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Bioparque Pantanal reforça o turismo acessível com programa ‘Bioparque para Todos – Iguais na Diferença’

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No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, o Bioparque Pantanal destaca-se como um exemplo de inclusão e acessibilidade em pontos turísticos no Brasil.

Com o programa “Bioparque para Todos – Iguais na Diferença”, o empreendimento reforça o compromisso de proporcionar a todas as pessoas, independentemente de sua deficiência, uma experiência acessível, enriquecida de conhecimento e alinhada aos valores de inclusão e igualdade.

O Bioparque Pantanal oferece um espaço que vai além da simples contemplação da natureza. No empreendimento o lazer e o conhecimento estão ao alcance de todos, incluindo as pessoas com deficiência, que podem explorar as diversas exposições, aquários e atividades educativas oferecidas.

Para garantir essa inclusão, a equipe do Bioparque é treinada e capacitada constantemente, garantindo que todos os visitantes recebam um atendimento de qualidade, personalizado e humanizado, de acordo com suas necessidades específicas.

Inclusão como pilar fundamental

A inclusão é um dos principais pilares do Bioparque Pantanal, como destaca a diretora do local e autora do programa ‘Bioparque para Todos – Iguais na Diferença’, Maria Fernanda Balestieri.

Segundo ela, o turismo acessível no Bioparque Pantanal é realidade, local onde a acessibilidade não é tratada apenas como uma obrigação, mas como uma missão fundamental do empreendimento.

“Com eliminação das barreiras fisicas, atitudinais e comunicacionais buscamos que todos possam vivenciar a riqueza da biodiversidade pantaneira, independentemente de suas particularidades. A inclusão é, sem dúvida, um dos mais importantes pilares do Bioparque Pantanal, e temos muito orgulho de contar com uma equipe capacitada para atender de forma eficiente e empática cada um de nossos visitantes”.

Ela explica que o programa é fruto de um esforço contínuo para garantir que o lazer e o conhecimento sejam acessíveis a todos.

“Realizamos treinamentos frequentes com nossa equipe para que possamos proporcionar um atendimento inclusivo e de excelência. Isso impacta positivamente a vida das pessoas, que encontram aqui um espaço de acolhimento e respeito, onde o lazer se torna uma ferramenta de integração e aprendizado”, complementa Balestieri.

A acessibilidade em pontos turísticos como o Bioparque Pantanal é fundamental para garantir que pessoas com deficiência possam ter acesso ao lazer e ao conhecimento.

Iniciativas como o ‘Bioparque para Todos – Iguais na Diferença’ tornam esses espaços mais inclusivos, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida, deficientes visuais, auditivos, surdos e pessoas com outras condições possam desfrutar de momentos de lazer em igualdade de condições com outros visitantes.

Para tanto o empreendimento conta com infraestrutura ampla, acesso a elevadores, intérpretes de libras, tecnologias assistivas como tabletes com audiodescrição e tradução em libras, espaço Biotátil – espaço exclusivo para experiência tátil – guia de visitação, material didático e identificação dos tanques em braile, cotas diárias e canal exclusivo para PCD’s, sala de acomodação sensorial, disponibilização de cadeiras de rodas, abafadores de ruídos e cordão universal de deficiências ocultas, dentre outros recursos à disposição.

Rosana Moura, Bioparque Pantanal
Fotos: Eduardo Coutinho

Fonte: Governo MS

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Encontro de Gestores de Pessoas debate inovação, estratégias e o futuro da gestão pública em MS

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De 22 a 24 de junho, o Governo do Estado promove palestras, paineis e apresentação de casos que focam na transformação da Administração Pública através do desenvolvimento de pessoas

A Secretaria de Estado de Administração (SAD), por meio da Superintendência de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (Suged), realiza o 5º Encontro de Gestores de Pessoas no Setor Público de MS, entre hoje (22) e quarta-feira (24), no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

O evento, que chega à quinta edição, neste ano conta com correalização do TCE (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul) e da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), e abre um espaço de integração, aprendizado e troca de experiências entre profissionais que atuam na área de gestão de pessoas em diferentes instituições públicas.

Com o tema “Tendências, estratégias e inovação”, o encontro tem como proposta fortalecer a atuação dos gestores públicos, ampliar conhecimentos e estimular práticas que contribuam para a modernização dos processos e para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à sociedade.

A programação reúne palestras, cases e momentos de reflexão sobre desafios atuais da gestão de pessoas, abordando temas como saúde mental, cultura de pertencimento, liderança, clima organizacional, inteligência artificial, people analytics, bem-estar e estratégias para o desenvolvimento dos servidores públicos.

