Ambiental
PMA autua 26 infratores e aplica R$ 633 mil em multas por incêndios e realiza orientação preventiva em 374 propriedades, percorrendo mais de 18 mil km na operação Prolepse
Felizmente a chuva deu uma aliviada nos incêndios, mas os trabalhos da operação Prolepse de prevenção aos incêndios rurais e urbanos, lançada no dia 22 de março do ano de 2021 (Dia da Intencional da Água) pela Polícia Militar Ambiental não param. As atividades na operação Prolepse ocorrem e ocorrerão todos os anos, seguindo objetivos e metas específicas e integradas com uso de tecnologias, orientação, informação, educação ambiental e, por último, repressão.
No ano passado (2021) foram visitadas 762 propriedades rurais e percorridos 35.000 km em estradas e rios para chegar às propriedades e em navegação. Em cada propriedade em que as pessoas são orientadas, elas recebem um folheto com informações preventivas aos incêndios, bem como há o preenchimento de um questionário contendo algumas questões e o fortalecimento do compromisso daquelas pessoas, em prevenir e não fazer uso do fogo.
NÚMEROS ATÉ O MOMENTO (9 de agosto de 2022)
A Polícia Militar Ambiental autuou até o dia (9) de agosto, 26 infratores entre pessoas jurídicas e físicas por incêndios urbanos e rurais no Estado. Foi aplicado um total de R$ 632.891,00 em multas. Das 26 autuações, 6 (seis) foram em perímetro urbano e na área rural foram 20 autuados. Com relação à orientação e informação foram orientados funcionários e proprietários em 374 propriedades rurais, sendo percorridos 18.342 km de estradas e rios.
Os números relativos às autuações ainda são extremamente preocupantes, porém, a PMA espera que eles irão reduzindo ao longo do tempo pela prevenção realizada na operação Prolepse. O nome Prolepse que significa antecipação, antevisão, prenoção, que indica o que a operação pretende, até porque prevenção é função da Polícia Militar prevista na Constituição Brasileira.
De qualquer forma, infelizmente, a tendência é realmente neste primeiro momento haver um número maior de autuados, especialmente nos perímetros urbanos, em razão da maior quantidade de denúncias, pois, assim que a população tomou conhecimento da operação, passou a denunciar sistematicamente as pessoas que insistem em desrespeitar as normas, especialmente nos perímetros urbanos.
Por outro lado, a PMA espera uma tendência de queda dos incêndios ao longo dos anos, pois o planejamento da operação é que os trabalhos informativos, educacionais e repressivos continuem, até que sejam controlados os problemas, primeiramente devido a parte repressiva, ainda necessária, mas depois pelo efeito das informações e dos trabalhos de Educação Ambiental realizados nas escolas rurais e também nas propriedades e assentamentos. Este ano, já se espera um número menor de autuados, até pelos compromissos firmados com os proprietários de só fazer uso do fogo, em casos extremos e, devidamente autorizado pelo órgão ambiental.

ALERTA
Provocar incêndio em mata ou floresta pode gerar prisão em flagrante. A pessoa poderá sair sob fiança para responder ao processo em liberdade. A pena prevista é de dois a quatro anos de reclusão. Além disso, a pessoa poderá ser autuada administrativamente e multada entre 1.000,00 por hectare ou fração em área agropastoril, ou vegetação não protegida por Lei, e de até R$ 7.000,00 por hectare em vegetação protegida.
Tanto no perímetro rural como urbano, o infrator também poderá responder por crime de poluição, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão, bem como ser multado administrativamente e receber multa de R$ 5.000,00 a R$ 50.000.000,00. Em todos os casos, os infratores poderão sofrer ação civil para reparação dos danos ambientais
BALANÇO 2022 – DAS AUTUAÇÕES POR INCÊNDIOS POR MUNICÍPIO (até 9 de agosto).
