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Mato Grosso do Sul

Helicóptero de MS parte para socorrer as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul

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O helicóptero esquilo, prefixo PT-FRN, da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul) decola nas próximas horas rumo ao Rio Grande do Sul para auxiliar às vítimas da catástrofe climática, que há dias castiga o solo gaúcho.

Equipado com um guincho elétrico para o resgate de pessoas em áreas isoladas e de difícil acesso, a aeronave multimissão parte de Campo Grande (MS) com uma tripulação composta de cinco militares especialistas em busca e salvamento. O equipamento é capaz de içar até duas pessoas, suportando um peso de 204 quilos, e também possui um imageador térmico.

O coronel da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) Rosalino Gimenez Filho, coordenador-geral do Policiamento Aéreo e chefe da missão de ajuda humanitária ao RS, explica que o momento exige o emprego de meios de socorro rápido, deslocando as pessoas para áreas seguras, além de transportar suprimentos e equipes de apoio.

“Realmente é uma situação bastante delicada que o Rio Grande do Sul atravessa neste momento e o Mato Grosso do Sul está deslocando meios e recursos humanos, que com certeza vão fazer uma diferença muito grande na vida dos irmãos gaúchos”, comenta o coronel Gimenez.

A aeronave do Estado aguarda uma janela climática nas próximas horas para atravessar a divisa entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que está com uma condição de tempo instável, com muitas nuvens e chuvas intensas.

A equipe sul-mato-grossense deve pousar amanhã (4) em Lajeado (RS), onde foi montada uma base de resgate aéreo das forças de segurança que integram a missão de auxílio às vítimas.

Gaúcho, da cidade de Três de Maio, o cabo PMMS Carlos Eduardo Hickman é dos militares que está indo para o Rio Grande do Sul.

“Sou mecânico de aeronaves, helicópteros, e tripulante operacional que faz parte da equipe que está indo ajudar o povo gaúcho. Para mim é uma honra poder fazer parte dessa missão humanitária”, disse o militar.

Gaúcho, o cabo PMMS Carlos Eduardo Hickman é dos militares que integra a missão

Hoje mais cedo, nove militares e duas viaturas de salvamento do Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul partiram em direção ao Rio Grande do Sul para auxiliar no resgate de pessoas que estão ilhadas.

As viaturas seguiram para a cidade Montenegro, com quatro embarcações, entre barcos, caiaques e equipamentos de salvamento. O grupo tem oito especialistas em salvamento aquático e mergulho e um médico.

O boletim do Governo do RS, de hoje (3), às 18 horas, informa que 265 municípios foram afetados pelas enchentes, 39 pessoas perderam a vida no desastre climático e 68 estão desaparecidas, 8 mil pessoas estão em abrigo 24 mil estão desalojadas.

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Decreto de emergência ambiental reforça preparação do Governo de MS para enfrentamento a incêndios florestais

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Diante das previsões climáticas que indicam o aumento do risco de incêndios florestais em Mato Grosso do Sul ao longo do segundo semestre de 2026, o Governo do Estado publicou nesta quarta-feira (3) no Diário Oficial, decreto que declara situação de emergência ambiental por 180 dias em todo o território sul-mato-grossense. A medida tem caráter preventivo e busca fortalecer a capacidade de resposta dos órgãos públicos diante de possíveis eventos extremos associados à estiagem, altas temperaturas, baixa umidade do ar e ventos intensos.

O decreto considera o alerta emitido pelo Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul), que aponta um cenário de maior risco para incêndios florestais no segundo semestre de 2026. Segundo a nota técnica do órgão, a combinação entre déficit hídrico, temperaturas elevadas, redução da umidade do solo e da vegetação, somada à influência do fenômeno El Niño, que tende a se intensificar no próximo semestre, “favorece a formação de material combustível altamente suscetível à ignição e à rápida propagação do fogo, especialmente no Pantanal”. O cenário reforça a necessidade de ações preventivas, monitoramento contínuo e fortalecimento das estratégias de resposta por parte do poder público.

Segundo o secretário Artur Falcette, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), o decreto é uma ferramenta utilizada em situações em que há expectativa de condições climáticas muito acima da normalidade. “Estamos diante de um cenário que exige atenção e preparação antecipada. O decreto de emergência ambiental nos permite adotar medidas preventivas importantes, reforçando a capacidade do Estado de responder rapidamente caso ocorram eventos extremos relacionados aos incêndios florestais”, afirma.

Uma das principais consequências da medida será a revisão do planejamento operacional para o período crítico de incêndios. O plano operativo elaborado pelo Corpo de Bombeiros Militar e aprovado no início do ano pelo Centro Integrado de Coordenação Estadual (CICOE) foi construído com base em um cenário considerado dentro da normalidade climática.

“Com o decreto, solicitamos que o Corpo de Bombeiros reavalie o planejamento aprovado em fevereiro, considerando as novas projeções climáticas. Isso permite adequar estratégias, recursos e estruturas para um cenário que pode exigir uma atuação mais intensa”, explica Falcette.

