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‘Junho Vermelho’: Rede Hemosul realiza ações em comemoração ao Dia Mundial do Doador de Sangue

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A doação de sangue é um gesto de solidariedade e empatia para salvar a vida de quem precisa e, pensando nisso, a SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da Rede Hemosul MS, promove a campanha ‘Junho Vermelho’.

Nesta quarta-feira (14), data em que é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, a Rede Hemosul realiza diversas ações no Estado com o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de dispor de sangue e produtos sanguíneos seguros para transfusões, além de destacar a importância dos doadores de sangue voluntários aos sistemas nacionais de saúde.

Para a coordenadora da Rede Hemosul, Marli Vavas, a data reforça a importância dos doadores de sangue. “O Dia Mundial do Doador de Sangue é um dia para agradecer a generosidade, solidariedade e empatia dos nossos doadores que nunca desistem de salvar vidas, a eles o nosso muito obrigada”, agradece Marli.

Para que o acesso ao sangue para todos que necessitam de uma transfusão seja assegurado é necessário garantir que os voluntários façam a doação de sangue regularmente. Um programa de doação de sangue com a participação da população é fundamental para atender a necessidade de transfusões de sangue em tempos de paz, bem como em situações de emergência ou desastres que causem aumento súbito na demanda de sangue, ou quando o funcionamento normal dos serviços de hematologia é afetado.

A Rede Hemosul conta com a parceria de diversas instituições públicas e privadas para a realização da campanha ‘Junho Vermelho’ em todas as suas unidades. E para celebrar o mês de conscientização sobre a importância da doação de sangue, o Hemosul escolheu o tema “Uma gota para você, um oceano para quem recebe – Doar sangue salva vidas” para a realização de diversas ações nas unidades hemoterápicas de Mato Grosso do Sul que acontecem nesta quarta-feira (14).

Ações

No Dia Mundial do Doador de Sangue, as unidades da Rede Hemosul do estado realizam ações alusivas à data. No Hemosul Coordenador, em Campo Grande, os doadores serão recebidos pelo mascote ‘Zé Sanguinho’ e pela Tortuguita. Além dos mascotes, os voluntários serão presenteados com mimos, lanche e decoração especiais.

Os doadores que comparecerem às unidades do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) e da Santa Casa também receberão os mimos. O Hemosul contou com o apoio da Unimed, Sicredi, Sabin, Suco Prats, Empório Green Souk, Arcoor e Comper.

No município de Dourados o supermercado Lev Max firmou uma parceria com o Hemosul local que disponibilizou algumas bolsas para a realização de uma ação. Na ocasião, as bolsas disponibilizadas pelo hemocentro são preenchidas com sangue falso – feito com a mistura de groselha, água e corante preto – e identificadas com um adesivo informativo, alusivo ao ‘Junho Vermelho’.

Conforme a analista de marketing do Grupo ABV, Beatriz de Lima Rodrigues, a ação, que teve início na sexta-feira (9), terá um resultado positivo com os clientes do supermercado. “Nós acreditamos no impacto em que essas ações podem causar, incentivando as pessoas a doarem sangue. Essa ação partiu no marketing da empresa e iremos produzir um material para massificar a informação”, afirma.

A ação será realizada no decorrer do mês e junho, alternando os dias em que as bolsas serão expostas. “O propósito da ação é impactar nossos clientes com as bolsas de sangue em um freezer vertical de carnes embaladas. Nós colocamos no freezer e deixamos por duas horas mais ou menos. Logo após, retiramos e guardamos para outros dias”, explica Beatriz.

Para a assistente social do Hemosul de Dourados, Marcia Regina Pereira Furtado, esse tipo de ação colabora muito no que diz respeito a captação de novos doadores voluntários. “Com essa ação que o Lev Max está fazendo nos ajuda muito na questão do aumento das doações de sangue, porque as pessoas terão aquele impacto na hora que observarem a bolsa de sangue com o recado que o sangue não se compra ou não se fabrica. É somente através de doação que o paciente consegue receber uma transfusão”, assegura.

Além disso, o Hemosul de Dourados também irá receber seus doadores e um grupo com 20 pessoas do município de Caarapó que realizaram agendamento para a doação de sangue com um ‘Arraiá’.

O hemocentro de Ponta Porã também fará um ‘Arraiá’ e na unidade de Três Lagoas terá a distribuição de pipoca e lanche especial a todos os doadores voluntários que comparecerem.

