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Mato Grosso do Sul

Com trabalho consolidado para a população de MS, Governo do Estado fortalece parcerias com o Ministério Público

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Com inúmeras ações desenvolvidas em conjunto, entre o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e o MPMS (Ministério Público do Estado), o trabalho voltado ao atendimento e bem-estar da população é o destaque para o Executivo Estadual.

O governador, Eduardo Riedel, participou ontem (3) da posse do novo procurador-geral de Justiça do Estado, Romão Avila Milhan Junior, e destacou os projetos desenvolvimentos no Estado, para beneficiar os cidadãos sul-mato-grossenses.

“Atuamos no combate permanente ao feminicídio e a violência contra as mulheres, além de aperfeiçoar medidas para garantir mais efetividade e proteção às nossas crianças, na luta contra o abuso e à exploração da infância. E estamos dando passos decisivos e necessários, no processo de atendimento e acolhimento às famílias que sofrem perdas dramáticas de seus entes queridos, vítimas de homicídios”, pontuou Riedel.

As ações desenvolvidas em conjunto entre o Governo do Estado e o MPMS também buscam alternativas à instalação de uma nova política penal, com foco na intervenção penal mínima, desencarceramento, restauração de danos e laços sociais.

“Avançamos, ano após ano, com ações integradas entre a Segurança Pública e o Ministério Público, nos requisitos fundamentais às áreas de inteligência, investigação, combate ao crime organizado, repressão aos crimes de fronteira e tráfico de drogas, com resultados reconhecidos nacionalmente. Somos o estado que mais apreende drogas no Brasil e um dos que mais resolve homicídios no país”, afirmou o governador.

Na posse, o procurador-geral de Justiça confirmou a união de esforços para atuar em prol da sociedade sul-mato-grossense com garantias de direitos. “Temos um desafio muito grande, de combater a criminalidade com as novas formas de atuação. É necessária atuação integrada para fazer o combate ao crime e a corrupção. Em relação as políticas públicas em todas as áreas, ao Ministério Público compete a fiscalização do cumprimento delas. Precisamos trabalhar de forma unida com os demais poderes e instituições. O Ministério Público tem como principal missão ser agente de transformação social”, afirmou Romão Avila.

Entre as parcerias do Governo do Estado e o MPMS se destacam o programa ‘Mulher Segura e Protegida’, instituído em 2019, com a continuidade da prestação do serviço na Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande.

Esta é a segunda vez na história do Ministério Público do Estado que um promotor de Justiça assume o mais alto cargo (o primeiro foi o então procurador-geral, Alexandre Magno).

A solenidade realizada no Centro de Convênios Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande, reuniu ainda a procuradora-geral do Estado, Ana Ali, além do promotor Alexandre Magno de Lacerda – que deixou o cargo de procurador-geral de Justiça –, e os secretário Rodrigo Perez (Segov) e Jaime Verruck (Semadesc), entre outras autoridades do Estado.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Licenciamento 2026 começa com nova opção de parcelamento digital no Portal Meu Detran

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Mato Grosso do Sul iniciou nesta semana o calendário anual de licenciamento 2026 com uma novidade que amplia as possibilidades de regularização para os proprietários de veículos: o parcelamento digital de débitos diretamente pelo Portal Meu Detran, disponível em www.meudetran.ms.gov.br .

A funcionalidade permite que o cidadão parcele pendências vinculadas ao veículo, incluindo multas e outros débitos que impedem a emissão do licenciamento. A novidade está disponível exclusivamente dentro do Portal Meu Detran, ambiente oficial e seguro do Detran-MS para acesso aos serviços digitais.

A medida busca facilitar a vida de quem enfrenta dificuldades financeiras e precisa regularizar a documentação para voltar a circular de forma legal.

O parcelamento é realizado por meio do BBPay, solução do Banco do Brasil, instituição financeira oficial do Governo do Estado. A funcionalidade integra o processo de transformação digital do Detran-MS, ampliando o acesso aos serviços online com mais praticidade, segurança e autonomia para o cidadão.

Opções de pagamento dentro do portal Meu Detran

No mês passado, a ferramenta passou a atender serviços da área de habilitação, como primeira CNH e renovação. Agora, a modalidade é expandida também para os débitos relacionados ao licenciamento de veículos, permitindo que o cidadão realize todo o processo de regularização sem precisar sair de casa.

A nova modalidade de parcelamento passa a atender um universo de mais de meio milhão de veículos que entram no calendário de junho, ampliando as possibilidades de regularização para milhares de proprietários que possuem débitos pendentes.

