Brasilândia
Em Brasilândia, Menor diz que mãe o ameaçou com uma chave de roda
Após decisão do juiz de direito Rogério Ursi Ventura, substituto da Comarca de Brasilândia, o menor de 13 anos, ficará aos cuidados do pai biológico, Ronildo Mariano de Souza.
O adolescente é irmão de Gabrielly Magalhães, de 10 anos, assassinada pela própria mãe com requintes de crueldade na noite do último sábado (21) em Brasilândia.
No primeiro depoimento, ele contou com detalhes como ocorreu o crime aos delegados Robson Thiago Passos, titular e Robson Ferraz, plantonista e responsável pela autuação em flagrante dos envolvidos e ao Conselho Tutelar.
Nesta primeira versão, ele confessou sua participação no assassinato da irmã e no segundo depoimento disse ter sido coagido pela mãe a presenciar toda a barbárie.
Fato revelado posteriormente ao advogado Elton Vinícius, contratado pelo pai biológico do adolescente que acredita na versão do filho.
“Entre estas, houve uma crucial, e o menor acabou dando informações preciosas que liga o fato de ele estar no local da atrocidade”, disse o advogado.
Segundo doutor Elton, o adolescente relatou neste novo depoimento, que a mãe colocou ele dentro do automóvel, e chegando ao local começou a presenciar a agressividade da mãe com a irmã, momento em que se evadiu por alguns minutos, retornando algum tempo depois.
“Ele pensou que a mãe tinha parado de praticar a violência com a mãe, porém, verificou que não, e notou que ela estava com uma chave de roda nas mãos. Foi quando a mãe, apontou o instrumento para ele, que ficou com medo e acabou presenciando a morte da irmã. Ela dizia que ele já estava envolvido no ato, e acabou ficando no local, presenciando as demais atrocidades”, disse o advogado baseado no depoimento do adolescente.
O CRIME
Tudo começou na noite de sábado (21) quando por volta das 21h20, Emileide Magalhães, de 29 anos, procurou a Delegacia de Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência alegando o desaparecimento da filha.
Segundo a mãe, Gabrielly havia sido deixada na praça do ginásio de esportes, acompanhada do irmão, e teria desaparecida.
Porém na mesma noite, Emileide entrou em contato com a Polícia Militar através do telefone 190 para confessar que havia matado a própria filha e queria se entregar.
Neste momento, equipes policiais se deslocaram ao encontro da mulher e depois ao local onde a mãe relatou ter enterrado o corpo da filha.
No local, o corpo de Gabrielly foi localizado enterrado de cabeça para baixo, próximo do lixão da cidade.
A mãe confessou o crime, alegando que agiu sozinha, após a garota acusar o padrasto de abuso sexual.
NA DELEGACIA
Na delegacia, os policiais notaram que o filho adolescente que acompanhava a mãe possuía arranhões nas pernas.
Logo, as autoridades desconfiaram que ele também estivesse estar envolvido no crime, foi quando ao ser indagado, resolveu revelar todos os detalhes da barbárie.
Na unidade policial, Emileide, a mãe da criança, manifestou o direito de falar apenas em juízo, porém informalmente aos delegados, relatou ter cometido o crime em um momento de fúria.
Ela ainda negou que a motivação fosse à revelação do abuso sexual praticado pelo padrasto.
TESTEMUNHA
Uma testemunha identificada pela Polícia Civil relatou que Gabrielly havia dito no final do ano passado que teria sido abusada sexualmente pelo padrasto.
Ainda segundo a testemunha, a garota havia mencionado a ela que não poderia revelar o fato aos professores ou para a polícia por que tinha medo de ser agredida pela mãe.
PRESO
Diante das denúncias, o padrasto identificado por André Luiz Ferreira, conhecido por Piauí, de 47 anos teve a prisão preventiva decretada.
A Polícia Civil investiga se o acusado teve participação no homicídio e na ocultação do cadáver de Gabrielly.
Já a mãe, que também possui passagens por tráfico de drogas e furto, foi autuada em flagrante e encaminhada a Penitenciária Feminina de Três Lagoas.
Após revelar o crime, o adolescente de 13 anos de idade, irmão da vítima foi apreendido.
Por Albecyr Pedro – Hojemais Três Lagoas
Brasilândia
Policiais civis prendem homem que vendia medicamento para emagrecimento contrabandeado, em Brasilândia
Nesta quarta (21), após o recebimento de diversas denúncias anônimas e informações acerca possível comercialização irregular de medicamento de origem estrangeira no município de Brasilândia, a Polícia Civil realizou diligências para apurar a veracidade.
Durante monitoramento e campana, os policiais civis confirmaras as informações, abordando o suspeito J.A.S. (42), motorista de ambulância, no momento em que conduzia uma motocicleta Honda Biz.
No interior do compartimento do veículo, foram localizadas ampolas e seringas já preenchidas, todas contendo o medicamento Tirzepatida T.G., de procedência paraguaia, cuja importação e revenda são proibidas no Brasil.
O suspeito confessou informalmente que adquiria o produto no exterior e o revendia em território nacional, sem qualquer autorização dos órgãos sanitários competentes.
Ressalta-se que as seringas estavam previamente preparadas, sem controle sanitário ou procedência, o que representa grave risco à saúde pública.
Diante dos fatos, J.A.S. foi preso em flagrante e conduzido à unidade policial, sendo autuado, em tese, pelo crime de contrabando (art. 334-A do Código Penal – pena – 2 a 5 anos), permanecendo à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima e contribuem diretamente para a proteção da sociedade.
Brasilândia
Mãe e filho são presos em Brasilândia com 160 kg de cocaína em caminhão na BR-158
A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 160 quilos de cocaína e prendeu mãe e filho que transportavam a droga em um fundo falso de caminhão. O flagrante ocorreu nesta segunda-feira (24), durante fiscalização de rotina na BR-158, em Brasilândia.
A apreensão ocorreu depois que os agentes da PRF abordaram um caminhão que trafegava de forma irregular pela rodovia. Durante a análise documental, os policiais constataram que o motorista não possuía Carteira Nacional de Habilitação. Ele estava acompanhado da própria mãe, que também foi detida.
Uma vistoria minuciosa na cabine do caminhão revelou a existência de um compartimento oculto, popularmente chamado de “mocó”, preparado especialmente para esconder os entorpecentes. Ao abrir o espaço, os policiais localizaram diversos tabletes distribuídos em dois tipos de processamento da droga.
No total, foram encontrados 99,4 quilos de pasta base de cocaína e 61,3 quilos de cloridrato de cocaína, considerado o produto de maior pureza e valor no tráfico.
Após o flagrante, mãe e filho foram encaminhados, juntamente com o caminhão e a carga apreendida, para a Delegacia de Polícia Civil de Brasilândia, onde o caso foi registrado.
A Polícia Civil segue responsável pela investigação, que deve apurar a origem e o destino da droga apreendida.
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