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Motorista de ônibus morre após bater na traseira de carreta na Rodovia Castello Branco, em Tatuí/SP

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O motorista de um ônibus morreu após bater o veículo na traseira de uma carreta na Rodovia Castello Branco (SP-280), altura do quilômetro 127, em Tatuí (SP), na madrugada de terça-feira (29). A pista sentido interior-capital ficou parcialmente interditada por quatro horas, sendo liberada por volta das 8h.

Segundo a Artesp, outras nove pessoas que estavam no ônibus que saiu de Bauru (SP) com destino a São Paulo foram socorridas com ferimentos graves.

A Polícia Rodoviária informou à Artesp que a carreta seguia em baixa velocidade pela rodovia devido a um pneu furado. O motorista do ônibus não conseguiu desviar e acabou batendo na traseira do veículo.

Ainda conforme a Artesp, a carreta carregava 38 toneladas de papel celulose. Equipes do Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Polícia Rodoviária prestaram apoio à ocorrência.

Feridos

De acordo com a polícia, além do motorista que morreu no local, outras 30 pessoas estavam no ônibus. Dessas, 24 foram socorridas, sendo que nove foram levadas para o hospital de Boituva (SP) e nove para Tatuí. Seis pessoas recusaram atendimento.

A Polícia Rodoviária confirmou que seis vítimas foram encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tatuí, sendo quatro adultos e duas crianças com idades entre nove e 11 anos.

Entre as vítimas na UPA, dois adultos e as duas crianças têm estado de saúde considerado como ferimentos leves. Outros dois adultos foram considerados como vítimas moderadas e estão passando por exames.

Já na Santa Casa de Misericórdia de Tatuí, foram recebidas três vítimas do acidente, que até o final da manhã ainda estavam em atendimento. O estado de saúde delas não foi divulgado.

Em Boituva, sete adultos e duas crianças foram atendidas no hospital, em que duas mulheres continuam em observação neurológica até o início da tarde desta terça-feira. O estado de saúde das vítimas também não foi divulgado.

O ônibus transportava integrantes do Movimento Nacional de Lutas (MNL). Em nota, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) lamentou o acidente e a morte do motorista e informou que o grupo tinha uma agenda oficial com a superintendência no dia 13 de maio.

Via G1/GLOBO

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Dia da Terra: Como traduzir em hábitos reais o consumo consciente e a preocupação em salvar o planeta

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Especialista da UniCesumar analisa a distância entre a intenção e a prática, já que muitas pessoas que antes não refletiam sobre as consequências de seus hábitos passaram a sentir um incômodo maior

No cenário atual onde o apelo para “salvar o planeta” é debatido em campanhas e redes sociais, especialmente em datas como o Dia da Terra, uma questão central aparece nesse contexto: quanto dessa fala se converte realmente em mudanças práticas e duradouras no dia a dia? A mudança de uma consciência simbólica para uma ação efetiva revela um consumidor confuso, que deseja fazer a diferença, mas que ainda esbarra em barreiras como custo, conveniência e a força de uma cultura de consumo acelerado. De acordo com o levantamento ‘Sustainability Sector Index’, realizado pelo instituto de pesquisas Kantar, 87% dos consumidores brasileiros desejam adotar um estilo de vida mais sustentável, mas somente 35% estão realmente alterando seus hábitos. O preço é o principal obstáculo para 35% dos entrevistados, seguido pela falta de informação.

Apesar da crescente preocupação ambiental, esses dados revelam que a mudança de comportamento ainda é um desafio. “As campanhas nesse sentido, mesmo que muitas vezes simbólicas, são cruciais para a formação de uma consciência coletiva. Os impactos ambientais se tornaram mais visíveis e concretos para a população e muitas pessoas que antes não refletiam sobre as consequências de seus hábitos passaram a sentir um incômodo maior, e esse mal-estar é o primeiro passo para a mudança”, avalia Heloise Quesada, professora do curso de Engenharia Ambiental da EAD UniCesumar.

A transição para hábitos sustentáveis não exige uma perfeição imediata e sim, o compromisso com o progresso contínuo. Ao fazer escolhas com mais análise, reduzir o desperdício e cobrar por alternativas mais acessíveis, o consumidor deixa de ser apenas uma peça do ecossistema do consumo acelerado e se torna um agente fundamental na construção de um futuro onde o bem-estar do planeta e o nosso andam em paralelo.

Da intenção à ação: os obstáculos no carrinho de compras

A jornada de quem deseja ser mais sustentável é marcada por algumas contradições, como uma espécie de “greenwashing do consumidor”, em que o discurso ecológico não se alinha com a prática. “Defender uma ideia é mais fácil do que incorporá-la na prática cotidiana. Mudar hábitos geralmente significa abrir mão de comodidades, e ainda vivemos em uma lógica estimulada pelo desejo de ter o mais novo e o mais atual”, explica Quesada.

Essa dificuldade é agravada por fatores práticos, pois além do custo mais elevado, a falta de alternativas viáveis e a conveniência de produtos convencionais pesam na decisão final. “Não basta ter consciência, é preciso que a mudança seja viável dentro da realidade das pessoas. As empresas têm um papel central em reduzir essa distância, oferecendo mais opções, sendo transparentes e tornando a escolha sustentável mais competitiva economicamente”, complementa a docente.

Pequenas mudanças, novos mercados

Apesar dos desafios, mudanças reais de comportamento já são visíveis e começam a moldar novos fluxos econômicos. A redução do uso de plástico é um exemplo claro, indo além dos canudos e sacolas. “A diminuição de copos plásticos em ambientes de trabalho, onde as pessoas passaram a adotar garrafas e xícaras reutilizáveis é uma pequena e perceptível alteração no consumo. Vemos também uma maior procura por produtos a granel e o uso de refis, principalmente quando isso representa economia”, pontua Heloise Quesada.

Essa transformação, ainda que gradual, fomenta o surgimento de “circuitos” econômicos mais sustentáveis, como feiras de produtos orgânicos, rotas de ecoturismo e comércios focados em economia circular. “Essas iniciativas já representam um avanço importante, mas ainda precisam ganhar escala, acessibilidade e competitividade para se consolidarem de maneira mais forte e atingir uma parcela maior da população”, conclui a especialista da UniCesumar.

Sobre a UniCesumar

Com 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de mais de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com mais de 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

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Serviço Geológico do Brasil realiza Projeto Kimberlitos no município de Jauru (MT)

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Foto: Divulgação/SGB

Brasília (DF) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) retoma atividades de campo do Projeto Kimberlitos no município de Jauru, em Mato Grosso. Os trabalhos seguem até 8 de maio e envolvem a caracterização geofísica da região.

O objetivo é identificar corpos kimberlíticos, rochas formadas em grandes profundidades, superiores a 90 quilômetros. Os dados gerados apoiam a pesquisa científica e a atração de investimentos, com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico local.

Durante a ascensão à crosta terrestre, essas rochas podem transportar materiais do manto, incluindo diamantes. A identificação dessas rochas contribui para ampliar o conhecimento geológico da região e orientar estudos futuros.

A equipe é formada pelos pesquisadores Adolfo Barbosa da Silva, Ederson Ribeiro Silva e Felipe da Mota Alves, com apoio de Warley Sena de Oliveira.

Larissa Souza/Assessoria de Comunicação

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