“Nosso objetivo é facilitar a vida do cidadão. Muitas vezes a pessoa quer regularizar o veículo, mas acaba encontrando dificuldades financeiras por acumular multas e outros débitos. Com essa possibilidade de parcelamento dentro do Portal Meu Detran, estamos oferecendo mais acesso, praticidade e segurança para que o cidadão consiga ficar em dia”, destaca o diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade.

O calendário começa pelos veículos com placas finais 1, 2 e 3, que poderão realizar o licenciamento até o dia 30 de junho. Os vencimentos seguem o novo calendário de licenciamento estabelecido pelo Detran-MS em abril deste ano. A alteração reorganizou os prazos das placas finais 1 a 5, que passaram a iniciar em junho. Com isso, os finais 1, 2 e 3 vencem em junho; os finais 4, 5 e 6 em julho; os finais 7 e 8 em agosto; o final 9 em setembro; e o final 0 em outubro.

Tela do BBpay de parcelamento dos débitos

A mudança foi adotada para evitar transtornos aos cidadãos durante o processo de licenciamento e garantir que proprietários com parcelamentos e pagamentos em dia não enfrentassem dificuldades na emissão do CRLV-e em razão de inconsistências identificadas na comunicação entre os sistemas da SEFAZ e do Detran-MS.

Dados do Detran-MS apontam que aproximadamente 569 mil veículos com placas finais 1, 2 e 3 entram no calendário de licenciamento neste mês de junho. Desse total, mais de 155 mil proprietários já anteciparam o pagamento do documento, o equivalente a cerca de 27% da frota abrangida nesta etapa do calendário. O comportamento é comum entre cidadãos que preferem quitar as obrigações do veículo logo no início do ano para evitar esquecimentos ou pendências futuras.

Entre os maiores municípios do Estado, Campo Grande lidera o número de licenciamentos pagos antecipadamente, com mais de 95 mil veículos regularizados. Dourados aparece na sequência, com quase 30 mil pagamentos; Três Lagoas soma mais de 18 mil; Ponta Porã ultrapassa 8 mil; e Corumbá registra cerca de 5,9 mil licenciamentos pagos.

Golpes

O Detran-MS também reforça o alerta sobre golpes envolvendo falsos sites de emissão de guias. Nesta semana, uma cidadã procurou o órgão após perceber ter sido vítima de fraude, mesmo adotando as providências corretas, como o registro de boletim de ocorrência e a comunicação à Polícia Civil.

Para evitar transtornos, o cidadão deve utilizar apenas os canais oficiais do órgão. O portal oficial para emissão de guias e acesso aos serviços digitais é o www.meudetran.ms.gov.br, acessado exclusivamente mediante login e senha ou conta Gov.br.

Outra alternativa segura é o aplicativo Meu Detran MS, disponível para smartphones, porém, ainda não realiza o parcelamento dos débitos. O cidadão também pode solicitar a emissão da guia de licenciamento por meio da assistente virtual Glória, via whatsapp (67)3368-0500 no atendimento humanizado.

Mireli Obando, Comunicação Detran-MS
Foto: Mireli Obando

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Imasul e Corpo de Bombeiros reforçam prevenção a incêndios com manejo integrado do fogo no Pantanal

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O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) realizaram mais uma ação integrada de Manejo Integrado do Fogo (MIF) no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, com foco na prevenção de incêndios florestais de grandes proporções.

Ao todo, foram realizadas duas etapas de queima prescrita. Em uma delas, as equipes aproveitaram um incêndio que já ocorria na região para potencializar de forma controlada a queima de uma área previamente planejada para manejo. Somadas, as áreas manejadas ultrapassam mil hectares dentro do parque.

A estratégia tem como objetivo reduzir a biomassa acumulada dentro da unidade de conservação, diminuindo a quantidade de material combustível disponível durante o período crítico de estiagem.

Com pouco mais de 76 mil hectares, Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro já possui um Plano de Manejo Integrado do Fogo e vem sofrendo ações preventivas desde 2025. No ano passado, uma das operações realizadas atingiu cerca de mil hectares nas regiões norte e sul da unidade, promovendo a redução de biomassa e a criação de áreas de contenção para possíveis incêndios futuros.

A primeira ação de queima prescrita ocorreu início de 2026, quando o parque registrou um incêndio. Ele foi monitorado pelas equipes do Corpo de Bombeiros, que utilizaram o próprio avanço do fogo para eliminação controlada de material combustível acumulado na vegetação.

A operação contou com apoio da torre de observação instalada no parque e do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), responsável pelos sobrevoos de monitoramento durante toda a ocorrência.

