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1ª Corrida Eldorado Run reúne cerca de mil corredores solidários em Três Lagoas

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Evento esportivo e solidário marcou as comemorações pelo aniversário de 7 anos da Eldorado Brasil Celulose

O silêncio típico do início das manhãs na orla da Lagoa Maior de Três Lagoas (MS) foi interrompido enquanto ainda amanhecia na cidade. Aproximadamente 1.000 corredores espantaram a preguiça neste domingo (15) de dezembro, calçaram os tênis de corrida e participaram com empolgação da 1ª Corrida Eldorado Run. O evento fez parte das comemorações pelos 7 anos de fundação da Eldorado Brasil Celulose.

Florisvaldo da Silva Vitor, 26 anos, saiu de Cassilândia, a 220 quilômetros de Três Lagoas, com o objetivo de levantar um troféu – algo que ele, corredor desde 2014, não conquistava há quatro anos. E a dedicação aos treinos após cumprir o expediente como gari resultou no primeiro lugar no percurso de 10 quilômetros.

“Quase não consegui me inscrever. Um amigo que treina comigo que alertou para o prazo, correu e conseguiu para nós dois. Hoje veio a recompensa”, contou Florisvaldo. “Estava tudo ótimo, estão de parabéns. Os pontos de água estavam distribuídos certinho e isso me ajudou muito a chegar até o final em alto nível”, completou o corredor, elogiando a organização.

Cerca de 15 minutos depois de Florisvaldo da Silva, outros três participantes cruzaram a linha de chegada pela prova de 5km da caminhada. Mas, um deles chamava a atenção pela idade: apenas 10 meses de vida. A pequena Giovana participou da 1ª Corrida Eldorado Run no carrinho de bebê, empurrado pelos pais Daniele e Arthur Hassan, 28 e 29 anos, respectivamente.

O casal resolveu espantar a preguiça da manhã de domingo para dar o bom exemplo da prática de atividade física logo cedo para a filha. No entanto, o percurso deu um pequeno ‘suadouro’ aos três. “É uma bela iniciativa da Eldorado, muito bacana para estimular a gente a acordar cedo, ir atrás de uma caminhada. Mas achávamos que 5 quilômetros era ‘facinho’, e não é não”, falou rindo Arthur Hassan.

Solidariedade

Para participar da 1ª Corrida Eldorado Run, os participantes fizeram uma inscrição solidária, doando 5 quilos de alimento não perecível e um brinquedo em bom estado. Ao todo, 4 toneladas de mantimentos foram arrecadadas e encaminhadas para quatro instituições de Três Lagoas – Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, Rede Feminina de Combate ao Câncer, Lar de Idosos Eurípedes Barsanulfo e Vila Vicentina –, além do Asilo do Idoso Paulo Tarso, de Selvíria.

Carla Machado de Lourenço, gerente de processos do centenário Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, exaltou a importância das doações para reforçar a dispensa da instituição. O local realiza em média 8 mil atendimentos por mês de diferentes especialidades (oncologia, hemodiálise, pediatria, maternidade, entre outros) e recebe pessoas de outras nove cidades da região.

“Vocês não têm noção do quanto essa ação da Eldorado vem a nos ajudar. Temos muitos pacientes internados, principalmente que vêm da área rural e de outras cidades. Nós temos que acolher a todos. Então, a parte de alimentação é vital e nós só temos a agradecer”, disse Carla Machado.

A presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Ivanir Batista dos Santos, também enalteceu o oferecimento dos alimentos feito pela Eldorado Brasil. Ela lembrou que o trabalho da instituição, que presta serviços assistencial e psicológico a 160 pessoas, precisa do apoio intenso da comunidade empresarial.

“Esse apoio é de grande valia para nós, porque só damos conta do nosso trabalho por termos uma sociedade que corresponde com ações sociais como essa. O envolvimento das empresas com a causa é fundamental”, afirmou Ivanir Batista.

Para Elcio Trajano Jr, diretor de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Comunicação da Eldorado Brasil, a corrida significa mais do que uma comemoração. É também uma forma de unir a população de Três Lagoas e região em torno dos valores da empresa.

