Mato Grosso do Sul
A Energia que Transforma: MSGÁS destina mais de R$ 3 milhões para projetos sociais e impacta 28 mil vidas
O verdadeiro desenvolvimento de Mato Grosso do Sul acontece quando o crescimento econômico caminha lado a lado com o avanço social. Com essa premissa, a MSGÁS consolidou uma política transparente e contínua de responsabilidade corporativa que, nos últimos seis anos, já transformou a realidade de aproximadamente 28 mil pessoas.
Por meio de leis de incentivo fiscal, a companhia injetou R$ 3.172.420,64 em iniciativas rigorosamente selecionadas, focadas em saúde, cultura, esporte e inclusão. Desde 2020, o programa de incentivos da empresa tem garantido a manutenção e a expansão do trabalho de 16 projeto e/ou instituições que formam uma rede vital de proteção e cidadania no Estado.
Para assegurar total transparência e democratizar o acesso aos recursos, a seleção dos projetos ocorre anualmente por meio de uma Chamada Pública — tradicionalmente lançada entre os meses de julho e agosto. As propostas submetidas são avaliadas por um comitê técnico, resultando em repasses que variam de R$ 20 mil a R$ 290 mil por projeto, de acordo com a categoria do incentivo.
A capilaridade dos investimentos reflete o compromisso da MSGÁS com o desenvolvimento integral da sociedade. Na área da saúde e assistência social, o apoio chega a instituições que são referência no cuidado humanizado, como a AACC-MS (Associação dos Amigos das Crianças com Câncer), o Cotolengo Sul-matogrossense, o Asilo São João Bosco, a Sirpha Lar do Idoso, a Casa da Criança Peniel e a Escola Colibri.
No esporte, a companhia fomenta desde a qualidade de vida e o ecoturismo, com patrocínios à Maratona de Campo Grande e à Bonito 21K, até a formação de base e inclusão, apoiando a Fundesporte e o projeto “Judô do Pantanal para o Mundo”, da Associação Desportiva Moura. O incentivo à cidadania também se estende fortemente à cultura e educação comunitária, viabilizando as ações da Associação Cultural Dançurbana, Casa de Ensaio, F D Silveira, Polo MS de Cinema e Vídeo, e Obras Sociais Francisco Thiesen.
O resultado desse investimento contínuo não se mede apenas em balanços financeiros, mas nas histórias de vida que são reescritas diariamente. Esse impacto é vivido na prática por projetos como a Associação Lar do Pequeno Assis (ALPA), que oferece atividades socioeducativas no contraturno escolar para crianças em situação de vulnerabilidade na capital.
“A ALPA é muito mais que um lugar de acolhimento, é uma verdadeira família. Aqui, nossas crianças encontram segurança, carinho e oportunidades para crescerem com dignidade. Ver o sorriso no rosto de cada jovem e acompanhar suas conquistas é a maior recompensa do nosso trabalho”, resume Clóvis Pereira da Rosa, educador da instituição.
É essa a energia que a MSGÁS tem orgulho de distribuir. Uma força que ultrapassa a infraestrutura de seus gasodutos e chega diretamente ao coração das comunidades, provando que acreditar e investir nas pessoas é, e sempre será, o melhor e mais seguro projeto para o futuro de Mato Grosso do Sul.
Claudio Mattioni, Comunicação MSGÁS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas
Único hospital público do Centro-Oeste com MALDI-TOF, o hospital identifica bactérias e fungos em menos de 24 horas — revolucionando o tratamento de infecções graves
Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.
Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.
Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.
Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.
Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.
Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS.
Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Motor novo, horizonte aberto: como a Agraer mudou a vida de uma família na Serra do Amolar
Na borda mais isolada do Pantanal sul-mato-grossense, a Serra do Amolar se ergue como um recorte de resistência. Ali, o acesso não se mede em quilômetros, mas em horas de navegação. Não há estrada e quem chega, chega pelas águas – ou pelo céu. Para a maioria, a rodovia é o rio.
Entre as pessoas que vivem ali está a família de Edilaine Nogales de Arruda, pescadora profissional e moradora da região. Até então, a burocracia era uma barreira concreta: a distância da cidade tornava quase impossível a emissão de documentos essenciais para acessar políticas públicas.
“Como nós somos ribeirinhos, temos o privilégio de sermos pescadores profissionais. Sou filiada a uma colônia, e por meio dela me orientaram sobre o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar). Para termos a possibilidade de investimento, melhorar os equipamentos de pesca, motor e ter os benefícios’’, afirma.
O problema é que dificilmente a família se deslocava até Corumbá, município mais próximo. Foi então que ano passado a Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) entrou na jogada por meio da 10ª Expedição Pantanal, organizada pela PMA (Polícia Militar Ambiental). Na ocasião, o extensionista Isaque Pécora de Andrade passou vários dias embarcado e voltou com 45 novos CAFs na bagagem.
Na vida de Edilaine, o serviço abriu a possibilidade do financiamento via Pronaf B de um motor para o barco da família. “Antes da melhoria, o pescado muitas vezes não passava da porta de casa. A venda dependia de quem chegasse. Agora conseguimos transportar o nosso produto. Só nos trouxe melhoria.”
Além disso, o equipamento também encurtou o tempo. E, no Pantanal, isso é expandir o mundo. Corumbá, que antes consumia um dia inteiro de deslocamento, passou a caber em menos horas. O que era exceção virou possibilidade.
‘’Melhorou muito a nossa logística. Agora em caso de uma emergência, consigo chegar mais rápido com minha família até a cidade’’, diz Edilaine.
Não se trata apenas de velocidade. Trata-se de autonomia. De poder escolher quando ir, para onde ir, a quem vender. De transformar o rio — antes obstáculo — em caminho de escoamento e renda.
A presença da Agraer na expedição não levou soluções prontas; levou acesso a direitos. Em territórios como o da Serra do Amolar, políticas públicas não chegam por inércia. Precisam ir — com planejamento, parceria e disposição para atravessar distâncias reais.
E no fim, a história de Edilaine não é sobre um motor. É sobre o que ele move: dignidade, renda e a possibilidade de ficar — por escolha, não por falta de opção. No coração do Pantanal, onde tudo parece longe, um documento aproximou o futuro.
A Agraer está presente em todos os municípios de Mato Grosso do Sul e segue ao lado de quem faz o campo acontecer. A instituição mantém o compromisso de fortalecer práticas sustentáveis, unindo conhecimento, tecnologia e tradição para que cada propriedade avance com equilíbrio e rentabilidade.
Produtores que desejam iniciar e aprimorar alguma atividade, ou agregar valor à produção, podem procurar um de nossos escritórios e conversar com nossos extensionistas.
Ricardo Campos Jr. e Brennon Quintino, Comunicação Agraer
Foto de capa: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo
Internas: Agraer
Fonte: Governo MS
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