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3.400 alunos fazem atividades na semana da árvore em quatro cidades do MS

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Desde (21), o dia Internacional da Árvore, a PMA e parceiros realizam trabalhos de Educação Ambiental durante a semana da árvore, que vai até o dia 25, em quatro cidades do Estado. O Projeto Florestinha, Secretarias Municipais de Educação de Itaquiaraí, Ladário e de Corumbá (MS) e a Fazenda Green Farm CO2 Free, realizam diversos trabalhos de Educação Ambiental, dentre eles, o plantio de 1.000 mudas nativas.

FLORESTINHA (CEA/FLORESTINHA)Desde ontem, quando foram atendidos 70 alunos da escola CCAMP (foto anexa), as crianças e adolescentes do Projeto Florestinha da Capital, instalado no Parque Cônsul Assaf Trad, localizado próximo ao shopping Center, na saída para Cuiabá (MT) recebem escolas e continuará até sexta-feira (25), seguindo à programação abaixo.

21 a 25 de Setembro (todas às tardes e também manhã do dia 25) – Recebimento de alunos de escolas públicas e privadas da Capital, quando são discutidas questões ambientais, em forma de oficinas com as seguintes temáticas:

  1. Plantio de Mudas Nativas, com palestras sobre a importância da vegetação, problemas relativos aos desmatamentos, erosões etc. (100 mudas serão plantadas).
  2. Reciclagem de papel, com palestra sobre a importância da reciclagem, do consumo consciente e os problemas relacionados aos resíduos sólidos.
  3. Visitação ao museu de animais e peixes taxidermizados (empalhados), com palestra sobre a importância da fauna, bem como os problemas que a afetam, como caça, atropelamentos de animais silvestres, tráfico, manutenção de animais silvestres em cativeiro, pesca, etc.
  4. Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: águas, desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos.
  5. Trilhas ecológicas – as trilhas já existem dentro do Parque. Nelas as crianças do Projeto Florestinha farão passeio com alunos, discutindo a importância da vegetação, bem como discutindo os problemas relativos ao desmatamento desregrado, visto que toda a área do parque era constituída por processos erosivos.
  6. Casa da Energia, com palestra sobre economia de energia, matriz energética, impactos ambientais e fontes renováveis.

FAZENDA GREEN FARM CO2 FREE – ITAQUIRAÍ (MS) – Desde ontem, 300 alunos das escolas Cabuaraí, Santo Antônio, CEMI e Avanti, estão sendo atendidos por outra equipe do Projeto Florestinha inaugurado neste ano, o qual funciona no Parque Estadual Matas do Segredo, no bairro Jardim Presidente na Capital. A Educação Ambiental é realizada com a mesma metodologia supra citada na fazenda Green Farm CO2 Free, localizada no município de Itaquiraí, a 27 Km da cidade Naviraí e atenderá em torno de 1.000 alunos das escolas rurais e das duas cidades (Naviraí e Itaquiraí).

Além das oficinas, a fazenda possui um Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), por onde os estudantes passam recebendo orientações sobre fauna e todas as questões relacionadas a este tema, tais como: tráfico, caça, atropelamentos, manutenção em cativeiro, introduções e invasões e doenças introduzidas na população humana, etc. Será executado também o Plantio de 900 Mudas Nativas. (foto anexa)

Os alunos participam ainda de um passeio em uma grande embarcação, pelo rio Amambai, até sua foz no rio Paraná, onde serão discutidas questões relativas aos recursos hídricos, bacias hidrográficas, assoreamento, entre outras questões.

Corumbá e Ladário (MS) – Em razão do feriado de Corumbá, outra equipe do Projeto Florestinha começou a Educação Ambiental, com a mesma metodologia. Os trabalhos irão até o dia 25, nas cidades de Corumbá e Ladário e atenderá em torno de 2.000 alunos das escolas públicas e privadas em parceria com Secretarias Municipais de Educação dos dois municípios.

Educação Ambiental Florestinha Green Farm Itaquiraí Educação Ambiental Plantio Florestinha Capital - Parque Assaf Trad. Plantio Educação Ambiental Plantio Florestinha Capital - Parque Assaf Trad

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Ambiental

Operação Prolepse – ações preventivas impulsionam expressiva redução dos focos de calor em MS

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A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul desenvolve, de forma permanente, ações de prevenção, fiscalização e proteção dos recursos naturais em todo o território estadual, atuando de maneira integrada com outros órgãos ambientais e de resposta a emergências. Essas ações são fundamentais para a mitigação dos impactos decorrentes das queimadas e dos incêndios florestais, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade ambiental.

Nesse contexto institucional, destaca-se a Operação Prolepse, estratégia preventiva da Polícia Militar Ambiental voltada à antecipação de riscos, à orientação e à conscientização, bem como à presença territorial qualificada em áreas sensíveis. No âmbito do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, responsável predominantemente pelas áreas inseridas na Bacia do Rio Paraguai, a operação foi intensificada como parte do esforço preventivo estadual.

Os resultados obtidos reforçam a relevância dessa atuação articulada. Dados oficiais do sistema TerraBrasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, indicam que Mato Grosso do Sul registrou uma redução de 72,7 por cento nos focos de calor, passando de 8.712 registros em 2024 para 2.376 em 2025. Ressalta-se que esses números correspondem ao total de focos registrados em todo o Estado, enquanto as ações da Operação Prolepse aqui analisadas referem-se exclusivamente à área de atuação do 1º BPMA.

