Curiosidades
8 Segredos bastante curiosos escondidos por trás de pinturas famosas
Algumas obras de arte mundialmente conhecidas guardam histórias curiosas e até segredos que muitos de nós nem imaginamos.
As pinturas famosas abaixo, por exemplo, escondem alguns fatores por trás de seus detalhes e mostram que a pintura vai muito além do que se vê.
1 – Mona Lisa, Leonardo Da Vinci (1503)
O artista acrescentou letras e símbolos em miniatura nas pupilas da Mona Lisa. Segundo o pesquisador Silvano Vinceti, no olho direito aparecem as letras LV, que poderiam ser as iniciais do autor Leonardo Da Vinci. As letras no olho esquerdo não são muito claras, mas Vinceti imagina que elas sejam um “B” ou um “S”, ou possivelmente as iniciais “CE”. O pesquisador acha que são pistas vitais para se descobrir a identidade da modelo.

2 – A Última Ceia, Leonardo Da Vinci (1498)
Um pesquisador concluiu que a pintura esconde uma partitura musical. Segundo sua teoria, os pães dispostos sobre a mesa e as mãos dos apóstolos e de Jesus fazem um requiem.

3 – O velho pescador, Tivadar Kosztka (1902)
Essa pintura guarda um segredo um tanto assombroso. Olhando para ela com um espelho colocado no meio da tela, é possível ver a face de Deus à direita do pescador e do diabo à esquerda. Uma ilusão de ótica na qual reside o significado oculto do bem e do mal.

4 – A Primavera, Sandro Botticelli (1482)
Nessa famosa pintura, existem pelo menos 500 tipos diferentes de plantas e 190 tipos diferentes de flores. Diversos estudos mostraram que a maioria delas existe na realidade e são meticulosamente pintadas. No entanto, acredita-se que algumas delas vêm da fantasia do autor e são uma mistura entre realidade e imaginação.

5 – Broadway Boogie-Woogie, Mondrian (1943)
Apesar de ser um trabalho abstrato, o artista queria representar de forma inovadora as ruas da cidade de Manhattan, para onde se mudou em 1940.

6 – A Noite Estrelada, Van Gogh (1888)
O quadro foi pintado enquanto Van Gogh estava internado no hospital psiquiátrico devido a um colapso mental. Van Gogh foi autorizado a ocupar dois quartos: um para dormir e outro usado como estúdio. O artista também podia sair para pintar ao ar livre sempre que estivesse acompanhado por um guarda.

7 – O Jardim das Delícias, Hieronymus Bosch
Em uma parte da obra, que simboliza o inferno, está uma partitura musical dividida entre um livro e as nádegas de uma pessoa torturada. Esta descoberta foi feita por dois estudantes de Oklahoma, em parceria com o departamento de música da universidade para obter um resultado mais preciso. A música se chamava “Ass Music” e agora qualquer um pode ouvi-la.

8 – A Ronda Noturna, Rembrandt (1642)
Esta pintura é conhecida pelo nome “A Ronda Noturna”, por causa da escuridão do fundo onde os personagens aparecem. No entanto, a cor se deu devido à oxidação do verniz e da fuligem acumulada ao longo do tempo. Ao restaurar este trabalho em 1947, descobriu-se que a cena ocorreu originalmente durante o dia.

Fonte: Genial Guru
Curiosidades
Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.
Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática: 76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.
Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina
O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.
Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.
Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”
Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição
Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.
Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.
Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.
Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo
A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.
Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”
Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”
Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar
Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.
Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”
Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença
Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”
A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”
Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”
Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”
Sobre o Sexlog
Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.
Curiosidades
A menina que não sente dor, fome e sono
Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.
O que é a deleção do cromossomo 6p?
A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono
Impactos no cotidiano
A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com
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Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.
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Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.
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Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.
Um caso único
Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.
Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:
She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger
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