| ÁREA URBANA | Nº DE AUTOS DE INFRAÇÃO AMBIENTAL | 06 |
| TOTAL DE MULTAS APLICADA: | R$ 13.305,50 | |
|
ÁREA RURAL |
Nº DE AUTOS DE INFRAÇÃO AMBIENTAL: | 20 |
| TOTAL DE MULTAS APLICADA: | R$ 619.585,79 | |
| TOTAL GERAL DE MULTAS | R$ 632.891,29 | |
| KM PERCORRIDO/NAVEGADOS | 18.342 KM | |
| NÚMERO DE VISITAS (PROLEPSE) | 374 (VISITAS A PROPRIEDADES) | |
| FATOS COM AUTUADOS – ÁREA URBANA | |||
| OPMA | DATA | MUNICÍPIO | VALOR |
| SÃO GABRIEL DO OESTE | 29/03/2022 | SÃO GABRIEL DO OESTE | R$ 1.339,80 |
|
AQUIDAUANA |
17/05/2022 | AQUIDAUANA | R$ 464,00 |
| 31/05/2022 | ANASTACIO | R$ 4.640,00 | |
|
CAMPO GRANDE |
27/05/2022 | CAMPO GRANDE | R$ 464,00 |
| 04/06/2022 | CAMPO GRANDE | R$ 1.397,70 | |
| 07/07/2022 | CAMPO GRANDE | R$ 5.000,00 | |
| Nº DE AUTOS DE INFRAÇÃO AMBIENTAL ÁREA URBANA: 06
TOTAL DE MULTA APLICADA: R$ 13.305,50 |
| FATOS COM AUTUADOS – ÁREA RURAL | |||
| OPMA | OPMA | OPMA | OPMA |
| AQUIDAUANA | 18/07/2022 | DOIS IRMÃOS DO BURITI | R$ 52.000,00 |
| 20/07/2022 | AQUIDAUANA | R$ 7.000,00 | |
| CORUMBÁ | 08/05/2022 | CORUMBÁ | R$ 2.000,00 |
| 12/07/2022 | LADÁRIO | R$ 1.000,00 | |
| 24/07/2022 | CORUMBÁ | R$ 1.000,00 | |
| 15/07/2022 | CORUMBÁ | R$ 393.600,00 | |
| BONITO | 28/07/2022 | BONITO | R$ 5.000,00 |
| PORTO MURTINHO | 30/03/2022 | PORTO MURTINHO | R$ 8.000,00 |
| BATAGUASSU | 06/04/2022 | ANAURILANDIA | R$ 1.000,00 |
| 09/04/2022 | BATAGUASSU | R$ 58.950,39 | |
| 26/04/2022 | NOVA ANDRADINA | R$ 3.000,00 | |
| 18/06/2022 | BATAGUASSU | R$ 34.200,00 | |
| 20/06/2022 | NOVA ANDRADINA | R$ 5.771,40 | |
| 08/07/2022 | SANTA RITA DO PARDO | R$ 1.000,00 | |
| 26/07/2022 | BATAGUASSU | R$ 1.000,00 | |
| 04/08/2022 | BATAGUASSU | R$ 14.564,00 | |
|
CAMPO GRANDE/SEDE |
24/05/2022 | AQUIDAUANA | R$ 1.000,00 |
| 16/06/2022 | NOVA ALVORADA DO SUL | R$ 19.500,00 | |
| 02/08/2022 | SIDROLANDIA | R$ 1.000,00 | |
| MIRANDA | 15/06/2022 | MIRANDA | R$ 9.000,00 |
| Nº DE AUTOS DE INFRAÇÃO AMBIENTAL ÁREA RURAL: 20
TOTAL DE MULTA APLICADA: R$ 619.585,79 |
BALANÇO – INCÊNDIOS DO ANO DE 2021
PMA autua 129 infratores e aplica R$ 34 milhões em multas por incêndios em 2021, números respectivamente de 75% e 531% superiores a 2020 e realiza orientação em 762 propriedades
A Polícia Militar Ambiental autuou no ano passado 129 infratores entre pessoas jurídicas e físicas por incêndios urbanos e rurais no Estado, número significativamente superior a 2020, quando foram 72 autuados. Um aumento de 75%. Foi aplicado um total de R$ 34.118.499,10 em multas e R$ 6.324.182,98 em 2020, caracterizando aumento de 531%. Das 129 autuações, 51 foram em perímetro urbano, enquanto que em 2020 foram 16 em perímetro urbano das 72 autuações daquele ano. Um aumento de 44%. Na área rural foram 78 autuados em 2021, contra 56 em 2020.
Os números são extremamente preocupantes, porém, a PMA espera que eles irão se reduzir ao longo do tempo pela prevenção realizada na operação Prolepse de prevenção aos incêndios, deflagrada no dia 22 de março de 2021, que se estenderá pelo tempo que for necessário até a redução do problema. O nome Prolepse que significa antecipação, antevisão, prenoção, que indica o que a operação pretende, até porque prevenção é função da Polícia Militar prevista na Constituição Brasileira.
Os trabalhos na operação Prolepse ocorrem e ocorrerão todos os anos, seguindo objetivos e metas específicas e integradas com uso de tecnologias, informação, educação ambiental e, por último, repressão. No ano passado foram visitadas 762 propriedades rurais e percorridos 35.000 km em estradas para chegar às propriedades e em navegação. Em cada propriedade em que as pessoas são orientadas, elas recebem um folheto com informações preventivas aos incêndios, bem como há o preenchimento de um questionário contendo algumas questões e o fortalecimento do compromisso daquelas pessoas, em prevenir e não fazer uso do fogo.

