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Celulose em Destaque

Levantamento da produtividade florestal é só um dos itens da Expedição Silvicultura

Em live realizada pelo Instagram do Mais Floresta na última terça-feira (01), o CEO da Canopy Remote Sensing Solutions, Fábio Gonçalves, deu detalhes das principais informações que serão levantadas por sua equipe

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No início da noite desta última terca-feira (01/04), durante live no Instagram do portal Mais Floresta, mídia oficial da Expedição Silvicultura, Fabio Gonçalves, Cofundador & CEO da Canopy Remote Sensing Solutions, explanou sobre a relevância do evento, que irá levantar dados ainda inéditos no setor: “Em uma expedição desse porte não poderíamos nos limitar a coletar somente dados biométricos para a proposta de estimativa de estoque de madeira. Então hoje, estamos incluindo também no escopo de nosso levantamento informações sobre a qualidade dos plantios, bem como sobre o ataque, por exemplo, de sanidade das árvores e de pragas e doenças. A gente quer entender um pouco das práticas socioambientais que são aplicadas nessas diferentes regiões”.

“A gente sabe que as empresas do setor fazem um excelente trabalho com relação a práticas socioambientais, mas elas têm aproximadamente 75% da área plantada do Brasil, então temos ainda, uma área grande entre produtores independentes e pequenas e médias empresas. E não temos muita informação com relação a esses tipos de entidades. De uma forma mais generalizada, não temos informações ainda, por exemplo, de custo de produção, expectativas dos produtores e gestores florestais, tendências de investimentos, e impactos das mudanças climáticas, além de outros dados relevantes para toda a cadeia produtiva do setor. Então a gente vai aproveitar essa grande Expedição para poder fazer uma coleta de dados muito mais completa, com pelo menos 1.000 amostras de inventário florestal”, complementa.

Paulo Cardoso, CEO da Paulo Cardoso Comunicações, que entrevistou Fabio durante a live, reforçou que: “Um evento como esse, que nos traz um relatório robusto em informações do setor, nunca havia sido realizado em toda a América Latina, e talvez nem no mundo ainda. É um roteiro que irá durar cerca de 70 dias, passando por 16 estados brasileiros e com nove eventos presenciais. Nunca um parceiro e patrocinador teve por tanto tempo a exposição de sua marca em um evento”.

Com amplo Know how, equipe especializada e o que há de mais inovador em equipamentos e técnicas, a Expedição Silvicultura irá realizar um levantamento sem precedentes sobre a produtividade das plantações florestais do país. Durante o levantamento serão coletados cerca de 40.000 pontos de controle e 1.000 amostras de inventário florestal.

O interesse na participação dos eventos presenciais cresce a cada dia. Antes mesmo de iniciar a abertura dos ingressos, muitas empresas, estudantes e profissionais do setor entram em contato com a equipe organizadora para saber como participar. Sobre o tema, Fabio anunciou: “Uma parte do público será de convidados das instituições e empresas parceiras e seus técnicos, mas também iremos abrir inscrições ao público em geral. Então os interessados terão a oportunidade de participar de ao menos um dos eventos, em região mais próxima. Então estendemos nosso convite à todos. E obviamente, quem não puder estar presencialmente nos eventos, também poderão acompanhar a Expedição pelas redes sociais do próprio evento e do portal  Mais Floresta. Ainda neste mês queremos abrir as inscrições”.

A Expedição Silvicultura nasce com uma vasta bagagem de informações sobre o setor florestal, levantadas remotamente pela Canopy nos últimos anos, e vem para complementar esses dados com a precisão da coleta em campo, oferecendo uma visão completa e integrada das florestas plantadas no Brasil. O evento irá construir um banco de dados inédito que beneficiará toda a cadeia florestal brasileira.

O evento inédito, que irá percorrer mais de 40 mil quilômetros, em 16 estados brasileiros, é uma realização da Canopy – Remote Sensing Solutions em parceria com a Paulo Cardoso Comunicações, e conta com apoio das principais instituições e empresas do setor. Mapear a produtividade das florestas permite decisões mais assertivas para o setor, como melhor planejamento de colheitas, uso consciente dos recursos e práticas de manejo mais eficientes.

