Arapuá
Arapuá comemora Dia da Independência com Torneio de Futebol
No dia 7 de Setembro de 2016, aconteceu o Torneio de Futebol no Distrito de Arapuá, no Estádio Municipal “José Rodrigues”, onde 8 equipes participaram do evento: Assentamento 20 de Março, Escola Afonso Trannin, Garcias, JY Agroflorestal, São Francisco, Ebeneler, Arapuá e Café Colonial.
Com organização do professor André Luiz Neto, que contou com arbitragem do senhor Manoel de Barros e com apoio da Secretaria de Esportes de Três Lagoas (SEJUVEL), em nome do Secretário Walter Dias, que fez a doação dos troféus do Torneio, que foram premiados entre campeão, vice-campeão e terceiro colocado.
Com duração de 15 x 15 minutos por partida, as 9h iniciou o torneio e finalizou as 14:30, com diversão para todos os envolvidos.
Alunos do Terceiro Ano, da Escola Estadual Afonso Francisco Xavier Trannin, estiveram vendendo bebidas e espetinhos, com objetivo de arrecadar dinheiro para fazer a tão esperada formatura, no final deste ano.
FINAL
A final do Torneio foi disputada entre as Equipes da Escola Afonso Trannin e Café Colonial, que terminaram empatadas no placar de 2 a 2. Nas cobranças por pênaltis a Escola Afonso Trannin venceu por 3 a 2, consagrando Campeão do Evento.
CLASSIFICAÇÃO DO TORNEIO DA INDEPENDÊNCIA
Campeão: Escola Afonso Trannin
Vice: Café Colonial
3º: São Francisco
4º: Assentamento 20 de Março
Fotos: Registradas por Nathália Campos
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Arapuá
O lado invisível da celulose| Esvaziamento populacional e apagamento cultural em Arapuá e Garcias
Entre 2000 e 2020, enquanto o setor de celulose impulsionava a economia regional, os distritos de Arapuá e Garcias seguiam no caminho inverso, enfrentando um rápido encolhimento populacional. Dados do IBGE e projeções demográficas revelam que a população de Arapuá caiu 17% (de 1.911 para 1.586 habitantes), enquanto Garcias registrou uma queda de 15% (de 2.301 para 1.967 moradores).
Uma pesquisa conduzida pela geógrafa francesa Marine Dubos-Raoul, professora convidada da UFMS, revela que esse impacto vai além da economia: trata-se do esfacelamento da vida comunitária.
De Vilas Vivas a “Cidades Desertas”
A partir de dezenas de entrevistas com moradores, a pesquisadora documentou a perda das tradições que uniam a população. Tradicionais bailes, quermesses, campeonatos de futebol e festas religiosas desapareceram à medida que as famílias deixavam a zona rural.
“Tem dias que você passa lá e parece uma cidade deserta”, relata um morador. Outro relembra que os bailes que duravam até o amanhecer deram lugar a ruas totalmente vazias antes mesmo da meia-noite.
A mudança na paisagem também foi radical. Entrevistados relatam que antigas sedes de fazendas, que antes abrigavam dezenas de famílias de trabalhadores, foram demolidas. Tratores abriram grandes valas para enterrar as estruturas das antigas moradias, abrindo espaço para os extensos monocultivos de eucalipto e apagando vestígios da história local.
Impactos na Fauna, Flora e o Fim da Escola Local
O estudo também capturou a percepção dos moradores sobre as alterações no ecossistema:
- Fauna: Espécies nativas como perdizes, jaós e anus tornaram-se raras. Em contrapartida, tucanos, araras, papagaios e macacos passaram a invadir os quintais das casas, provavelmente atraídos pela busca por alimento.
- Flora: Frutos tradicionais do Cerrado, como a guavira, o pequi e o marolo, tornaram-se cada vez mais difíceis de encontrar. (Os autores ressaltam que esses relatos refletem a percepção dos moradores e não estabelecem, isoladamente, uma relação científica de causa e efeito).
O Símbolo do Abandono
O marco mais doloroso dessa transição foi o fechamento das instituições locais. A escola, que historicamente funcionava como o principal ponto de encontro e integração dos moradores, viu o número de alunos despencar.
Em Garcias, a escola foi definitivamente desativada em 2018. Com o encerramento das atividades, o sentimento de comunidade se enfraqueceu ainda mais, e as crianças da região passaram a enfrentar longas e cansativas viagens diárias de ônibus para conseguir estudar no distrito vizinho.
Leia na integra a pesquisa geógrafa francesa Marine Dubos-Raoul, professora convidada da UFMS
02.docxPor Campo Grande News
Arapuá
Defesa Civil acompanha recuperação de erosão na MS-459 e reforça segurança no trecho para moradores locais
A Defesa Civil de Três Lagoas segue atuando de forma preventiva na identificação e solução de situações que possam comprometer a segurança da população. Na manhã desta segunda-feira, 20 de julho, o agente da Defesa Civil, Luiz Fabiano, acompanhado do engenheiro da AGESUL, Mário, esteve na rodovia MS-459, no trecho entre a BR-262 e o Distrito de Arapuá, para vistoriar uma erosão identificada nos últimos dias.
O local, que já havia sido devidamente sinalizado e isolado para garantir a segurança dos motoristas, começou a receber nesta segunda-feira os serviços de recuperação. A intervenção tem como objetivo restabelecer as condições adequadas de trafegabilidade da via, evitar o avanço da erosão e proporcionar mais segurança aos usuários da rodovia.
| Texto por: | Raquel Tozi | Foto por: | Defesa Civil |
Fonte: Prefeitura Três Lagoas MS
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