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Mato Grosso do Sul

Prazo para entrega de relatório que protege expansão da citricultura em MS termina em 15 de janeiro

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Produtores de citros de Mato Grosso do Sul devem ficar atentos: termina em 15 de janeiro o prazo para entrega do Relatório Semestral de Vistoria e Monitoramento da Citricultura. A obrigação, prevista na Resolução Semadesc/MS nº 36/2023, é um dos principais instrumentos de defesa fitossanitária do Estado e ganha ainda mais relevância em um momento de forte expansão da citricultura sul-mato-grossense.

O relatório é uma exigência para todas as propriedades do estado com fins comerciais ou com mais de 50 plantas. O preenchimento é simples, rápido e gratuito, realizado de forma online no site da Iagro (https://www.servicos.iagro.ms.gov.br/frutiferas/relatorioe) e reúne informações estratégicas sobre o monitoramento do psilídeo Diaphorina citri, inseto vetor do HLB (greening), além da identificação e eliminação de plantas com sintomas da doença, considerada a mais severa da citricultura mundial por não ter cura.

A atenção ao prazo ocorre em um contexto de crescimento da atividade no Estado. Mato Grosso do Sul já soma mais de 7 milhões de mudas implantadas, cerca de 35 mil hectares de projetos prospectados e investimentos estimados em R$ 2,4 bilhões. A meta do governo é alcançar 50 mil hectares de pomares formados até 2030, ampliando de forma significativa a participação estadual na produção nacional de laranja e consolidando a citricultura como vetor de diversificação econômica e geração de renda.

Esse avanço tem atraído grandes grupos nacionais do setor. Um dos principais exemplos é a Cutrale, que já implantou grande parte de seus pomares em Sidrolândia e projeta alcançar até 8 milhões de caixas por safra quando a produção atingir a maturidade plena. Outros empreendimentos, como Cambuy, Frucamp, Agro Terena, Citrosuco e Grupo Junqueira Rodas, além de produtores independentes, reforçam o movimento de expansão da citricultura em Mato Grosso do Sul.

Com o aumento da área plantada, a vigilância fitossanitária precisa avançar no mesmo ritmo. O Relatório Semestral é o instrumento que “fecha a conta” desse monitoramento, ao transformar informações de campo em dados epidemiológicos que orientam ações rápidas de prevenção e controle do HLB. As informações declaradas pelos produtores permitem identificar áreas de maior risco, planejar manejos regionais e fortalecer as estratégias de defesa sanitária.

A exigência do relatório estadual está alinhada às diretrizes do Programa Nacional de Prevenção e Controle do HLB, coordenado pelo Ministério da Agricultura, e integra as ações conduzidas pela Iagro, vinculada à Semadesc. Na prática, cada produtor passa a contribuir para um sistema coletivo de proteção da citricultura, que preserva os pomares, reduz riscos sanitários e garante segurança aos investimentos.

Em um cenário de rápida expansão da citricultura, o cumprimento do prazo de 15 de janeiro e das medidas fitossanitárias deixa de ser apenas uma obrigação legal e se torna um fator decisivo para a sustentabilidade da atividade, a proteção dos investimentos e a consolidação de Mato Grosso do Sul como um novo polo competitivo da citricultura brasileira.

Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Rio Taquari volta a subir e coloca Coxim em situação de emergência, alerta Imasul

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O Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), órgão vinculado à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), informa que o município de Coxim encontra-se em situação de emergência em razão da elevação do nível do rio Taquari.

De acordo com dados da Plataforma de Coleta de Dados (PCD), o rio ultrapassou a cota de emergência de 500 cm, indicando potencial para provocar danos materiais e riscos à integridade da população ribeirinha e de áreas próximas ao curso hídrico.

Mesmo após a redução observada na última semana, o nível do rio voltou a subir em decorrência das chuvas registradas nas últimas 24 horas. No início da noite de ontem (13), a marca atingiu novamente a cota considerada de inundação.

A previsão meteorológica elaborada pelo Cemtec aponta variação de nebulosidade, possibilidade de pancadas de chuva e influência de frente fria nos próximos dias, especialmente na bacia do rio Coxim, afluente do Taquari.

O Inmet classifica as chuvas com grau de severidade de perigo potencial, enquanto o CPTEC indica ocorrência de chuvas intensas em níveis 1 e 2. Com a elevação do nível do rio, há possibilidade de invasão das águas em áreas lindeiras e instalações próximas ao leito, podendo agravar o cenário.

Diante do quadro, o Imasul recomenda atenção das autoridades locais e informa que, após deliberação técnica, será acionada a Defesa Civil do Mato Grosso do Sul para acompanhamento e adoção das medidas necessárias de prevenção e resposta.

O Instituto segue monitorando continuamente as condições hidrológicas e meteorológicas da região e manterá a população informada sobre qualquer alteração relevante.

Comunicação Imasul

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Peritos da Polícia Científica de MS orientam sobre cuidados relacionados ao ‘Boa Noite, Cinderela’

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Especialista em toxicologia forense alerta para cuidados simples que podem evitar crimes em ambientes festivos

A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, por meio da DQT (Divisão de Química e Toxicologia), orienta a população para os riscos do uso criminoso de substâncias conhecidas popularmente como “Boa Noite, Cinderela”, especialmente durante o período de Carnaval, quando há maior consumo de bebidas alcoólicas e maior circulação de pessoas em eventos públicos e privados.

De acordo com o perito criminal Evandro Rodrigo Pedon, essas substâncias incluem, em geral, medicamentos sedativos e depressores do sistema nervoso central, como benzodiazepínicos, que podem ser adicionados às bebidas sem que a vítima perceba. Os efeitos envolvem sonolência intensa, confusão mental, perda de memória e redução da capacidade de reação, o que facilita a prática de crimes.

“Essas substâncias reduzem rapidamente a percepção do ambiente e a capacidade de defesa da vítima, criando uma situação de extrema vulnerabilidade. Em muitos casos, a pessoa só percebe que algo está errado quando os efeitos já estão avançados”, explica o perito.

Atenção redobrada com bebidas, principalmente em ambientes festivos, é fundamental para a prevenção.

A Polícia Científica realiza exames toxicológicos para identificação dessas substâncias durante as investigações, mas a orientação é que a prevenção seja priorizada. Entre os cuidados recomendados estão evitar aceitar bebidas de desconhecidos, não perder o copo de vista e desconfiar de alterações repentinas no sabor, cheiro ou nos efeitos da bebida.

Outro fator de risco é a associação dessas substâncias com o álcool, que potencializa os efeitos no organismo. “Mesmo em pequenas quantidades, a combinação pode causar desorientação severa. Ao perceber qualquer mal-estar incomum, a pessoa deve procurar ajuda imediatamente e, sempre que possível, estar acompanhada por alguém de confiança”, orienta Pedon.

Em situações suspeitas, a recomendação é buscar atendimento médico o quanto antes e registrar ocorrência policial. A coleta de material biológico nas primeiras horas após o fato é essencial para a identificação das substâncias.

Ao compartilhar informações técnicas de forma acessível, a Polícia Científica contribui para que a população esteja mais atenta e saiba como agir diante de situações suspeitas, especialmente em períodos de maior exposição, como o Carnaval.

Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS
Fotos: Maria Ester Rossoni

Fonte: Governo MS

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