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Mato Grosso do Sul

Grupo de Trabalho apresenta novas alternativas para solucionar falta de água nas aldeias de Dourados

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Um projeto inovador está sendo construído em parceria do Governo do Estado e a Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) para solucionar um problema que se arrasta há mais de 30 anos na maior reserva indígena do Estado, em Dourados, que é a falta de água para a comunidade.

O Grupo de Trabalho (GT), composto por representantes do Governo do Estado, Sanesul, DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena), Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) e Funasa (Fundação Nacional de Saúde), vem buscando soluções e alternativas para extinguir este problema nas aldeias Jaguapiru e Bororó. No 3º encontro do GT que aconteceu na última quinta-feira (9), na Sanesul em Campo Grande, foi apresentada mais uma etapa do trabalho de análises, diagnósticos e ações.

Ações emergenciais estão acontecendo desde o dia 3 de março, na tentativa de amenizar o problema em locais bem críticos e entregar água a população indígenas das aldeias Jaguapiru e Bororó. Paralelo a isso, um projeto mais robusto, orçado inicialmente em R$ 25 milhões, está sendo construído.

De acordo com a secretária-adjunta da Setescc (Secretaria de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania), Viviane Luiza, todo o trabalho, assim que for finalizado, será apresentado ao Governo Federal, ente responsável por fornecer água nas aldeias.  “Além disso estamos buscando nova reunião com a participação do MPF (Ministério Público Federal) e Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas), que deve acontecer em breve, para desenvolverem em conjunto com o Governo do Estado ações sociais na comunidade indígena e conscientizar esses órgãos federais sobre a importância da ação do Grupo de Trabalho nas comunidades indígenas do Mato Grosso do Sul”, explicou.

A Sanesul que havia ficado encarregada de fazer o levantamento da situação real nas aldeias de Dourados já tem atuado de forma emergencial no local.  Foram feitos, desde que o GT foi estabelecido, levantamentos prévios, as necessidades foram detectadas e orçamentos para soluções definitivas e emergenciais para o abastecimento de água, foram apresentados. “Isso faz parte de uma boa vontade, um esforço em conjunto do Governo do Estado, cuja Sanesul é representante, na tentativa de resolver este grave problema”, explicou o presidente da empresa, Renato Marcílio da Silva.

Resolver o problema que assola famílias indígenas da maior Reserva Indígena de Mato Grosso do Sul tem sido prioridade do vice-governador Barbosinha, que atende determinação do governador do Estado, Eduardo Riedel. 

“Estamos dispostos a atuar em todas as frentes levando cidadania, assistência, infraestrutura e segurança pública para as comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul. Temos esse problema que persiste há mais de 30 anos e estamos empenhados em buscar alternativas imediatas enquanto as análises e levantamentos são feitos. A competência desse abastecimento das comunidades, dos quase 25 mil indígenas, é do Governo Federal, mas o nosso Governo não está de braços cruzados. Vamos buscar alternativas, apresentá-las e buscar parcerias, afinal essas pessoas são nossa gente, são nossos irmãos indígenas”, defendeu o vice-governador Barbosinha.

Texto e Fotos: Comunicação Vice-Governadoria

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Para reforçar monitoramento ambiental em MS, Governo do Estado lança novas plataformas tecnológicas

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Ferramentas utilizam inteligência geoespacial, imagens de alta resolução e automação para ampliar o controle do desmatamento e das queimadas no Estado

Para fortalecer as ações de prevenção, controle e fiscalização do desmatamento e das queimadas em todo o território sul-mato-grossense, novas plataformas de monitoramento ambiental foram oficialmente lançadas pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul)

As ferramentas Mades (Monitor de Alertas de Desmatamento) e Maques (Monitor de Alertas de Queimadas), sistemas que utilizam inteligência geoespacial, sensoriamento remoto, imagens de satélite de alta resolução e integração de bases de dados para ampliar a capacidade de resposta dos órgãos ambientais foram apresentadas nesta segunda-feira (8), durante o evento, que reuniu representantes de instituições públicas, especialistas, técnicos, pesquisadores e órgãos parceiros envolvidos na gestão ambiental do Estado. Também participaram do encontro representantes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) e da Polícia Militar Ambiental (PMA), reforçando a integração entre as instituições responsáveis pelo monitoramento, fiscalização e combate aos incêndios florestais.

O lançamento marca mais uma etapa do processo de modernização da gestão ambiental conduzido pelo Governo do Estado e ocorreu em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Desde 2023, mais de R$ 8 milhões foram investidos em infraestrutura tecnológica, aquisição de imagens de satélite, desenvolvimento de sistemas e aprimoramento das ferramentas de monitoramento ambiental.