Já em Corumbá, a coleta acontece na quinta-feira (15), dia em que dará início às coletas semanais no município que, a princípio, serão agendadas. Esse é um passo importante para Corumbá que voltará a realizar coletas semanais, em dia específico, para melhor atender a população.

Doação

Para doar sangue é necessário comparecer a uma das unidades de coleta portando documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos, sendo que menores entre 16 e 17 anos devem estar acompanhados pelo pai ou mãe ou responsável legal, pesar 51kg ou mais e estar bem alimentado para realizar a doação.

Não existe um substituto para o sangue e sua disponibilidade é essencial em diversas situações. Doar sangue é um ato de solidariedade então, faça a sua parte. Procure o hemocentro mais próximo e doe sangue regularmente. Doar sangue salva vidas.

Kamilla Ratier, SES

Foto: Bruno Rezende

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Artesanato indígena de Mato Grosso do Sul é valorizado na Casa do Artesão e em feiras nacionais

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O artesanato indígena é valorizado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, que proporciona a comercialização na Casa do Artesão, a participação em feiras nacionais e também vai até as aldeias para emitir a Carteira Nacional do Artesão. No estado são nove etnias indígenas catalogadas, todas produzindo artesanato,, cerâmica, fibra e produtos em sementes.

Segundo Katienka Klain, diretora de Artesanato, Moda e Design da Fundação de Cultura, aqui em Mato Grosso do Sul, as etnias indígenas que mais comercializam, mais participam de eventos e de comercialização na Casa de Artesão são as etnias Terena,Kadiwéu e Kinikinaw, que são baseadas na questão da cerâmica.

“Hoje está tendo uma maior venda da material do Guató, do Ofaié, mas ainda de forma muito devagar, mas as maiores vendas são a terena, que é referência cultural, que é patrimônio cultural, e elas vendem muito por associações, também, às vezes, não indígenas, porque tem essa dificuldade de acesso financeiro de participar em alguns eventos”.

Katienka diz que os produtos que mais vendem nas feiras são artesanato indígena. “As feiras nacionais são vendidas, a grande maioria, através de associações de artesanato, nem sempre associações indígenas, também a participação de representação de pessoas não indígenas, e aí essa venda é realizada em grande número expressivo, mas a grande maioria está na cerâmica terena, ainda a gente tem que ter um trabalho maior no estado para aumentar a venda e qualificar mais os outros artesanatos”.

“O artesanato indígena é o primordial, é o que começou, onde tudo começou. Então, assim, está e grande parte quando a gente realiza a Carteira Nacional do Artesanato nas aldeias indígenas. Eles deixam claro que eles vivem do artesanato, então é fundamental o apoio da Fundação de Cultura através de comercialização nos Festivais de Inverno de Bonito, América do Sul, que são espaços próprios para eles. As vagas também nos editais, que também são vagas específicas para a população indígena, para que eles possam escoar essas peças e ter representatividade e também começar a entender o que é o mercado do artesanato”.

O artesanato indígena está presente há mais de 30 anos na Casa do Artesão, com a participação das etnias Kadwéu, Terena e Kinikinau. Segundo a coordenadora da Casa do Artesão, Eliane Torres, o artesanato indígena é “a nossa referência cultural, é a nossa identidade, é patrimônio histórico, tudo isso envolve, por isso que temos aqui nossos artesãos indígenas presentes na nossa casa”.

A artesã Cleonice Roberto Veiga, mais conhecida como Cléo Kinikinau, expõe suas peças na Casa do Artesão, junto com as peças da sua mãe, Ana Lúcia da Costa, há um ano. São peças em cerâmica e argila, além de colares, brincos e pulseiras. Para ela, é muito importante o papel da Casa do Artesão na divulgação do trabalho indígena.

“Para a gente é importante que vocês ajudem a gente a divulgar o nosso trabalho, a nossa cultura e também ajuda no custo financeiro, que isso é uma fonte de renda nossa, que muitas vezes a gente não tem um emprego fixo, não trabalha, e acaba ajudando isso para dentro de casa nossa. É muito importante, depois que a gente conheceu aí a Casa do Artesão, para a gente está sendo ótimo, está ajudando a gente, que de mês em mês, a Casa do Artesão, ela tem mandado para a gente o que tem vendido e valoriza mais o nosso trabalho. E é isso, é muito bom, muito importante mesmo para nós. Nosso artesanato Kinikinau é raro ver em lugares, mas está ajudando muito mesmo a gente”.

