TRÊS LAGOAS
Pesquisar
Close this search box.

Agronegócios

Carne bovina abre perspectiva de R$ 808 milhões em novos negócios

Publicado em

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) divulgou nesta segunda-feira (17.08) um balanço que aponta aproximadamente R$ 808 milhões em negócios fechados ou projetados para a carne bovina brasileira. Desse total, cerca de R$ 142 milhões correspondem a vendas imediatas e R$ 667 milhões representam expectativas para os próximos 12 meses.

Os resultados foram obtidos pelas empresas participantes do Brazilian Beef durante o Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs), realizado entre 4 e 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O projeto é desenvolvido pela Abiec em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A conversão para reais considera a taxa comercial média de R$ 5,2008 registrada em 17 de agosto. O montante projetado para os próximos meses corresponde às expectativas informadas pelas empresas a partir dos contatos realizados durante o evento e não representa receita já contratada.

A divulgação ocorre em um momento no qual a indústria brasileira procura ampliar mercados para compensar a redução dos embarques à China, principal compradora da carne bovina nacional. Em julho, o país asiático recebeu 85,8 mil toneladas, queda de 47% em relação ao mesmo mês de 2025.

A desaceleração foi provocada pelo avanço do preenchimento da cota estabelecida para o produto brasileiro. Com a possibilidade de cobrança de uma tarifa adicional sobre os volumes que ultrapassarem o limite, frigoríficos reduziram os embarques para evitar que as cargas cheguem ao mercado chinês fora da cota.

Durante o Siavs, as empresas mantiveram contatos com compradores da China, Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Argentina, União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Indonésia, Malásia, Índia, Egito, Emirados Árabes Unidos, Israel e Marrocos, entre outros mercados.

A presença de compradores de diferentes regiões reforça a estratégia de diversificação das exportações. Embora a China permaneça como o maior destino, a ampliação das vendas para outros países pode reduzir a dependência de um único mercado e aumentar a concorrência pela carne produzida no Brasil.

De janeiro a julho de 2026, o Brasil exportou 1,969 milhão de toneladas de carne bovina, crescimento de 9,9% sobre o mesmo período do ano passado. A receita acumulada equivale a aproximadamente R$ 59,4 bilhões pela cotação utilizada nesta reportagem.

A China comprou 880,3 mil toneladas nos sete primeiros meses do ano, quase 45% do volume total. Na sequência aparecem os Estados Unidos, com 233,8 mil toneladas; Chile, com 89,9 mil; Rússia, com 74,3 mil; e União Europeia, com 63,7 mil toneladas.

Mercados que ainda possuem participação menor também avançaram. As exportações para a Indonésia alcançaram 43,8 mil toneladas, alta de 242,1%. O Vietnã recebeu 8,4 mil toneladas, crescimento de 375,4%, enquanto a Argentina importou 16,2 mil toneladas, avanço de 139,5%.

Em julho, porém, as exportações brasileiras recuaram 16,1% na comparação anual, para 264,4 mil toneladas. A receita mensal correspondeu a aproximadamente R$ 8,2 bilhões. O resultado refletiu principalmente a redução dos embarques chineses.

Outros destinos compensaram parcialmente essa retração. Os Estados Unidos importaram 28,9 mil toneladas em julho, alta de 9,7%. O Chile recebeu 19,2 mil toneladas, crescimento de 50,2%; a União Europeia, 12,5 mil toneladas, avanço de 52,6%; e o México, 12,4 mil toneladas, aumento de 4,5%.

Para o produtor rural, os negócios anunciados não significam valorização automática da arroba. As vendas são inicialmente negociadas entre importadores, frigoríficos e distribuidores. O efeito chega à fazenda quando a demanda adicional aumenta a necessidade de abate ou amplia a disputa por animais terminados.

O preço do boi também depende da oferta regional, das escalas dos frigoríficos, do ciclo pecuário, do consumo doméstico, do custo da alimentação e das exigências específicas de cada mercado.

O produtor interessado em atender programas de exportação deve observar os protocolos exigidos pelos frigoríficos. Conforme o destino, podem existir regras sobre rastreabilidade, idade dos animais, alimentação, registros sanitários, bem-estar, uso de medicamentos e características da carcaça.

Segundo o Beef Report 2026, a pecuária brasileira produziu 12,35 milhões de toneladas equivalentes-carcaça em 2025 e abateu 47,79 milhões de bovinos. A cadeia movimentou R$ 1,159 trilhão.

O mercado brasileiro absorveu 63,3% da produção, enquanto 36,7% foram destinados às exportações. Portanto, embora as vendas externas tenham influência crescente sobre a formação dos preços, o consumo interno continua sendo o principal destino da carne produzida no país.

