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Curiosidades

17 Fatos que estão deixando as pessoas fascinadas pela Finlândia

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A Finlândia é um dos melhores lugares para se viver, ou apenas fazer uma visita. Cerca de 5 milhões de pessoas vivem (muito bem) no país, que possui um alto Índice de Desenvolvimento Humano. Muitas curiosidades chamam a atenção do da Finlândia, conheça abaixo algumas delas e apaixone-se por esse país incrível.

1 – Marketing próprio para introvertidos

Uma característica dos finlandeses é que eles gostam de passar o tempo sozinhos, então há bares no país próprios para quem quer beber em sua própria companhia, e nas lojas existem até cestas de compras especiais para compradores individuais (Sinkkukori).

2 – O país em que as pessoas mais leem

Os habitantes da Finlândia são muito ligados à leitura, sendo uns dos que mais leem no mundo. Com uma população de pouco mais de 5 milhões de pessoas, elas pegam mais de 67 milhões de livros por ano nas bibliotecas. Em algumas grandes bibliotecas, é possível encomendar não apenas livros, mas também coisas relacionadas a hobbies diversos, como instrumentos musicais, equipamentos esportivos e até máquinas de costura.

3 – Dia do Dorminhoco

Na Finlândia, existe o “Dia Nacional do Dorminhoco”. Quando a última pessoa de uma casa acorda, seus familiares a jogam na água para assustá-la. Na cidade de Naantali, esse dia é celebrado com comemorações, e inclusive é escolhida uma pessoa local que tenha feito alguma coisa pela cidade para ser jogada na água, e sua identidade só é revelada quando ela cai na água

4 – Sabre para graduados

Em algumas universidades finlandesas, há uma tradição de não apenas conceder um diploma para um graduado, mas também um sabre especial (espada com lâmina curva) para o mesmo.

5 – Mais heavy metal para todos

A Finlândia é o país com mais bandas de heavy metal per capita. Existem mais de 600 grupos musicais por 1 milhão de habitantes. Até mesmo crianças têm sua própria banda de heavy metal favorita, “Hevisaurus”, cujos músicos tocam com fantasias de dinossauros e cantam músicas divertidas.

6 – Muitas saunas

A Finlândia é repleta de saunas. Para 5 milhões de pessoas no país existem cerca de 2 milhões de saunas – há mais saunas do que carros no país! Toda grande empresa e instituição finlandesa tem saunas para seus funcionários, e até mesmo no Burger King é possível encontrar uma sauna para relaxar.

7 – Helsinque é a cidade mais honesta para morar

A capital da Finlândia foi reconhecida como a cidade com os habitantes mais honestos, de acordo com uma experiência que foi feita em 16 cidades ao redor do mundo. O estudo foi feito da seguinte forma: em todas as capitais mundiais importantes foram lançadas 12 carteiras, as quais continham número de telefone, foto da família e dinheiro. Após o experimento, 11 das 12 carteiras foram devolvidas aos seus proprietários em Helsinque, enquanto em outros países, apenas metade foi devolvida. Imagine se esse experimento fosse feito no Brasil…

8 – “Estacionamento” para cães nas lojas

Na Finlândia existe uma lei que regulamenta a existência de “estacionamentos” para cães nas lojas. Na ausência de tais locais, os empresários podem ser multados.

9 – Loucos por café

Os habitantes da Finlândia amam café, não é à toa que o país ocupa o primeiro lugar no mundo em termos de consumo de café. Em um ano, um finlandês consome em média 12 kg de café instantâneo ou moído.

10 – Casas para festas estudantis

Quase todas as principais universidades da Finlândia têm uma “casa para festas” que os estudantes podem usar gratuitamente para realizar qualquer evento, mesmo com muito álcool. Elas se parecem com residências comuns, com uma enorme sala de estar, vários quartos e uma sauna privada (não podia faltar a sauna).

11 – Amantes de cerveja

Um finlandês bebe cerca de 85 litros de cerveja por ano. Não é de se surpreender que nas lojas finlandesas seja fácil encontrar promoções especiais para a compra de 1000 garrafas de cerveja ao mesmo tempo.

12 – Rena oficial

Em muitos países os policiais usam cavalos, mas no norte da Finlândia, eles são auxiliados por renas.

13 – A multa depende da renda do infrator

O valor da multa por excesso de velocidade na Finlândia depende da renda do infrator – quanto maior o seu salário, maior a multa. Um caso que exemplifica bem isso foi de um dos CEOs de uma grande empresa finlandesa, que teve que pagar a multa mais alta na história das multas por excesso de velocidade: 116.000 euros. Ele estava dirigindo a uma velocidade de 75 km / h, onde o limite era de 50 km / h.

14 – Bônus para voltar de férias

Para incentivar os funcionários a voltar de suas férias, as empresas finlandesas pagam um bônus adicional quando uma pessoa volta ao trabalho depois de tirar férias. Além disso, na Finlândia, é possível facilmente descobrir quanto alguém ganha simplesmente ligando para um número especial para receber a informação.

15 – A linguagem dos elfos

A língua finlandesa é uma das mais difíceis de aprender, mas o escritor J. R. R. Tolkien foi tão inspirado por ela que tomou sua gramática como base para a criação da língua dos elfos. Os finlandeses têm 40 sinônimos para a palavra “neve”, mas não há palavra que significa “por favor”.

16 – Cães que auxiliam na leitura

Existem cães que ajudam pessoas cegas, e na Finlândia há também cães especiais que ajudam as crianças a dominarem facilmente a língua finlandesa.

17 – País de competições incomuns

A Finlândia possui algumas competições bem peculiares, como um festival internacional para tocar violão imaginário.

 

Fonte: Genial Guru

 

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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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