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Suzano

Suzano inova e inicia primeiro curso de formação profissional à distância em Três Lagoas/MS

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Considerado um marco no setor, empresa irá formar 20 novos Operadores de Máquinas florestais no mercado de trabalho; desde o lançamento da segunda linha de produção, a Unidade Suzano de Três Lagoas formou cerca de 760 profissionais, 686 deles foram contratados pela empresa

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, inovou mais uma vez e deu início ao primeiro curso de formação continuada à distância em Três Lagoas (MS). Pioneiro no setor, o curso de formação continuada online é gratuito e irá lançar 20 novos Operadores de Máquinas Florestais no mercado de trabalho.

“Estamos inovando o programa de treinamento de Operadores de Máquinas Florestais. Atualmente, não há nada parecido no mercado. Avançamos com uma nova forma de treinar pessoas em uma área específica como essa e carente de profissionais com qualificados. Com o curso, assim como tantos outros que já realizamos, pretendemos reverter o quadro de falta de mão de obra qualificada e aumentar as chances desses alunos de ingressarem no mercado de trabalho. Estamos gerando desenvolvimento e renda para a população, essenciais ainda mais em um momento como este em que estamos vivendo hoje com a crise mundial em decorrência da pandemia do novo coronavírus”, destaca Artur Mazon, gerente de Colheita Florestal da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Desde o lançamento da construção da segunda linha de produção em Três Lagoas, em 2015, a Suzano já formou cerca de 760 profissionais para atuar no ramo florestal. Ao todo, foram 26 turmas de operadores de máquinas florestais e seis turmas de mecânicos florestais em Três Lagoas, Brasilândia e Água Clara. Destes, pelo menos 686 foram contratados pela própria empresa.  Somente no ano passado, foram dois novos cursos para o setor, um em Água Clara e outro em Brasilândia, com a média de 30 alunos cada. Nos dois casos, o índice de contratação da empresa após a conclusão dos cursos chegou a 97%.

“A Suzano tem a responsabilidade de inserir a comunidade em suas ações, incluindo a de formação profissional. Gerar e compartilhar valores faz parte da nossa cultura. Os nossos cursos são ministrados por instrutores próprios, seguindo os valores e padrões de excelência da empresa, o que contribui para o crescimento pessoal e profissional dos participantes. E não é diferente no caso do curso à distância. Conseguimos uma forma de seguir com o nosso programa de formação profissional durante a pandemia, respeitando a saúde e a vida e mantendo nosso padrão de exigência. Todo o programa foi repensado e readequado para o formato online e, mesmo as aulas práticas, contarão com as medidas necessárias para garantir a segurança de todos”, reforça Angela Aparecida dos Santos, gerente de Gente e Gestão.

O curso                   

O curso tem uma carga horária estimada em 107 horas, sendo 51 horas delas virtuais e o restante de aulas práticas, nos módulos florestais da empresa.  Todo o conteúdo foi readequado para atender as necessidades do ensino à distância. Os custos, que incluem seguro de vida, transporte e alimentação durante as aulas práticas, são da empresa. Os alunos já tinham um curso inicial na área e, para ingressar no programa, passaram por processo seletivo que inclui entrevistas e prova.

Ao todo, o programa conta com a participação de cinco mulheres. A diversidade, porém, vai além do gênero: são dois estrangeiros, pessoas de Três Lagoas e de outros estados, com diferentes idades, etnias, experiências de vida e formação. A maioria deles, mais de 95%, busca a recolocação no mercado de trabalho.

Este é o caso de Alisson Freitas Nascimento, 40 anos. O soldador industrial participou do curso de Harvester (modelo de máquina florestal), no fim do ano passado. Desde então, busca uma oportunidade de ingressar na área. “O campo para soldador não está fácil. Estava procurando um emprego há um bom tempo quando fiz o curso de Harvester, que sempre foi um sonho meu. Para ser sincero, estava tão para baixo, que pensava em desistir quando me convidaram para fazer parte do programa. Foi a melhor coisa que me aconteceu. Esse curso vai melhorar muito as minhas chances de conseguir um emprego, quem sabe, até na própria Suzano”, completa.