A confirmação dos R$ 667 milhões projetados dependerá da evolução das negociações ao longo dos próximos 12 meses. Para a cadeia produtiva, será importante acompanhar quais países transformarão os contatos em contratos e quanto dessa demanda chegará ao produtor na forma de maior concorrência por animais e melhores condições de comercialização.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook

Agronegócios

Empresas do agro têm até 31 de agosto para declarar “projetos do bem”

Published

on

By

Empresas do agronegócio que utilizaram incentivos fiscais da Lei do Bem em 2025 têm até 31 de agosto para enviar ao governo as informações sobre seus projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. A prestação deve ser feita pelo Formulário de Pesquisa e Desenvolvimento, o FormP&D, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O prazo não representa uma nova rodada de inscrições. Trata-se da obrigação de informar os investimentos e benefícios já utilizados no ano-base de 2025. A empresa deve apresentar os projetos desenvolvidos, as dificuldades tecnológicas enfrentadas, os resultados alcançados e os gastos vinculados a cada atividade.

Instituída pela Lei nº 11.196, de 2005, a Lei do Bem permite que empresas tributadas pelo Lucro Real reduzam as bases de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Para utilizar o incentivo, a companhia também precisa ter apurado lucro fiscal e manter regularidade tributária.

A exclusão adicional corresponde, em regra, a 60% dos gastos elegíveis com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação. O percentual pode subir para 70% ou 80%, conforme o aumento do número de pesquisadores contratados. Há ainda uma exclusão adicional de até 20% para projetos que resultem em patente concedida ou cultivar registrado.

Isso não significa que 60% do imposto devido será abatido. Se uma empresa registrar R$ 1 milhão em despesas elegíveis, por exemplo, poderá excluir outros R$ 600 mil da base tributável. Considerando uma alíquota combinada de IRPJ e CSLL de 34%, a economia tributária nominal poderia chegar a aproximadamente R$ 204 mil, desde que exista lucro suficiente para aproveitar integralmente o benefício.

O agronegócio reúne atividades com potencial para enquadramento porque grande parte das tecnologias precisa passar por experimentação antes da adoção comercial. Projetos com fertilizantes, bioinsumos, genética vegetal e animal, máquinas, sensores, automação, inteligência artificial, agricultura de precisão, rastreabilidade e processamento de alimentos podem ser considerados.

Ensaios de laboratório, testes de campo, construção de protótipos, plantas-piloto e desenvolvimento de novas formulações também podem integrar um projeto. O elemento central, entretanto, é a existência de incerteza tecnológica. A empresa precisa demonstrar que buscou resolver um problema técnico cujo resultado não era conhecido no início do trabalho.

A simples compra de uma máquina moderna, a instalação de um programa disponível no mercado ou a atualização rotineira de um produto não caracteriza automaticamente pesquisa e desenvolvimento. Melhorias administrativas, mudanças estéticas e adaptações sem desafio tecnológico também não costumam ser aceitas.

No campo, a comprovação pode exigir atenção adicional. Um projeto pode envolver testes realizados em diferentes propriedades, safras, solos e condições climáticas. Por isso, a empresa deve manter relatórios técnicos, contratos, notas fiscais, registros de ensaios, horas dedicadas pelos pesquisadores e critérios usados para vincular cada despesa ao projeto.

A legislação exige controle analítico dos custos. Gastos com pessoal técnico, materiais utilizados nos experimentos, testes e determinados serviços contratados no Brasil podem ser considerados, desde que atendam às regras. Recursos públicos recebidos na forma não reembolsável não podem integrar a mesma base do incentivo.

O benefício é de utilização automática, sem aprovação prévia do MCTI. Isso não elimina a fiscalização posterior. O ministério analisa as informações técnicas, enquanto a Receita Federal pode verificar a apuração tributária e os documentos que sustentam os valores declarados.

Caso um projeto seja considerado uma melhoria comum, ou as despesas não estejam suficientemente comprovadas, a empresa poderá perder o incentivo e ser obrigada a recolher a diferença de impostos, acrescida de juros e penalidades.

A reforma tributária sobre o consumo não extingue a Lei do Bem. O novo sistema altera tributos incidentes sobre bens e serviços, enquanto o incentivo à inovação atua sobre IRPJ e CSLL. Para agroindústrias, fabricantes de máquinas, empresas de insumos, cooperativas e outras companhias do setor tributadas pelo Lucro Real, o mecanismo permanece como uma alternativa para reduzir o custo de projetos tecnológicos.