A Canopy é uma empresa de geotecnologia especializada em florestas, que vem realizando um levantamento anual das áreas de silvicultura no Brasil por satélite desde 2020. Nos últimos anos realizou um trabalho detalhado de validação desses levantamentos com o apoio de empresas florestais, que compartilharam dados de aproximadamente 600 mil hectares.

Para capturar a diversidade das florestas plantadas no Brasil e as diferentes estruturas fundiárias, a empresa aplicou um método tradicional de validação de mapeamento, analisando 17 mil amostras lançadas aleatoriamente no país, o que apontou uma acurácia global de 97%. Ainda assim, a equipe sentiu que faltava aplicar o método de validação mais confiável de todos: a checagem em campo. Dessa ‘dor’ então, nascia a Expedição Silvicultura.

A empresa conta com inúmeros cases e parcerias relevantes no setor. Os dados estatísticos do Relatório Anual da Ibá – Indústria Brasileira de Árvores, são levantados e desenvolvidos com base na tecnologia e inteligência da Canopy. Desde de 2022 o levantamento  conta com mapeamento de satélite, que capta áreas com plantios de árvores com área a partir de 0,25 hectares. E com toda sua experiência e inovação, irá fazer todo o levantamento da produtividade das plantações florestais do país através da Expedição.

Seja um patrocinador da Expedição Silvicultura!

Não perca essa chance única de fazer parte dessa grande Expedição e destaque seu nome em um evento de proporções épicas! Mais informações: [email protected] ou  [email protected].

Inscrições e outros detalhes estarão disponíveis em breve em: https://www.expedicaosilvicultura.com.br/

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Escrito por: redação Mais Floresta.

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Arauco instala equipamento de 300 toneladas na maior caldeira de recuperação do mundo

Operação marca uma das etapas mais complexas do Projeto Sucuriú

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Maio de 2026 – A construção da futura fábrica de celulose da Arauco, em Inocência (MS), viveu nesta terça-feira (26), um de seus marcos mais importantes. Em uma megaoperação de engenharia, o balão de vapor da caldeira de recuperação do Projeto Sucuriú foi içado a quase 100 metros de altura e instalado no topo da maior caldeira de recuperação do mundo em uma fábrica de celulose.

Com mais de 300 toneladas — peso equivalente a cerca de 200 carros ou duas Estátuas da Liberdade, suspensos de uma única vez —, a instalação exigiu meses de planejamento, estudos técnicos, análises de segurança e uma operação de alta precisão. “O balão de vapor é considerado o “coração” de uma fábrica de celulose porque está diretamente ligado ao ciclo que fornece calor e energia à fábrica. É nele que ocorre a separação entre a água e o vapor gerado na caldeira. Serão mais de 2.400 toneladas de vapor por hora”, explica Claudinei Santos, diretor de Engenharia e Implantação do Projeto Sucuriú.

A partir dessa separação, após passar pelos superaquecedores, o vapor seco segue para as turbinas, onde calor e pressão são convertidos em energia elétrica de fonte renovável. Serão mais de 400 MW ao todo: metade destinada ao abastecimento da própria fábrica e a outra metade a ser enviada ao Sistema Nacional.

Para que a instalação fosse realizada com segurança, a operação mobilizou centenas de profissionais, equipes especializadas e dois guindastes com capacidade para içar estruturas de até 750 toneladas. “Esta é uma etapa que traduz a complexidade e a grandeza deste empreendimento. Não se trata apenas da instalação de um equipamento de grande porte, mas de um marco que conecta planejamento, engenharia, segurança e execução. O sucesso desta operação mostra uma equipe engajada, que segue avançando no cronograma, e preparada para as próximas fases da montagem da fábrica”, afirma Carlos Altimiras, presidente da Arauco Brasil.

