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Brasilândia inicia vacinação contra a Covid-19

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Prefeito Dr. Antonio Thiago foi a primeira pessoa da cidade a se vacinar

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 prefeito Dr. Antonio Thiago foi a primeira pessoa a recebe a vacinação contra a Covid-19 em Brasilândia, na manhã desta quarta-feira (20), na sala de vacinação do Hospital Júlio César Paulino Maia. Por ser também médico, o prefeito se enquadra no grupo prioritário para receber a imunização e também uma forma de conscientizar a população sobre a importância da vacina.

“A vacina não é obrigatória, mas é uma recomendação que vacine, porque a ciência diz que a única eficácia que se tem contra a Covid e inúmeras outras doenças é a vacina”.

Além disso, o prefeito reconheceu a idoneidade do Instituto Butantã – unidade responsável pela fabricação da vacina contra a Covid que está em Brasilândia. “Eu já conheço há muito tempo, sempre foi um instituto sério e para desmistificar. Nós temos que pensar na população e se proteger para evitar estragos e transtornos na vida das pessoas”.

O prefeito reforçou a importância de se tomar a vacina contra a Covid. “Podem vir com segurança tomar a vacina, que é do Instituto Butantã, mesmo também para o Instituto Fiocruz, que são sérios. Os nossos profissionais estão todos treinados para fazer todos os procedimentos o que for necessário”, disse o prefeito.

Dr. Antonio lembrou que todo o trabalho da Campanha de Vacinação contra a Covid seguirá as normas técnicas. “A nossa Secretaria Municipal de Saúde seguirá o Plano Nacional de Imunização. As doses são limitadas e neste momento são somente para os trabalhadores em saúde, indígenas e idosos que estão acolhidos. Acreditamos que o Governo do Estado e Federal trarão mais doses”, salientou.

COMPRA DE VACINA

O prefeito também destacou que há interesse do Município em comprar doses quando estiver disponível no mercado. “Estamos tendo contato com o Instituto Butantã para quando estiver disponibilizado a venda, nós pretendemos comprar 5 mil doses para vacinar toda a população, em especial que não está no grupo prioritário, seguindo os mesmos protocolos da vacina contra H1N1”, disse.

A segunda pessoa que foi imunizada foi a enfermeira Selma Mendonça Siqueira. O motivo de ser a segunda profissional escolhida para receber a vacina é que a profissional foi a primeira que realizou os atendimentos dos primeiros casos de Covid em Brasilândia. “Eu fico muito contente de estar fazendo parte deste momento, pois no início da Pandemia foi muito angustiante realizar os atendimentos, mas eu tive o apoio e todo o suporte da equipe da Saúde, que fez eu continuar realizando o meu trabalho e hoje estou vacinada”.

Além de Selma mais profissionais da Saúde foram vacinados: Tuani Marques da Silva (Técnico de Enfermagem), Daiane Pires (técnica de enfermagem), Ruberval Peres Vasques (enfermeiro), Noemia Soares Vituariano (técnico de enfermagem), Micaely Amorim Hadas (enfermeira), e Débora Rodrigues Cervelatti (enfermeira).

Participaram também do ato da primeira vacinação a Secretária Municipal de Saúde, Adeliza Abrami, o presidente do Conselho Municipal de Saúde, o agente comunitário Gredson Moura e a diretora do Hospital Dr. Júlio César Paulino Maia, Marcilene Rodrigues.

A equipe da Saúde estará se organizando na próxima semana para realizar a vacinação dos indígenas na Aldeia Ofaié e dos idosos no Instituto de Longa Permanência.

Neste primeiro lote serão vacinados 71 trabalhadores de Saúde, 10 idosos do Centro de Convivência e 65 indígenas da Aldeia Ofaié.

A vacina Sinovac, produzida no Instituto Butantã foi liberada pela Anvisa no último domingo (17) e o Ministério da Saúde iniciou as distribuições do primeiro lote aos estados na segunda-feira.

A vacina tem como objetivo de evitar a transmissão da Covid-19 e além disso, diminui as futuras complicações da doença, caso a pessoa seja infectada.

O Ministério da Saúde já publicou o Plano Nacional de Vacinação, assim como Estado e Município. Para mais informações, os interessados poderão ter acesso clicando no link abaixo sobre os documentos que regulamenta a aplicação das vacinas na população.

 

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Policiais civis prendem homem que vendia medicamento para emagrecimento contrabandeado, em Brasilândia

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Nesta quarta (21), após o recebimento de diversas denúncias anônimas e informações acerca possível comercialização irregular de medicamento de origem estrangeira no município de Brasilândia, a Polícia Civil realizou diligências para apurar a veracidade.

Durante monitoramento e campana, os policiais civis confirmaras as informações, abordando o suspeito J.A.S. (42), motorista de ambulância, no momento em que conduzia uma motocicleta Honda Biz.

No interior do compartimento do veículo, foram localizadas ampolas e seringas já preenchidas, todas contendo o medicamento Tirzepatida T.G., de procedência paraguaia, cuja importação e revenda são proibidas no Brasil.

O suspeito confessou informalmente que adquiria o produto no exterior e o revendia em território nacional, sem qualquer autorização dos órgãos sanitários competentes.

Ressalta-se que as seringas estavam previamente preparadas, sem controle sanitário ou procedência, o que representa grave risco à saúde pública.

Diante dos fatos, J.A.S. foi preso em flagrante e conduzido à unidade policial, sendo autuado, em tese, pelo crime de contrabando (art. 334-A do Código Penal – pena – 2 a 5 anos), permanecendo à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima e contribuem diretamente para a proteção da sociedade.

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Mãe e filho são presos em Brasilândia com 160 kg de cocaína em caminhão na BR-158

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A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 160 quilos de cocaína e prendeu mãe e filho que transportavam a droga em um fundo falso de caminhão. O flagrante ocorreu nesta segunda-feira (24), durante fiscalização de rotina na BR-158, em Brasilândia.

  A apreensão ocorreu depois que os agentes da PRF abordaram um caminhão que trafegava de forma irregular pela rodovia. Durante a análise documental, os policiais constataram que o motorista não possuía Carteira Nacional de Habilitação. Ele estava acompanhado da própria mãe, que também foi detida.

Uma vistoria minuciosa na cabine do caminhão revelou a existência de um compartimento oculto, popularmente chamado de “mocó”, preparado especialmente para esconder os entorpecentes. Ao abrir o espaço, os policiais localizaram diversos tabletes distribuídos em dois tipos de processamento da droga.

No total, foram encontrados 99,4 quilos de pasta base de cocaína e 61,3 quilos de cloridrato de cocaína, considerado o produto de maior pureza e valor no tráfico.

Após o flagrante, mãe e filho foram encaminhados, juntamente com o caminhão e a carga apreendida, para a Delegacia de Polícia Civil de Brasilândia, onde o caso foi registrado.

A Polícia Civil segue responsável pela investigação, que deve apurar a origem e o destino da droga apreendida.

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