“É um momento em que estimulamos a prática de uma atividade física aliada ao lazer, que são fatores essenciais para manter-se saudável. A saúde é um dos direcionadores da Eldorado. E hoje, a população abraçou esse nosso valor”, falou Elcio Trajano.

A 1ª Eldorado Run foi realizada pela Eldorado Brasil em parceria com a Ticket e teve apoio da Polícia Militar e da Prefeitura de Três Lagoas.

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Ministério da Saúde, Magnamed e grandes empresas fecham acordo para produção de 6,5 mil ventiladores pulmonares

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Contrato prevê a entrega de toda produção de ventiladores da Magnamed até agosto de 2020; operação foi viabilizada por parcerias com as empresas líderes do projeto Positivo Tecnologia, Suzano, Klabin, Embraer e Flex

A Magnamed, maior fabricante de ventiladores pulmonares do Brasil, firmou um contrato com o Ministério da Saúde para entregar 6,5 mil unidades até agosto de 2020. O acordo, que entra em vigor imediatamente, faz parte dos esforços empreendidos pelo poder público e pela iniciativa privada no combate à Covid-19. O ventilador pulmonar é peça-central no tratamento de pacientes hospitalizados em estado grave e, para viabilizar o aumento da oferta nacional do produto, a Magnamed contou com o apoio de um grupo de empresas lideradas por Positivo Tecnologia, Suzano, Klabin, Flex e Embraer e apoiadas pela Fiat Chrysler Automóveis, White Martins, entre outras.

“Iniciamos uma ação há cerca de 45 dias, que é extremamente complexa, que é fazer com que a indústria nacional dispare uma produção em tempo reduzido. Temos quatro empresas que produziam esses equipamentos em uma pequena quantidade e, juntos, conseguimos ampliar esta produção”, comemorou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “A Magnamed se sente honrada em poder ajudar o País neste momento, que só foi possível graças a parceiros”, afirma Wataru Ueda, Chief Executive Officer (CEO) da Magnamed.

Para atender à demanda do Ministério da Saúde, a Magnamed está recebendo a colaboração da Positivo Tecnologia, da Suzano, da Klabin, da Embraer, da Fiat Chrysler Automóveis, da White Martins e da Flex. Cada uma colaborando de uma maneira para que tamanha produção possa ser viabilizada em um curto espaço de tempo.

A Positivo, por exemplo, está responsável pelo fornecimento de placas. “Devido ao contexto global, há um desafio enorme para conseguir viabilizar a fabricação desses respiradores em tempo recorde, por isso estamos trabalhando fortemente com nossas equipes no Brasil e no exterior para vencermos os desafios de conseguir ou desenvolver os componentes indispensáveis para fabricar estes respiradores pulmonares que serão de grande valia para salvar vidas”, diz Helio Rotenberg, presidente da Positivo.

A Suzano auxilia em questões de engenharia e na procura para encontrar fornecedores globais de insumos, além de prover capital de giro para a aquisição de componentes. “A situação vivenciada em outros países mostra que o número de ventiladores disponíveis é um fator determinante para salvarmos vidas. Por isso, estamos empenhados, junto aos parceiros nessa iniciativa, a aumentar a oferta desses equipamentos no Brasil e, assim, ajudar os profissionais e as unidades de saúde no tratamento contra o novo coronavírus”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.

A Klabin, por sua vez, ficará responsável pela gestão de compras e importação dos componentes para a montagem dos ventiladores, além de fornecer todas as embalagens necessárias para o transporte dos aparelhos até os hospitais de destino. “É preciso unir forças para combater a disseminação do Coronavírus. O momento é sensível e exige diretrizes intensas que valorizem a vida”, afirma o diretor-geral da Klabin, Cristiano Teixeira.

 A iniciativa da Embraer, que envolve outras sete empresas da indústria aeronáutica brasileira, buscou encontrar a melhor solução para aumentar a capacidade de produção nacional, que fosse de rápida produção e de alta escala. A expertise desse grupo de empresas em usinagem complexa de alta qualidade permitiu atender rapidamente à solicitação da Magnamed para a fabricação de cinco mil componentes até o fim de abril. Essa união de esforços demonstra a importância da mobilização dos diferentes setores industriais para  contribuir com a população nesse momento de ampla necessidade de cooperação.

