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Suzano

Manejo sustentável da Suzano contribui para a preservação da biodiversidade e registra 1,2 mil espécies em Mato Grosso do Sul

Publicado

Das espécies catalogadas nas áreas da empresa, 28 estão ameaçadas de extinção; ao todo foram avistados 490 animais silvestres nas florestas da empresa por meio do projeto “De olho no bicho”

O manejo sustentável realizado pela Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, em suas florestas tem contribuído para a preservação da biodiversidade em Mato Grosso do Sul. Somente nas áreas da empresa foram catalogadas 1.208 espécies da fauna e flora da região. Vinte e oito delas estão ameaçadas de extinção, seguindo os critérios do IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza).

De acordo com o monitoramento, dentre as espécies catalogadas, estão: 485 diferentes plantas nativas; 383 espécies de aves – o que corresponde a 47% das espécies do Cerrado, segundo o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), 103 artrópodes, 79 espécies de mamíferos, 62 de répteis, 55 de peixes e 41 espécies de anfíbios.

“O programa de monitoramento da fauna e da flora da Suzano teve início em 2007 e, desde então, estamos registrando uma série de conquistas. Percebemos, ao longo dos anos, o crescimento no número de espécies, identificação de novos registros e a permanência dessas espécies nas florestas. Estes são importantes indicadores de que o nosso trabalho de manejo para favorecer a biodiversidade está gerando bons resultados”, ressalta Renato Cipriano Rocha, coordenador de Meio Ambiente Florestal da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Na lista das espécies em risco de extinção pela IUCN catalogadas pela empresa, estão desde aves como mutum-de-penacho (Crax fasciolata) e águia-cinzenta (Urubitinga coronata) à mamíferos, como cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), duas espécies de gatos-do-mato (Leopardus guttulus e Leopardus tigrinus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla),  tapiti (Sylvilagus brasiliensis), ariranha (Pteronura brasiliensis) e anta (Tapirus terrestres). Ao todo, as florestas presentes das áreas da Suzano reúnem três espécies de aves, nove de mamíferos e dois de répteis em diferentes graus de ameaça de extinção.

Seguindo os critérios do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), as espécies em risco de extinção monitoradas nas florestas da empresa incluem ainda a onça-pintada (Panthera onca), onça-parda (Puma concolor) e o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), entre outros. Algumas dessas espécies, como o tamanduá-bandeira, a anta e a queixada (Tayassu pecari) – também ameaçada de extinção -, só são encontradas em áreas preservadas.

“De olho no bicho”

Além do monitoramento da biodiversidade em suas florestas, a Suzano mantém também o programa “De olho no bicho”, que visa promover a conscientização ambiental entre os colaboradores da empresa. Dentre as ações do programa, está o registro fotográfico, ou por vídeo, de animais silvestres nas áreas da empresa.

Ao todo, a iniciativa resultou em 490 registros de animas silvestres feitos por colaboradores. “Estes avistamentos não fazem parte do programa de monitoramento. São registros feitos voluntariamente por funcionários dentro do projeto de conscientização ambiental. Não há obrigatoriedade, mas o que podemos perceber é que os registros estão crescendo, o que pode ser devido tanto ao aumento dos animais quanto à maior participação dos colaboradores, ambos igualmente importantes para o nosso objetivo de proteção à biodiversidade”, explica Renato.

Entre os avistamentos feitos neste ano, está o de uma jaguatirica (Leopardus pardalis) com seu filhote. Embora não seja classificada como ameaçada de extinção pelos critérios do Ibama e IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza), a sua população está em declínio e o fato de estar com um filhote reforça as condições de conservação nas florestas, favoráveis para a reprodução da espécie.

Conservação

Em Mato Grosso do Sul, a área de conservação da Suzano é de 135,085 mil hectares. Deste total, a empresa deu início ao processo de restauração em 754 hectares que estavam degradados; 128 hectares somente no ano passado. “Hoje, não só cumprimos a lei, que determina a destinação de 20% da propriedade para área de conservação, segundo o Código Florestal, como a extrapolamos, destinando cerca de 30% da nossa área para conservação. Além disso, priorizamos o manejo sustentável e em nossa base florestal se destaca pela aliança entre áreas de plantio de eucalipto para abastecimento da fábrica de celulose, em Três Lagoas, e áreas de conservação ambiental, com a formação de corredores ecológicos para a passagem dos animais”, completa Renato.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Suzano

Suzano assina documento contra desmatamento da Amazônia e ao fortalecimento sustentável no Brasil

Publicado

Carta foi direcionada ao Vice-Presidente Hamilton Mourão; movimento formado pelo setor empresarial é favorável ao fortalecimento de agenda sustentável no Brasil e foi assinado por 40 empresas de vários setores. Ibá também faz parte da ação

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, é uma das 40 empresas signatárias do “Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro”, documento divulgado nesta semana que defende a agenda do desenvolvimento sustentável e combate ao desmatamento na Amazônia. Além de empresas de diferentes setores da economia, o movimento reúne também o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a Indústria Brasileira da Árvore (Ibá), a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleo Vegetal (ABIOVE).

