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Distrito de Arapuá completa hoje 53 anos, conheça um pouco da História do Distrito

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Em 1911, a Brasil Land Cathe And Paching Company, solicitou ao Governo Brasileiro uma área de terras para o desenvolvimento da pecuária. Foi-lhe destinada uma área de terras que ia desde o atual município de Brasilândia até o atual município de Três Lagoas

A ESTAÇÃO: A estação de Arapuá foi inaugurada em 1912, ainda pela original E. F. Itapura-Corumbá, cinco anos depois fundida com a Noroeste do Brasil.

 HISTÓRICO DA LINHA: A E. F. Itapura a Corumbá foi aberta a partir de 1912, entre Jupiá e Agua Clara e entre Pedro Celestino e Porto Esperança, deixando um trecho de mais de 200 km entre as duas linhas esperando para ser terminado, o que ocorreu somente em outubro de 1914. A partir daí, a linha estava completa até o rio Paraguai, ao sul de Corumbá, em Porto Esperança; somente em 1952 a cidade de Corumbá seria alcançada pelos trilhos. Logo dedpois da entrega da linha, em 1917, a ferrovia foi fundida com a Noroeste do Brasil, que fazia o trecho inicial no Estado de São Paulo, entre Bauru e Itapura. E em 1975, incorporada como uma divisão da RFFSA, foi finalmente privatizada sendo entregue em concessão para a Novoeste, em 1996.

A estação tem o seu nome muitas vezes escrito como Arapuã.
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Em 2016 o prédio, está funcionando como moradia.

Em 18 de Agosto de 1922, a Companhia legaliza as terras solicitadas ao Governo Brasileiro, referente às Fazendas Água Limpa e Boa Esperança, com uma área de 422.950,00 hectares.

FAZENDA ARAPUÁ

Em 1942, por Decreto do Presidente Getúlio Vargas, foi encampada toda a área da Brasil Land Cathe And Paching Company.

Em 1950, foi colocada em leilão, sendo parte adquirida por Arthur Hoffig e Alberto Amin Madi e o restante pela CAIC- (Companhia Agrícola de Imigração e Colonização). As terras da CAIC foram posteriormente subdivididas em diversas propriedades:

Em 10 de Fevereiro de 1950, Arthur Hoffig e Alberto Amin Madi adquiriram da Superintendência das Empresas Incorporadas do patrimônio Nacional, a área de 606.700,00 hectares, referentes às Fazendas Taquarussu, Campo Triste e Brioso, formando a Fazenda Arapuá. ­

Essa extensa área abrangia terras desde a Estação do Pombo até o município de Brasilândia.

Em 23 de Maio de 1959,  o Sr. Alarico Herval Pimentel, residente em Marí1ia­ – SP, organizou a Imobiliária São Luiz Ltda, com a finalidade de lotear uma área de 5.278,00 hectares, adquirida em 23 de Agosto de 1956, neste ano iniciou a venda de lotes para residências na futura sede do Distrito e lotes de 01 a 24 hectares, estes destinados ao assentamento de colonos com finalidade ruralista.

Em 28 de Novembro de 1960, o Sr. Elias Fernandes Sobrinho, adquiriu de Artur Hoffig e outro, uma área de 69.014 hectares. Em 1.960, esta área, Fazenda Arapuá, foi vendida a FASA SA (Fazenda Arapuá S/A.), com sede em Londrina-PR;

Em  14 de Dezembro de 1963 é criado o Distrito

Altair Cabral Trannin, que era Gerente da Fazenda Arapuá S/A,propriedade de Fausto Tavares, recebeu pelos 20 anos trabalhados com a FASA e  Maltaria e Cervejaria Londrina, PR, uma gleba de terra de mais ou menos 500 alqueires, onde posteriormente iniciou o loteamento da fazenda em sítios com área superior a 24,00 hectares, para não prejudicar o loteamento da Imobiliária São Luis, com lotes menores.

