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Neymar e Messi buscam título que Pelé e Maradona não venceram

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Pelé e Diego Maradona, os dois maiores jogadores da história do futebol e campeões mundiais com Brasil e Argentina, nunca conquistaram uma Copa América. Agora, chegou a vez dos herdeiros, Neymar e Lionel Messi, terem a chance de erguer a cobiçada taça continental no Chile.

As duas estrelas do Barcelona se uniram aos elencos de suas seleções com um grande sorriso no rosto. A Liga dos Campeões, vencida no sábado com o clube catalão, selou a conquista da ‘tríplice coroa’ e servirá de inspiração para o torneio continental, que começa nesta quinta-feira.

A Argentina estreia contra os vizinhos paraguaios (Grupo B) no sábado em La Serena, enquanto o Brasil faz a primeira partida contra o Peru (Grupo C), em Temuco.

Vestindo camisas historicamente rivais, Messi e Neymar prometem um espetáculo de futebol.

A Copa América é o torneio de seleções mais antigo do mundo. A primeira edição foi disputada em 1916.

O Brasil tem oito títulos, nenhum deles vencido pela seleção do Rei Pelé, que disputou a competição apenas uma vez, em 1959.

Naquele ano, o Brasil chegou à Argentina motivado para a disputada da Copa América, depois de conquistar pela primeira vez a Copa do Mundo em 1958, na Suécia. O técnico Vicente Feola contava com estrelas como Didi, Vavá, Nilton Santos, Zagallo, Garrincha e Pelé, que na época tinha apenas 19 anos.

A competição era disputada num modelo de todos contra todos e o Brasil venceu quatro partida e empatou duas, ficando um ponto atrás da Argentina, que conquistou o título com cinco vitórias e um empate.

Pelé foi o artilheiro e melhor jogador da competição (oito gols em seis jogos), mas voltou para casa sem o troféu.

Neymar leva nas costas o número ’10’ de Pelé e, em tempos de escassez de astros, se apresenta como único sucessor ao trono do Rei, apesar de ainda não ter vencido um título com a seleção.

O capitão da seleção de Dunga perdeu as três competições que disputou com o Brasil: a Copa América na Argentina-2011 (eliminado nas quartas de final pelo Paraguai), os Jogos Olímpicos de Londres-2012 (derrota na final para o México) e a Copa do Mundo em casa, no ano passado, quando a seleção foi humilhada pela Alemanha por 7 a 1 nas semifinais (Neymar, lesionado, não jogou).

Na Argentina-2011, Neymar marcou dois gols na vitória sobre o Equador (4-2), na fase de grupos.

Depois da derrota na Copa em casa, o Brasil venceu os nove amistosos que disputou, inclusive contra rivais de peso, como Colômbia (1-0), Equador (1-0), Argentina (2-0) e México (2-0). No Chile, a seleção fará a primeira partida oficial desde o fatídico Mundial.

– A hora de Messi –

Diego Armando Maradona não é o melhor jogador da história segundo a Fifa, mas sim segundo muitos torcedores no mundo. Não é o ‘Rei’, mas sim ‘Deus’, tendo até uma igreja fundada em seu nome, a Igreja Maradoniana.

Foi com Maradona que a seleção ‘Alviceleste’ conquistou a Copa do Mundo do México-1986, quando o pequeno gênio marcou dois dos gols mais antológicos da história, a ‘Mão de Deus’ e o gol em que partiu do meio de campo e driblou metade da seleção inglesa.

Maradona, porém, também não venceu a Copa América, competição que disputou três vezes (1979, 1987 e 1989).

Em 1979, a Argentina sequer passou da fase de grupos. Maradona, que erá juvenil, marcou apenas um gol.

Depois de ganhar a Copa do México-1986, a Argentina foi quarta colocado na Copa América de 1987. Com a camisa 10 nas costas e a Bola de Ouro debaixo do braço, Maradona balançou as redes três vezes.

Dois anos depois, no Brasil, o craque marcou outros dois gols, mas sua equipe ficou com o terceiro lugar.

A Argentina tem 14 títulos continentais, mas nenhum comemorado por Maradona ou Messi.

A ‘Pulga’, que chegou nesta terça-feira em La Serena, cidade chilena onde a seleção argentina está concentrada, disputará pela terceira vez a Copa América. Na Venezuela-2007, teve boa atuação, mas foi derrotado na final pelo Brasil por 3 a 0.