De qualquer forma, infelizmente, a tendência era realmente neste primeiro momento haver um número maior de autuados, especialmente nos perímetros urbanos, em razão da maior quantidade de denúncias, pois, assim que a população tomou conhecimento da operação, passou a denunciar sistematicamente as pessoas que insistem em desrespeitar as normas, especialmente nos perímetros urbanos.
Por outro lado, a PMA espera uma tendência de queda dos incêndios ao longo dos anos, pois o planejamento da operação é que os trabalhos informativos, educacionais e repressivos continuem, até que sejam controlados os problemas, primeiramente devido a parte repressiva, ainda necessária, mas depois pelo efeito das informações e dos trabalhos de Educação Ambiental realizados nas escolas rurais e também nas propriedades e assentamentos.
ALERTA
Provocar incêndio em mata ou floresta pode gerar prisão em flagrante. A pessoa poderá sair sob fiança para responder ao processo em liberdade. A pena prevista é de dois a quatro anos de reclusão. Além disso, a pessoa poderá ser autuada administrativamente e multada entre 1.000,00 por hectare ou fração em área agropastoril, ou vegetação não protegida por Lei, e de até R$ 7.000,00 por hectare em vegetação protegida.
Tanto no perímetro rural como urbano, o infrator também poderá responder por crime de poluição, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão, bem como ser multado administrativamente e receber multa de R$ 5.000,00 a R$ 50.000.000,00. Em todos os casos, os infratores poderão sofrer ação civil para reparação dos danos ambientais
BALANÇO DAS AUTUAÇÕES POR INCÊNDIOS (2021).
| ÁREA URBANA | Nº DE AUTOS DE INFRAÇÃO AMBIENTAL | 51 |
| TOTAL DE MULTAS APLICADA: | R$ 73.066,12 | |
|
ÁREA RURAL |
Nº DE AUTOS DE INFRAÇÃO AMBIENTAL: | 78 |
| TOTAL DE MULTAS APLICADA: | R$ 33.821.109,60 | |
| MULTAS (OUTROS FATOS DURANTE VISITA) | R$ 297.389,50 | |
| TOTAL GERAL DE MULTAS | R$ 34.118.499,10 | |
| KM PERCORRIDO/NAVEGADOS | 35.041 KM | |
| NÚMERO DE VISITAS (PROLEPSE) | 762 (VISITAS A PROPRIEDADES) | |
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – PMMS
Ambiental
Operação Prolepse – ações preventivas impulsionam expressiva redução dos focos de calor em MS
A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul desenvolve, de forma permanente, ações de prevenção, fiscalização e proteção dos recursos naturais em todo o território estadual, atuando de maneira integrada com outros órgãos ambientais e de resposta a emergências. Essas ações são fundamentais para a mitigação dos impactos decorrentes das queimadas e dos incêndios florestais, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade ambiental.
Nesse contexto institucional, destaca-se a Operação Prolepse, estratégia preventiva da Polícia Militar Ambiental voltada à antecipação de riscos, à orientação e à conscientização, bem como à presença territorial qualificada em áreas sensíveis. No âmbito do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, responsável predominantemente pelas áreas inseridas na Bacia do Rio Paraguai, a operação foi intensificada como parte do esforço preventivo estadual.
Os resultados obtidos reforçam a relevância dessa atuação articulada. Dados oficiais do sistema TerraBrasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, indicam que Mato Grosso do Sul registrou uma redução de 72,7 por cento nos focos de calor, passando de 8.712 registros em 2024 para 2.376 em 2025. Ressalta-se que esses números correspondem ao total de focos registrados em todo o Estado, enquanto as ações da Operação Prolepse aqui analisadas referem-se exclusivamente à área de atuação do 1º BPMA.
No que se refere às atividades preventivas, a Operação Prolepse apresentou crescimento substancial no âmbito do 1º BPMA, com aumento de 84,8 por cento, passando de 289 ações em 2024 para 534 ações em 2025. Esse avanço demonstra o fortalecimento da estratégia preventiva adotada na região da Bacia do Rio Paraguai, em consonância com as diretrizes institucionais da Polícia Militar Ambiental.
É importante destacar que a redução dos focos de calor resulta de um esforço integrado e coordenado, que envolve diferentes órgãos e instituições. Nesse cenário, a atuação da Polícia Militar Ambiental, por meio da Operação Prolepse, soma-se às ações desenvolvidas pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul e pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, fortalecendo a governança ambiental estadual.
A integração entre esses órgãos potencializa os resultados alcançados, permitindo que ações preventivas, de fiscalização, resposta e gestão ocorram de maneira complementar e eficiente. No âmbito territorial da Bacia do Rio Paraguai, a Operação Prolepse se destaca como um dos principais pilares preventivos, ao atuar diretamente no território, reduzindo ignições, promovendo mudança de comportamento e fortalecendo a presença do Estado.
