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Especialista em Economia Criativa, Cláudia Sousa Leitão lança livro em Campo Grande

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Um dos maiores nomes da Economia Criativa do País, Cláudia Sousa Leitão vem a Campo Grande no próximo dia 28 de junho para lançar o livro “Criatividade e emancipação nas comunidades-rede | Contribuições para uma economia criativa brasileira”, no auditório do Sebrae.

Mestre em Direito pela USP, doutora em Sociologia pela Sorbonne, e secretária da Economia Criativa do MinC entre 2011 e 2013, Cláudia Sousa Leitão reúne na obra subsídios para formulação de políticas públicas de economia criativa no Brasil voltadas para a construção do desenvolvimento sustentável na perspectiva das sociedades em rede, com envolvimento e emancipação das populações em seus territórios para a superação da desigualdade, da violência e do autoritarismo.

Com apoio do Sebrae, o lançamento do livro apresentará a Superintendência de Economia Criativa de Mato Grosso do Sul, pasta ligada à Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania), que está trabalhando para promover e fomentar a economia criativa em todo o Estado.

A Superintendência de Economia Criativa vem construindo articulações junto às subsecretarias de Cidadania e as Fundações de Cultura, Turismo e Esporte, para atender à sociedade.

“A Economia Criativa é um conjunto de setores, de segmentos que têm na criatividade o seu principal recurso. É a economia das ideias que trabalha tecnologia, cultura, publicidade, design, gastronomia, artes e arquitetura”, explica o superintendente de Economia Criativa de Mato Grosso do Sul, Décio Coutinho.

MS como potencial

Para o superintendente, o Estado de Mato Grosso do Sul tem um grande potencial na área, já que o principal ingrediente da criatividade é a diversidade.

“Quanto mais diversidade você tem numa empresa, num território, numa cidade, num estado, mais criatividade você tem. O que a gente percebe é que Mato Grosso do Sul é o Estado de mais rica diversidade cultural do mundo”, enfatiza Décio.

Para potencializar a Economia Criativa, a Superintendência tem o papel de traçar estratégias de desenvolvimento para o Estado, de forma a transformar a riquíssima diversidade sul-mato-grossense em renda, ocupação e trabalho para as pessoas.

“Mato Grosso do Sul pode e deve liderar um processo nacional e mundial de economia criativa pela potencialidade e diversidade que temos. O livro da professora Cláudia traz os conceitos e histórico da economia criativa no mundo e no Brasil. É a base teórica que vai nortear o trabalho que estamos planejando para o Estado”, finaliza Décio.

Sobre a autora

Cláudia Leitão é mestra em Direito na USP e doutora em Sociologia pela Sorbonne (Paris V). Foi secretária da Cultura do Estado do Ceará (2003-2006) e secretária da Economia Criativa do MinC (2011 a 2013). Dirigiu o Observatório de Fortaleza do Instituto de Planejamento da Prefeitura de Fortaleza – IPLANFOR (2017-2020) e foi presidente da Câmara Setorial de Economia Criativa na Agencia de Desenvolvimento do Estado do Ceará – ADECE (2019-2020).

É membro do Conselho Consultivo da empresa portuguesa Territórios Criativos (2020). É consultora associada do Instituto Alvorada Brasil; consultora ad hoc em Economia Criativa para a Organização Mundial do Comércio – OMC e para a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento – UNCTAD.

É consultora em Economia Criativa para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae, para governos federal, estaduais e municipais, empresas privadas e outras organizações. É sócia do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento, professora do Mestrado Profissional em Gestão de Negócios Turísticos da Universidade Estadual do Ceará e Sócia da Tempo de Hermes Projetos Criativos.

O livro “Criatividade e emancipação nas comunidades-rede | Contribuições para uma economia criativa brasileira” é organizado e escrito por Cláudia Sousa Leitão em coautoria com Luciana Guilherme, Luiz Antônio Oliveira e Raquel Gondim e é dedicado aos ministros Gilberto Gil e Celso Furtado (in memoriam). Desde o seu título, já nos remete ao clássico Criatividade e dependência na civilização industrial. Publicação: Itaú Cultural e Editora Martins Fontes.

Serviço:

Lançamento do livro “Criatividade e emancipação nas comunidades-rede | Contribuições para uma economia criativa brasileira”

Data: 28 de junho
Hora: Às 19h
Local: Auditório do Sebrae – Avenida Mato Grosso, 1661
Entrada: Gratuita

Paula Maciulevicius, Setescc

Fonte: Governo MS

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Campo Grande

Campo Grande celebra o Dia Mundial das Danças Circulares com encontro gratuito

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No domingo (5), Campo Grande será palco de um grande movimento de integração que acontece simultaneamente em diversos países. A capital sul-mato-grossense participa da celebração do XI Dia Mundial das Danças Circulares Sagradas, com um encontro gratuito às 9h, no Parque das Nações Indígenas, reunindo pessoas de todas as idades em uma vivência coletiva de música, movimento e conexão. A classificação é livre.

Promovido por uma rede global de praticantes e focalizadores, integra uma mobilização internacional que convida milhares de pessoas a formarem rodas em diferentes partes do mundo, celebrando a diversidade cultural, a cooperação e a paz. Em Campo Grande terá a organização do Urucum: Grupo de Estudos em Danças Circulares, evento organizado por Leize Demetrio e Thaís Umar.

“Celebrar o Dia Mundial das Danças Circulares é reafirmar a importância de criar espaços de encontro, acolhimento e convivência. Quando dançamos em roda, fortalecemos valores como respeito, cooperação e empatia, ao mesmo tempo em que promovemos saúde física, equilíbrio emocional e bem-estar”, afirma a organizadora do evento, Thaís Umar.