Lei n. 2.067, de 14 de Dezembro de 1963

Projeto do Deputado Estadual Ranulfo Marques Leal

Fernando Corrêa da Costa – Governador de Mato Grosso – MT  – Cria o Distrito de Arapuá, no Município de Três Lagoas.

O Governador do Estado de Mato Grosso, faço saber que a Assembleia Legislativa do Estado decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º – Fica criado o Distrito de Arapuá, que será desmembrado do Distrito sede do Município de Três e do Distrito de Garcias.

Parágrafo único – O Distrito de Arapuá pertencerá ao Municio de Três Lagoas.

Art. 2º – O Distrito que se refere o artigo 1º terá os seguintes limites: Com o Distrito de Garcias – da foz do Ribeirão da Boa Vista com o Ribeirão do Pombo, até a barra da vertente denomina “Galo”, afluente do Boa Vista, daí pela Vertente denomina Galo , acima até a ponta da sua nascente daí por uma linha seca até a ponta da Vertente denominada “Guanabara”, por esta abaixo até atingir sua barra no ribeirão poção, por este abaixo até a sua foz no ribeirão do Campo Triste, daí por uma linha seca até alcançar a ponta da cabeceira denominada Anta ou Saudade, por esta abaixo até alcançar sua barra no Ribeirão Sucuriú.

Com o Distrito de Guadalupe do Alto Paraná, da Foz da vertente denominada Anta ou Saudade, no Rio Sucuriu, por este abaixo margem direita até atingir a faz do ribeirão do Campo Triste.

Com o Distrito da sede do Munícipio – da foz do ribeirão do Campo Triste com o rio Sucuriú, subindo o Campo Triste com o rio Sucuriú, subindo o Campo Triste até alcança a terra do córrego da tapera, pelo córrego da  Tapera, subindo seu curso, até a sua nascente, dai por uma linha seca que atravessa a linha da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil entre os quilômetros 502 e 503, ao espigão  divisor das águas do ribeirão Palmito, Moeda, Barra Bonita, Pontal ou Arapuá e Corrego da Tapera, por este divisor contornando as água do Palmito e Moeda até confrontar com a cabeceira da vertente do açude, daí por uma linha seca até a ponta da cabeceira do vertente do açude, por este abaixo até a sua barra no ribeirão da barra Bonita, pelo curso da barra Bonita até a sua foz no Rio Verde.

Com o Distrito de Chavantina – da foz do ribeirão Barra Bonita com o Rio Verde, subindo por este até a faz do Ribeirão do Pombo.

Com o município de Água Clara – da foz do ribeirão do Pombo até atingir a foz do ribeirão da Boa Vista (margem esquerda).

Art. 3º – Esta lei entrará em vigor a 1º de Janeiro  de 1964, revogadas as disposições em contrário.

Palácio Alencastro, em Cuiabá, 14 de Dezembro de 1963, 142º da Independência e 75º da República. AA – Fernando Corrêa da Costa – Governador de Mato Grosso – MT.lei-criacao-do-distrito

 SOBRE O GOVERNADOR FERNANDO CORRÊA DA COSTA

governardo-fernando-correa-da-costaInformações Wikipédia – Fernando Corrêa da Costa[1] (Cuiabá, 29 de agosto de 1903  — Campo Grande, 2 de dezembro de 1987) foi um médico e político brasileiro, tendo ocupado o cargo de senador e de governador de Mato Grosso por dois mandatos.

Formação

Fez o primário e o ginásio no Liceu Cuiabano, formando-se em medicina em 1926 na Faculdade da Praia Vermelha no Rio de Janeiro.

Mudou-se para Campo Grande no ano de 1927, onde, na direção de um automóvel Ford Bigode, realizava atendimento médico à população. Em geral, atendia a qualquer hora do dia ou da noite clientes das mais diversas camadas sociais, dentre os quais não estabelecia distinções.

