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Tecnologia

E se as Redes Sociais também parassem? Isso pode acontecer, segundo Mark Zuckerberg

Publicado

O Facebook, fez um anúncio nesta terça-feira (24), contando que está experimentando um aumento extremo, com a quantidade de acessos por todo mundo nas mais requisitadas redes sociais.

Segundo Zuckerberg, a aparição da Covid-19 e o confinamento fez com que as pessoas acessassem mais suas redes sociais, já que de fato, não podem se ver, encontraram então nas redes uma forma de se entreter enquanto esperam a quarentena passar.

As mensagens trocadas no Facebook, Instagram e WhatsApp, aumentaram em mais de 50% em seus acessos após o surgimento da pandemia.

Um exemplo, são as vídeo-chamadas no Messenger e no WhatsApp, que tiveram o dobro de acessos, assim como na Itália, o tempo de chamadas aumentou mais de 1.000% e com chamadas entre três ou mais participantes.

O grande problema nisso tudo é que: O maior pico de acessos são justamente nas ferramentas que não geram dinheiro para a companhia.

E de fato, aconteceu que em alguns desses países que adotaram medidas mais extremas para conter a disseminação do vírus, acabou fazendo com que os anúncios viessem a diminuir também, ou seja, a parte do ganho teve baixa, enquanto a do acesso teve alta.

Foi uma coisa rápida que aconteceu da noite para o dia, com tudo isso, o Facebook não teve tempo e pessoal o suficiente para se preparar, assim como fazem nas épocas de pico como nas Olimpíadas e no Ano Novo.

E, claro, assim como todas as empresas, o Facebook também teve que trabalhar com a equipe reduzida, com grande parte dos seus 45 mil funcionários trabalhando em casa, isso vem dificultando muito a estabilidade das redes.

“Estamos apenas tentando manter as luzes acesas por aqui”, disse Mark Zuckerberg.

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Tecnologia

Consumo de vídeo e áudio online cresce no Brasil, aponta pesquisa

Publicado

O consumo de vídeo e áudio online (o chamado streaming) aumentou e se consolidou no Brasil. Entre os usuários de internet, 74% assistiram a programas, filmes, vídeos ou séries e 72% ouviram música online em 2019.

As informações são da pesquisa TIC Domicílios 2019, mais importante levantamento sobre acesso a tecnologias da informação e comunicação, realizada pelo Centro Regional para o Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação (Cetic.br), vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Vídeo online

O consumo de vídeo online é bastante diferente quando observadas as condições econômicas e a escolaridade. A prática foi registrada em 87% dos entrevistados da classe A, enquanto nas classes D e E o percentual foi de 65%. O hábito ficou em 83% para aqueles com ensino superior completo, contra 45% para os analfabetos ou que fizeram até a educação infantil.

A prática de assistir a vídeos foi mais comum nas áreas urbanas (75%) do que rurais (63%); e entre homens (79%) do que entre mulheres (69%). No recorte por cor e raça, o índice apenas oscila entre brancos, pretos e pardos. O carregamento de arquivos (download) de filmes ficou em patamar bem menor, de 23%. Este era o principal canal de consumo de vídeos na década passada e início da atual.

Áudio online

O ato de ouvir música pela internet também difere pelos mesmos indicadores. Na classe A, ele foi identificado em 79% dos ouvidos, enquanto nas classes D e E foi relatado por 68% dos entrevistados. Entre os usuários com ensino superior, alcançou 80%, contra 52% entre os analfabetos e pessoas que tiveram até a educação infantil.

As músicas online são ouvidas por 73% dos entrevistados nas cidades e por 64% no campo. Os homens apareceram com índice maior (76%) do que as mulheres (70%). No recorte por cor e raça, as respostas ficaram em patamares semelhantes. Já os downloads de músicas ainda permanecem como opção para 41% dos ouvidos.

A pesquisa incluiu a análise sobre o consumo de programas de áudio online, os chamados podcasts. Dos usuários ouvidos, 13% contaram consumir este tipo de conteúdo. Na classe A, este percentual sobe para 37%.

