eventuais ações de fiscalização no setor.

Serviço

Pesquisa Combustíveis Anel Viário (Campo Grande)

Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS
Foto: Kleber Clajus/ProconMS/Arquivo

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

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Único hospital público do Centro-Oeste com MALDI-TOF, o hospital identifica bactérias e fungos em menos de 24 horas — revolucionando o tratamento de infecções graves

Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.

Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.

Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.

Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.

Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.

Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS.

Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino

Fonte: Governo MS

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