Em casa, em 2011, Messi foi criticado por não mostrar com a camisa da Alviceleste a genialidade diária com exibida no Barcelona. A Argentina acabou eliminada nas quartas de final pelo campeão Uruguai.

Companheiros no Barcelona, rivais no Chile. Uma final Brasil-Argentina, tão sonhada na última Copa, prometeria uma espetáculo em campo entre Neymar e Messi. Por enquanto, as atenções de ambas as seleções estão em Peru e Paraguai. A final está a cinco jogos de distância.

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Brasil goleia o Panamá no Maracanã e se despede da torcida antes da Copa de 2026

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A Seleção Brasileira encerrou sua passagem por solo nacional antes da Copa do Mundo de 2026 com uma atuação convincente e cheia de gols. No Maracanã, neste domingo, o time comandado por Carlo Ancelotti venceu o Panamá por 6 a 2 e transformou o último compromisso no país em uma noite de festa para a torcida.

O placar foi construído com gols de Vinicius Júnior, Casemiro, Rayan, Lucas Paquetá, Igor Thiago e Danilo Santos. Do outro lado, Murillo e Harvey aproveitaram as oportunidades que tiveram para descontar para os visitantes, em um duelo marcado por intensidade, testes e muita participação dos reservas na etapa final.

O jogo

A partida começou com o Brasil em ritmo forte. Logo no primeiro minuto, Vinicius Júnior recebeu pela intermediária, driblou a marcação e acertou um chute preciso no ângulo para abrir o marcador. O Panamá respondeu aos 13 minutos, quando Murillo cobrou falta, a bola desviou na barreira e tirou qualquer chance de defesa de Alisson. O empate animou os visitantes, que ainda assustaram com uma finalização perigosa de Ismael Díaz.

O Brasil voltou a acelerar antes do intervalo. Em outra jogada liderada por Vini Jr. pela esquerda, o atacante cruzou a bola na medida, Casemiro desviou de cabeça e fez o segundo. O lance chegou a ser anulado por impedimento, mas a revisão do VAR confirmou o gol e devolveu a vantagem à Seleção, que foi para o vestiário em alta.

Na volta do intervalo, Ancelotti promoveu uma mudança quase total: trocou 10 dos 11 titulares e manteve apenas Léo Pereira em campo. A alteração abriu espaço para os reservas mostrarem serviço, e o time respondeu de imediato. Igor Thiago pressionou a saída de bola, forçou o erro do goleiro Mosquera e deixou Rayan em ótima condição para encobrir o adversário e marcar o terceiro.

O quarto gol nasceu de uma boa construção coletiva. Danilo Santos avançou pelo meio, acionou Douglas Santos, que rolou para o centro, e Lucas Paquetá apareceu para finalizar de primeira, com desvio, ampliando a vantagem. Pouco depois, Igor Thiago foi derrubado na área, assumiu a cobrança e converteu o pênalti, fazendo o quinto.

Ainda houve tempo para mais um golaço. Aos 35 minutos, Paquetá encontrou Danilo Santos dentro da área. O volante dominou, deixou o marcador no chão e bateu com categoria para fechar a goleada brasileira.

O Panamá ainda conseguiu diminuir com Harvey, aos 38 minutos, em um chute forte da entrada da área, mas já era tarde para qualquer reação. No fim, o Brasil deixou o Maracanã com moral elevada e com a sensação de missão cumprida antes da viagem para os Estados Unidos.

A equipe agora segue para Nova Jersey, na costa leste americana, onde dará continuidade à preparação para o Mundial. Antes da estreia na Copa, a Seleção ainda fará um amistoso contra o Egito, no próximo sábado, no Huntington Bank Field, em Cleveland.

Na Copa do Mundo, o Brasil está no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. Só os dois primeiros de cada chave avançam diretamente ao mata-mata, além dos oito melhores terceiros colocados da fase de grupos.

