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Suzano

Com apoio da Suzano, agricultores familiares atingem a marca de 8,1 mil cestas agroecológicas comercializadas por delivery

Publicado

Em quatro meses, a iniciativa “A feira vai até você” gerou uma receita bruta de R$ 135,2 mil às famílias apoiadas pela empresa em Mato Grosso do Sul

Agricultores familiares apoiados pela Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo do eucalipto, atingiram a marca de 8.140 cestas agroecológicas comercializadas por delivery em Mato Grosso do Sul. As cestas fazem parte da iniciativa “A feira vai até você”, desenvolvida pelo Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial da Suzano, com o objetivo de gerar renda e trabalho em meio à pandemia de Covid-19.

Nos quatro meses da ação, foram comercializadas 65 toneladas de hortifrútis pelo sistema de entregas, o que gerou uma receita bruta estimada em R$ 135,250 mil às famílias participantes. O volume corresponde a uma média de 500 cestas por semana, 16,2 toneladas de alimentos entregues ao mês e uma receita bruta média de R$ 33,8 mil/mês aos agricultores familiares. Os resultados correspondem a um incremento de 344% nas vendas por delivery, superando, em muito, a estimativa inicial. Antes da ação, a média era de 105 cestas entregues por semana.

Somente no mês de agosto, foram 1.853 cestas agroecológicas comercializadas por delivery, o equivalente a 14,6 toneladas de alimentos agroecológicos e uma receita bruta extra de R$ 27,795 mil estimada aos produtores.

“Embora tenha variado em relação a julho, mês em que os agricultores familiares registraram recorde nas vendas por delivery, os resultados obtidos em agosto são muito positivos e devem ser comemorados quando levado em consideração o cenário atual. Hoje, a grande maioria dos municípios retomou suas atividades comerciais e a população, aos poucos e com os cuidados necessários, está retomando sua rotina. A iniciativa ‘A feira vai até você’ foi muito além do proposto, que era garantir renda durante o período de pandemia. Ela viabilizou a descoberta de novo nicho de mercado e a expansão das possibilidades dos produtores rurais”, ressalta Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano.

Em Mato Grosso do Sul, a iniciativa conta com a participação de 56 agricultores familiares, de seis comunidades rurais dos municípios de Três Lagoas, Selvíria e Santa Rita do Pardo.

Cestas Agroecológicas

As cestas agroecológicas estão disponíveis em dois formados: individual e familiar. A cesta familiar é composta, basicamente, por três tipos de folhagens, dois tipos de legumes, uma porção de frutas e um produto artesanal, como bolos, geleias, queijo, podendo variar de acordo com a região.

O sistema de delivery está disponível em Três Lagoas, nas comunidades 20 de Março, telefones (67) 9 9 9350 9380 e (67) 9 9206 8208; Pontal do Faia, (67) 9 9965 8030, e Paulistinha, (67) 9 9948 3427.  Em Santa Rita do Pardo, as cestas podem ser adquiridas pelos telefones (67) 9 9858 2276 ou (67) 9 9610 5096, na comunidade São Thomé. Já em Selvíria, o delivery pode ser contratado pelos telefones (67) 9 9859 1265 (São Joaquim) e (67) 9 9652 7260 (Alecrim).

A iniciativa da Suzano também é realizada nos estados da Bahia, Espírito Santo, Maranhão e São Paulo, beneficiando 310 famílias em 38 comunidades. Juntos, esses agricultores familiares comercializaram 20.519 cestas agroecológicas, o que equivale a 155 toneladas de alimentos entregues por delivery. A estimativa é que, em quatro meses, a ação tenha gerado uma receita bruta extra de R$ 628,626 mil.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de árvores, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Suzano

Pesquisadores encontram espécies raras de falsa-coral nas florestas da Suzano em Mato Grosso do Sul

Publicado

Registro, enviado para a revista científica Herpetology Notes, reforça as boas práticas da empresa para a preservação biodiversidade, com mais de 1,2 mil espécies identificadas no Estado

As florestas da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Mato Grosso do Sul possibilitaram o registro singular de duas espécies raras de cobra do gênero Apostolepis, a “falsa-coral”, em uma mesma área. Com escassos registros científicos, as espécies Apostolepis goiasensis e Apostolepis intermedia, foram encontradas na região da propriedade Barra do Moeda, área de preservação ambiental da empresa, e evidenciam as boas práticas de manejo da Suzano para a preservação da biodiversidade.

“Embora esse gênero de serpente seja endêmico na América do Sul, principalmente no Brasil, as duas espécies encontradas em nossas áreas florestais são pouco conhecidas e registradas. Além disso, é bastante incomum as duas espécies serem localizadas em uma mesma área, o que atesta as nossas boas práticas de manejo para a conservação da biodiversidade. A Suzano mantém, desde 2007, um intenso trabalho de recuperação de áreas degradadas e monitoramento da fauna e da flora em suas áreas visando proteger os biomas, no caso de MS, principalmente o Cerrado. Esses registros nos reforçam que estamos no caminho certo”, ressalta Maria Tereza Borges Rocha, gerente de Meio Ambiente Industrial da Suzano.

As espécies foram encontradas durante pesquisas de campo que ocorreram entre outubro de 2017 e abril de 2018. A comunicação científica, de autoria de Fábio Maffei, consultor da Funatura da área de herpetologia, e Cristiano Nogueira, da Universidade de São Paulo, foi enviada em agosto para avaliação da revista científica Herpetology Notes (https://www.biotaxa.org/hn), especializada na área de herpetologia (ramo da zoologia dedicado ao estudo de répteis e anfíbios).