Em 2023, último resultado consolidado destacado pelo MCTI, 3.878 empresas utilizaram a Lei do Bem e declararam quase R$ 42 bilhões em investimentos. Para as companhias do agro que aproveitaram o incentivo em 2025, a prioridade agora é revisar os projetos e concluir o FormP&D até 31 de agosto.

SERVIÇO

Prazo: até 31 de agosto de 2026
Onde declarar: FormP&D do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Como acessar: o primeiro acesso deve ser feito pelo representante legal da empresa, mediante identificação na plataforma Gov.br. Depois da validação cadastral, outros usuários podem ser autorizados a preencher o formulário.
Quem deve declarar: empresas que utilizaram os incentivos da Lei do Bem no ano-base de 2025.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue Reading

Agronegócios

Protocolo acompanha transição agroecológica por cinco anos

Published

on

By

O produtor paulista interessado em substituir gradualmente o sistema convencional por práticas agroecológicas pode receber acompanhamento técnico por até cinco anos. O caminho é oferecido pelo Protocolo de Transição Agroecológica, iniciativa voluntária coordenada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo por meio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI).

O processo começa em uma Casa da Agricultura. Com um extensionista habilitado, o agricultor realiza um diagnóstico da propriedade e elabora um plano com metas ajustadas à atividade, às condições ambientais e à capacidade de investimento do estabelecimento rural.

A avaliação considera nove áreas, entre elas conservação do solo, controle de erosão, aumento da matéria orgânica, diversificação dos cultivos, uso racional da água, manejo ecológico de pragas e doenças, adequação ambiental e destinação de resíduos.

As informações são registradas no SISRURAL, que reúne o diagnóstico, o plano de transição, o caderno de campo e o croqui da propriedade. O acompanhamento é renovado anualmente para verificar se as mudanças previstas estão sendo efetivamente implantadas.

Dependendo do estágio alcançado, o agricultor pode receber uma Declaração ou um Certificado de Transição Agroecológica. A declaração é destinada às propriedades que ainda estão na fase inicial. O certificado reconhece uma etapa mais avançada, na qual não são utilizados transgênicos, defensivos ou fertilizantes proibidos pelas normas da produção orgânica.

Os documentos têm validade de um ano e podem ser apresentados em feiras, mercados, compras coletivas e processos de aquisição institucional. Para o produtor, representam uma forma de comprovar que a propriedade está seguindo um plano acompanhado tecnicamente, mesmo antes de concluir todas as exigências necessárias para uma eventual certificação orgânica.

Existe, porém, uma diferença importante. O reconhecimento concedido pelo protocolo paulista não equivale ao certificado de conformidade orgânica do Ministério da Agricultura. Também não autoriza, isoladamente, o uso do selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica, o SisOrg, nem a comercialização do alimento como orgânico.

Pelas regras federais, o produtor que pretende utilizar essa denominação precisa se regularizar por meio de uma certificadora por auditoria ou participar de um Sistema Participativo de Garantia vinculado a um organismo credenciado. Agricultores familiares que realizam venda direta ou institucional também podem integrar uma Organização de Controle Social, observadas as condições estabelecidas pelo governo federal.

Agroecologia e produção orgânica, portanto, não são expressões inteiramente equivalentes. A agroecologia envolve princípios ambientais, sociais e econômicos aplicados à organização do sistema produtivo. O produto orgânico, por sua vez, possui uma denominação protegida por lei e depende do cumprimento de regras específicas para chegar ao mercado com essa identificação.

O diferencial de São Paulo está justamente no reconhecimento formal da etapa intermediária. Em vez de avaliar somente o resultado final, o protocolo documenta a evolução da propriedade e oferece uma referência para consumidores e compradores interessados em apoiar agricultores que ainda estão modificando seu sistema produtivo.

No restante do país, não existe um certificado federal único para identificar produtos em transição. Cada estado organiza o apoio de maneira diferente, geralmente por meio das empresas de assistência técnica, universidades, municípios, cooperativas e organizações de produtores.

O Paraná, por exemplo, mantém o Paraná Mais Orgânico, que oferece assistência gratuita a agricultores familiares desde a conversão da propriedade até a certificação. Técnicos vinculados ao IDR-Paraná, universidades estaduais e núcleos regionais acompanham as adequações e, depois do período de adaptação, encaminham o produtor para auditoria.

Em Minas Gerais, a Emater-MG atua na orientação de propriedades interessadas na transição, enquanto o Instituto Mineiro de Agropecuária participa da certificação por meio do Certifica Minas. No Espírito Santo, as ações são estruturadas dentro de um plano estadual que reúne assistência técnica, pesquisa, certificação, crédito, comercialização e capacitação. O Rio Grande do Sul também possui uma política estadual voltada à agroecologia e à produção orgânica.

