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4 Passeios divertidos e inusitados da África do Sul

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África do Sul vai muito além de safári no Kruger parque, o país possui inúmeros passeios legais, alguns bastante exóticos e incomuns para nós mas que vale a pena conhecer. São passeios com animais selvagens, degustação e claro de aventura, para agradar a todos os gêneros e idades.

1 – Monkeyland

Para quem gosta de animais, esse passeio é muito legal, em uma imensa floresta de 12 hectares na região rural do The Crags, esta localizado a “Terra dos Macacos”. Neste santuário habitam livremente mais de 500 primatas de 11 espécies diferentes, vivendo em perfeita harmonia. O visitante é conduzido em uma visita guiada ao longo de uma trilha pela floresta observando de pertinho os primatas, que transitam muitas vezes ao nosso lado sem se importar com a presença humana. Todos os macacos que vivem no Monkeyland foram resgatados de zoos, pet (ilegalmente) ou mesmo de laboratórios, porém no santuário eles tem uma nova chance de viverem livres em seu habitat natural.

2 – Carruagem histórica

De volta ao passado, um passeio inusitado na África do Sul é o Hog Hollow Carriage Trail. Apesar do nome longo, é um tour em uma carruagem vintage (do século XVII) em que o visitante é levado em grande estilo até uma vinícola na região rural The Crags, onde fará uma degustação não somente de vinho, mas também de azeite, azeitona e chá gelado.
Dentro da própria carruagem são servidos alguns drinks. Os dois cavalos que conduzem a carruagem são treinados por comandos de voz, isto é, não sofrem nenhum tipo de castigo, felizmente. Mesmo aqueles que não se interessam ou não entendem de vinhos poderão curtir esse passeio pelas belas paisagens rurais.

3 – Safári de Avestruz

Isso mesmo, um safári só pra ver avestruzes. O safari ostrich como eles chamam na cidade de Outdshoorn (uma espécie de velho oeste sul africano), funciona de uma forma diferente, ao invés de jeeps, um trator conduz uma carroceria com capacidade para aproximadamente 20 pessoas e, em seguida, entra no recinto dos animais.
O avestruz é um animal curioso e qualquer coisa chama a atenção deles que logo se aproximam do trator, ficando a poucos centímetros dos visitantes. Em todas as​ visitas às fazendas de avestruzes, o visitante fica separado deles através de uma cerca, pois são animais não tão dóceis assim, e apesar da sua bicada não doer, eles podem dar chutes bem fortes. Ficar no trator é uma forma de estar ao lado deles em total segurança.

4 – Cool Runnings

Já imaginou descer em um trenó através de um tobogã com curvas sinuosas a uma velocidade que pode chegar até a 60km? Pois é, e o mais surpreendente ainda é ver crianças guiando esses trenós com uma habilidade de fazer inveja em qualquer um. O visitante pode comprar quantas fichas quiser, e em seguida, sentar no trenó segurando na alavanca onde pode controlar a velocidade/freio.
Depois é levado até ao ponto de partida, onde irá descer na velocidade que preferir, porém se descer muito devagar, provavelmente quem estiver vindo atrás baterá em você mas nada muito sério – foi o que ocorreu comigo. É um passeio para todas as idades e crianças novinhas vão no colo dos adultos. O que me chamou atenção foi a ausência de capacetes.
Fonte: Tudo Interessante
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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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