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Notícias da Região

Ladrão vestido de ‘fantasma’ furta companhia de água

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Um homem investigado por dezenas de furtos em Guareí, no interior de São Paulo, utilizou uma técnica diferente para tentar despistar a polícia em um dos crimes. Ele furtou a companhia de água da cidade vestido de “fantasma”, informou a polícia.

Uma câmera de segurança flagrou o crime na madrugada desta quarta-feira (22), no bairro Floresta Três. Nas imagens, é possível ver que o ladrão entrou no prédio escondido em um cobertor.

O vídeo mostra que o homem também utilizou a coberta para tampar a câmera de segurança e que, antes de sair do imóvel, ele ainda parou para beber água.

De acordo com a Polícia Civil, o “método” do cobertor era usado pelo criminoso como uma forma de despistar os policiais. O delegado responsável pelo caso disse que o homem tinha o hábito de usar objetos diferentes para se esconder durante os furtos.

Apesar do esforço para não ser identificado, as equipes fizeram buscas e encontraram o suspeito em um bar da cidade nesta quarta-feira (22).

Segundo a polícia, o homem de 32 anos foi reconhecido pelo tênis dele, que já havia sido registrado por câmeras de seguranças de outros lugares furtados. A polícia informou que as pegadas deixadas no muro da companhia de água condiziam com a sola do calçado.

Conforme a Polícia Civil, o homem estava sendo investigado em pelo menos dez inquéritos policiais, por furtos a igrejas, creches, escolas, casas e oficinas mecânicas.

O suspeito foi preso e encaminhado para a delegacia de Itapetininga, onde ficou à disposição da Justiça.

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Notícias da Região

CESP pretende atrair pesquisadores para a Reserva Cisalpina

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Importante área remanescente da Mata Atlântica no Leste de Mato Grosso do Sul, reserva tem vocação para pesquisas devido à rica biodiversidade presente na unidade de conservação

Depois de dois anos com visitas técnicas reduzidas em decorrência da pandemia de Covid-19, a CESP – Companhia Energética de São Paulo, pretende atrair pesquisadores e universidades para a RPPN (Reserva Particular do patrimônio Natural) Cisalpina, no município de Brasilândia/MS. A iniciativa faz parte das ações previstas no Plano de Manejo da Unidade de Conservação e tem como foco estimular a vocação natural da reserva para pesquisas devido à rica biodiversidade presente na área. A Unidade de Conservação conta com mais de 3,8 mil hectares de áreas remanescentes da Mata Atlântica na região Leste de Mato Grosso do Sul.

“Com mais de 500 espécies já identificadas de plantas e animais silvestres, a Reserva Cisalpina, assim como toda a área no seu entorno, é uma fonte valiosa para o estudo da fauna e da flora, seja dos biomas da Mata Atlântica como do Cerrado. Estamos falando de mais de 17 mil hectares de área preservada, levando em consideração toda a área no entorno da reserva e que também é preservada pela CESP. Por isso, queremos buscar parcerias com instituições não governamentais e universidades para que possamos compartilhar dessa fonte de conhecimento com a comunidade”, destaca André Rocha, gerente de Sustentabilidade e Operações da empresa.

Para formalização da parceria com universidades e a realização de pesquisas na reserva, a CESP está discutindo Planos de Trabalhos junto as universidades e outras instituições da região. A ideia é que as instituições reúnam propostas que possam ser desenvolvidas na RPPN Cisalpina. As pesquisas precisam estar alinhadas com as políticas socioambientais e com as normas previstas no Plano de Manejo da reserva para serem aprovadas pela companhia.

“A Reserva Cisalpina sempre esteve aberta para pesquisadores e estudiosos. Ocorre que, com a pandemia, essas pesquisas reduziram por conta dos protocolos de segurança. A intenção é não apenas retomar como se aproximar cada vez mais da comunidade acadêmica.”, completa André Rocha. 

Nos últimos anos, foram realizadas 32 pesquisas cientificas na Reserva Cisalpina. Entre as instituições com maior atuação na região, estão UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) – campus de Três Lagoas, e UNESP (Universidade Estadual de São Paulo) de Ilha Solteira, Botucatu e Presidente Prudente (SP). Os resultados desses estudos serviram como base, por exemplo, na elaboração do Plano de Manejo da Reserva Cisalpina.