O Secretário de Estado de Administração, Roberto Gurgel de Oliveira Filho, destaca a importância de ter a gestão de pessoas no centro da estratégia da Administração Pública. “Fortalecer a gestão de pessoas significa aprimorar a capacidade do Estado de desenvolver seus servidores, qualificar seus processos e promover uma Administração Pública cada vez mais eficiente, integrada e alinhada às necessidades da sociedade, com foco nas demandas do futuro do mundo do trabalho”, afirma Gurgel.

Encontro em 2025 reuniu diversos servidores e especialistas em Campo Grande

Com a proposta de promover o desenvolvimento dos servidores e ampliar a atuação estratégica dos profissionais da área, o encontro contará com a participação de palestrantes e especialistas reconhecidos nacionalmente, além da apresentação de experiências bem sucedidas desenvolvidas por órgãos públicos de Mato Grosso do Sul.

Entre os convidados está Dany Suzuki, que fará o encerramento do evento com a palestra “O Futuro é Humano”, trazendo uma reflexão alinhada ao movimento de transformação da gestão pública.

A programação também contará com a participação de nomes como Izabella Carmargo, Marina Dias, André Mazinni, Vanessa Weber, Renisson Araújo, Myrelle Jacob e um painel sobre liderança feminina com Ana Carolina Ali, Ana Paula Martins, Luciana Ferreira e Patrícia Sarmento, que irão compartilhar conhecimentos e perspectivas sobre os novos desafios da gestão de pessoas e o papel estratégico dos profissionais que atuam no desenvolvimento de equipes e organizações públicas.

Focado no desenvolvimento e transformação da gestão de pessoas, o encontro está alinhado às ações estratégicas previstas no Plano Plurianual (PPA) 2024-2027, com foco no desenvolvimento dos servidores, modernização da gestão e construção de soluções inovadoras para a Administração Pública.

Como órgão central da estrutura institucional do Poder Executivo Estadual na área de Gestão de Pessoas, a SAD, por meio da Suged (Superintendência de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas), tem entre suas atribuições a proposição de políticas estratégicas, a supervisão e o gerenciamento de ações voltadas à valorização e ao desenvolvimento dos servidores públicos.

Nesse contexto, a Suged atua no fortalecimento das competências dos servidores e na integração das unidades de gestão de pessoas dos diferentes órgãos, buscando soluções que preparem a Administração Pública para os desafios do futuro.

“Este encontro representa um movimento estratégico para fortalecer a gestão de pessoas no serviço público de Mato Grosso do Sul. É um momento de integração entre os órgãos, de troca de experiências e de construção coletiva de caminhos que contribuam para a evolução dos processos, o desenvolvimento dos servidores e a mudança de comportamentos necessários para uma gestão de pessoas mais inovadora e preparada para os desafios do futuro”, pontua Lea Maria Ribeiro, superintendente de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas.

O evento é destinado aos profissionais da área de Gestão de Pessoas da Administração Pública Estadual, Tribunal de Contas, Poder Judiciário, Assembleia Legislativa, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, prefeituras do Estado e estudantes universitários.

A expectativa é reunir aproximadamente mil participantes. Na edição de 2025, o encontro alcançou 1.300 inscrições e teve 1.215 certificados emitidos pela Escola de Governo de Mato Grosso do Sul (Escolagov-MS), demonstrando a relevância da iniciativa para a formação e integração dos profissionais da área.

Ao promover a troca de experiências e estimular novas práticas, o 5º Encontro de Gestores de Pessoas reafirma o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul com uma gestão pública mais estratégica, inovadora e centrada nas pessoas.

Serviço
5º Encontro de Gestores de Pessoas no Setor Público de MS
Data: 22 a 24 de junho de 2026
Abertura: 22 de junho, 13h30.
Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo

Laiana Horing Nantes, Comunicação SAD
Fotos: Cleython Vasconcelos/SAD/Arquivo

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Ressonância no Hospital Regional de Dourados reduz viagens e anos de espera por diagnóstico no SUS

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Tecnologia na rede pública amplia o acesso a exames de alta complexidade para pacientes de 34 municípios do Cone Sul

A viagem de Adelina Sales começou quando a maioria das casas ainda dormia. Moradora da zona rural, ela levantou à meia-noite e saiu de casa por volta das três da manhã para conseguir chegar ao Hospital Regional de Dourados quase às sete. O cansaço da estrada se somava a uma espera bem mais longa: havia cerca de quatro anos que ela aguardava a realização de uma ressonância magnética pelo Sistema Único de Saúde.

Em tratamento por causa de artrose no joelho, Adelina já havia passado por consultas, encaminhamentos e até feito um exame anterior fora de Mato Grosso do Sul. Ainda assim, seguia à espera de uma nova avaliação que pudesse ajudar na continuidade do tratamento. A chamada para realizar o exame no HRD representou, para ela, mais do que a marcação de um procedimento. Foi a interrupção de uma espera que atravessou anos.

