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13 Curiosidades sobre o Vietnã que só quem morou lá pode dizer

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O Vietnã é um país incrível, repleto de excentricidades, e um destino turístico inesquecível. Algumas características do país podem estranhar os turistas, mas todos os lugares têm algo que podemos não gostar, e as coisas agradáveis acabam superando as desagradáveis.

Que tal visitar o Vietnã nas próximas férias? Snezhana é uma russa que viveu 6 anos no país. Ela compartilhou algumas de suas experiências com o site Bright Side e que são bem interessantes para os turistas que pretendem visitar o país asiático.

1 – Conhecendo pessoas

Quando você conhece algumas pessoas do Vietnã, você pode ter a impressão de estar escutando o mesmo sobrenome várias vezes. A questão é que cerca de 40% da população do Vietnã tem o sobrenome Nguyen (Nguyễn) e 11%, o sobrenome Trần.

2 – Limpeza

A higiene não é um ponto muito forte nas ruas do Vietnã. Ao chegar no país, prepare-se para ver muito lixo embaixo das mesas de barracas locais. Recentemente, foram instaladas latas de lixo para tentar acabar com esse problema, mas não adiantou muito. Além disso, é grande o número de homens que urinam em locais públicos.

3 – Pele

Assim como em muitos países asiáticos, as mulheres vietnamitas consideram a pele branca muito bonita, e acabam se escondendo do sol como podem. Mesmo que esteja calor, elas usam roupas longas, luvas e máscaras. Essas máscaras também ajudam  a proteger as pessoas da poeira ao dirigir motocicletas ou bicicletas.

4 – Espaço pessoal

Esqueça a sua privacidade quando estiver no Vietnã. Em prédios de apartamentos, é normal que as portas das residências fiquem abertas. E, se deixar a sua fechada, um vizinho pode ficar preocupado e vir te perguntar se tudo está bem. As casas não costumam ter cortinas, e numa conversa, a pessoa com quem você está falando fica bem próxima a você, como se quisesse contar um segredo. Além disso, as filas não são tão respeitadas no país.

5 – Perguntas indesejáveis

É comum, em uma conversa, perguntarem a sua idade ou o seu salário. Os vietnamitas acreditam sinceramente que esses assuntos podem animar a conversa e mostrar interesse das pessoas.

6 – Sempre diga “sim”

Os vietnamitas não gostam de responder “não” às pessoas. E se o seu pedido não estiver claro para um local, ele concordará e continuará repetindo “sim” como resposta. Nessas situações, é importante. prestar muita atenção na reação da pessoa. Normalmente, um sorriso estranho indica que as coisas não estão muito claras.

7 – Tempo

A pontualidade não é o forte dos vietnamitas. Se um deles combinou algo contigo “em 5 minutos” ou “amanhã”, é provável que o compromisso seja adiado indefinidamente.

8 – Dinheiro

Em 2003, as cédulas de polímero sintético substituíram as cédulas de algodão. As cédulas de polímero sintético não estragam quando são molhadas.

9 – Esportes

Os vietnamitas adoram esportes. Os mais populares por lá são o futebol e o voleibol. O voleibol local também é chamado pepak takraw, que é semelhante ao voleibol clássico com apenas uma exceção – ele é jogado com as pernas.

10 – Unhas

Se um homem tem unhas compridas, isso significa que ele pode se dar ao luxo de não trabalhar no campo ou em outro emprego mal remunerado. Muitos homens no Vietnã usam esse método simples para demonstrar seu status social. As tarefas domésticas geralmente ficam a cargo da esposa.

 

Fonte: Tudo Interessante

 

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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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