No que se refere às atividades preventivas, a Operação Prolepse apresentou crescimento substancial no âmbito do 1º BPMA, com aumento de 84,8 por cento, passando de 289 ações em 2024 para 534 ações em 2025. Esse avanço demonstra o fortalecimento da estratégia preventiva adotada na região da Bacia do Rio Paraguai, em consonância com as diretrizes institucionais da Polícia Militar Ambiental.

É importante destacar que a redução dos focos de calor resulta de um esforço integrado e coordenado, que envolve diferentes órgãos e instituições. Nesse cenário, a atuação da Polícia Militar Ambiental, por meio da Operação Prolepse, soma-se às ações desenvolvidas pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul e pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, fortalecendo a governança ambiental estadual.

A integração entre esses órgãos potencializa os resultados alcançados, permitindo que ações preventivas, de fiscalização, resposta e gestão ocorram de maneira complementar e eficiente. No âmbito territorial da Bacia do Rio Paraguai, a Operação Prolepse se destaca como um dos principais pilares preventivos, ao atuar diretamente no território, reduzindo ignições, promovendo mudança de comportamento e fortalecendo a presença do Estado.

A intensificação da Operação Prolepse no âmbito do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental evidencia que investir em prevenção é investir em eficiência, reduzindo danos ambientais, custos operacionais e impactos sociais. A Polícia Militar Ambiental reafirma, assim, seu compromisso institucional com a proteção dos recursos naturais e com a atuação técnica e integrada em áreas estratégicas do Estado.

A Polícia Militar Ambiental segue firme em sua missão constitucional de preservar o Pantanal e os demais biomas sul-mato-grossenses, atuando de forma antecipada, técnica e articulada, em benefício da sociedade e das futuras gerações.

Assessoria de Comunicação do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental

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Ambiental

Operação Libertas prende 18 pessoas e resgata quase 800 animais em 11 estados

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Nesta quarta-feira (29/10), Ministérios Públicos, Polícias Ambientais e órgãos de fiscalização de onze estados brasileiros deflagraram a Operação Libertas, que mirou alvos do tráfico de animais silvestres. A ação resultou no cumprimento de 116 mandados, na prisão de 7 pessoas preventivamente e 11 em flagrante, além do resgate de quase 800 animais retirados ilegalmente da natureza – em sua maioria aves dos biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica, algumas ameaçadas de extinção –, destinadas a feiras clandestinas e pontos de comércio irregular.

A operação é coordenada pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), por meio do Projeto Libertas, e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Freeland Brasil e financiamento do Escritório de Assuntos Internacionais sobre Narcóticos e Aplicação de Lei dos Estados Unidos (INL).

A Abrampa é presidida pelo promotor de Justiça e coordenador do Núcleo Ambiental do MPMS, Luciano Loubet. O Estado foi um dos participantes da operação, junto com Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Maranhão e Bahia.

Ações em MS

Em Mato Grosso do Sul, foram vistoriados 35 locais pelo Instituto de Meio Ambiente de MS (Imasul) e pela Polícia Militar Ambiental (PMA), nos municípios de Campo Grande, Bataguassu, Batayporã e Ivinhema. Durante as fiscalizações:

* Uma ave curió foi apreendida;

* Um filhote permaneceu com o criador, como fiel depositário;

* Foi aplicada uma multa de R$ 500,00;

Foram emitidas cinco notificações, envolvendo situações como manutenção de aves exóticas sem nota fiscal e comunicação de óbito de animal.

Além do tráfico de animais silvestres, a operação também revelou a prática de outros crimes associados, como receptação, falsificação de documentos e de sinais públicos, maus-tratos, organização criminosa, entre outros. Durante a operação, também foram apreendidas armas de fogo, veículos, quantias em dinheiro, documentos, celulares e gaiolas.

Entre as espécies apreendidas destacam-se aves como papagaios, coleirinhos, trinca-ferros e tucanos, além de espécies ameaçadas de extinção. Também foram encontrados quelônios, gatos de bengala, entre outros.

Os animais resgatados foram encaminhados a centros de reabilitação do Ibama e de órgãos estaduais, onde recebem cuidados veterinários. Sempre que possível, são devolvidos à natureza; os que não têm condições de sobrevivência permanecem em criadouros conservacionistas ou zoológicos autorizados.

“A operação deflagrada hoje é uma resposta contundente do Estado para proteger nossa fauna, essencial para o equilíbrio ambiental. As investigações seguem para consolidar provas e oferecer denúncia criminal pelos crimes de tráfico de fauna, maus-tratos, associação criminosa e lavagem de dinheiro”, destacou Luciana de Paula Imaculada, promotora de Justiça do MPMG e coordenadora da operação pelo Projeto Libertas.

“Essa ação integrada demonstra o compromisso sério do Ministério Público brasileiro com o enfrentamento ao tráfico de fauna silvestre, um crime que causa sofrimento a milhões de animais, ameaça espécies inteiras e compromete os serviços ecossistêmicos essenciais à vida. Combater essa prática é também proteger a saúde pública, a integridade ambiental e a própria governança do país”, afirmou Juliana Ferreira, diretora-executiva da Freeland Brasil.

Texto: Marta Ferreira de Jesus

Revisão: Fabrício Judson

Fotos: Imasul e PMA/MS

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