A atividade exigiu meses de estudos. Cálculos precisos sobre peso, centro de gravidade, velocidade de içamento, estabilidade do equipamento, condições climáticas, preparação da condição de solo ideal e segurança das equipes envolvidas. Cada etapa foi planejada para garantir que o balão fosse elevado e posicionado com precisão no alto da caldeira.

Celso Tacla, vice-presidente executivo da Valmet na América Latina, destaca que a operação representa um marco também para a empresa fornecedora. “Participar da entrega da maior caldeira de recuperação do mundo é motivo de muito orgulho e responsabilidade para a Valmet. Estamos falando de uma solução altamente tecnológica, desenvolvida para atender aos mais elevados padrões de eficiência, segurança e desempenho operacional. Todo o processo exigiu uma integração extremamente precisa entre engenharia, fabricação, logística e montagem, reforçando a capacidade da Valmet de executar projetos de grande complexidade e em escala global”, afirma.

Fernando Scucuglia, diretor de Celulose, Energia e Circularidade da Valmet na América Latina, reforça a capacidade de execução das equipes de gerenciamento envolvidas no projeto. “O içamento do balão de vapor é uma atividade de alta complexidade e precisão de engenharia, ainda mais para a maior caldeira de recuperação já fabricada no mundo. Porém, é também uma demonstração objetiva do resultado conquistado até agora pelas equipes de gestão de projeto e execução de obras, que têm trabalhado com muita dedicação, esforço e competência para atingirem todos os marcos críticos do projeto dentro dos prazos estabelecidos. É uma sensação de realização muito grande fazer parte deste momento e desta história que está sendo construída”, destaca.

A participação da Enesa Engenharia, nesta que é considerada uma das maiores operações de engenharia do Brasil em 2026, foi celebrada pelo diretor-executivo da Companhia, Hélio Nodari. Ele ressalta o trabalho em equipe em diversas frentes e o cumprimento de um cronograma arrojado de montagem das estruturas metálicas que sustentam o balão. E o resultado foi gratificante. “Todo este esforço, dedicação e trabalho em equipe entre as empresas resultaram em uma operação bem-sucedida e segura, garantindo o cumprimento de um dos principais marcos do projeto”, afirma.

Detalhes técnicos do balão

O balão é um vaso único, com 32 metros de comprimento, 3,15 m de largura e 3,81 m de altura e mais de 300 toneladas.

Fabricado na China, o equipamento chegou ao Projeto Sucuriú no dia 7 de março, após uma jornada logística robusta entre a China e o Brasil, de cerca de 45 dias. Depois, o deslocamento terrestre entre o Porto de Santos, em São Paulo, e Inocência, em Mato Grosso do Sul, levou 48 dias.

Detalhe da instalação do “coração” da nova fábrica da Arauco, com mais de 32 metros de comprimento. Foto: Divulgação/Arauco.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

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Arauco reforça enfrentamento à exploração sexual infantil com ações do Maio Laranja

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O enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes começa pela informação e pela mobilização da sociedade. Esse é o objetivo do movimento ‘Maio Laranja’ que reúne, em todo o país, ações de conscientização voltadas à proteção da infância e ao incentivo à denúncia. Em Inocência (MS), o tema ganha força com uma programação que envolve o Projeto Sucuriú, da Arauco, em articulação com instituições locais, trabalhadores e a comunidade.

Entre 12 e 14 de maio, houve blitzes informativas nos refeitórios do canteiro de obras do Projeto Sucuriú voltada aos trabalhadores, com conversas e orientações sobre o tema. As atividades contaram com a participação da cabo Simone Oliveira, do 13º Batalhão da Polícia Militar de Paranaíba, integrante do Programa Mulher Segura (Promuse). Simone apresentou as formas de identificação, combate e denúncia ao assédio, à exploração e à prostituição de crianças e adolescentes, reforçando a responsabilidade de todos como agentes de proteção de meninos e meninas no âmbito familiar e fora dele.