Tecnologia

Os sistemas realizam o cruzamento automático de informações com bases oficiais, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), autorizações ambientais, unidades de conservação e outras bases estratégicas utilizadas pelo Estado. “A plataforma cruza informações com as bases oficiais, permitindo respostas mais rápidas e precisas. Com isso, conseguimos reduzir em aproximadamente 80% a necessidade de análises manuais. Isso significa otimizar o trabalho das equipes técnicas e direcionar os servidores para atividades estratégicas de monitoramento e fiscalização”, explicou o diretor-presidente do Imasul, André Borges.

A nova geração das plataformas é capaz de identificar eventos de queimadas em até dez minutos e alertas de desmatamento em até cinco dias, além da a melhoria da resolução das imagens que amplia significativamente a capacidade de interpretação dos dados pelos analistas. “Passamos a trabalhar com imagens de satélite e com um salto extremamente importante na qualidade das análises. Isso proporciona muito mais precisão na identificação de alterações ambientais e mais segurança para a tomada de decisões”, explicou Diego Brito, responsável pela Unidade de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental do Imasul.

A modernização dos sistemas fortalece a fiscalização e a gestão dos processos de licenciamento ambiental. “Estamos avançando para uma gestão cada vez mais moderna, baseada em tecnologia e inteligência de dados. Essas ferramentas permitem maior integração entre o monitoramento e o licenciamento ambiental, garantindo mais eficiência na análise das informações e maior segurança para a tomada de decisões técnicas”, afirmou o diretor de Licenciamento e Fiscalização do Imasul, Luiz Mário Ferreira.

“Essas plataformas representam um avanço importante para o trabalho integrado entre as instituições. Receber informações mais rápidas e precisas sobre os eventos de fogo nos permite planejar melhor as operações, direcionar recursos de forma mais eficiente e atuar com maior rapidez nas áreas afetadas. A tecnologia é uma grande aliada na prevenção e no combate aos incêndios florestais, especialmente neste período de estiagem, quando aumentam os riscos de ocorrências em todo o Estado”, afirmou o capitão do CBMMS e responsável pelo setor de Geomonitoramento da Diretoria de Proteção Ambiental, Alexandre Araújo.

Além da apresentação das plataformas, o evento promoveu debates sobre inovação tecnológica, monitoramento ambiental e integração institucional. A proposta é fortalecer o intercâmbio de experiências entre os órgãos envolvidos na fiscalização e consolidar estratégias conjuntas de prevenção e combate aos crimes ambientais.

A expectativa é que as novas plataformas contribuam para uma atuação cada vez mais preventiva, permitindo identificar rapidamente ocorrências de desmatamento e queimadas, reduzir danos ambientais e fortalecer a proteção dos biomas sul-mato-grossenses, consolidando Mato Grosso do Sul como referência nacional no uso de tecnologia aplicada à gestão ambiental.

Gustavo Escobar, Comunicação Imasul
Fotos: Gustavo Escobar, Imasul

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

MS Ativo: Governo de MS vai promover obras de infraestrutura urbana em cinco cidades do Estado

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Com foco em uma gestão municipalista, que traz resultados e transforma a vida das pessoas, o Governo de Mato Grosso do Sul vai promover obras de infraestrutura urbana em diferentes cidades do Estado. Desta vez os investimentos são para Nova Andradina, Aral Moreira, Sidrolândia, Três Lagoas e Porto Murtinho, que é a porta de entrada da Rota Bioceânica.

Em Nova Andradina foi assinado o contrato para obra de contenção de processo erosivo no bairro Horto Florestal, no valor de R$ 19,2 milhões. A empresa responsável terá um prazo de 540 dias para concluir os trabalhos e assim trazer os benefícios para a população.

Para melhorar a qualidade de vida das pessoas serão promovidas obras de pavimentação e drenagem nas ruas Altair Matoso e José Limeira Sobrinho em Aral Moreira (R$ 4,9 milhões), no bairro Jardim Brasília na cidade de Três Lagoas (R$ 6,8 milhões) e em Sidrolândia, que terá o prolongamento da rua Antônio Nantes, com investimento e R$ 7,9 milhões.

Nestas três cidades foram lançadas as licitações para realização das obras. O próximo passo é a abertura de propostas das empresas interessadas, para que após escolha da vencedora do certame, comece os trabalhos em cada município.

Já em Porto Murtinho, que é a entrada da Rota Bioceânica, o Governo do estado assinou convênio com o município para obras de infraestrutura urbana (pavimentação e drenagem) no bairro Florestal. Serão repassados R$ 3,6 milhões para viabilizar a execução do projeto.

Parceria

Os investimentos na infraestrutura urbana nas 79 cidades do Estado fazem parte do programa MS Ativo, que tem como objetivo favorecer diretamente a população, promovendo obras que possam melhorar a qualidade de vida dos moradores.

Para viabilizar este projeto, o governador Eduardo Riedel realizou reuniões com os prefeitos e vereadores de cada cidade, para que eles pudessem indicar as obras prioritárias nos municípios. Ouvindo as demandas, foi montado um pacote de investimentos para todas as regiões do Estado.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto da capa: Chico Ribeiro/Seilog (município de Três Lagoas)

Fonte: Governo MS

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