Ao todo, foram capturadas cinco cobras, sendo três da espécie Apostolepis intermedia e duas Apostolepis goiasensis. Quatro delas estavam em áreas de plantação de eucalipto e uma estava em uma área de Cerradão (Cerrado denso) da Suzano. Os animais foram coletados sob a licença SISBIO (Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade), do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), e enviados para a Coleção Herpetológica do Instituto Butantan, no Estado de São Paulo.

“As duas espécies aqui registradas ocorrem predominantemente em áreas de Cerrado. Este bioma é um hotspot de biodiversidade. A raridade de registros das duas espécies mostra que ainda sabemos pouco sobre a fauna de cobras desse bioma, principalmente formações florestais como o Cerradão”, destaca a publicação.

Monitoramento

Ao todo, foram catalogadas 1.208 espécies da fauna e flora da região nas florestas da Suzano. Vinte e oito delas estão ameaçadas de extinção, seguindo os critérios do IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza).

Dentre as espécies catalogadas, estão: 485 diferentes plantas nativas; 353 espécies de aves – o que corresponde a 47% das espécies do Cerrado, segundo o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) -, 103 artrópodes, 79 espécies de mamíferos, 62 de répteis, 55 de peixes e 41 espécies diferentes de anfíbios.

Na lista das espécies em risco de extinção pela IUCN catalogados pela empresa, estão desde aves como mutum-de-penacho (Crax fasciolata) e águia-cinzenta (Urubitinga coronata) à mamíferos, como cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), duas espécies de gatos-do-mato (Leopardus guttulus e Leopardus tigrinus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla),  ariranha (Pteronura brasiliensis) e anta (Tapirus terrestres).

Falsa-coral

De acordo com a publicação, estima-se que haja 37 espécies de falsa-coral na América do Sul, sendo 32 delas ocorrendo no Brasil.  No entanto, são poucos os registros desses animais. A Apostolepis goiasensis foi descrita em 1943 a partir de um espécime de Rio Verde, em Goiás, e, em 2003, com base em um segundo espécime do município de Uberlândia (MG). Posteriormente, foram publicados dados sobre indivíduos em Luziânia (GO), Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). “O espécime de Três Lagoas é o primeiro registro conhecido baseado em um espécime vivo obtido em uma amostra de campo”, destaca o comunicado. Outros três registros da espécie são apresentados para o Distrito Federal (Brasília), Goiás e São Paulo.

Já a Apostolepis intermedia era conhecida com base em um único espécime supostamente coletado em Miranda (MS), cujo holótipo (fragmento ou ilustração feita a partir de espécime usado para a descrição original de uma espécie) foi perdido. Um segundo exemplar foi registrado em Anastácio (MS), em 2012, e outros dois, no Paraguai.

Mato Grosso do Sul possui 113 espécies de serpentes, oito delas do gênero Apostolepis.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Suzano

Suzano é reconhecida como umas das melhores empresas para trabalhar no Brasil

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A companhia aparece pelo segundo ano consecutivo no ranking da pesquisa Great Place to Work

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, aparece como uma das melhores empresas para trabalhar no país segundo ranking divulgado pelo Great Place to Work (GPTW) em parceria com a revista Época Negócios. A premiação é resultado de uma metodologia global desenvolvida a partir da pesquisa de clima, comentários dos funcionários, práticas culturais e questionário adicional temático para mulheres.

Foto registrada em abril de 2019

Este é o segundo ano consecutivo no qual a Suzano está entre as 150 melhores do Brasil. Um dos focos da companhia mesmo antes do início da pandemia causada pelo novo coronavírus tem sido preservar a saúde, a segurança e o bem-estar de seus colaboradores, parceiros e familiares. “Fomos uma das primeiras empresas do país a fechar os escritórios administrativos, colocamos 4 mil funcionários em home office, entre eles, pessoas com 60 anos ou mais, gestantes e portadores de doenças crônicas, bem como oferecemos suporte de psicólogos e assistentes sociais aos colaboradores e familiares”, afirma Christian Orglmeister, Diretor Executivo de Estratégia, Gente, Comunicação, TI e Digital da Suzano. “Nosso cuidado também se estendeu às áreas operações, onde implementamos importantes medidas de prevenção e segurança direcionadas àqueles que precisam estar fisicamente em nossas unidades”, complementa.

Além dos cuidados com os colaboradores, terceiros e familiares, a Suzano também atuou para auxiliar a sociedade no enfrentamento ao novo coronavírus. Entre as medidas adotadas estão a doação de máscaras e respiradores, a construção de um hospital de campanha na Bahia e ações de apoio a fornecedores de pequeno porte e clientes.

Outro destaque do ano foi a divulgação das metas de longo prazo da companhia, apresentadas ao público externo em fevereiro passado. Entre elas estão o objetivo de remover 40 milhões de toneladas adicionais de carbono da atmosfera, oferecer 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável para substituir o uso de plástico e derivados do petróleo e auxiliar na retirada de 200 mil pessoas da linha da pobreza. Essas metas deverão ser alcançadas até 2030.

Outra meta de longo prazo, mas com foco no horizonte até 2025, prevê que a empresa terá 30% de seus cargos de liderança ocupados por mulheres e 30% por negros. “Um dos nossos direcionadores é Só é bom para nós se for bom para o mundo, por isso temos a responsabilidade de iniciar esse movimento dentro da companhia. E sabemos que para sermos uma empresa ainda melhor e mais bem preparada para o futuro, precisamos também ser mais diversa e inclusiva”, afirma Orglmeister.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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