Carreira política

A sua carreira política foi consequência de sua fama como cirurgião. No ano de 1946, com o restabelecimento da democracia, a convite dos advogados Wilson Barbosa Martins e José Fragelli, ingressa na UDN (União Democrática Nacional) e vence a eleição para prefeito de Campo Grande em 1947.

No mês de outubro de 1950 elege-se governador do Estado, cargo que voltaria a ocupar em 1961. Como governador sua maior preocupação foi com a energia elétrica e transporte. Nos períodos entre 1959 e 1961 e 1967 a 1975, ocupa o cargo de senador da República pelo Estado de Mato Grosso, encerrando sua carreira política em 1975.

Foi professor da Faculdade Mato-grossense de Odontologia e Farmácia de Campo Grande, instituição que posteriormente daria origem à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Fernando Correia da Costa faleceu em Campo Grande no dia 2 de dezembro de 1987.

Mandatos

Prefeito de Campo Grande 1948 a 1951
Governador de Mato Grosso 1951 a 1956
Senador da República 1959 a 1961
Governador de Mato Grosso 1961 a 1966
Senador da República 1967 a 1975

Em 30 de Janeiro de 1963, a FASA transferiu sua sede social para fazenda Arapuá.

Com a divisa de terras, iniciou-se o cultivo de arroz, milho e algodão, com boa produtividade, cujo declínio originou-se com períodos de fatores climáticos adversos, dando lugar a uma pecuária incipiente e a agricultura de subsistência.

Em 14 de Dezembro de 1963 (quatorze de dezembro de mil novecentos e sessenta e três), por projeto do deputado estadual Ranulfo Marques Leal, foi aprovada a Lei nº 2.067, que criou o Distrito de Arapuá.

Em 1963, com a divisa de terras, iniciou-se o cultivo de arroz, milho e algodão, com boa produtividade, cujo declínio originou-se com períodos de fatores climáticos adversos, dando lugar a uma pecuária incipiente e a agricultura de subsistência.

EM 11 de Junho de 1967, com 37 sócios iniciais, nas dependências da Escola Municipal Hermes Rodrigues de Alcântara, foi fundado o Centro Rural de Arapuá, uma associação que participava da vida e desenvolvimento da comunidade. O Centro Rural foi fundado com o objetivo de unir as pessoas dentro de sua área de ação. Desenvolvendo um programa de promoção humana, visando melhorar a educação, a saúde e a recreação das famílias, realizando suas atividades sem qualquer finalidade lucrativa.

Posteriormente estes mesmos sócios compraram uma maquina de arroz abandonada e construíram ali a sede que permanece até hoje. E cujo Estatuto foi aprovado em 11/08/1974, está registrado sob nº1283/74, datado de 11/12/1974. Sendo seu 1º Presidente Altair Cabral Trannin, por aclamação, Vice Presidente Lucio Pedro, Secretario Heliodoro Teodoro de Souza, Tesoureiro João Izidoro Pasqualim,

Em 1970, houve novo impulso com a introdução da sericicultura na região, atividade esta que ainda é a principal do Distrito, tendo recebido o apoio do prefeito João Dantas Filgueiras. Com a competição da seda internacional, no entanto, o ramo entrou em declínio. Foi a porta entrada da sericicultura no Estado de Mato Grosso do Sul. Atualmente, em Arapuá existem pequenas propriedades rurais focadas no ramo de laticínios e doces caseiros, entre outros. De acordo com o censo do IBGE de 2000, naquele ano possuía 1.924 habitantes.

Em 10/09/1974, a urbana do Distrito de Arapuá, com área de 477,09 há, foi regulamentada pela lei 515, sancionada pelo Prefeito Municipal de Três Lagoas,MS, Helio Congro.