As Danças Circulares Sagradas unem coreografias contemporâneas a músicas e ritmos tradicionais de diferentes povos, criando uma experiência que valoriza a presença, o respeito e o pertencimento. Mais do que uma prática artística, a dança propõe um espaço de encontro entre pessoas, fortalecendo vínculos e estimulando o bem-estar coletivo.

A tradição ganhou reconhecimento internacional a partir da década de 1970, quando o bailarino e coreógrafo alemão Bernhard Wosien levou danças folclóricas de diferentes culturas para a Fundação Findhorn, na Escócia. Desde então, a prática se espalhou pelo mundo, tornando-se um instrumento de integração social, desenvolvimento humano e celebração da diversidade.

Um dos princípios das Danças Circulares é justamente a inclusão. Não é preciso saber dançar nem ter experiência anterior para participar. Os passos são ensinados durante o encontro, permitindo que qualquer pessoa vivencie a experiência da roda, independentemente da idade ou habilidade física.

Em Campo Grande, a proposta também reforça a ocupação afetiva dos espaços públicos, transformando o Parque das Nações Indígenas em um ambiente de convivência, escuta, alegria e conexão entre as pessoas.

Serviço
XI Dia Mundial das Danças Circulares Sagradas – Campo Grande

Data: domingo – 5 de julho
Horário: às 9h
Local: Parque das Nações Indígenas – Entrada pela Portaria Nhandeva (Avenida Afonso Pena – entrada do Museu Dom Bosco)
Informações: (67) 99208-0666 (WhatsApp)
Entrada gratuita.

 

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Campo Grande

Em Campo Grande| Coletânea de Contos, Crônicas e Poemas Premiados será lançada na UFMS na segunda-feira

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Fotos| Vaca Azul.

A literatura produzida por jovens de diferentes regiões do país encontra agora um novo ponto de partida. Nesta segunda-feira (29), às 10h, no Auditório Prof. Luiz Felipe de Oliveira, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) em Campo Grande, será lançada a Coletânea de Contos, Crônicas e Poemas Premiados, publicação que reúne os textos selecionados nos concursos literários da segunda edição do FestJuv. O lançamento é gratuito e aberto ao público.

A obra apresenta 24 textos, escritos por 23 jovens autores de diferentes cidades de Mato Grosso do Sul e de outros estados brasileiros, revelando um panorama diverso da produção literária contemporânea feita por novas gerações. São contos, crônicas e poemas produzidos por participantes entre 15 e 24 anos, cujas obras se destacaram nos concursos promovidos pelo festival.

O livro registra um dos principais legados do Festival da Juventude: transformar a criação artística em memória, permanência e circulação. Como destaca a apresentação da obra, durante o festival a UFMS se transformou em um grande encontro de cultura, experiências coletivas e expressões artísticas, revelando uma juventude “sensível, atenta, reflexiva e engajada, disposta a dialogar sobre os desafios de sua geração, sobre a vida, sobre si mesma e sobre o futuro”.

Os textos reunidos na publicação atravessam diferentes temas e sensibilidades. Entre eles aparecem inquietações sobre pertencimento, relações familiares, identidade, amor, medo, memória e os desafios de crescer em um mundo em constante transformação.

Um mapa literário da juventude

A antologia reúne autores de Aquidauana, Campo Grande, Chapadão do Sul e Dourados, em Mato Grosso do Sul, além de jovens escritores de Campinas e Meridiano, em São Paulo, Guaraciaba do Norte, no Ceará, e Rio de Janeiro.

Estão presentes na publicação os escritores Sergio Gabriel Oliveira Penteado, Gabriel Inzaubralde, Maria Vitória Sousa Freitas, Vinícius Lins de Souza Arruda, Ismael Sales Sousa, Manoela dos Reis Portocarrero, Matheus Henrique da Silva Pereira, Júlia Vieira, Enrico Pedro Teixeira, Ana Lorena Franco, Sérgio Dias Leite, Hannah Fagundes, Rodrigo Gonçalves Jacques dos Santos, Nathyara da Paixão Crespo, Ariel de Almeida Fagundes, Katherine Rezende, Maria Fernanda Sequeira, Ana Elisa Pereira Vale, Júlia de Cássia Diehl Pinelli, Ventura Martinez Fernandes, Gabriela Ferrazim Montouro, Gustavo Samuel Buscarons Zaparoli de Alencar e Isabela Akemi Oliveira Yamazaki.

Conforme o prefácio da publicação, a coletânea funciona como um verdadeiro “mapa literário da territorialidade”, reunindo vozes que emergem de diferentes realidades e transformam suas vivências em matéria-prima para a arte.

Literatura como legado do festival

A publicação é resultado dos concursos literários realizados durante o Festival da Juventude 2026, que mobilizou centenas de jovens em atividades de literatura, cinema, música, formação artística e participação social.

Ao transformar os textos premiados em livro, o festival amplia a experiência dos concursos e fortalece a literatura como espaço de protagonismo juvenil. A antologia materializa o compromisso do FestJuv de colocar a juventude no centro da criação cultural, estimulando novos autores e ampliando os espaços de circulação da produção literária contemporânea.

O Festival da Juventude é uma realização do Instituto Curumins, em parceria com a UFMS e o Ministério da Cultura, por meio de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet, além do apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), do Fundo Nacional de Cultura e do Governo Federal. Conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado da Cidadania, Subsecretaria da Juventude, Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Secretaria de Estado da Educação, Fundação de Cultura de MS, Educativa MS, Governo do Estado, da senadora Soraya Thronicke, da deputada federal Camila Jara e da Águas Guariroba.

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