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15 Coisas bizarras achadas por quem não fazia ideia do que elas eram

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Algumas pessoas estão compartilhando coisas estranhas que acharam ao redor do mundo. Você já se deparou com uma porta para fadas ou um hotel para animais? Veja abaixo essas e mais algumas descobertas bem bizarras e curiosas que já foram feitas.

1 – Esse prato servido em um restaurante de sushi se trata de “abacaxis do mar”, alimento consumido na Coreia e no Japão

2 – “Encontramos na lama perto da costa da Carolina do Sul. O que é isso?”

Renilla reniformis, ou “pensamentos do mar”, são muito comuns nas praias da Flórida. São do filo dos cnidarios.

3 – Essa estranha estrutura foi achada em um parque em Barcelona. Trata-se de um “hotel” para insetos. Insetos úteis para o parque ou jardim podem ser alojados: joaninhas, borboletas, etc

4 – Neste pedaço de pedra há um trilobita (artrópode característico do Paleozoico) petrificado

5 – “Eu encontrei isso em uma lixeira. Alguém sabe o que é?”

Este é um erhu, um antigo instrumento musical chinês com duas cordas de metal.

6 – “Minha mãe comprou isso em um mercado de pulgas. Eu não sei para que serve, mas é muito pesado”

Este é um suporte para facas usadas para abrir cartas.

7 – “Ontem encontramos essas coisas no rio, alguém sabe o que é?”

Isso é chamado de “diya”, suporte de iluminação usado durante a celebração do Diwali (festa religiosa hindu, conhecida também como o festival das luzes).

8 – Essa porta foi encontrada em uma árvore perto de um lago na Escócia. As portas ligadas à árvore são chamadas de portas de fadas. Atrás deles há um pouco de espaço livre onde as pessoas podem deixar um presente ou uma mensagem para as fadas

9 – Este é um uma espécie de porta-malas fechado para o transporte de planadores (aeronaves não motorizadas)

10 – “Eu encontrei uma estranha garrafa de vidro e prata. Não abre”

Se trata de um decanter – recipiente especial para decantar e servir vinho. Para abri-lo, é preciso da ajuda de um joalheiro

11 – Esta construção estranha em um lago de Michigan se trata de um cais de minério abandonado. A construção foi projetada para a descarga de minério de navios

12 – “Eu encontrei esta pedra na varanda da minha nova casa. É um fóssil?”

São  lycophyta (plantas), um dos tipos mais comuns de fósseis em cavernas de ardósia. Estas árvores atingiam uma altura de mais de 30 metros.

13 – “Eu herdei isso do meu bisavô, que era matemático. Que pode ser?”

É uma máquina criptográfica de bolso da época da Segunda Guerra Mundial. Na década de 1930, um dispositivo similar foi projetado na França – Le Sphinx

14 – Este é um brinquedo popular chinês “As quatro felicidades”. Simboliza as quatro felicidades juntas: a alegria da chuva tão esperada depois de uma seca, a alegria da noite de núpcias, a alegria de passar nos exames e a alegria de encontrar um velho amigo

15 – “Um cliente o encontrou em nosso lobby. O que é isso?”

É um dispositivo para inserir e remover lentes de contato e próteses oculares.

 

Fonte: Genial Guru

 

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Slow sex: desacelerar o sexo pode ser a resposta para o prazer em tempos de ansiedade

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Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.

Apesar de o conceito ainda ser pouco conhecido, dados extraídos de uma enquete feita com mais de 6 mil usuários do Sexlog mostram que a necessidade de desacelerar já é sentida na prática:  76,9% acreditam que desacelerar melhora o prazer sexual. Ao mesmo tempo, 82,4% nunca ouviram falar em slow sex. Esse contraste indica que, mesmo sem conhecer o termo, grande parte das pessoas reconhece que algo precisa mudar na forma como vive a intimidade.

Sexo no automático cresce com a idade e com a rotina

O levantamento mostra que a sensação de “transar no automático” se intensifica conforme a idade avança. Entre os usuários de 35 a 54 anos, faixa etária que concentra a maior parte da amostra, mais da metade afirma que vive o sexo no automático sempre, frequentemente ou pelo menos às vezes.

Para a neuropsicanalista clínica e especialista em relações contemporâneas Sanny Rodrigues, essa queixa é recorrente no consultório. “As pessoas querem sexo, mas estão emocionalmente desconectadas do próprio corpo e, muitas vezes, do corpo do parceiro ou da parceira. O sexo acontece, mas sem intensidade e sem envolvimento verdadeiro”, explica.

Segundo ela, rotina, cansaço e falta de investimento consciente transformam a sexualidade em algo funcional. “Assim como outras áreas da vida, o sexo também precisa de cuidado para não cair no automático.”

Relacionamentos longos sentem mais o peso da repetição

Quando o recorte é feito por tipo de relacionamento, os dados reforçam essa leitura. Usuários casados ou em relações longas tendem a relatar mais variações no ritmo do sexo e maior sensação de repetição, enquanto solteiros aparecem com percepções mais diversas sobre o ritmo da vida sexual.