A comparação mostra que o Brasil possui uma regra nacional para determinar quem pode vender um produto como orgânico, mas ainda não dispõe de um modelo uniforme para acompanhar e reconhecer quem está percorrendo esse caminho. Em vários estados, a ajuda depende da presença de técnicos, projetos municipais ou organizações locais.

Para o produtor, a transição exige planejamento. Pode haver necessidade de modificar a adubação, diversificar os cultivos, ampliar o controle biológico, recuperar o solo e manter registros mais detalhados. Os custos aparecem antes que a propriedade necessariamente consiga acessar mercados diferenciados.

Nesse contexto, o modelo paulista pode funcionar como referência para outras unidades da Federação. O acompanhamento reduz o risco de mudanças feitas sem orientação, enquanto o reconhecimento anual permite demonstrar a evolução do sistema produtivo. O benefício econômico, contudo, dependerá da existência de compradores, canais de comercialização e políticas capazes de remunerar o esforço adicional realizado dentro da propriedade.

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue Reading

TRÊS LAGOAS

Três Lagoas19/08/2026

Prefeitura de Três Lagoas não renova contrato de R$ 26,5 milhões após Operação Máquinas de Areia

A Prefeitura de Três Lagoas decidiu não renovar o contrato de R$ 26,5 milhões para a locação de máquinas pesadas...

Três Lagoas19/08/2026

Campanha de multivacinação acontece no próximo sábado (22) em todas as USFs de Três Lagoas

A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza no próximo sábado, 22 de agosto,...

Três Lagoas19/08/2026

Ouvidoria Municipal está temporariamente indisponível para atualização do sistema

A Prefeitura de Três Lagoas informa que o sistema da Ouvidoria Municipal está temporariamente indisponível devido a uma atualização no...

Três Lagoas19/08/2026

Prefeito de Itarumã visita Serviços de Convivência de Três Lagoas para conhecer ações desenvolvidas no município

O prefeito de Itarumã (GO), Luiz Henrique, esteve em Três Lagoas nesta terça-feira, 18 de agosto, para conhecer de perto...

Três Lagoas19/08/2026

Prefeitura de Três Lagoas e Casa do Trabalhador divulgam vagas de emprego para o Projeto UFN3 nesta quarta-feira (19)

A Prefeitura de Três Lagoas e a Casa do Trabalhador divulgam as oportunidades de emprego disponíveis nesta quarta-feira, 19 de...

Três Lagoas19/08/2026

VAGAS DE EMPREGO – Veja as oportunidades disponíveis na Casa do Trabalhador nesta quarta-feira (19)

A Prefeitura de Três Lagoas e a Casa do Trabalhador divulgam as oportunidades de empregos disponíveis nesta quarta-feira, 19 de...

ÁGUA CLARA

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

SUZANO

ELDORADO

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Policial16/08/2026

Homem que divulgou fotos íntimas e perseguiu a ex é condenado a 9 meses de reclusão em Três Lagoas

Um caso envolvendo perseguição, ameaças, violência psicológica e divulgação de fotografias íntimas terminou com a condenação de um homem pela...

Policial16/08/2026

PRF e DENAR da Polícia Civil apreendem mais de 41 kg de haxixe ocultos em veículo na BR-262 em Três Lagoas

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde deste sábado (15), 41,4 kg de haxixe durante fiscalização na BR-262, no...

Policial16/08/2026

Comércios em Três Lagoas são flagrados furtando energia suficiente para abastecer 1,2 mil residências

Uma ação da Neoenergia Elektro, com apoio das Polícias Civil e Científica do Mato Grosso do Sul, identificou ligações clandestinas...

Policial11/08/2026

Homem se masturba e urina no meio da rua em Três Lagoas

Polícia Militar atendeu duas ocorrências envolvendo homens em situação de rua na tarde de quarta-feira (5), em Três Lagoas. Os...

Policial10/08/2026

Festa com drogas, bebidas e adolescente de 12 anos termina com cinco presos após chegada da polícia de Três Lagoas

Uma denúncia de tráfico de drogas e presença de menores em meio a entorpecentes e bebidas alcoólicas terminou em uma...

Policial30/07/2026

Em Três Lagoas| Idoso é encontrado morto em propriedade rural no Cinturão Verde

Um idoso de 79 anos, identificado como José Palassin Jorge, foi encontrado sem vida na manhã da última quarta-feira (29),...

Mais Lidas da Semana