Em  25/01/1979, nas terras de propriedade de Altair Cabral Trannin, iniciou-se o loteamento do lado direito da NOB. com área 477,90 hectares. Ficando a área total do Distrito 1.688 Km2 ou 168.800 hectares.vista-aerea-arapua-nei-1

A origem do nome Arapuá, vem do tupi-guarani EIRA + APOA (Abelha da família da meliponídea, grande e negra). Havia grande quantidade dessas abelhas na região, o que levou os primeiros colonizadores a denominarem de ARAPUÁ, o córrego existente. Posteriormente, o mesmo nome serviu para designar a estação da NOB ali implantada e para o Distrito de Arapuá recém criado. O Distrito de Arapuá está ligado a Três Lagoas por duas vias: ferroviária (NOB) e rodoviária, esta ultima composta  pela estrada municipal, tipo boiadeiro (estrada velha de Arapuá, passando pela Serraria e 512) em bom estado de conservação e posteriormente pela BR 262, que recentemente asfaltada,  pelo Governador Pedro Pedrossian. (Decreto nº 7.827 de 15/06/1994,Lei 719 de 16/06/1987) dista apenas 6 km por estrada de terra, da sede do Distrito.

DISTRITO NA GEOGRAFIA

SOLOS: 35% Arenoso, 20% argiloso, 45% misto.

CLIMA: É do tipo quente e úmido no verão e frio e seco no inverno. É bem caracterizado. No verão é alto o índice de precipitação pluviométrica, sendo que os meses da maior incidência são: novembro, dezembro, janeiro e fevereiro. No inverno há uma precipitação baixa, sendo que os meses de junho e julho são, quase sempre, carentes de chuva.

VEGETAÇÃO: há predomínio do cerrado, aparecendo em seus diversos aspectos fisionômicos, do cerrado ralo ao cerradão. Existem pequenas áreas de matas que, pela fertilidade do solo, são derrubadas, cedendo lugar à agricultura e pecuária.

Entre as madeiras de lei são destacadas: faveiro, ipê, balsamin, sucupira, jacarandá e outros.rua-arapua

OS  RIOS EXISTENTES: Os rios que banham as terras de Arapuá, fazem parte da Bacia Platina, cujo principal rio é o Paraná. Os principais rios que banham o distrito são o Sucuriú, o Rio Verde e o Pombo. Destacam-se ainda os ribeirões: Barra Bonita, Tapera e Campo Triste, nas divisas do Distrito. Podemos citar ainda, cortando as terras, os córregos de: Arapuá, Açude, Saram, Creolinho, Chico Preto, Água Tirada, Saudade, Atoladeira, Piaba e Limoeiro.

Pequenas propriedades rurais focadas no ramo de laticínios e doces caseiros, entre outros. laticinio-milk

De acordo com o censo do IBGE de 2000, naquele ano possuía 1.924 habitantes.

A REALIDADE HOJE

A região de Arapuá, que era habitada por pastagens, hoje recebeu um grande mar verde de eucaliptos, moradores de sítios e fazendas, hoje estão trabalhando com as empresas de eucaliptos de Três Lagoas e região.

SUPER PRESENTE

E no dia que o Distrito completa os 53 anos, o Centro Rural de Arapuá do Presidente Orvino Tiago, recebe um super presente da Fibria, o Latícínio Arapuá, voltado para área de leite in natura e yorgute, orçado na casa de R$ 1.000.000.00 (Hum milhão de reais).

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Veja o vídeo sobre os 58 anos do Distrito

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8ª Cavalgada dos Amigos movimenta o Distrito de Arapuá neste fim de semana com tradição, música e solidariedade

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O Distrito de Arapuá, em Três Lagoas (MS), será palco neste sábado (4) e domingo (5) de julho da tradicional 8ª Cavalgada dos Amigos, evento que reúne cavaleiros, amazonas, comitivas e famílias de toda a região em um fim de semana de confraternização, cultura sertaneja e solidariedade.

A programação tem início na noite de sábado (4), a partir das 22h, no Centro Comunitário de Arapuá, com um grande bailão animado por Osmarzinho Rei da Rumba e Nill Dias, prometendo abrir a festa em clima de muita animação.