Já a Flex montou linhas com grande capacidade produtiva em Sorocaba (SP) para a montagem dos ventiladores pulmonares, dedicando centenas de funcionários, o que inclui seu departamento de engenharia e técnicos, bem como equipamentos de ponta. “Estamos em um momento sem precedente E em tempos assim é indispensável que aqueles que podem ajudar se unam. A Flex tem grande experiência no mercado de saúde no mundo, e decidimos disponibilizar essa capacidade para ajudar a aumentar a disponibilidade desse aparelho, tão indispensável, o máximo que for possível”, afirma Leandro Santos, presidente da Flex no Brasil.

 O projeto também conta com o apoio da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), que atuou na identificação e eliminação de gargalos produtivos e na identificação de linhas de financiamento para a ampliação imediata da capacidade de produção, além de colocar seus especialistas de compras, desenvolvimento de produtos, logística e engenharia à disposição para viabilizar o aumento da capacidade produtiva de ventiladores pulmonares nacionais no prazo exíguo que a urgência da situação impõe.

A White Martins, líder no mercado de gases medicinais e industriais no Brasil e na América do Sul, é responsável pelo fornecimento de oxigênio para a fabricação e testes dos respiradores, além do projeto de engenharia e infraestrutura completa para o consumo do gás. “Sabemos o quanto os respiradores e o oxigênio são fundamentais para combater a pandemia do coronavírus. Por isso, além de concentrarmos nossos esforços para garantir o fornecimento dos gases medicinais, estamos apoiando esta iniciativa que com certeza salvará a vida de muitas pessoas”, afirma Gilney Bastos, presidente da White Martins.

SOBRE A MAGNAMED

A Magnamed é uma empresa 100% nacional com 15 anos de atuação no mercado e fabrica anualmente 1800 ventiladores sendo 40% para UTI. Hoje exporta para mais de 60 países de onde obtém 40% de sua receita.

SOBRE A POSITIVO TECNOLOGIA:

A Positivo Tecnologia é uma empresa brasileira que fabrica e comercializa computadores, celulares, servidores, tablets, acessórios, tecnologias educacionais e soluções de Internet das Coisas para casas e estabelecimentos comerciais. Faz parte do Grupo Positivo, conglomerado de empresas com atuação nos segmentos educacional, editorial, gráfico, cultural e de eventos. Foi fundada em maio de 1989. Possui sede administrativa em Curitiba (PR), três fábricas no Brasil, além de operações na Argentina, Chile, Quênia, Ruanda, China e Taiwan. O portfólio de marcas próprias e representadas é composto por Positivo, Positivo Casa Inteligente, Positivo BGH, VAIO, Quantum, Anker, 2A.M. e Accept.  Para informações adicionais, acesse www.positivotecnologia.com.br

SOBRE A KLABIN

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, única companhia do país a oferecer ao mercado uma solução em celuloses de fibra curta, fibra longa e fluff, e líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais. Fundada em 1899, possui 18 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina.

Toda a gestão da empresa está orientada para o Desenvolvimento Sustentável, buscando crescimento integrado e responsável, que une rentabilidade, desenvolvimento social e compromisso ambiental. A Klabin integra, desde 2014, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da B3. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.

Saiba mais: www.klabin.com.br

SOBRE A SUZANO

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Na Suzano, mulheres quebram barreiras e mostram que não existem “cargos só para homens”

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Elas são maioria em setores como Viveiro, Planejamento Florestal e Qualidade industrial e chegaram a cargos como gerente de Manutenção e operadora de Grua

Na Suzano, mulheres quebraram barreiras e mostraram que a ideia inicial da existência de cargos por gênero está ultrapassada.  Em Mato Grosso do Sul, elas já são maioria em diversos setores e chegaram a cargos até então ocupados só por eles, como: soldadora, operadora de Grua, operadora de Painel e gerente de manutenção. Este último posto é ocupado por Gretta Lee Dias Facholi – primeira mulher a ser promovida a gerente de Manutenção na empresa. Com 16 anos de Suzano, Gretta chegou a Três Lagoas em 2004, antes mesmo da inauguração da fábrica, para trabalhar como engenheira júnior.

