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Agronegócios

Brasil projeta exportação recorde de soja e milho em 2026

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O Brasil deve ampliar ainda mais sua presença no comércio mundial de grãos em 2026, com a soja novamente liderando as exportações. Segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país poderá embarcar 112,1 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, alta de 5,1% em relação ao ciclo anterior. O avanço reflete tanto o aumento da demanda global quanto a menor concorrência dos Estados Unidos no mercado internacional.

A demanda interna pela oleaginosa também deve crescer, puxada pela elevação da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel e pelo mercado de proteína vegetal. A previsão é que o processamento nacional de soja alcance 59,37 milhões de toneladas em 2026, com leve aumento frente ao ano passado.

No caso do milho, a projeção é de que o consumo doméstico chegue a 94,6 milhões de toneladas, um salto de 4,5% impulsionado principalmente pelo uso do cereal na produção de etanol. As exportações brasileiras de milho também devem crescer, podendo atingir 46,5 milhões de toneladas graças ao bom excedente produtivo. Apesar dos recordes em vendas externas e uso interno, a expectativa é de estoques finais estáveis ao término da safra.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócios

Pensar Agro debate internacionalização, gestão financeira e segurança jurídica do agronegócio

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Cuiabá, capital de Mato Grosso, recebe na próxima sexta-feira (29.05) uma das principais agendas de debate estratégico do agronegócio brasileiro em 2026.

Dentro da programação da GreenFarm 2026, no Parque Novo Mato Grosso, o Summit Pensar Agro reunirá produtores rurais, especialistas, empresários, investidores e lideranças do setor para discutir os desafios ligados à internacionalização, segurança jurídica, gestão financeira e competitividade do agro nacional.

O encontro terá como curador o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto), que defende uma ampliação da capacidade estratégica do setor diante das mudanças econômicas e geopolíticas globais.

“Mato Grosso já demonstrou sua força produtiva para o Brasil e para o mundo. Agora o desafio é ampliar presença institucional, agregar valor, fortalecer gestão e construir um agro cada vez mais preparado para competir em um ambiente globalizado”, afirma Isan Rezende.

O Summit terá como eixo central o debate sobre os novos desafios enfrentados pelo produtor rural, que hoje vão muito além da produção dentro da porteira. Crédito, governança, sucessão patrimonial, gestão financeira, abertura de mercados e segurança jurídica passaram a ocupar espaço decisivo na sustentabilidade das propriedades rurais.

“O produtor rural moderno não lida apenas com clima e produtividade. Ele precisa tomar decisões financeiras, jurídicas e estratégicas diariamente. O agro se profissionalizou e exige cada vez mais informação qualificada e gestão eficiente”, diz Isan.

Um dos principais destaques da programação será o painel “Inteligência Financeira no Agro: o caminho para crescer com segurança”, voltado à gestão financeira, proteção de margem e planejamento econômico nas propriedades rurais.

O debate reunirá Marco Antônio de Oliveira, engenheiro agrônomo e CEO da FertiHedge, especialista em proteção de preços e gestão de insumos; Mauro Paglione, administrador e CEO da SAA Software, referência em tecnologia aplicada à gestão e eficiência administrativa; e Marlei Danielle, administradora e sócia-fundadora da WFlow Agro MT, com atuação em planejamento financeiro e estruturação de capital no agro.

A proposta do painel é discutir como ferramentas de inteligência financeira passaram a ser determinantes em um cenário marcado por juros elevados, volatilidade cambial, aumento do custo de produção e maior pressão sobre margens no campo.

“No agronegócio atual, produzir bem continua sendo essencial. Mas gerir bem passou a ser o grande diferencial competitivo. O futuro do setor depende cada vez mais

de planejamento, inteligência financeira e capacidade de tomada de decisão”, afirma Isan Rezende.

Outro eixo importante do Summit será o painel “Jurídico no Agro”, que discutirá segurança jurídica, governança patrimonial, sucessão familiar e conciliação ambiental. O debate contará com participação do promotor de Justiça Marcelo Caetano Vacchiano, diretor da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso; Marco Marrafon, especialista em Direito Constitucional e Agroambiental; e Bruno Oliveira Castro, especialista em Direito Empresarial e holdings familiares.

A programação também prevê discussões sobre oportunidades internacionais para o agronegócio brasileiro, política agrícola, desenvolvimento regional e ampliação das relações comerciais do Brasil com mercados estratégicos.

A expectativa dos organizadores é transformar o Summit Pensar Agro em um ambiente de articulação entre produtores, especialistas, investidores e representantes institucionais em torno dos temas que devem definir os próximos ciclos de crescimento do agronegócio brasileiro.