Outro objetivo é ampliar a capacidade do Estado de acessar recursos federais e mecanismos emergenciais de apoio, por meio da Defesa Civil e de outros órgãos do Governo Federal. “Caso se confirme o cenário climático previsto, com eventos mais severos, o decreto facilita a adesão a programas federais, o recebimento de recursos, a contratação de serviços e a aquisição de equipamentos necessários para o enfrentamento das ocorrências. É uma medida que traz mais agilidade administrativa em situações de emergência”, destaca o secretário.

Conforme a publicação, o Governo do Estado estabelece uma série de ações preventivas e de preparação, entre elas a articulação coordenada pela Semadesc com a Defesa Civil, Agesul e Corpo de Bombeiros; a abertura e manutenção de aceiros de 50 metros de largura (de cada lado) ao longo de estradas, rodovias e pontes; incumbe o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) de disciplinar o licenciamento da atividade de queima controlada em locais identificados com acúmulo de material combustível; adoção de medidas excepcionais para contratação de pessoal e aquisição de equipamentos voltados ao combate aos incêndios, se necessário.

O Governo do Estado já intensificou a agenda de reuniões do CICOE, estrutura que reúne instituições estaduais, federais e municipais responsáveis pelo monitoramento, prevenção e resposta a desastres ambientais. “Já revisamos o calendário de reuniões do CICOE para fazer um acompanhamento permanentemente da evolução das condições climáticas e das ações do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. O objetivo é garantir integração, planejamento e capacidade de resposta para proteger a população, o meio ambiente e as atividades econômicas do Estado”, concluiu Falcette.

Entre as medidas previstas no decreto publicado nesta quarta-feira, estão também a possibilidade de utilização temporária de propriedades particulares em situações de risco iminente, a dispensa de licitação para aquisições emergenciais relacionadas ao enfrentamento dos incêndios e a autorização para contratação temporária de pessoal, quando necessária. O decreto terá validade de 180 dias a partir de sua publicação.

Marcelo Armôa, Semadesc

Foto: Ewerton Pereira/Secom-MS

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul tem 27 mil pessoas que deixaram Mais Social após melhorar de vida

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Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, mostra com orgulho a carteira de trabalho. Ele está entre 27,6 mil sul-mato-grossenses que, desde 2023, devolveram o cartão do programa Mais Social porque melhoraram de vida e não precisam mais do benefício estruturante.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”, explicou Marcos Gabriel.

Ele entrou no programa em 2018, após perder o emprego que tinha em uma lavanderia. Depois disso, fez curso de barbeiro e começou a trabalhar em casa, mas a renda não era suficiente para sustentar a família. Vivem na mesma residência, no bairro Parati, em Campo Grande, a esposa, quatro filhos e a sogra.

Com a segurança alimentar e nutricional fornecida pelo programa da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), Marcos Gabriel foi atrás de outras oportunidades. Chegou a trabalhar como zelador de uma igreja e hoje é vigilante em uma entidade sindical rural. Os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos, também começaram a trabalhar e a renda hoje já é suficiente para garantir dignidade à família, sem a necessidade do auxílio.

Mato Grosso do Sul é o 5º com menos dependentes de programas sociais. Isso porque o Governo do Estado tem dado uma forcinha para quem quer prosperar. Para as mães “solo” que recebem o Mais Social foi criado o Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, que paga um auxílio adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias para que elas possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado nos horários em que precisam trabalhar, mediante a comprovação de vínculo empregatício ou de recolhimento previdenciário.

E tem mais: as beneficiárias que decidirem frequentar ensino regular ou EJA (Educação de Jovens e Adultos) recebem um adicional de R$ 300,00 por mês. Incentivo ao estudo também é com o MS Supera, que paga uma bolsa de R$ 1.621,00 por mês a estudantes de baixa renda de cursos de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas ou privadas.

Os resultados dos programas sociais estruturantes, que garantem oportunidade para quem quer prosperar por meio do estudo e do trabalho, estão na queda vertiginosa dos índices de extrema pobreza. A proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,74% em Mato Grosso do Sul, em apenas dois anos, passando de 2,7% para 1,6%, conforme o IBGE. É o 3º menor índice de extrema pobreza do Brasil. Além disso, 34 mil famílias saíram da condição de insegurança alimentar.

Os dados do CadÚnico também comprovam a redução da vulnerabilidade social no Estado. Nos últimos dois anos (de março de 2024 a março de 2026), 44.604 pessoas saíram da situação de pobreza em Mato Grosso do Sul.

A pujança econômica também é protagonista nessa história. Mato Grosso do Sul registrou taxa de desocupação de 2,4% no último trimestre de 2025, o menor índice da série histórica do Estado e a 2ª menor taxa do País.

E é por isso que a Sead, em parceria com as demais secretarias, trabalha para que os programas sociais incentivem a educação e a qualificação profissional fazendo com que os beneficiários possam aproveitar cada vez mais as oportunidades de emprego e renda.

Paulo Fernandes, Comunicação Sead
Fotos: Monique Alves/Sead

Fonte: Governo MS

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