A intensificação da Operação Prolepse no âmbito do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental evidencia que investir em prevenção é investir em eficiência, reduzindo danos ambientais, custos operacionais e impactos sociais. A Polícia Militar Ambiental reafirma, assim, seu compromisso institucional com a proteção dos recursos naturais e com a atuação técnica e integrada em áreas estratégicas do Estado.
A Polícia Militar Ambiental segue firme em sua missão constitucional de preservar o Pantanal e os demais biomas sul-mato-grossenses, atuando de forma antecipada, técnica e articulada, em benefício da sociedade e das futuras gerações.
Assessoria de Comunicação do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental
Ambiental
Operação Libertas prende 18 pessoas e resgata quase 800 animais em 11 estados
Nesta quarta-feira (29/10), Ministérios Públicos, Polícias Ambientais e órgãos de fiscalização de onze estados brasileiros deflagraram a Operação Libertas, que mirou alvos do tráfico de animais silvestres. A ação resultou no cumprimento de 116 mandados, na prisão de 7 pessoas preventivamente e 11 em flagrante, além do resgate de quase 800 animais retirados ilegalmente da natureza – em sua maioria aves dos biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica, algumas ameaçadas de extinção –, destinadas a feiras clandestinas e pontos de comércio irregular.
A operação é coordenada pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), por meio do Projeto Libertas, e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Freeland Brasil e financiamento do Escritório de Assuntos Internacionais sobre Narcóticos e Aplicação de Lei dos Estados Unidos (INL).
A Abrampa é presidida pelo promotor de Justiça e coordenador do Núcleo Ambiental do MPMS, Luciano Loubet. O Estado foi um dos participantes da operação, junto com Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Maranhão e Bahia.
Ações em MS
Em Mato Grosso do Sul, foram vistoriados 35 locais pelo Instituto de Meio Ambiente de MS (Imasul) e pela Polícia Militar Ambiental (PMA), nos municípios de Campo Grande, Bataguassu, Batayporã e Ivinhema. Durante as fiscalizações:

* Uma ave curió foi apreendida;
* Um filhote permaneceu com o criador, como fiel depositário;
* Foi aplicada uma multa de R$ 500,00;
Foram emitidas cinco notificações, envolvendo situações como manutenção de aves exóticas sem nota fiscal e comunicação de óbito de animal.
Além do tráfico de animais silvestres, a operação também revelou a prática de outros crimes associados, como receptação, falsificação de documentos e de sinais públicos, maus-tratos, organização criminosa, entre outros. Durante a operação, também foram apreendidas armas de fogo, veículos, quantias em dinheiro, documentos, celulares e gaiolas.
Entre as espécies apreendidas destacam-se aves como papagaios, coleirinhos, trinca-ferros e tucanos, além de espécies ameaçadas de extinção. Também foram encontrados quelônios, gatos de bengala, entre outros.
Os animais resgatados foram encaminhados a centros de reabilitação do Ibama e de órgãos estaduais, onde recebem cuidados veterinários. Sempre que possível, são devolvidos à natureza; os que não têm condições de sobrevivência permanecem em criadouros conservacionistas ou zoológicos autorizados.
“A operação deflagrada hoje é uma resposta contundente do Estado para proteger nossa fauna, essencial para o equilíbrio ambiental. As investigações seguem para consolidar provas e oferecer denúncia criminal pelos crimes de tráfico de fauna, maus-tratos, associação criminosa e lavagem de dinheiro”, destacou Luciana de Paula Imaculada, promotora de Justiça do MPMG e coordenadora da operação pelo Projeto Libertas.
“Essa ação integrada demonstra o compromisso sério do Ministério Público brasileiro com o enfrentamento ao tráfico de fauna silvestre, um crime que causa sofrimento a milhões de animais, ameaça espécies inteiras e compromete os serviços ecossistêmicos essenciais à vida. Combater essa prática é também proteger a saúde pública, a integridade ambiental e a própria governança do país”, afirmou Juliana Ferreira, diretora-executiva da Freeland Brasil.
Texto: Marta Ferreira de Jesus
Revisão: Fabrício Judson
Fotos: Imasul e PMA/MS
-
Sem categoria6 dias atrásCamila Morgado será homenageada hoje no 33º Festival de Cinema de Vitória
-
Nota de Falecimento4 dias atrásJornalismo de Três Lagoas está de luto com a morte do jornalista Adilson Silva
-
Saúde6 dias atrás5 benefícios da fisioterapia para a recuperação pós-cirurgia de joelho
-
Celulose em Destaque6 dias atrásArauco usa drones para instalar cabos de alta tensão e reduzir impacto ambiental em MS