No domingo (5), a concentração das comitivas acontece às 9h, no Sítio Nossa Senhora Aparecida, de propriedade e organizado do evento Cledinaldo Paula Pereira  “Naldinho”. De lá, os participantes seguirão em cavalgada pela rodovia MS-459, passando pela Rua Afonso Trannin, em frente à Escola Estadual Afonso Francisco Xavier Trannin, seguindo pela estrada vicinal até a ponte da “Japonesa”. O percurso retorna ao distrito pela estrada que liga o Rio Verde ao centro de Arapuá, passando pelas ruas Adonias A. Santos e Alarico Pimentel, com uma parada em frente à Igreja Nossa Senhora Aparecida, na Rua Afonso Trannin, antes da chegada ao Centro Comunitário.

Após o percurso, os participantes serão recepcionados com um delicioso churrasco e um grande bailão ao som da dupla Anderson & Claudinho. Durante o evento haverá venda de bebidas, e a entrada será mediante a doação de um pacote de fraldas geriátricas, reforçando o caráter solidário da cavalgada.

Regras garantem bem-estar animal e segurança dos participantes

A organização divulgou as normas que irão reger a 8ª edição da Cavalgada dos Amigos, seguindo orientações da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O objetivo é assegurar o bem-estar dos animais, a segurança dos participantes e a boa organização do evento, que já integra o calendário cultural da região.

Entre as principais determinações está a proibição do uso de fogos de artifício, conforme estabelece a Lei Estadual nº 5.657/2021, que restringe a utilização desse tipo de artefato em Mato Grosso do Sul. Também ficou definido que, após a chegada ao recinto, os animais deverão ser desencilhados em até uma hora, garantindo o descanso adequado.

As regras ainda determinam o limite de duas pessoas por carroça e apenas um adulto por animal, sendo permitida a presença de uma criança na mesma montaria. O uso de esporas está totalmente proibido, independentemente do modelo, assim como qualquer prática de maus-tratos aos animais, sujeita às penalidades previstas em lei.

Outra orientação importante é que os participantes não levem recipientes de vidro, sejam para bebidas alcoólicas ou não alcoólicas, contribuindo para evitar acidentes e preservar a segurança de todos.

A expectativa da organização é reunir centenas de participantes durante os dois dias de programação, mantendo viva uma das mais tradicionais manifestações culturais e rurais do Distrito de Arapuá.

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Arapuá está de luto, morre João Tragino da Silva, aos 63 anos

Morador de uma tradicional família do Distrito de Arapuá, João Tragino da Silva faleceu neste sábado (27). Sepultamento será realizado na manhã deste domingo (28).

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O Distrito de Arapuá amanhece em luto com a notícia do falecimento de João Tragino da Silva, aos 63 anos, ocorrido neste sábado, 27 de junho.

Morador de uma tradicional família da comunidade, João era muito conhecido e respeitado no distrito, onde construiu sua história ao lado de familiares e amigos.

Ele deixa a esposa, Sueli dos Santos Silva, e os cinco filhos: Rogério, Rodrigo, Rosângela, Romário e Roberto, além de netos, demais familiares e inúmeros amigos que lamentam sua partida.

O velório acontece no Velório Municipal do Distrito de Arapuá, reunindo familiares, amigos e moradores que prestam as últimas homenagens.

O sepultamento está previsto para as 9h deste domingo, 28 de junho.

Neste momento de dor, a equipe do ArapuaNews manifesta suas mais sinceras condolências à esposa, filhos, familiares e amigos, desejando que encontrem conforto e força para enfrentar esta irreparável perda. Que Deus conceda conforto, força e serenidade aos corações de sua esposa, filhos, familiares e de todos que tiveram o privilégio de conviver com ele. Que as lembranças de sua vida, de seu caráter e do carinho dedicado à família permaneçam como fonte de consolo neste momento de dor.

Rogamos para que sua alma descanse em paz e que a fé fortaleça todos os familiares diante dessa irreparável perda.

Nossos sentimentos e solidariedade à família enlutada.

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