Para Sanny, o problema não é a duração do vínculo, mas a perda de presença. “Em relacionamentos longos, o cotidiano ocupa o lugar da atenção. Sem diálogo e cuidado, o sexo vira repetição funcional. Não é falta de desejo, é falta de investimento consciente”, afirma.

Nesse contexto, o slow sex não propõe “fazer algo diferente”, mas estar diferente no encontro. “Menos pressa costuma gerar mais intimidade”, resume a especialista.

Ansiedade afeta o prazer e desperta curiosidade por novas formas de viver o sexo

A pesquisa também mostra que 56,4% dos usuários dizem que ansiedade ou cansaço atrapalham o prazer sexual muitas ou algumas vezes, e quase 60% já deixaram de transar por estarem estressados ou sem energia mental. Entre esse grupo, cresce o interesse por propostas que tirem o foco da performance e devolvam o sexo à experiência sensorial.

Isso ajuda a explicar por que, mesmo com pouco conhecimento sobre o tema, 35,5% dos usuários afirmam ter curiosidade sobre slow sex. Para Sanny, a relação entre ansiedade e prazer é direta: “Quando a pessoa está ansiosa, o corpo entra em estado de alerta. Um corpo em alerta não relaxa, ele se protege. O desejo até pode existir, mas o prazer não acompanha.”

Ela ressalta que não se trata de falta de vontade, mas de segurança corporal. “Não é um corpo que não deseja. É um corpo que não se sente seguro para sentir.”

Falta de conexão reforça a crença de que desacelerar pode ajudar

Entre os principais fatores que prejudicam o prazer sexual hoje, os usuários apontam cansaço físico, falta de conexão com o parceiro(a), falta de tempo e distrações como celular e trabalho. A combinação desses elementos ajuda a entender por que a maioria acredita que desacelerar pode melhorar a experiência sexual.

Para a especialista, essa percepção funciona como uma validação emocional da proposta do slow sex. “Quando o orgasmo vira objetivo, o sexo deixa de ser encontro e vira teste. Quanto mais cobrança, menos o corpo responde”, explica. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo.”

Slow sex não é sobre tempo, mas sobre presença

Segundo Sanny, o slow sex não é uma técnica nem uma regra sobre duração. “Não tem a ver com transar por mais tempo, mas com qualidade de presença. Envolve conversa, cuidado, pausas, atenção, olho no olho. O sexo deixa de ser só um ato físico e passa a ser uma experiência de troca.”

A abordagem pode, inclusive, ser vivida em encontros casuais. “Slow sex não depende do tipo de vínculo, mas do nível de consciência envolvido. Onde há presença e diálogo, a experiência pode ser mais respeitosa e satisfatória.”

Para quem deseja começar, a especialista sugere olhar além da cama. “O sexo acompanha o ritmo que a pessoa sustenta na vida. Reduzir distrações, respirar melhor, prestar atenção no toque e até usar a música como aliada já muda muita coisa. Presença é simples e transformadora.”

Em um cenário de excesso, Sanny não vê o slow sex como moda. “É uma resposta a um cansaço coletivo. Não é tendência passageira, é reconexão com o corpo.”

Sobre o Sexlog

Com mais de 23 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil. A plataforma oferece um espaço seguro para a troca de mensagens, encontros e divulgação de eventos, conectando casais e solteiros que desejam explorar sua sexualidade de maneira livre e consensual.

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A menina que não sente dor, fome e sono

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Olivia Farnsworth é uma adolescente britânica de Huddersfield que possui uma condição genética extremamente rara conhecida como deleção do cromossomo 6p. Essa anomalia faz com que ela não sinta dor, fome ou cansaço — um conjunto de sintomas tão incomum que Olivia é considerada a única pessoa no mundo a apresentar todos os três simultaneamente.

O que é a deleção do cromossomo 6p?

A deleção do cromossomo 6p é uma condição genética em que uma parte do braço curto (p) do cromossomo 6 está ausente. Essa região contém genes importantes relacionados ao sistema imunológico e ao desenvolvimento neurológico. A ausência desses genes pode levar a uma variedade de sintomas, incluindo insensibilidade à dor, falta de apetite e distúrbios do sono

Impactos no cotidiano

A condição de Olivia apresenta desafios significativos para sua saúde e segurança:ndtv.com

  • Insensibilidade à dor: Ela pode sofrer ferimentos graves sem perceber, o que requer vigilância constante para evitar complicações.

  • Ausência de fome: Sem a sensação de fome, Olivia precisa seguir uma dieta rigorosa para garantir a ingestão adequada de nutrientes e evitar a desnutrição.

  • Distúrbios do sono: Ela consegue funcionar com apenas duas horas de sono por noite, o que pode afetar seu desenvolvimento e bem-estar geral.

Um caso único

Embora existam cerca de 100 casos documentados de deleção do cromossomo 6p, Olivia é o único caso conhecido que apresenta simultaneamente a ausência de dor, fome e necessidade de sono. Sua condição continua a ser objeto de estudo por médicos e cientistas interessados em entender melhor os mecanismos genéticos envolvidos.

Para uma visão mais detalhada sobre a história de Olivia Farnsworth, você pode assistir ao seguinte vídeo:

She Can’t Feel Pain, Hunger, or Danger

Por .geneticeducation.co.in

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