A carta foi endereçada à Vice-Presidência da República e ao Conselho Nacional da Amazônia Legal, presidido pelo vice-presidente Hamilton Mourão, e protocolada posteriormente no Supremo Tribunal Federal (STF), no Senado Federal, na Câmara dos Deputados e na Procuradoria Geral da República (PGR).

O documento tem como principal objetivo destacar “a atenção e preocupação” do setor empresarial em relação a eventuais impactos nos negócios ocasionados pela percepção negativa da imagem do Brasil no exterior em relação às questões socioambientais. Ele indica também ações imediatas a serem adotadas para aplacar as reações negativas de investidores e consumidores estrangeiros ao País, assim como defende que é preciso redirecionar os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono, e inclusiva.

“O Brasil precisa assumir um papel de protagonismo nas discussões ambientais globais e liderar o mundo em direção a uma economia com menos carbono. Para alcançarmos um novo papel na geopolítica global, contudo, nós, como nação, precisamos demonstrar nosso compromisso com o desmatamento ilegal zero. Esse é um ponto fundamental para obtermos reconhecimento global e conseguirmos monetizar o crédito de carbono, um instrumento efetivo de proteção contra o desmatamento e uma fonte de recursos que poderia ser convertida em benefícios à população brasileira”, destaca Walter Schalka, Presidente da Suzano.

O documento encerra com uma mensagem de otimismo, lembrando que o Brasil tem a oportunidade única, os recursos, e o conhecimento para dar escala às boas práticas e planejar estrategicamente o futuro sustentável do país.

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Suzano

Movimento internacional ressalta transparência adotada pela Suzano em relato de tema climático

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Empresa tem projeto apresentado como estudo de caso na plataforma do TCFD

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, é a primeira empresa mundial do setor de papel e celulose a protagonizar a divulgação de um estudo de caso por parte da Taskforce for Climate Related Financial Disclosure (TCFD), a Força-Tarefa Sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima. A exposição comprova a transparência dada pela Suzano a temas relacionados às questões climáticas dentro da Central de Indicadores, uma plataforma interativa onde são apresentados dados quantitativos e qualitativos sobre as operações e os impactos da empresa.

A Força-Tarefa é um movimento internacional composto por 31 membros de diversas organizações, selecionadas pelo Conselho de Estabilidade Financeira (Financial Stability Board – FSB), que atua em favor de divulgações financeiras voluntárias relacionadas ao clima. O FSB, por sua vez, é um órgão internacional que coordena a regulamentação financeira das maiores economias mundiais e faz recomendações sobre o sistema financeiro global, incluindo o desenvolvimento de políticas regulatórias.

Criada em 2015, o TCFD Knowledge Hub, página onde são divulgadas iniciativas relacionadas às recomendações da Força-Tarefa já expôs 14 estudos de caso, lista composta principalmente por empresas dos setores financeiro e não financeiro. Além de ser a primeira do setor de papel e celulose, a Suzano é também a primeira companhia não financeira da América Latina a ter seu trabalho apresentado no hub.

“Há um movimento crescente de conexão entre questões climáticas e impactos financeiros nas empresas e na economia global, e o compartilhamento de nossas práticas mostra que a Suzano está no caminho correto na adoção de melhores práticas para divulgar a interdependência desses temas”, afirma Marcelo Bacci, diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Suzano.

A Central de Indicadores foi desenvolvida neste ano e possui uma página específica com informações financeiras relacionadas às mudanças climáticas, em linha com as recomendações de mensuração e transparência de resultados propostas pela TCFD. Constam dados como consumo de água e combustíveis de fontes renováveis e não-renováveis, gestão de resíduos e emissões, entre outros indicadores.

A plataforma será atualizada com dados anuais e permitirá aos públicos com os quais a Suzano possui relacionamento analisar dados históricos da companhia. O objetivo é proporcionar a todos um acesso a informações relevantes de forma consistente, transparente e clara.

Para conhecer a página da Central de Indicadores com esses e outros dados, acesse http://centraldeindicadores.suzano.com.br/tcfd/ O hub com os estudos de caso apresentados pela TCFD pode ser acessado no link https://www.tcfdhub.org/case-study/.

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