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Programa de Estágio do Governo de Mato Grosso do Sul divulga o segundo relatório trimestral de 2024

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O Programa de Estágio do Governo de MS disponibilizou o segundo relatório trimestral, referente aos meses de maio, junho e julho de 2024. O documento detalha as principais atividades realizadas pelo programa, incluindo a exibição dos episódios de rádio “A Máquina por Dentro” e do Ciclo de Debates Urgentes, além de dinâmicas em grupo como as Rodas de Conversas e reuniões do Conselho Deliberativo.

O relatório também apresenta os resultados do Monitoramento e Avaliação Trimestral do Plano de Trabalho, a Avaliação dos Gestores sobre o desempenho dos estagiários e a Avaliação dos Estagiários sobre seus gestores. Além disso, são fornecidos dados sobre a situação atual do quadro de estágio, como o número de estagiários atendidos, as unidades gestoras estaduais e os municípios que possuem estagiários, bem como informações sobre a divulgação, registro e comunicação do programa.

O objetivo desse extrato é medir e divulgar as ações realizadas e os resultados do monitoramento e avaliação do período. Após a conclusão, ele é apresentado aos parceiros do programa e disponibilizado publicamente no site oficial do Programa de Estágio do Governo de MS (para acessar, clique aqui), permitindo à sociedade acompanhar as iniciativas e analisar os impactos gerados para gestores e estagiários, possibilitando avaliações e atualizações necessárias.

Resultado da Avaliação Trimestral do Plano de Trabalho

O Plano de Trabalho é um documento elaborado pelo gestor, com a colaboração do estagiário, que engloba um conjunto de atividades relacionadas à área de formação do acadêmico. Essas atividades devem ser realizadas pelo estagiário ao longo de um período de 12 meses.

É uma ferramenta importante para orientar e acompanhar o desenvolvimento do estagiário durante o programa. Referente aos meses de maio, junho e julho de 2024, foram realizados 194 projetos, desses 105 foram concluídos. Ao longo do período, 306 processos tiveram andamento.

Resultado da Avaliação Trimestral do Gestor

Os dados dessa avaliação são fundamentais para entender o desempenho dos estagiários e a eficácia do programa, permitindo ajustes e melhorias contínuas.

No último trimestre, aproximadamente 77% dos gestores responderam ao formulário de avaliação, totalizando 81 dos 105 gestores participantes do Programa de Estágio do Governo de MS. Entre os 189 estagiários cadastrados, 81 foram avaliados, representando 43% do total. Vale destacar que alguns gestores supervisionam mais de um estagiário. Os itens avaliados foram:

Cumprimento de prazos: Dos 81 estagiários avaliados, 65 sempre cumprem as atividades dentro do prazo, 13 cumprem frequentemente e 3 cumprem ocasionalmente.

Qualidade e eficiência: 63 estagiários sempre desenvolvem as atividades com qualidade e eficiência, 15 frequentemente e 3 ocasionalmente.

Colaboração e trabalho em equipe: 61 estagiários sempre agem de forma colaborativa e construtiva em equipe, 13 frequentemente e 7 ocasionalmente.

Iniciativa e proatividade: 58 estagiários sempre demonstram iniciativa e proatividade no ambiente de trabalho, 10 frequentemente, 9 ocasionalmente e 4 nunca demonstram.

Inovação e propostas de melhorias: 52 estagiários sempre propõem alterações inovadoras no processo de trabalho, 15 frequentemente, 11 ocasionalmente e 3 nunca propõem.

Resultado da Avaliação Trimestral do Estagiário

O resultado dessa avaliação permite o programa analisar se o ambiente de trabalho é saudável, se os estagiários estão obtendo desenvolvimento profissional e se estão sendo valorizados, além de possibilitar medir a transparência e confiança no programa.

Dos 189 estagiários que participam do Programa de Estágio do Governo de MS, 113 responderam ao formulário, representando 60% do total. Os seguintes itens foram avaliados:

Contribuição das atividades para a formação profissional: 88 estagiários concordam totalmente que as atividades desenvolvidas contribuem para o aprimoramento de sua formação profissional, 16 concordam parcialmente, 6 são neutros e 3 discordam.

Adequação das condições de infraestrutura: 82 estagiários concordam totalmente que as condições de infraestrutura colocadas à sua disposição são adequadas para o desenvolvimento do seu trabalho, 28 concordam parcialmente, 2 se posicionaram como neutros e 1 discorda.

Articulação das atividades com o plano de trabalho: 99 estagiários concordam totalmente que as atividades desenvolvidas estão articuladas ao seu plano de trabalho, 8 concordam parcialmente, 5 foram neutros e 1 discorda.