Gretta, gerente de Manutenção Suzano

“O empoderamento tem relação com crescimento pessoal, entender suas fraquezas e seus pontos fortes. Muitos gestores homens apostaram em mim e cada um que me desafiou, na verdade, ajudou no meu desenvolvimento profissional. E foram muitos os desafios lançados, de forma igual entre homens e mulheres. O que foi muito positivo. Quero ser vista como uma profissional, não só como uma mulher. Quero merecer e que a empresa me queira. Esses sempre foram meus objetivos.”, destacou.

Gretta acompanhou de perto esse movimento de chegada das mulheres em áreas tradicionalmente ocupadas por homens. Hoje, são 15 mulheres no seu time, entre elas: mecânicas, operacionais e soldadoras. “E elas estão indo muito bem. A mulher tem uma organização diferenciada, o que contribui para o planejamento em uma empresa. A contratação de uma soldadora foi uma quebra de paradigmas dentro da oficina. Não existem mais funções para homens ou para mulheres. Existem funções e pessoas capacitadas, ou não, para executá-las. Havendo mulheres capacitadas e com vontade de vencer, não tem limite”.

Ozenir Costa Rolan é a prova de que, com foco e persistência, é possível superar qualquer obstáculo. Com sete anos de carreira, hoje ela é considerada uma das melhores operadoras de Gruas em MS. “A gente tem que mostrar que é capaz. Esta é a minha área e é o que eu gosto de fazer. Não pode se assustar e tem que estar sempre lutando.  É claro, que fica mais fácil quando tem apoio. A abertura para as mulheres é essencial para mostrar que também podemos”, afirmou.

Ozenir – Operadora de Grua

Maternidade

Outro estigma que precisa ser superado é a questão da maternidade como obstáculo profissional. Vivian Karla Pasotti Neves, operadora de Painel há quatro anos, é um exemplo que ser mãe não é impedimento para a mulher ou prejuízo para a empresa. Pelo contrário. Quando começou o treinamento na Suzano para ocupar o cargo, ela descobriu que estava grávida. “Parei com o curso, cumpri a minha licença maternidade e quando voltei, terminei o treinamento e fui promovida. A maternidade não é, e nunca deve ser vista como um problema. Filho não é impedimento para o trabalho, não é preciso escolher entre um e outro”, completou.

Vivian, Operadora de Painel 1

Na Suzano, são dez mulheres no setor de Vivian, uma delas está gestante e uma colega, também operadora de Painel, está retornando de licença maternidade. “A nossa área é uma das que mais tem mulheres, temos também uma técnica de segurança, e está dando certo. Novas contratações estão sendo feitas. Se não estivesse trazendo resultados, não teríamos essa abertura”, destacou.

Mais que um “A”

A promoção da igualdade de gênero é uma das bandeiras da Suzano e já tem dado seus primeiros frutos. Na unidade de Três Lagoas, além de áreas administrativas, elas já são maioria em setores como Planejamento Florestal (80% são mulheres), Viveiro (85%) e Qualidade Industrial (80%).

“Iniciamos a nossa operação com 10% de mulheres, em uma época em que a cidade não tinha a cultura de ter mulheres trabalhando em um processo fabril similar ao nosso. Desde então, estamos fomentando a inclusão de mais mulheres. Em 2015, durante a instalação da segunda fábrica, contratamos mulheres na colheita, em posições diversas como operadoras de máquinas, mecânicas, retificadoras de corrente, etc”, destacou Angela Aparecida dos Santos, gerente de Gente e Gestão da Suzano em MS.

Angela, Gerente de Gente e Gestão

A ideia, porém, é ampliar ainda mais estes índices. Para isso, a Suzano tem a prática de, na divulgação das vagas, incluir o cargo também no feminino, como por exemplo Operador (A) de Colheita Florestal. “É algo muito maior do que uma simples letra a mais. É mostrar que a mulher também pode fazer parte do nosso time. Esse acréscimo do “A” faz toda a diferença. Acreditamos que a diversidade nos fortalece, por isso, não fazemos distinção para candidatos com deficiência, gênero, orientação sexual, raça/etnia, idade, origem, constituição familiar, estética”, finalizou Angela.

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