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Mato Grosso do Sul

Com trilha e oficinas, Projeto Florestinha promove ações na Semana do Meio Ambiente

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Como parte das ações da Semana do Meio Ambiente, alunos das redes públicas de ensino de Campo Grande aprendem sobre preservação ambiental no Projeto Florestinha. Com trilha realizada no Parque Estadual Matas do Segredo e diversas oficinas, os estudantes têm contado direto com o bioma do Cerrado na área de 177 hectares.

“Eu não sabia que tinha um parque tão grande dentro da cidade, perto da minha casa e da escola. É muito bonito. Eu gostei de visitar e aprender de um jeito diferente, vendo tudo de perto”, disse Bárbara Fonseca, 9 anos, aluna do 5° ano do ensino fundamental da Escola Municipal Nicolau Fragelli.

A professora de Ciências da turma, Beatriz Mandetta, pontuou sobre a importância do aprendizado por meio de contato direto com inúmeros conhecimentos que para a maioria dos alunos só estava disponível nos livros. “Visitar um lugar como este, onde eles podem ver a natureza, inclusive com a possibilidade de flagrar os animais em seu habitat natural é realmente incrível. Para eles é algo único e muito significativo na Semana do Meio Ambiente”.

Os alunos do 8° e 9° anos da Escola Estadual Padre Franco Delpiano também estiveram na área de preservação nesta segunda-feira, e participaram da trilha onde está a nascente do córrego Segredo, que corta a Capital.

“Para os alunos a experiência é realmente significativa, de sair da sala de aula e ter o contato direto com a natureza. Na nossa escola desenvolvemos educação ambiental em diversas frentes, e esse tipo de ação só fortalece o que eles já estão aprendendo”, explicou o coordenador do ensino médio e professor de geografia Doraci da Silva Feitosa Júnior.

As oficinas sobre reciclagem, crimes ambientais, preservação e animais silvestres também chamam atenção dos estudantes. “Eu gostei de aprender sobre preservação dos rios, existem coisas que são feitas, que na verdade são crimes ambientais. Tudo isso é importante a gente saber, para não agirmos de forma errada e também passarmos o conhecimento adiante”, disse Thalia Furtado, 13 anos, aluna do 8° ano.

A Semana do Meio Ambiente do Projeto Florestinha de Campo Grande começou hoje e segue até quarta-feira (7) no Parque Estadual Matas do Segredo. As visitas são agendas e ocorrem nos períodos matutino e vespertino.

Entre as atividades desenvolvidas estão oficinas sobre destinação correta de resíduos sólidos; pesca legal – legislação de pesca, petrechos proibidos e piracema -; a importância da preservação e manutenção da flora nativa, assoreamento e erosão; além de palestras e visitação no minimuseu de animais taxidermizados com discussões sobre cadeia alimentar e crimes relacionados a fauna; teatro de fantoches sobre temas ambientais; e o passeio pela trilha do Parque Estadual Matas do Segredo.

“É um aprendizado mais significativo, para que eles conheçam inclusive o ambiente que vivem e sobre a importância da preservação ambiental no perímetro urbano. Eles passam a visualizar o bioma no qual vivem, e aprendem como ajudar na conservação”, explicou o biólogo – que atua na área de educação ambiental da SED (Secretaria de Estado de Educação) –, Douglas Henrique Melo Alencar.

Florestinha

O “Florestinha” tem três décadas de funcionamento e já atendeu aproximadamente 5 mil crianças e adolescentes em Campo Grande e outros cinco municípios do interior.

As ações são desenvolvidas em sete polos localizados, além da Capital – com dois -, em Amambai, Costa Rica, Três Lagoas, Anastácio e Bataguassu. Atualmente são 500 crianças e adolescentes entre 7 e 14 anos, atendidos pelo projeto.

No projeto são atendidas crianças e adolescentes no contraturno escolar com duas refeições, aula de reforço e educação ambiental. Para os pais e alunos o trabalho contribui para a formação, além de ajudar no desempenho dos jovens.

“E nas ações da Semana do Meio Ambiente a gente abre o projeto para visitação dos alunos. Tudo isso é para o aprendizado, sensação de pertencimento, afinal todos precisamos atuar e agir para garantir a preservação ambiental”, disse a tenente Eveny Parrela, coordenadora estadual do projeto.

Natalia Yahn, Comunicação Governo do Estado

Foto: Bruno Rezende

Fonte: Governo MS

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Pesquisa aponta redução no preço do diesel no anel viário de Campo Grande

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Monitoramento de preços realizado pelo Procon Mato Grosso do Sul, instituição vinculada à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), identificou redução no valor do diesel comercializado em postos nas saídas de Campo Grande. A análise compara dados coletados nos dias 10 e 23 de abril de 2026.

Considerando os maiores valores praticados no período, o litro do Diesel S10 caiu 5,93% nas bombas de abastecimento, independentemente da forma de pagamento. Já o Diesel S500 teve uma redução de 5,38% no crédito e 4,80% no dinheiro ou débito.

A análise considera os preços de seis postos situados em regiões estratégicas do anel viário, incluindo as saídas para Sidrolândia, Três Lagoas, Corumbá e Coxim. Ela ainda avalia os efeitos de medidas anunciadas pelo governo para conter a alta dos preços dos combustíveis no Brasil, impulsionada pelo aumento dos custos internacionais do petróleo.

Medidas provisórias vêm sendo editadas para conter a alta de valores decorrente de conflitos no Oriente Médio, ofertando subsídios de até R$ 1,20/litro na importação e R$ 0,80/litro para a produção nacional. Houve, ainda, isenção de PIS/Cofins aplicada ao biodiesel. Os valores, no entanto, diluem-se nas etapas de importação, distribuição e revenda até o consumidor final.

No período, não houve variação nos preços aplicados na venda de etanol e gasolina comum nos postos monitorados. O levantamento, realizado de forma periódica, seguirá sendo executado a fim de orientar os consumidores e subsidiar eventuais ações de fiscalização no setor.

Serviço

Pesquisa Combustíveis Anel Viário (Campo Grande)

Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS
Foto: Kleber Clajus/ProconMS/Arquivo

Fonte: Governo MS

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Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

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Único hospital público do Centro-Oeste com MALDI-TOF, o hospital identifica bactérias e fungos em menos de 24 horas — revolucionando o tratamento de infecções graves

Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.

Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.

Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.

Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.

Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.

Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS.

Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino

Fonte: Governo MS

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