Serviço

Summit Pensar Agro — GreenFarm 2026
📍 Arena Central — Parque Novo Mato Grosso — Cuiabá (MT)
📅 29 de maio de 2026

Programação:
• 13h — Recepção e credenciamento
• 14h — Abertura do Summit Pensar Agro
• 15h20 — Painel: Oportunidades no mercado internacional para o agronegócio brasileiro
• 17h10 — Painel: Jurídico no Agro
• 18h20 — Painel: Inteligência Financeira no Agro
• 19h30 — Fórum Brasil Central

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócios

Receita dá trégua em aplicação de multas da Reforma Tributária, mas é preciso atenção

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A Receita Federal confirmou que não aplicará multas em 2026 para os contribuintes que cometerem erros ao preencher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nas notas fiscais eletrônicas. O anúncio traz um alívio temporário para o agronegócio, setor que enfrenta uma das maiores reformulações operacionais de sua história.

A partir de 1º de agosto de 2026, quando começam a valer as novas obrigações de preenchimento, o governo adotará uma postura exclusivamente educativa. Caso o produtor rural ou a empresa do agro cometa alguma falha nas informações fiscais, haverá uma notificação com prazo de até 60 dias para a correção das inconsistências, sem aplicação de penalidades. As cobranças e punições financeiras efetivas foram postergadas para 1º de janeiro de 2027, data em que a CBS entra oficialmente em vigor.

O que são o IBS e a CBS

Para o produtor rural, entender a nova engrenagem é essencial, já que o modelo atual de impostos será progressivamente substituído por dois novos tributos que vão incidir diretamente sobre a comercialização da produção, insumos e maquinários:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): É o novo imposto federal. Ele vai unificar os atuais PIS e Cofins. Por ser de competência da União, sua arrecadação vai direto para o governo federal.

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): É o novo imposto estadual e municipal. Ele vai juntar o ICMS (que hoje é estadual) e o ISS (que é municipal). A gestão desse tributo será feita de forma conjunta por Estados e Municípios através de um órgão chamado Comitê Gestor do IBS.

Juntos, o IBS e a CBS formam o chamado IVA Dual (Imposto sobre o Valor Agregado). Na rotina do campo, a principal mudança está na forma de calcular: o imposto passará a ser cobrado apenas sobre o valor que o produtor agrega ao produto, permitindo o abatimento de créditos dos impostos pagos nas etapas anteriores (como na compra de fertilizantes, sementes ou diesel). É por isso que o preenchimento correto da nota fiscal se torna o coração do novo sistema.

Embora o governo tenha aberto uma janela sem punições, especialistas alertam que o prazo regulamentar não deve se traduzir em braços cruzados no campo. O momento exige preparação estratégica imediata, especialmente pelas particularidades logísticas e comerciais do agronegócio.

O produtor rural precisa entender que esse período sem multas é uma oportunidade para ajustar processos, revisar sistemas e compreender como a nova lógica tributária vai funcionar. Quem deixar para agir apenas em 2027 pode enfrentar dificuldades operacionais, erros fiscais e impactos financeiros importantes. Os dados transmitidos voluntariamente neste ano de aprendizado servirão de base para o governo calibrar as alíquotas de referência do futuro sistema.

O tamanho do desafio se reflete nos números oficiais: a Receita Federal informou que mais de 12,5 milhões de empresas já estão emitindo notas fiscais no ambiente de testes montado pelo governo, com um volume que já supera 13,5 bilhões de documentos processados.

Os especialistas recomendam ao homem do campo buscar orientação técnica especializada e atualizar os sistemas de gestão da fazenda o quanto antes, já que a Reforma Tributária muda não apenas tributos, mas também rotinas fiscais, parametrizações e obrigações acessórias. O produtor rural precisa estar cercado de informação confiável.

O cenário demanda atenção redobrada porque o arcabouço legal ainda está sendo desenhado. O regulamento operacional publicado pelo governo traz mais de 160 referências a futuras normas complementares que ainda dependem de publicação oficial por parte da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS. Essas indefinições envolvem desde o desenho final dos layouts das notas fiscais até os procedimentos práticos de apuração de créditos para o produtor.

Entidades representativas do setor agropecuário começam a enviar sugestões de aprimoramento ao Ministério da Fazenda para tentar simplificar os mecanismos antes da estreia definitiva do modelo, garantindo que a transição no campo ocorra sem travar o escoamento da produção nacional.

Fonte: Pensar Agro

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