A mesma expectativa de conseguir uma recolocação no mercado de trabalho é compartilhada por Dalciane Oliveira da Silva, 29 anos. Ela também participou de um curso de Harvester e está em busca de uma oportunidade de trabalho. “Em um momento delicado como o que estamos vivendo, receber essa oportunidade de adquirir mais conhecimento é de extrema importância. Sendo mulher, só de participar já é uma conquista, uma vez que são mais homens que buscam essa profissão. Estou muito feliz por ter recebido essa oportunidade e por fazer parte desse grupo e espero conseguir incentivar outras mulheres” destaca.

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Suzano

Com apoio da Suzano, 51 empresas são certificadas pelo PQF

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Empresa disponibilizou time de 16 auditores para atuar na criação de um modelo remoto de auditoria e garantir a certificação mesmo durante a pandemia do novo coronavírus

Com o apoio da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, o PQF (Programa de Qualificação de Fornecedores), do IEL (Instituto Euvaldo Lodi), certificou 51 empresas de Três Lagoas (MS) e região em meio aos desafios impostos pela pandemia de Covid-19. A conclusão do processo de certificação ocorreu na última quinta-feira (22), por meio de solenidade online.

Para garantir a realização do PQF durante a pandemia, foram disponibilizados 16 auditores da Suzano, que atuaram para desenvolver um novo modelo remoto de auditorias. “Ao lado do IEL e das demais empresas-âncoras, pensamos diferente e realizamos um novo modelo de auditorias remoto, algo totalmente inovador. Com isso, conseguimos a participação de auditores de outros estados, algo incomum e que contribuiu ainda mais para o sucesso desta edição mesmo com a pandemia”, destaca Gustavo Salvador, coordenador de Suprimentos da Suzano.

As empresas receberam a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade em Fornecimento (SGQF: 2015), o que aumenta a competitividade e perenidade das empresas e se torna ainda mais importante neste período de pandemia. “O PQF atua como protagonista na sustentabilidade dos negócios locais, o que vem ao encontro dos nossos valores de promover o desenvolvimento social nas comunidades em que atua. A Suzano tem orgulho de ser apoiadora deste programa, pois acreditamos que Só é bom pra nós, se for bom para o mundo”, enfatiza.

Para José Fernando do Amaral, superintendente do IEL, o PQF tem colaborado com o processo de transformação dos empresários locais. “Quando começou a pandemia, era muito mais fácil suspender o PQF, mas fomos corajosos e, ao lado da Suzano, resolvemos assumir esse desafio e hoje temos um caso de sucesso. Hoje, essas empresas se tornaram capacitadas para fornecer para grandes empresas. O que pudemos perceber é uma total transformação das empresas que passaram pelo PQF ao longo destes 13 anos. Elas saem de uma gestão primária para ingressar em um nível altíssimo”, completa Amaral.

Ao todo, as empresas certificadas neste ano passaram por cerca de 400 horas de auditorias. “O mais interessante é que houve um engajamento e um comprometimento de toda a minha equipe e realmente uma melhora nos nossos processos de gestão. Estou muito satisfeita com esse programa e agora a expectativa é nos tornarmos fornecedores de empresas como a Suzano”, completa a empresária Máyra Golin Rodrigues.

Das 51 participantes, estão empresas novas e em busca de recertificação. Em 13 anos de atuação, foram 279 empresas certificadas pelo PQF. Além da Suzano, também são apoiadoras do programa: Prefeitura de Campo Grande, Prefeitura de Três Lagoas, Prefeitura de Ribas do Rio Pardo, Sebrae e Amcor.

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Suzano

Pesquisadores encontram espécies raras de falsa-coral nas florestas da Suzano em Mato Grosso do Sul

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Registro, enviado para a revista científica Herpetology Notes, reforça as boas práticas da empresa para a preservação biodiversidade, com mais de 1,2 mil espécies identificadas no Estado

As florestas da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em Mato Grosso do Sul possibilitaram o registro singular de duas espécies raras de cobra do gênero Apostolepis, a “falsa-coral”, em uma mesma área. Com escassos registros científicos, as espécies Apostolepis goiasensis e Apostolepis intermedia, foram encontradas na região da propriedade Barra do Moeda, área de preservação ambiental da empresa, e evidenciam as boas práticas de manejo da Suzano para a preservação da biodiversidade.