Comunidade

A CESP também está se preparando para retomar o programa de visitas de escolas e outras instituições à unidade. As visitas de estudantes e parte das ações voltadas à educação ambiental foram suspensas devido a pandemia. Agora, a Companhia pretende revitalizar as trilhas, entre outras melhorias para reabrir a unidade para visitação.

 

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Notícias da Região

Com 3,8 mil hectares, Reserva Cisalpina abriga cerca de 490 espécies de animais silvestres

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A Reserva está inserida em uma área da CESP de 17 mil hectares preservados, boa parte deles remanescentes da Mata Atlântica. O levantamento faz parte do Plano de Manejo da Unidade de Conservação, divulgado recentemente pela companhia

 

Com uma área de 3,8 mil hectares, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Cisalpina, da CESP – Companhia Energética de São Paulo, abriga cerca de 490 espécies de animais silvestres no município de Brasilândia/MS. O número de espécies já identificadas faz parte do Plano de Manejo da Unidade de Conservação, divulgado pela Companhia recentemente.

Conforme o levantamento, desde a criação da reserva, foram identificadas 108 espécies de plantas, 22 espécies de anfíbios; 12 de répteis, 310 de aves; 92 peixes e 54 espécies de mamíferos. Deste total, 21 espécies estão na lista de plantas e animais ameaçados de extinção de órgãos como o MMA (Ministério do Meio Ambiente) e a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), sendo a maioria delas de aves e mamíferos, tais como: onça-parda (Puma concolor); onça-pintada (Panthera onca), cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), mutum-de-penacho (Crax fasciolata), lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) e jaguarundi (Herpailurus yagouaroundi).

A identificação destes animais ameaçados foi realizada principalmente por meio de armadilhas fotográficas, durante pesquisas realizadas com instituições parceiras, como a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e UNESP (Universidade Estadual de São Paulo), além de organizações não-governamentais e institutos da região com trabalhos voltados para a conservação do Meio Ambiente.

De acordo com André Rocha, gerente de Sustentabilidade e Operações da empresa, a conservação da Reserva Cisalpina e seu entorno está alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas), que inclui proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da Terra e deter a perda da biodiversidade.

“A CESP acredita que a construção do nosso futuro depende de ideias inovadoras e atitudes sustentáveis, o que inclui a conservação das nossas riquezas naturais e proteção da nossa biodiversidade e o Plano de Manejo da Reserva Cisalpina vem ao encontra desse objetivo. Nele, prevemos uma série de ações de monitoramento e conservação da reserva, proteção dos animais que ali habitam e de toda a área em seu entorno”, ressalta.

A Reserva Cisalpina possui 3,8 mil hectares declarados, no entanto as mesmas diretrizes previstas no Plano de Manejo também são aplicadas nos 17 mil hectares de APP (Área de Preservação Ambiental) da companhia existentes no entorno da unidade de conservação. A maioria deles, remanescentes da Mata Atlântica. “Estamos falando de uma área de transição entre Cerrado e a Mata Atlântica, ambos são biomas de extrema importância para o Mato Grosso do Sul e para o Brasil e a conservação deles é o legado que queremos deixar para as futuras gerações”, completa André Rocha.

Plano de Manejo

Dentro do Plano de Manejo da RPPN Cisalpina, estão previstas uma série de ações para conservação ambiental da reserva e do seu entorno. Entre elas, ações de combate a incêndios florestais – a companhia conta com uma brigada de combate a incêndios -, manutenção de estradas e de aceiros; manutenção da estrutura de atendimento e de cercas; portaria 24 horas, entre outras ações.

Para este ano, a Companhia também prevê algumas ações de melhorias da Reserva para a retomada das visitações de alunos para ações de educação ambiental, tais como a manutenção das trilhas. Também deve ser iniciado neste ano um trabalho de incentivo a pesquisas na reserva com universidades e instituições da região.

O Plano de Manejo da Reserva Cisalpina está disponível para consultas no site do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e pode ser acessado pelo endereço: https://www.imasul.ms.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Plano-de-Manejo-RPPN_Cisalpina_final.pdf

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