“Levantamos meia-noite para poder estar aqui. Saímos de casa às três da manhã e chegamos quase às sete. Foi cansativo, mas graças a Deus deu tudo certo”, contou. “A gente mora na roça e ficava esperando, esperando, e nunca saía. Agora saiu, graças a Deus.”

A instalação do primeiro aparelho de ressonância magnética da rede pública no Hospital Regional de Dourados começou a alterar a rotina de pacientes como Adelina, especialmente moradores de cidades do interior, distritos e comunidades rurais. O equipamento entrou em funcionamento no dia 27 de abril e passou a atender a macrorregião do Cone Sul, formada por 34 municípios. Com capacidade estimada para cerca de 500 exames por mês, o serviço diminui a necessidade de deslocamentos para outros centros e aproxima exames de alta complexidade de pacientes que dependem exclusivamente da rede pública.

No caso de Adelina, a mudança não se resume à distância percorrida. O atendimento recebido também ficou marcado em sua memória. Acostumada à vida no sítio, ela relata que nem sempre se sentiu acolhida nos serviços de saúde por ser moradora da zona rural. No Hospital Regional, segundo ela, a experiência foi diferente.

“Tem lugar que parece que a gente é tratada diferente porque é da roça”, desabafou. “Cheguei e já vieram pegar meus documentos, me encaminharam rápido, os médicos atenderam muito bem. Fui muito bem tratada.”

A história de Luciene de Medeiros, moradora de Itaporã, também ajuda a dimensionar o peso da espera por exames especializados no interior. Ela convive com bursite e rompimento dos tendões dos ombros e aguardava uma ressonância magnética desde 2019. O pedido de cirurgia veio em 2023, mas o exame seguia como etapa necessária para a continuidade do tratamento.

“Esse exame que vim fazer hoje já estava esperando há mais de dois anos”, afirmou.

Para quem depende do SUS, a demora em um exame pode significar dor prolongada, dificuldade de trabalhar, perda de mobilidade e adiamento de decisões médicas. A ressonância magnética é fundamental em diferentes áreas, especialmente na ortopedia, por permitir uma avaliação detalhada de articulações, músculos, tendões, ligamentos, coluna e outras estruturas do corpo. Sem o exame, muitos pacientes permanecem em uma espécie de corredor de espera entre a suspeita clínica e a definição do tratamento.

Luciene avalia que a chegada do equipamento ao Hospital Regional pode encurtar esse caminho para outras pessoas que enfrentam o mesmo percurso. “Se depender de pagar, muita gente nunca consegue fazer. Então isso aqui faz diferença demais para a população”, disse. Ela também destacou a estrutura da unidade e o atendimento recebido. “Já é a terceira vez que venho aqui e continuo achando maravilhoso. A estrutura é muito boa e os aparelhos ajudam bastante.”

O aparelho instalado no Hospital Regional de Dourados recebeu investimento de R$ 7,5 milhões da Secretaria de Estado de Saúde. A incorporação do serviço amplia a capacidade diagnóstica da rede pública na região e atende a uma demanda antiga de pacientes que, até então, precisavam esperar por vagas em outras localidades ou enfrentar viagens longas para realizar o exame.

Para o médico João Hoffmann, profissional da unidade, a ressonância magnética tem impacto direto em especialidades que dependem do exame para definir diagnósticos e condutas. Segundo ele, o novo serviço fortalece a ortopedia de alta complexidade, com atendimentos voltados a problemas de coluna, ombro, joelho e lesões ligamentares, além de auxiliar em cirurgias do aparelho digestivo e em outros métodos diagnósticos necessários dentro da rede.

“A ressonância vem para somar à ortopedia de alta complexidade, com atendimentos voltados para coluna, ombro, joelho e lesões ligamentares, além de auxiliar em cirurgias do aparelho digestivo e outros métodos diagnósticos necessários dentro da rede”, explicou.

Na prática, a presença do equipamento em Dourados altera uma etapa decisiva do cuidado em saúde: o tempo entre a dor, a suspeita médica e a confirmação do diagnóstico. Para pacientes do interior, esse intervalo costuma ser atravessado por deslocamentos, custos indiretos, perda de dias de trabalho e dependência de transporte. Quando o exame passa a ser oferecido mais perto, a tecnologia deixa de ser apenas um recurso hospitalar e se transforma em acesso concreto.

Para Adelina, depois de anos esperando, o significado é simples e direto. A ressonância não elimina sozinha a doença nem encerra o tratamento, mas abre uma porta que permaneceu fechada por tempo demais. Entre a madrugada na estrada e a chegada ao hospital, o exame representou uma chance de seguir adiante com mais clareza sobre o próprio corpo e com a sensação de que, desta vez, a espera encontrou resposta.

Juliana França, Comunicação HRD

Fonte: Governo MS

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