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Campo Grande

Projeto Elas Constroem forma segunda turma e amplia participação feminina na indústria da construção

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O projeto Elas Constroem, iniciativa do Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul (Sinduscon/MS), formou, nesta sexta-feira (14), sua segunda turma em Campo Grande. A cerimônia foi realizada no Auditório da Escola Senai da Construção e marcou a conclusão de uma nova etapa de qualificação profissional de mulheres para atuação em diferentes áreas da indústria da construção.

O projeto é realizado pelo Sinduscon/MS, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Senai/MS, e conta com o apoio da Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Executiva da Mulher (Semu) e do Sintracom-CG. A iniciativa busca contribuir para a redução da carência de mão de obra qualificada no setor e, ao mesmo tempo, ampliar as oportunidades para mulheres em uma indústria historicamente marcada pela predominância masculina.

O evento contou com a participação da vice-presidente da CBIC, Maria Inês Menegotto de Campos, que também está à frente da Comissão de Responsabilidade Social da entidade. A presença reforçou a relevância da iniciativa desenvolvida em Mato Grosso do Sul e seu potencial de servir como referência para ampliar a participação feminina no setor em outras regiões do país.

Nesta segunda edição, as participantes tiveram acesso gratuito a cursos de Pedreira de Alvenaria, Assentadora de Revestimento Cerâmico, Operadora de Bobcat (minicarregadeira) + NR18 e Orçamento de Obras. As formações contemplaram atividades práticas diretamente relacionadas ao canteiro de obras e conhecimentos técnicos voltados ao planejamento e orçamento.

Mulheres ampliam espaço na indústria da construção

vice-presidente da CBIC, Maria Inês Menegotto de Campos, destacou o papel da qualificação para ampliar a autonomia e a inserção das mulheres no mercado formal de trabalho.

“Precisamos ampliar a participação das mulheres na indústria da construção e, principalmente, inseri-las de forma cada vez mais efetiva no mercado formal de trabalho. A qualificação abre portas para que elas conquistem emprego, independência financeira e possam construir suas próprias trajetórias profissionais”, afirmou.

Segundo Maria Inês, a experiência desenvolvida em Mato Grosso do Sul também tem potencial para inspirar iniciativas semelhantes em outras regiões do país. “O Elas Constroem se tornou um case nacional de sucesso e o trabalho realizado em Mato Grosso do Sul tem grande relevância porque mostra, na prática, que as mulheres têm capacidade e condições de ocupar diferentes funções na indústria da construção. Queremos levar esse exemplo para outras cidades, capitais e municípios brasileiros, ampliando cada vez mais essa participação”, completou.

Para o vice-presidente do Sinduscon/MS, Amarildo Miranda Neto, a formação da nova turma representa um avanço tanto no enfrentamento à falta de mão de obra quanto na transformação cultural do setor.

“Um dos maiores gargalos da indústria da construção, não apenas em Mato Grosso do Sul, mas em todo o país, é a falta de mão de obra qualificada. Formar uma turma de mulheres tem um valor prático e também simbólico muito grande, porque mostra que elas estão capacitadas e podem atuar com produtividade no setor. Agora entramos em uma segunda etapa do projeto, que é justamente trabalhar para inserir essas profissionais no mercado, por meio das vagas oferecidas pelas empresas associadas ao Sinduscon/MS”, destacou.

Para a superintendente do Sinduscon/MS, Kely de Paula, a conclusão da segunda turma demonstra que o projeto vem cumprindo seu papel de aproximar as mulheres das oportunidades existentes na indústria da construção.

“O Elas Constroem nasceu de uma necessidade concreta da indústria da construção, que é a busca por mão de obra qualificada, mas rapidamente mostrou que seu impacto vai muito além da formação técnica. Estamos abrindo portas para que mulheres ocupem novos espaços, conquistem independência financeira e construam suas próprias trajetórias profissionais. Cada formanda que chega até aqui representa uma história de dedicação e, ao mesmo tempo, uma nova possibilidade para o futuro da nossa indústria”, destacou.

Qualificação como caminho para autonomia

Além de contribuir para suprir a demanda por profissionais qualificados, o projeto também tem impacto social ao ampliar as possibilidades de autonomia financeira para as participantes.

secretária executiva da Mulher (Semu) de Campo Grande, Angélica Fontanari, destacou o papel de iniciativas como o Elas Constroem na abertura de novas oportunidades para as mulheres.

“Precisamos apoiar projetos que ofereçam oportunidades e despertem nas mulheres a possibilidade de construir sua própria autonomia financeira. Iniciativas como o Elas Constroem abrem portas para que elas ocupem espaços que antes muitas vezes nem imaginavam ser possíveis, especialmente em um setor tradicionalmente visto como masculino. Para mulheres que enfrentaram situações de violência doméstica, essa autonomia pode representar uma importante porta de saída, mas também é uma oportunidade para todas aquelas que buscam novas possibilidades profissionais. É, sem dúvida, uma virada de chave”, afirmou.