Próximo jogo do Brasil

  • Brasil x Egito (amistoso)
  • Data e horário: 06/06 (sábado), às 19h (de Brasília)
  • Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Próximo jogo do Panamá

  • Panamá x República Dominicana (amistoso)
  • Data e horário: 03/06 (quarta-feira), às 21h45 (de Brasília)
  • Local: Estadio Rommel Fernández Gutiérrez, na Cidade do Panamá (PAN)
FICHA TÉCNICA
Brasil 6 x 2 Panamá
Competição Amistoso
Local Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data 31 de maio de 2026 (domingo)
Horário 18h30 (de Brasília)
Público 72.140
Cartões Amarelos Blackman (Panamá)
Cartões Vermelhos Nenhum
Árbitro Daniel Schlager (ALE)
Assistentes Sven Washitzki-Günther (ALE) e Rafael Foltyn (ALE)
VAR Pascoal Müller (ALE) e Robert Schröder (ALE)
Gols Vinicius Júnior (1′ 1ºT), Murillo (13′ 1ºT), Casemiro (38′ 1ºT), Rayan (8′ 2ºT), Paquetá (14′ 2ºT), Danilo Santos (35′ 2ºT), Harvey (38′ 2ºT)
Brasil Alisson (Ederson); Wesley (Danilo), Bremer (Ibanez), Léo Pereira, Alex Sandro (Douglas Santos); Casemiro (Fabiinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos); Matheus Cunha (Paquetá), Raphinha (Igor Thiago), Vinicius Junior (Endrick), Luiz Henrique (Rayan).
Panamá Mosquera, Murillo (Iván Anderson), Escobar (Jiovany Ramos), Córdoba (Fariña), Andrés Andrade (Miller); Bárcenas (Davis), Ismael Díaz (Griffith), Blackman, José Rodríguez (Tomás Rodríguez), Harvey (Cristian Martínez); Waterman (Fajardo).

Fonte: Esportes

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Vasco perde do Atlético-MG e entra na zona de rebaixamento do Brasileirão

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O Vasco foi superado pelo Atlético-MG por 1 a 0 neste domingo, em São Januário, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, e chega à pausa para a Copa do Mundo em situação delicada na tabela. O resultado empurrou a equipe carioca para a zona de rebaixamento, aumentando a pressão para a sequência da temporada.

Com a vitória fora de casa, o Atlético-MG foi a 24 pontos e subiu para a sétima colocação, ganhando fôlego na disputa por posições mais altas. Já o Vasco estacionou nos 20 pontos e terminou a rodada na 17ª posição, a primeira dentro do grupo que hoje cai para a Série B.

O jogo

Dentro de campo, o time cruz-maltino começou melhor e teve a chance de abrir o placar logo no primeiro minuto. Adson levantou na área, Spinelli subiu para testar e obrigou Everson a trabalhar bem na defesa. O Vasco manteve presença ofensiva nos minutos iniciais, mas não conseguiu transformar a pressão em vantagem.

A resposta do Atlético veio aos 32 minutos, em um lance de muita qualidade. Reinier fez boa jogada individual, protegeu a bola na disputa com Barros e bateu forte, no ângulo, mas Léo Jardim salvou o Vasco com uma grande defesa. Na sequência, porém, o Galo aproveitou a bola parada: após cobrança de escanteio de Bernard, Vitor Hugo subiu mais alto que a marcação e marcou o gol que definiu a partida.

Depois do golpe sofrido em casa, o Vasco não conseguiu reagir com força suficiente para mudar o roteiro do confronto. O revés aumenta a pressão sobre o elenco na volta do calendário nacional, quando a equipe tentará sair da parte de baixo da classificação e evitar que a situação se complique ainda mais no torneio.

Próximos jogos

Vasco

  • Vitória x Vasco| 19ª rodada do Camp. Brasileiro
  • Data e hora: a definir
  • Local: Barradão, Salvador

Atlético-MG

  • Atlético-MG x Bahia | 19ª rodada do Camp. Brasileiro
  • Data e hora: a definir
  • Local: Arena MRV, Minas Gerais
FICHA TÉNCIA
Vasco 0 x 1 Atlético-MG
Competição Série A | Rodada 18
Local São Januário, no Rio de Janeiro
Data 31 de maio de 2026 (domingo)
Horário 16h (de Brasília)
Gol Vitor Hugo, aos 32′ do 1ºT (Atlético-MG)
Árbitro Anderson Daronco (RS)
Assistentes Michael Stanislau (RS) e Tiago Augusto Kappes Diel (RS)
VAR Rafael Traci (SC)
Vasco Léo Jardim; Puma Rodriguez, Carlos Cuesta, Robert Renan, Cuiabano; Cauan Barros; Adson, Johan Rojas, Thiago Mendes, Nuno Moreira; Claudio Spinelli. Técnico: Renato Gaúcho.
 Atlético-MG Everson; Lyanco, Iván Román, Vitor Hugo; Natanael, Tomaz Perez, Victor Hugo, Renan Lodi; Cuello, Bernard, Reinier. Técnico: Eduardo Dominguez.

Fonte: Esportes

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