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Saúde

Brasil registra 290 mortes de Covid-19 e 12,3 mil casos nas últimas 24h

Publicado

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (11) os números da covid-19 no Brasil. Desde o início da pandemia até agora, foram diagnosticados 5.091.979 casos da doença e 150.488 óbitos. 

Nas últimas 24 horas, foram registrados 12.342 novos casos e 290 mortes. Outras 2,2 mil mortes ainda estão sob investigação e 474 mil pessoas em tratamento. Ao todo, 4,47 milhões de pessoas que tiveram a doença já estão totalmente recuperadas.

A taxa de letalidade está em 3% e a mortalidade por 100 mil habitantes está em 71,6. A incidência de casos do novo coronavírus por 100 mil habitantes é de 2.424,5.

Covid-19 nos estados

O estado de São Paulo tem o maior número de diagnósticos da doença desde o início da pandemia, com 1.037.660 casos e 37.256 mortes. Em seguida vem a Bahia (325.957 casos e 7.128 óbitos), Minas Gerais (322.936 casos e 8.127 mortes) e Rio de Janeiro (283.675 casos e 19.308 óbitos).

Situação epidemiológica da Covid-19 no Brasil 11/10/2020

Situação epidemiológica da Covid-19 no Brasil 11/10/2020, por Divulgação/Ministério da Saúde

Por Agência Brasil

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 27.750 novos casos e 729 mortes em 24h

Publicado

As autoridades de saúde registraram 27.750 novos casos e 729 mortes nas últimas 24 horas em decorrência da covid-19.

As mortes acumuladas desde o início da pandemia do novo coronavírus alcançaram 148.957. Até ontem, o total de óbitos estava em 148.228. Outros 2.346 estão em investigação.

As informações foram disponibilizadas pelo Ministério da Saúde em seu balanço diário na noite desta quinta-feira (8). A atualização consolida dados enviados pelas secretarias de saúde.

Os casos de covid-19 do início da pandemia até hoje totalizaram 5.028.444. Até ontem, o painel do Ministério da Saúde marcava 5.000.694 casos acumulados de covid-19.

Ainda há 464.923 casos em acompanhamento. De acordo com o Ministério da Saúde, outras 4.414.564 pessoas já se recuperaram da doença.

Covid-19 nos estados

Com 215 mortes e 5.649 casos registrados nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo soma agora 36.884 mortes e 1.022.404 casos confirmados acumulados do novo coronavírus.

Do total de casos diagnosticados, 898.416 pessoas já estão recuperadas.

O número de pacientes internados em todo o estado, em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, é de 8.753 pessoas. Desse total, 3.726 pessoas estão internadas em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 43,4% no estado e de 42,2% na Grande São Paulo.

Os estados com mais mortes são São Paulo (36.884), Rio de Janeiro (19.110), Ceará (9.111), Pernambuco (8.387) e Minas Gerais (7.897). As Unidades da Federação com menos casos são Roraima (666), Acre (669), Amapá (724), Tocantins (996) e Mato Grosso do Sul (1.395).

Boletim epidemiológico covid-19
Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Por Agência Brasil

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Saúde

Covid-19: Brasil negocia com nove laboratórios sobre possíveis vacinas

Publicado

O Brasil mantém tratativas com nove laboratórios ou centros de pesquisa atuando em estudos e no desenvolvimento de vacinas contra a covid-19. Com os responsáveis pelas vacinas Oxford e Astrazeneca e do consórcio da OMS Covax Facility, já foram celebrados acordos para a aquisição de 140 milhões de doses no primeiro semestre de 2021, que serão disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunização.

O balanço foi apresentado hoje (8), em entrevista coletiva do Ministério da Saúde. As nove iniciativas de pesquisa são: Oxford/Astrazeneca (Reino Unido), Sinovac/Butantan (China), Pfizer (Estados Unidos e Alemanha), Sinopharm (China), Sputinik5 (Rússia), Covaxx e Novavax (Estados Unidos), Janssen (Bélgica) e Merck (Estados Unidos, França e Áustria). 

No caso da vacina de Oxford, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável por sua fabricação no Brasil a partir da transferência de tecnologia do laboratório Astrazeneca, deu entrada no processo de submissão contínua na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Este é o momento em que os proponentes de uma vacina começam a fornecer informações e abrem o processo de análise pela Anvisa.

De acordo com a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, há perspectiva de resultados dos estudos da Fase 3 em novembro ou dezembro. Esta é a etapa em que a substância é analisada em sua aplicação em humanos. Os testes estão a cargo da Universidade Federal de São Paulo (USP).

Pelo acordo firmado, a Fiocruz vai receber o ingrediente farmacêutico ativo e deve terminar a primeira entrega de 30 milhões de doses até janeiro de 2021. Para o primeiro semestre do próximo ano, mais 100 milhões de doses. O intuito é ter no segundo semestre entre 100 e 165 milhões, totalizando entre 200 e 265 milhões no ano que vem. “Isso depende da complexidade do processo de incorporação de tecnologia”, justificou Nísia Trindade.

Covax facility

Outra frente de atuação do governo brasileiro está no consórcio de países organizado pela OMS Covax facility. O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, informou que o Brasil pagou ontem (7) a primeira parcela. Com isso, o país passa a ter direito a resultados positivos das pesquisas e de eventuais vacinas desenvolvidas no âmbito do projeto.

O país já assegurou 40 milhões de doses para o primeiro semestre de 2021. Como a aplicação pode demandar duas doses por pessoa, Franco estimou que o produto beneficie 20 milhões de pessoas, cerca de 10% da população.

Foram escolhidos como público-alvo dessa vacina profissionais de saúde e pessoas que estão no chamado grupo de risco, que abrange idosos (60 anos ou mais) ou que apresentem condições médicas que as tornam mais vulneráveis à covid-19.

“Já temos garantido para o primeiro semestre de 2021 o acesso a 140 milhões de doses para aderir ao nosso Programa Nacional de Imunização”, afirmou o secretário executivo do Ministério da Saúde.

Programa de vacinação

Caso alguma das vacinas tenha êxito nas análises, a aplicação na população, ou nos segmentos selecionados, ocorrerá pelo Programa Nacional de Imunização.

A participação exigirá a oferta do CPF, como foi explicado pelo diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SUS), Jacson Venâncio de Barros. “O registro vai permitir o monitoramento constante de eventos adversos. Podemos ter uma, duas três, vacinas. E quando tivermos 3, 4, 10? Se não tivermos controle, ele vai tomar uma vacina A e B. A identificação unívoca vai permitir que a gente tenha a carteira nacional digital de vacinação”, justificou.

Por Agência Brasil

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