Francisco Marcio dos Anjos, paraense natural de Abaetetuba e operador de máquinas pesadas no Projeto Sucuriú, assistiu a palestra com atenção. “Tenho criança em casa e me preocupo bastante. Acho que todo mundo aqui assimilou alguma coisa e vai poder levar pra casa, pra família, pra esposa. Como a cabo falou, a criança pode ficar isolada, com medo, tímida. Às vezes não se alimenta direito ou come demais. Com essa conversa, todos nós estamos preparados para identificar, procurar entender, tratar o assunto e proteger nossas crianças”, comenta.

Em 18 de maio, dia D da campanha, a Arauco participa como apoiadora de uma blitz educativa promovida pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), com parada de veículos para panfletagem e mobilização da comunidade.

Já nos dias 19 e 20, a programação será em parceria com o Sest/Senat, no Ponto do Caminhoneiro, dentro do Projeto Sucuriú. Na manhã do dia 19, haverá bate-papo com caminhoneiros, motoristas de ônibus e vans com orientações sobre como identificar e denunciar abusos, fortalecendo a rede de proteção. À tarde, a atividade será voltada ao grupo de assistentes sociais, com apresentação do Projeto Proteção, desenvolvido em parceria com a Childhood Brasil, organização social global sem fins lucrativos que combate o abuso e a exploração sexual de menores. A abordagem será especialmente focada no contexto das rodovias.

No dia 20, as equipes que atuam nas obras da fábrica participam de um momento de conscientização sobre a importância de se reconhecerem como agentes de proteção.  Além disso, a Arauco participa, em Inocência, de um evento do Creas aberto à comunidade, com a presença de representantes das secretarias integrantes da rede de proteção do município, que apresentarão suas iniciativas de proteção e acolhimento.

Encerrando a programação, em 28 de maio, representantes da Arauco acompanharão as crianças de Inocência que participarão de uma passeata do Creas com apoio da Polícia Militar. A atividade inclui uma caminhada até o Cristo da cidade, para onde as crianças, em um gesto simbólico de mobilização e enfrentamento à violência, levarão margaridinhas, símbolo da campanha Faça Bonito, que, há mais de duas décadas, atua na sensibilização da sociedade para a proteção da infância.

Ao longo do mês, a Casa Arauco contará com ambientação especial, com iluminação na cor laranja e exibição contínua nas TVs do espaço de um vídeo da campanha Faça Bonito.

Como identificar e denunciar a exploração sexual de crianças e adolescentes

Segundo a iniciativa Faça Bonito, a violência sexual pode ocorrer de duas formas: pelo abuso sexual ou pela exploração sexual.

O abuso sexual é a utilização da sexualidade de uma criança ou adolescente para praticar qualquer ato de natureza sexual. Este crime é geralmente praticado por uma pessoa com quem o menor possui uma relação de confiança e de convívio em casa ou fora dela.

A exploração sexual é quando crianças e adolescentes são manipulados para fins sexuais para obter lucro, objetos de valor ou outros elementos de troca. A exploração sexual ocorre de quatro formas: no contexto da prostituição, na pornografia, nas redes de tráfico e no turismo com motivação sexual.

Para a especialista da área de Desempenho Social da Arauco, responsável pelas agendas de enfrentamento às violências de gênero e contra crianças e adolescentes, Kary Visoto, enfrentar a violência exige informação e ação. “Reconhecer os sinais é importante, mas é fundamental que as pessoas entendam que a denúncia precisa ser feita. Quem agride responde criminalmente. Quem se omite também pode responder. Então, eu deixo um apelo: denuncie. É assim que conseguimos interromper ciclos de violência e proteger nossas crianças e adolescentes”, afirma.

No Brasil, o principal canal para registrar denúncias é o Disque 100, serviço gratuito, anônimo e disponível 24 horas por dia. Existem outras instituições para as quais você também pode denunciar:

  • Conselho Tutelar da cidade;
  • Delegacias, inclusive qualquer delegacia comum;
  • Polícia Militar – 190, principalmente em situações de emergência ou flagrante.

A ação Faça Bonito é convocada pelo Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, Rede Ecpat Brasil e parceiros. No site da ação https://www.facabonito.org/ é possível acessar material informativo, estudos e campanhas.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS).

Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

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