Policial
Polícia Militar Ambiental de Miranda prende autor de assassinato em fuga pelo Pantanal depois de matar colega de trabalho em fazenda
Campo Grande (MS) – Uma equipe da Polícia Militar Ambiental de Miranda realizava fiscalização ambiental no Pantanal da Nhecolândia, quando recebeu informação ontem (7) por volta das 17h30, de que uma pessoa que trabalhava na fazenda na região, no município de Corumbá, teria assassinado outro funcionário de 32 anos, e estaria em fuga a cavalo. Com as características do indivíduo, a equipe realizou diligências pela rodovia MS 184 (Estrada Parque), tendo em vista que seria a rota de fuga mais possível para o assassino.
A PMA manteve vigilância em veículos que vinham e que voltavam pela rodovia, até que, pouco menos de uma hora depois, localizou o assassino, nas proximidades da ponte sobre o rio Abobral, a cerca de 10 km da fazenda, e 30 km do local conhecido como Buraco das Piranhas, na entrada da estrada Parque na BR 262. A equipe abordou o criminoso, de 30 anos, residente em Aquidauana, que estava em um cavalo e não esboçou reação.
O infrator informou que cometera o crime durante bebedeira depois do trabalho e desentendimento e que a faca utilizada no assassinato havia ficado na fazenda. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Corumbá, onde foi autuado em flagrante pelo crime.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – TELEFONE PMA – 67 – 99984-5013 (Campo Grande) – PMMS – (TENENTE CORONEL EDNILSON PAULINO QUEIROZ)
Publicado por: Ednilson Paulino Queiroz
Fonte: PM MS
Policial
Em Três Lagoas| Operação da Polícia Federal expõe rede de tráfico e leva suspeitos à prisão
A Polícia Federal do Brasil deflagrou, nesta quinta-feira, (23) a Operação Geminus com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no tráfico de drogas em Três Lagoas. A ofensiva representa mais um avanço no combate ao crime organizado.
As investigações tiveram início após a prisão de integrantes da organização e a apreensão de entorpecentes, o que levou os agentes a aprofundarem a apuração para identificar toda a estrutura do grupo. O trabalho buscou mapear a cadeia de atuação criminosa.
As medidas cautelares foram autorizadas pelo Juízo de Garantias da comarca, permitindo o avanço da operação nesta nova fase. A decisão judicial viabilizou o cumprimento das ações policiais.
Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão e três de busca e apreensão durante a operação. A ação resultou na prisão de suspeitos e coleta de provas.
Policial
Ex-vereador de Três Lagoas é condenado a 46 anos de prisão por abusar da própria irmã
O ex-vereador Wellington Ferreira de Jesus, conhecido como “Cascão”, foi condenado a 46 anos e três meses de prisão pelos crimes de estupro de vulnerável e estupro contra a própria irmã, em Três Lagoas.
De acordo com denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), os abusos ocorreram ao longo de cerca de dez anos, entre 2013 e 2023. O réu passou a conviver com a família da vítima quando ela tinha apenas 10 anos, assumindo posição de confiança e responsabilidade.
Segundo a investigação, os abusos começaram sem conjunção carnal e evoluíram, com o passar dos anos, para estupros mediante violência e grave ameaça, já durante a adolescência da vítima.
Os abusos aconteciam tanto na residência da família quanto em outro imóvel onde o réu morava com a avó, local para onde a vítima era levada sob a justificativa de prestar cuidados.
Ainda conforme o processo, o condenado utilizava ameaças, manipulação psicológica e até presentes para manter o controle sobre a vítima.
Em relatos, ele afirmava que não seria denunciado ou acreditado por ser uma pessoa conhecida na cidade e por já ter exercido mandato público.
A Justiça considerou o depoimento da vítima firme, coerente e compatível com provas testemunhais, documentais e laudos psicológicos.
Como consequência dos abusos, ela desenvolveu grave sofrimento emocional, com registros de autolesão, tentativas de suicídio e necessidade de acompanhamento especializado.
Na sentença, o magistrado destacou a credibilidade das declarações e condenou o réu a:
29 anos e 2 meses por estupro de vulnerável e 17 anos e 1 mês por estupro. Além da pena de prisão, ele também deverá pagar R$ 20 mil por danos morais à vítima.
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