Creusa Virgílio, da etnia Kadwéu, disse que conheceu a Casa do Artesão há 14 anos. “Eu seguia minha mãe e minha irmã para vender cerâmica. E hoje eu continuo. Elas partiram e eu continuo na Casa do Artesão. Eu entrego peças para casa do artesão a cada 30 dias. A importância é, para mim, a mulher Kadwéu sobre a valorização do nosso estado, também é o momento de a gente divulgar e fortalecer a arte Kadwéu. O artesanato, para mim, é a renda familiar e a valorização da cultura, para que a cultura Kadwéu sempre viva e seja fortalecida em nosso estado”.

A artesã Rosenir Batista é da etnia Terena e foi homenageada na Semana do Artesão do ano passado. Ela sempre ministra oficinas em escolas, para os alunos conhecerem a cerâmica Terena. Durante a Semana do Artesão deste ano ministrou oficina para alunos na Escola Municipal Governador Harry Amorim Costa.

Rosenir nasceu em 8 de março de 1967. Trabalha com a Cerâmica Tradicional Terena desde a infância, há mais de 49 anos. “O saber ancestral da arte em cerâmica Terena aprendi com minha avó, e das primeiras peças produzidas (Bichinhos do Pantanal, vasos) meu trabalho evoluiu para diversos tipos de peças utilitárias e decorativas, que se transformaram na minha principal fonte de renda. Este conhecimento ancestral que recebi de minha avó já repassei para minhas filhas e netas, e eles já trabalham comigo, e temos o compromisso de manter está técnica viva de geração em geração”.

Rosenir mora na aldeia Cachoeirinha, município de Miranda, e trabalha com cerâmica desde quando tinha 12 anos. “Eu trabalhava com a minha mãe, minha mãe trabalhava já com cerâmica, eu ajudava. Na prática, hoje, eu tenho 25 anos na área de artesanato. A cerâmica para mim é um trabalho que minha mãe me deixou. Então eu não posso deixar morrer a cultura, o trabalho que ela deixou para mim, eu tenho que dar continuidade. É a cultura da aldeia onde eu moro, eu não posso deixar ser esquecido, toda a minha família hoje trabalha na cerâmica”.

Karina Lima, Comunicação Setesc
Fotos: Ricardo Gomes/FCMS

Fonte: Governo MS

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Três Lagoas: Governo reforça manutenção do Pronto Atendimento do HR após alinhamento com município

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Por intermédio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), decisão foi consolidada após reunião com representantes municipais e garante continuidade da assistência à população

O Governo do Estado, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), informa que o Pronto Atendimento Médico do Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas, será mantido em funcionamento, após alinhamento técnico realizado com a gestão municipal.

A decisão foi construída de forma conjunta, considerando as demandas apresentadas pelo município ao Governo, bem como diante da necessidade de garantir assistência adequada e contínua à população da região.

Durante reunião realizada na sede da SES, em Campo Grande, na semana passada, equipes técnicas do Estado e do município discutiram o funcionamento da rede e pactuaram a manutenção do serviço, com ajustes que ainda serão detalhados de forma integrada.

Participaram do encontro com a secretária de Estado de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, e o superintendente de Governança Hospitalar da SES, Edson da Mata, a Diretora-Geral do hospital, Letícia Carneiro; o diretor-técnico Marllon Nunes; a secretária municipal de Saúde, enfermeira Juliana Rodrigues Salim; e a Diretora-geral de Saúde do município, Jamila de Lima Gomes.

“Nosso foco é garantir que a população tenha acesso ao atendimento de forma organizada e eficiente, com diálogo permanente com os municípios e responsabilidade na gestão da rede”, detalhou Crhistinne.

Organização da rede e atendimento

A SES ressalta que o Hospital Regional da Costa Leste segue como unidade estratégica para a rede pública estadual, com atuação no atendimento de urgência e emergência e no fortalecimento de especialidades de média e alta complexidade. A organização dos fluxos assistenciais continuará sendo aprimorada, com apoio do Complexo Regulador Estadual, garantindo que cada paciente seja encaminhado conforme a necessidade clínica e no tempo oportuno.

O diálogo entre Estado e município continuará nos próximos dias, com o objetivo de aprimorar fluxos assistenciais e assegurar maior eficiência no acesso aos serviços de saúde, respeitando as características e necessidades locais.

Danúbia Burema, Comunicação SES
Foto: André Lima

Fonte: Governo MS

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