“Embora esse gênero de serpente seja endêmico na América do Sul, principalmente no Brasil, as duas espécies encontradas em nossas áreas florestais são pouco conhecidas e registradas. Além disso, é bastante incomum as duas espécies serem localizadas em uma mesma área, o que atesta as nossas boas práticas de manejo para a conservação da biodiversidade. A Suzano mantém, desde 2007, um intenso trabalho de recuperação de áreas degradadas e monitoramento da fauna e da flora em suas áreas visando proteger os biomas, no caso de MS, principalmente o Cerrado. Esses registros nos reforçam que estamos no caminho certo”, ressalta Maria Tereza Borges Rocha, gerente de Meio Ambiente Industrial da Suzano.

As espécies foram encontradas durante pesquisas de campo que ocorreram entre outubro de 2017 e abril de 2018. A comunicação científica, de autoria de Fábio Maffei, consultor da Funatura da área de herpetologia, e Cristiano Nogueira, da Universidade de São Paulo, foi enviada em agosto para avaliação da revista científica Herpetology Notes (https://www.biotaxa.org/hn), especializada na área de herpetologia (ramo da zoologia dedicado ao estudo de répteis e anfíbios).

Ao todo, foram capturadas cinco cobras, sendo três da espécie Apostolepis intermedia e duas Apostolepis goiasensis. Quatro delas estavam em áreas de plantação de eucalipto e uma estava em uma área de Cerradão (Cerrado denso) da Suzano. Os animais foram coletados sob a licença SISBIO (Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade), do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), e enviados para a Coleção Herpetológica do Instituto Butantan, no Estado de São Paulo.

“As duas espécies aqui registradas ocorrem predominantemente em áreas de Cerrado. Este bioma é um hotspot de biodiversidade. A raridade de registros das duas espécies mostra que ainda sabemos pouco sobre a fauna de cobras desse bioma, principalmente formações florestais como o Cerradão”, destaca a publicação.

Monitoramento

Ao todo, foram catalogadas 1.208 espécies da fauna e flora da região nas florestas da Suzano. Vinte e oito delas estão ameaçadas de extinção, seguindo os critérios do IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza).

Dentre as espécies catalogadas, estão: 485 diferentes plantas nativas; 353 espécies de aves – o que corresponde a 47% das espécies do Cerrado, segundo o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) -, 103 artrópodes, 79 espécies de mamíferos, 62 de répteis, 55 de peixes e 41 espécies diferentes de anfíbios.

Na lista das espécies em risco de extinção pela IUCN catalogados pela empresa, estão desde aves como mutum-de-penacho (Crax fasciolata) e águia-cinzenta (Urubitinga coronata) à mamíferos, como cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), duas espécies de gatos-do-mato (Leopardus guttulus e Leopardus tigrinus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla),  ariranha (Pteronura brasiliensis) e anta (Tapirus terrestres).

Falsa-coral

De acordo com a publicação, estima-se que haja 37 espécies de falsa-coral na América do Sul, sendo 32 delas ocorrendo no Brasil.  No entanto, são poucos os registros desses animais. A Apostolepis goiasensis foi descrita em 1943 a partir de um espécime de Rio Verde, em Goiás, e, em 2003, com base em um segundo espécime do município de Uberlândia (MG). Posteriormente, foram publicados dados sobre indivíduos em Luziânia (GO), Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas (MS). “O espécime de Três Lagoas é o primeiro registro conhecido baseado em um espécime vivo obtido em uma amostra de campo”, destaca o comunicado. Outros três registros da espécie são apresentados para o Distrito Federal (Brasília), Goiás e São Paulo.

Já a Apostolepis intermedia era conhecida com base em um único espécime supostamente coletado em Miranda (MS), cujo holótipo (fragmento ou ilustração feita a partir de espécime usado para a descrição original de uma espécie) foi perdido. Um segundo exemplar foi registrado em Anastácio (MS), em 2012, e outros dois, no Paraguai.

Mato Grosso do Sul possui 113 espécies de serpentes, oito delas do gênero Apostolepis.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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