Integração com a equipe do setor: 98 estagiários se sentem totalmente integrados, 11 parcialmente, 3 são neutros e 1 não se sente integrado.

Conciliar estágio com o curso: 94 estagiários conseguem conciliar totalmente, 13 parcialmente, 4 são neutros e 2 não conseguem.

Resultado das avaliações

Conclui-se com os resultados que há uma evidente adesão dos gestores e estagiários no preenchimento do formulário de avaliação e que há uma majoritária satisfação dos gestores em relação à conduta e participação dos estagiários em seus ambientes de trabalho. Nota-se ainda que há nítida satisfação dos estagiários com relação às condições gerais para o cumprimento do estágio.

Considerando o objetivo estratégico vinculado ao programa de Estágio do Governo de MS que é proporcionar aprendizagem, experiência profissional, cidadania e bons relacionamentos, com o resultado apresentado, fica evidente que há necessidade de continuar aprimorando e monitorando a relação entre o gestor e estagiário para alcançar a excelência na comunicação, ambiente de trabalho e experiência profissional.

Situação atual do Programa de Estágio de Mato Grosso do Sul

Atualmente o Programa de Estágio atende 189 graduandos do Estado de Mato Grosso do Sul, provenientes de 5 Instituições de Ensino diferentes (UCDB, UEMS, UFGD, UFMS, UNIDERP-ANHANGUERA), parceiras do programa, atendendo a 34 Órgãos Estaduais distribuídos em 6 municípios (Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Dourados, Paranaíba e Três Lagoas).

Para acessar o relatório completo, clique aqui.

Programa de Estágio

O ‘Programa de Estágio Supervisionado e Capacitação Técnica’ é uma iniciativa do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundect e Segov, em parceria com a UFMS, UEMS e Fapec, coordenado pela Segem. Acadêmicos da UFMS, UEMS, UCDB, IFMS, Uniderp e UFGD, participam do programa.

O objetivo é proporcionar experiência aos jovens acadêmicos de cursos de graduação do Estado, oferecendo formação na área de gestão e administração pública, aplicadas às várias atuações e frentes políticas e governamentais, bem como formação aos gestores estaduais que recebem os estagiários em suas respectivas pastas.

A carga horária do estágio é de 30 horas semanais, com seis horas diárias de atividades, com uma bolsa-auxílio no valor de R$ 1.100,00 e seguro, além de auxílio-transporte, no valor de R$ 200. A duração do estágio é de 12 meses, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.

Renata Brum, Comunicação Segem

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Membros do conselho do FCO aprovam R$ 131 milhões em investimentos para MS

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Membros do CEIF/FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) realizaram reunião extraordinária na sexta-feira (19), em formato virtual, com aprovação de 69 cartas consultas que perfazem financiamentos no valor de R$ 131.833.258,22.

Na linha FCO Rural foram aprovadas 61 cartas consultas totalizando R$ 103.246.159,16, sendo distribuídas em 34 cartas consultas para compra de máquinas, nove para correção de solo, sete para aquisição de bovinos, quatro para reforma de pastagens, dois para retenção de matrizes e um para os setores de suinocultura, avicultura, energia fotovoltaica, armazenagem e benfeitorias rurais.

Já na linha FCO Empresarial foram aprovadas oito cartas consultas, sendo seis para o setor de comércio e serviços, enquanto os investimentos no turismo regional e em ciência e tecnologia tiveram uma carta consulta aprovada, cada.

No ano já foram aprovadas 525 cartas consultas nas duas linhas de financiamento, atingindo a cifra de R$ 1.000.641.013,12. Mato Grosso do Sul tem disponível para contratar, nesse ano. R$ 3.028.102.274,00, valor dividido ao meio entre as duas linhas de financiamento (Rural e Empresarial).

O CEIF/FCO é um órgão colegiado de deliberação coletiva, vinculado à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e composto por representantes de órgãos públicos e entidades de classe produtora e trabalhadora, que têm como objetivo principal contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região, através da aplicação dos recursos tributários definidos em programas de financiamento aos setores produtivos.

João Prestes, Comunicação Semadesc
Foto: Ana Christina, Semadesc

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Com Corredor Bioceânico em conclusão, turismo e comércio vivem expectativa de crescimento e transformação em MS

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Com impacto direito previsto nas áreas do comércio e turismo, o Corredor Bioceânico de Capricórnio tem a expectativa de transformar a relação entre o Brasil e os demais países – Paraguai, Argentina e Chile – por onde o traçado vai passar, além de influenciar as relações comerciais com a Ásia.

