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Suzano

Suzano assina documento contra desmatamento da Amazônia e ao fortalecimento sustentável no Brasil

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Carta foi direcionada ao Vice-Presidente Hamilton Mourão; movimento formado pelo setor empresarial é favorável ao fortalecimento de agenda sustentável no Brasil e foi assinado por 40 empresas de vários setores. Ibá também faz parte da ação

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, é uma das 40 empresas signatárias do “Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro”, documento divulgado nesta semana que defende a agenda do desenvolvimento sustentável e combate ao desmatamento na Amazônia. Além de empresas de diferentes setores da economia, o movimento reúne também o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a Indústria Brasileira da Árvore (Ibá), a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleo Vegetal (ABIOVE).

A carta foi endereçada à Vice-Presidência da República e ao Conselho Nacional da Amazônia Legal, presidido pelo vice-presidente Hamilton Mourão, e protocolada posteriormente no Supremo Tribunal Federal (STF), no Senado Federal, na Câmara dos Deputados e na Procuradoria Geral da República (PGR).

O documento tem como principal objetivo destacar “a atenção e preocupação” do setor empresarial em relação a eventuais impactos nos negócios ocasionados pela percepção negativa da imagem do Brasil no exterior em relação às questões socioambientais. Ele indica também ações imediatas a serem adotadas para aplacar as reações negativas de investidores e consumidores estrangeiros ao País, assim como defende que é preciso redirecionar os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono, e inclusiva.

“O Brasil precisa assumir um papel de protagonismo nas discussões ambientais globais e liderar o mundo em direção a uma economia com menos carbono. Para alcançarmos um novo papel na geopolítica global, contudo, nós, como nação, precisamos demonstrar nosso compromisso com o desmatamento ilegal zero. Esse é um ponto fundamental para obtermos reconhecimento global e conseguirmos monetizar o crédito de carbono, um instrumento efetivo de proteção contra o desmatamento e uma fonte de recursos que poderia ser convertida em benefícios à população brasileira”, destaca Walter Schalka, Presidente da Suzano.

O documento encerra com uma mensagem de otimismo, lembrando que o Brasil tem a oportunidade única, os recursos, e o conhecimento para dar escala às boas práticas e planejar estrategicamente o futuro sustentável do país.

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Suzano

Suzano registra geração de caixa operacional de R$ 3,4 bilhões, maior resultado trimestral desde a fusão

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Número foi impulsionado por vendas de celulose, câmbio e controle de custos

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, divulga hoje os resultados do segundo trimestre de 2020 (2T20). O período foi marcado pelo forte volume de vendas de celulose, pelo câmbio favorável e pelo ótimo desempenho em custos. Esses fatores permitiram que a Suzano encerrasse o período com uma geração de caixa operacional de R$ 3,4 bilhões, o maior resultado trimestral desde a fusão da companhia, concluída no início de 2019. O EBITDA ajustado atingiu R$ 4,2 bilhões, também no melhor patamar desde janeiro do ano passado.

As vendas de celulose totalizaram 2,8 milhões de toneladas no trimestre, contribuindo para uma redução de aproximadamente 200 mil toneladas no nível de estoques da companhia. Foram comercializadas também 235 mil toneladas de papel no período. O forte ritmo das vendas de celulose, associado ao câmbio favorável à exportação, resultou em uma receita líquida de R$ 8,0 bilhões entre abril e junho.

Outro destaque positivo do trimestre foi o custo caixa de celulose, considerado o principal indicador de competitividade de produção do setor. O resultado de R$ 599 por tonelada, excluindo o efeito de paradas programadas, foi 14% inferior ao registrado no segundo trimestre de 2019 (2T19).

“Esses números evidenciam a capacidade da Suzano de gerar caixa, com ganhos sucessivos de competitividade impulsionados pelo avanço na captura de sinergias, mesmo em um ambiente mais desafiador. Diante da maior pandemia da história moderna, nossos times conduziram a companhia ao seu melhor resultado desde a fusão”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.

Com a forte geração de caixa operacional, o nível de alavancagem da empresa no trimestre caiu para 4,7 vezes em dólar. A variação cambial, que por um lado contribui para a elevação da receita líquida e, por outro, impacta o resultado financeiro, ocasionou um resultado líquido negativo de R$ 2,1 bilhões no trimestre.