Segundo Leonardo Tostes, Gerente de Unidade de Conservação (GUC) do Imasul, o trabalho foi conduzido de forma estratégica, respeitando as condições ambientais da região.

“O monitoramento permitiu que o fogo tivesse uma propagação controlada, sempre observando as condições climáticas e a disponibilidade de material combustível. As equipes atuaram diretamente para evitar que as chamas ultrapassassem os limites do parque. Em alguns pontos, o próprio ambiente auxiliou no controle, principalmente em áreas alagadas que funcionaram como barreiras naturais”, explicou.

Entre os dias 11 e 15 de maio, uma nova ação de queima prescrita incluiu uma área da Fazenda Santa Maria, localizada na região leste do parque e vizinha à unidade de conservação. A operação ocorreu em aproximadamente 600 hectares, mediante autorização e prescrição do Imasul.

A fazenda está localizada em uma área considerada estratégica para prevenção de incêndios futuros, especialmente pela proximidade com regiões de grande acúmulo de material combustível durante o período seco.

De acordo com o Capitão Samuel Pedrozo Borges, da Diretoria de Proteção Ambiental do CBMMS, o planejamento foi desenvolvido a partir da análise do comportamento climático e da necessidade de ampliar as áreas de proteção dentro do parque.

“Após o incêndio registrado na região oeste, planejamos uma nova queima do centro para o oeste do parque, criando uma espécie de cinturão preventivo. O objetivo foi retirar o excesso de biomassa e diminuir o risco de propagação de incêndios de grandes proporções”, destacou.

Para garantir segurança na operação, as equipes aproveitaram uma janela meteorológica favorável provocada pela frente fria que atingiu Mato Grosso do Sul no início de maio. A redução das temperaturas, associada ao aumento da umidade e às chuvas registradas na região, contribuiu diretamente para o controle das chamas.

As ações foram executadas de forma integrada entre Imasul, Corpo de Bombeiros Militar e proprietários rurais da região. Além do apoio operacional do GOA, os produtores colaboraram com abertura de aceiros e implantação de linhas de defesa nas áreas adjacentes ao parque.

O diretor-presidente do Imasul, André Borges, destacou que o manejo integrado do fogo tem sido uma ferramenta fundamental para a preservação do Pantanal e para redução dos impactos ambientais causados pelos incêndios extremos registrados nos últimos anos.

“O Pantanal é um bioma que naturalmente convive com o fogo, mas precisamos utilizar técnicas adequadas para reduzir os riscos e proteger áreas sensíveis. O manejo integrado permite que o fogo seja utilizado de forma controlada, planejada e segura, evitando incêndios de grandes proporções e protegendo a biodiversidade, os recursos hídricos e as comunidades locais”, afirmou.

Segundo André Borges, as ações desenvolvidas no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro também demonstram a importância da integração entre órgãos públicos, equipes técnicas e produtores rurais.

“Essa atuação conjunta mostra que a prevenção é o caminho mais eficiente. O planejamento técnico, aliado ao monitoramento climático e ao apoio operacional das equipes em campo, tem permitido resultados positivos na proteção do Pantanal sul-mato-grossense”, completou.

A operação mobilizou cerca de dez bombeiros, sete servidores do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), dois pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e quatro colaboradores da Fazenda São Jorge, propriedade vizinha ao parque. Entre eles, dois atuaram como operadores de trator cedidos pela fazenda para apoio às atividades.

Os trabalhos ocorreram ao longo de cinco dias, sendo três destinados à aplicação do fogo controlado, um dia de preparação das áreas e outro para ações de rescaldo e monitoramento.

Manejo do fogo e prevenção de grandes incêndios

Segundo os responsáveis pela operação, a técnica permite que o fogo ocorra de forma controlada e com baixa intensidade, reduzindo impactos ambientais. Nas áreas manejadas, as chamas permanecem brandas, possibilitando que animais silvestres consigam fugir e evitando a destruição total da vegetação. As plantas atingidas passam apenas por uma limpeza superficial, diferentemente dos incêndios severos, que podem comprometer completamente a fauna e a flora.

Em 2026 essa preocupação aumenta diante da previsão de influência do fenômeno El Niño, que favorece períodos mais secos e temperaturas elevadas, criando condições propícias para incêndios de alta intensidade.

No Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, este ano as queimas prescritas foram realizadas em áreas que não passaram pelo manejo no ano anterior. Conforme o Plano de Manejo do Fogo do Parque, uma mesma área não deve ser submetida à queima em anos consecutivos, sendo recomendado um intervalo mínimo de dois anos entre as intervenções.

Comunicação Imasul e CBMMS
Fotos: Capitão Alexandre Araújo/CBMMS

Fonte: Governo MS

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