A capacitação também é um dos pilares para atender às novas necessidades da indústria. Para o diretor regional do Senai/MS, Rodolpho Caesar Mangialardo, a formação de mulheres amplia as oportunidades profissionais e fortalece a força de trabalho disponível para o setor.

“Para o Senai, é um privilégio participar de uma iniciativa como essa. A mulher tem uma força empreendedora muito grande e representa uma parcela significativa da população e da força de trabalho. Oferecer capacitação em áreas como assentamento e outras atividades da construção é uma forma de ampliar as oportunidades e preparar essas profissionais para que possam atuar de maneira qualificada nas obras”, ressaltou.

Mercado abre novas oportunidades

A presença feminina nos canteiros de obras vem crescendo e acompanhando uma transformação no perfil da mão de obra da indústria da construção. Para o presidente do Sintracom-CG, José Abelha Neto, a entrada de mulheres no setor ocorre em um momento de grande demanda por profissionais.

“O mercado está enfrentando uma escassez de mão de obra, especialmente diante da quantidade de obras em andamento em Mato Grosso do Sul. A capacitação de mulheres é muito importante porque elas têm demonstrado determinação, cuidado e zelo pelo trabalho. A construção civil sempre carregou o tabu de ser um setor masculino, mas essa realidade vem mudando e a presença feminina está cada vez maior. A parceria para qualificar e, posteriormente, inserir essas profissionais no mercado contribui para ampliar ainda mais esse movimento”, afirmou.

A segunda edição do Elas Constroem reforça, assim, uma mudança gradual no perfil profissional da indústria da construção, ampliando a presença feminina em funções operacionais, técnicas e administrativas. Para além da formação, o projeto entra agora em uma nova etapa, voltada à conexão das profissionais qualificadas com oportunidades de trabalho nas empresas do setor.

Mais do que marcar o encerramento dos cursos, a formatura representa o início de uma nova etapa para as participantes, que passam a contar com conhecimentos técnicos direcionados às demandas da indústria e novas possibilidades de inserção profissional, geração de renda e autonomia.

Para o Sinduscon/MS, a continuidade do projeto reforça o compromisso com o desenvolvimento da mão de obra e com a construção de um ambiente profissional mais diverso e inclusivo, ao mesmo tempo em que contribui para enfrentar um dos principais desafios atuais da indústria: a formação e disponibilidade de profissionais qualificados.

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Cliente é picado por escorpião enquanto usava máquina de lavar em lavanderia

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Um cliente de uma lavanderia foi picado por um escorpião enquanto utilizava uma das máquinas do estabelecimento, na tarde desta quinta-feira (3), no bairro Parati, em Campo Grande.O caso aconteceu em uma lavanderia localizada na Rua da Divisão.

Após a picada, o rapaz gravou um vídeo mostrando a marca deixada pelo animal em sua mão e, posteriormente, o escorpião encontrado na borracha de uma das máquinas de lavar.Nas imagens, o cliente demonstra preocupação com a possibilidade de apresentar complicações após o contato com o animal.

“Acabei de levar a mordida desse bicho aí dentro da máquina de lavar… Agora, se eu passar mal, a culpa é de quem?”, questionou. Até o momento, não há informações confirmadas sobre o estado de saúde da vítima ou se ela precisou procurar atendimento médico após a picada.

A reportagem procurou o estabelecimento para obter esclarecimentos sobre o ocorrido e saber quais providências foram adotadas após a presença do escorpião ser identificada.

O espaço permanece aberto para manifestação.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Civic Type R de R$ 350 mil capota após colisão com Corsa

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Foto:Reprodução/Midiamax

Um Honda Civic Type R, avaliado em aproximadamente R$ 350 mil, capotou após colidir com um Corsa na manhã desta sexta-feira (4), na região do bairro Guanandi, em Campo Grande.

O acidente aconteceu por volta das 9h30, na Avenida Vereador Thirson de Almeida.

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Segundo informações apuradas, os dois veículos seguiam no sentido Centro/bairro quando o motorista do Civic, que estava na faixa da esquerda, teria tentado mudar para a faixa do meio.

De acordo com o relato do condutor do Corsa, o Civic estaria em alta velocidade e passou à frente do veículo no momento em que ocorreu a colisão.Com o impacto, o Civic Type R atingiu uma vala, rodou para a direita e acabou caindo na Rua Oriboca.

A dianteira do veículo esportivo ficou completamente destruída.Uma equipe do Samu realizou os primeiros atendimentos. Na sequência, o Corpo de Bombeiros encaminhou o motorista do Civic para uma unidade hospitalar, com escoriações.

O condutor do Corsa contou que estava a caminho do trabalho quando o acidente aconteceu. Segundo ele, o veículo só não caiu junto com o Civic porque uma das rodas dianteiras se desprendeu e fez o carro parar.

“Ele viu que ia bater na traseira de outro carro e achou que dava tempo de passar na velocidade que estava. Eu calculo que ele deveria estar a mais de 120 km/h; não deu para ver nem a cor do carro”, relatou.A Polícia Militar esteve no local para realizar os levantamentos e apurar as circunstâncias da colisão.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Midiamax

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