“O resultado trimestral demonstra um excelente desempenho operacional em vendas e custos, assim como efeitos positivos do câmbio mais desvalorizado. O mesmo efeito cambial que favoreceu a geração de caixa ocasionou mais uma vez um impacto negativo no resultado financeiro, em função da variação cambial sobre a dívida dolarizada da empresa. No entanto, como essa dívida tem prazo médio de vencimento bastante longo, de aproximadamente sete anos, o atual patamar do câmbio é amplamente favorável à empresa, que gera a maior parte de suas receitas também em dólar”, afirma o diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Suzano, Marcelo Bacci.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de árvores, permitindo a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

Por Assessoria de Imprensa

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Suzano

Suzano apoia instituições de ensino na transição para a educação à distância em MS

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Por meio do Programa Suzano de Educação e ações com instituições parcerias, empresa tem colaborado para promover o ensino de qualidade em meio à pandemia do novo coronavírus

O Programa Suzano de Educação, da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, tem colaborado com instituições de ensino de Mato Grosso do Sul no processo de transição para o ensino à distância, em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

O programa visa investir no aperfeiçoamento da qualidade do ensino público com estratégias de desenvolvimento profissional dos educadores das redes públicas e da gestão das escolas, com foco na aprendizagem dos estudantes e na participação social.  Com a pandemia do novo coronavírus e, consequentemente, a necessidade de adesão ao ensino à distância por parte das instituições de ensino de todo o país, o programa teve seu conteúdo readequado para auxiliar gestores e educadores neste processo de transição.

“Melhorar a qualidade do ensino das regiões onde atua é uma das prioridades da Suzano. Por meio dessa iniciativa, a empresa quer contribuir para que instituições de ensino assegurem aos estudantes oportunidades de aprendizagem adequadas e ainda fomentar o empoderamento do indivíduo e do coletivo. Por isso, incluímos o ensino remoto ao programa.”, explica Evânia Lopes, consultora de Desenvolvimento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Em Mato Grosso do Sul, o Programa Suzano de Educação segue no município de Água Clara, onde beneficia, direta e indiretamente, sete escolas, 3.175 alunos e 180 profissionais de educação. Além de reuniões e consultorias, que vêm sendo realizadas pela internet, PSE e Secretaria Municipal de Educação lançaram uma campanha de conscientização por meio das redes sociais. Utilizando uma página no Facebook, criada para a ação, são divulgados conteúdos educativos para apoiar professores, estudantes e famílias no desafio de ensinar e estudar em casa durante a quarentena. As postagens são feitas por gestores, escolas e lideranças comunitárias e o perfil traz ainda conteúdo sobre saúde, cultura, esporte, lazer e assistência social.

“Essa parceria está sendo de grande valia, pois estamos tendo a contribuição de assessorias para a construção de instrumentos que facilitem o acompanhamento pedagógico e a gestão administrativa dentro das unidades escolares no ensino remoto. Nós só temos que agradecer esse apoio recebido da Suzano para o direcionamento em ações que visam melhorias em nossa prática pedagógica”, destaca Sonia Mara Nogueira, secretária municipal de Educação de Água Clara.

Iniciativa

O Programa Suzano de Educação está presente em 28 municípios de cinco estados brasileiros. Além de Mato Grosso do Sul, o programa é desenvolvido em São Paulo, Maranhão, Bahia e Espírito Santo. “Essa é uma iniciativa que vem sendo construída de forma participativa com as secretarias de Educação, gestores e educadores”, completa Evânia.

Dentre as ações previstas para este ano, estão: diagnóstico educacional, plano de ação com gestão das atividades extra escolares, regulamento da rede, calendário escolar e projetos de voluntariado. O programa está vinculado a meta de longo prazo da Suzano que é aumentar o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) em 40% em todos os municípios prioritários.

Parcerias

A Suzano também é parceira da Fundação Arthur Hoffing na busca pela melhora na qualidade de ensino de crianças da zona rural em Mato Grosso do Sul. A parceria surgiu em 2017, com o projeto Espaços de Estudos Comunitários com o objetivo de promover capacitações para educadores e oficinas de linguagens para crianças. Nesses quatro anos, foram cerca de 340 pessoas beneficiadas.

Já para este ano, o objetivo é incentivar a interpretação e expressão de crianças e jovens da zona rural, também por meio de oficinas, cursos, técnicas de imagens, literatura e conteúdo audiovisual. O projeto presencial é realizado no município de Brasilândia. Porém, em decorrência da Covid-19, o conteúdo dos cursos para os professores foi readequado para o formato digital, incluindo temas como educação remota, o que beneficiou também professores dos municípios de Três Lagoas, Água Clara e Bataguassu.

O último curso foi realizado entre os dias 10 e 17 de julho, com o tema Mediação da Leitura Virtual: Como ler com alunos através das telas. Ao todo, são 90 pessoas beneficiadas, entre professores da rede pública e alunos da zona rural.

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