A obra da ponte sobre o Rio Paraguai – que liga as cidades de Porto Murtinho a Carmelo Peralta – está 90% executada, e mesmo antes da conexão terrestre ligar Brasil e Paraguai, moradores e turistas já vivem a perspectiva do corredor

O corredor rodoviário conhecido como “Rota Bioceânica” vai ligar os oceanos Atlântico e Pacífico. Com 3,9 mil quilômetros, ao longo de quatro países, o novo traçado vai contribuir diretamente para a redução do tempo de transporte de mercadorias entre América do Sul com a Ásia.

Mas de forma direta e imediata, o turismo já é o setor mais impactado, mesmo antes da conclusão da obra do acesso terrestre entre Brasil e Paraguai. A previsão do Governo do Estado é de que no primeiro ano de funcionamento do corredor rodoviário o crescimento turístico chegue a 30% e 70% a partir do segundo ano.

“Isso considerando apenas o fluxo rodoviário no turismo, mas o crescimento pode ser maior se houver abertura de voos, por exemplo. E com a mobilização dos municípios o impacto na área turística é o primeiro observado”, explicou a assessora especial de integração do Corredor Bioceânico na Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Danniele Paiva.

Pelo Rio Paraguai, turistas fazem passeio para visitar a obra da ponte. (Foto: Annice Dias/divulgação)

O diretor-presidente da Fundtur (Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul), Bruno Wendling, explica que a previsão é de continuidade do crescimento do turismo a médio prazo, após a finalização da obra.

“Sempre que se abrem novos acessos, que é o básico para a conexão entre cidades e destinos, o turismo é impactado. Um ponto muito importante após a ponte ser concluída é a questão das alfândegas, porque vai ser uma rota que o turismo rodoviário vai acontecer muito. Eu entendo que tem chances de desenvolver a área ao longo dos anos”.

A turismóloga Annice Dias criou a primeira agência de turismo de Porto Murtinho e já atua com visitas e atrações no Brasil e outros países que fazem parte da Rota Bioceânica.

“O fluxo de visitantes já tem aumentado. Eu recebo solicitações do Paraguai para o Brasil, de Loma Plata e Filadélfia (colônias alemãs do chaco paraguaio) e Vallemí. Os paraguaios gostam de vir, principalmente, para Bonito. E agora estão descobrindo outros destinos como Jardim, Bodoquena e até Campo Grande”, disse Annice.

Ela já guiou grupos para verem de perto até mesmo a obra da ponte, por terra firme e com vista privilegiada pelo Rio Paraguai. Além disso, em Porto Murtinho novas atividades também surgem, como cicloturismo, eventos de pesca feminino e para casais, contemplação no Rio Paraguai.

“Aproveitamos a estrutura da pesca, com passeio de barco até a ponte da Rota Bioceânica. E no cicloturismo atravessamos o rio de balsa, indo até a obra por Carmelo Peralta, com café da manhã regional numa pousada do município vizinho”, explicou a empresária.

Comércio e negócios

Nas relações comerciais o principal ponto é justamente a redução, em duas semanas, do trajeto para a Ásia. “Quando as questões alfandegárias estiverem concluídas e o corredor estiver funcionando, levar a trazer mercadores vai ser mais célere. É visível o interesse de empresas em se fixar na nossa região, pois vamos atender questões logísticas de maneira global”, explicou Danniele Paiva.

O empresário Luiz Carlos Malacarne, que atua no ramo de distribuição de combustíveis está otimista. Há dois anos ele realiza adequações físicas no prédio da empresa, que fica em Jardim, e gora está preparado para aumentar em 30% o atendimento aos clientes, caso exista a demanda após a finalização da obra rodoviária.

Empresário Luiz Carlos, de Jardim, está confiante e se prepara para as operações após o fim da obra do Corredor Bioceânico. (Foto: divulgação)

“A rota é uma oportunidade muito grande para nós da região. Temos projetos para serem implantados e estamos nos preparando com investimento em sistema, treinamento, infraestrutura. Estamos acreditando nesta demanda, mesmo com o desaquecimento da agricultura. Aguardo passar o período mais delicado, e vamos adquirir mais caminhões para transportar a mercadoria até os nossos clientes”, disse Malacarne.

O Corredor Bioceânico terá infraestrutura rodoviária ligando o Porto de Santos aos portos de Iquique e Antofagasta – além de outros sistemas portuários públicos e privados na costa do Pacífico, em Mejillones e Tocopilla.

“Tudo isso gera oportunidades para harmonização regulatória e implementação de medidas de facilitação do comércio. Além de impulsionar o desenvolvimento produtivo e a inclusão econômica de áreas isoladas”, disse o secretário da Semadesc, Artur Falcette.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS

Fonte: Governo MS

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