Criação de conteúdos

A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre práticas de criação e compartilhamento de conteúdos na internet. Dos ouvidos, 19% relataram produzir ou atualizar blogs ou páginas na web e 36% publicaram textos, imagens, fotos ou vídeos que criaram na rede mundial de computadores. Os índices também crescem de acordo com a renda e a escolaridade.

Já o ato de compartilhar conteúdos de terceiros foi mais comum, sendo confirmado por 73% dos entrevistados pela pesquisa.

Avaliação

Na avaliação do gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa, o Brasil passou da situação no passado recente de pessoas que faziam download de músicas e vídeos para hoje fazer esse consumo de forma online. A proporção dos usuários que assistem conteúdo de streaming está relacionada aos que usam por múltiplos dispositivos, com índices maiores para este tipo de consumo na banda larga fixa do que na móvel.

“A questão do pagamento está atrelada à classe social e renda. Famílias de renda mais altas pagam por estes conteúdos, enquanto famílias de renda mais baixa não. Há uma baixa proporção da população que está criando seu próprio conteúdo. É mais fácil consumir notícias em redes sociais do que produzir conteúdo, seja num blog do que em um conteúdo mais qualificado”, observa Barbosa.

Para Rafael Evangelista, pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, o consumo de vídeo tem se dado fortemente pelos serviços de mensageira, como o Whatsapp. Como muitas pessoas só acessam a internet do celular e possuem pacotes de dados limitados, ficam reféns dos serviços gratuitos dessas redes sociais, que fazem acordo com as operadoras para não contar no consumo de dados.

“Há uma concentração na informação neste desenho que é muito restrito a certas aplicações. Tem problema que não consegue verificar a informação e não tem acesso livre, para que você escolha o que você está consumindo. Está consumindo aquilo que recebe nos grupos. É um problema que indica o poder dessas empresas que fazem acordos de concentração do mercado. Como vai ter competição no mercado de aplicativos que não sejam os controlados por Google ou Facebook?”, indaga.

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Tecnologia

Hackers invadem site do Governo de Mato Grosso do Sul

Publicado

O site da agência de notícias da Secretaria Especial de Comunicação Social (SECOM/MS), que divulga informações oficiais do Governo do Mato Grosso do Sul, foi hackeado na noite desta segunda-feira (18). Ao acessar o endereço www.ms.gov.br é possível encontrar duas notícias, uma postada ás 23h49 e outra ás 23h55, com mensagem avisando sobre a invasão e assumida pelo codinome DemonSad e DroogXK.

Os hackers, desconfiguraram uma notícia postada pela jornalista Diana Gaúna e colocaram a seguinte mensagem “Um Salve a Todos Profissionais de Saúde Que Estão Na Luta Contra o CoronaVirus” no site de comunicação do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. Outros sites do governo, como o da Polícia Militar, também tiveram páginas alteradas pelo grupo de hackers. O primeiro site invadido foi da PM, por volta das 21h. Já a entrada no Portal MS foi por volta da meia-noite. A situação já foi normalizada.

O coordenador da Superintendência de Gestão da Informação, Celso Tanaka, informou que os hackers conseguiram acessar a relação de usuários autorizados a fazer publicações nos sites. “Os hackers conseguiram fazer a invasão por meio de um login de usuário com uma senha fraca. É necessário que os usuário tenham senhas diferentes para cada serviço e que elas sejam complexas, misturando letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Números sequenciais também devem ser evitados”, explica.

INVASÕES SEMELHANTES

O governo do Paraná também teve sites hackeados na madrugada do último final de semana (16). Segundo a assessoria de comunicação do Executivo do estado vizinho de MS, os ataques foram identificados por volta das 07h35, na rotina de “manutenção e prevenção de dados”. O governo paranaense não divulgou a lista dos sites atacados mas, entre eles, também estava o site da comunicação do estado (AEN – Agência Estadual de Notícias). A nota divulgada para imprensa informava que a “equipe técnica integralmente mobilizadas no mapeamento da situação” e garantia “que não houve perda ou dano com relação a dados de empresas ou cidadãos”.

Fonte:acritica.net

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