Mato Grosso do Sul
Governo de MS e Fiems abrem discussão sobre impactos da reforma tributária
O governador Eduardo Riedel, acompanhado dos secretários de Desenvolvimento, Jaime Verruck, e da procuradora-geral do Estado, Ana Ali, recebeu nesta de quarta-feira (29) o presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sergio Longen, e sua equipe para discutir os impactos da reforma tributária no Estado.
Toda a discussão ocorre em nível federal, sendo de responsabilidade do Congresso Nacional decidir os rumos da reforma. Contudo, há de ser necessário a avaliação de como tais mudanças que estão sendo propostas serão absorvidas regionalmente.
Pensando neste ponto de vista, o Fiems e Governo de Mato Grosso do Sul abriram o debate sobre a questão. Uma apresentação foi realizada pela equipe da Fiems, mostrando ponto a ponto como a reforma terá impacto no Estado.
Riedel se mostrou disposto a avançar na discussão nos pontos que se mostraram benéficos para o Mato Grosso do Sul e que garantam a continuidade de investimentos e tragam segurança para os produtores locais, seguindo na linha desenvolvimentista.

O secretário Jaime Verruck destaca que o Governo sul-mato-grossense sabe o quanto importante é a reforma tributária e tem clareza que é necessário avançar em uma nova estrutura tributária para o Brasil neste momento.
“Dentro do nosso Governo já existe um grupo, da Secretaria de Fazenda, responsável por essa análise. Contudo, nossa preocupação vai além da questão tributária em si, mas também envolve o impacto para todoo setor produtivo, como a reforma vai preservar desenvolvimento econômico e social de Mato Grosso do Sul”, frisa Jaime.
Verruck ainda completa afirmando que também existe uma segunda equipe voltada para trabalhar conjuntamente à Secretaria de Fazenda, alinhada ao setor produtivo. “Isso é para que a gente olhe a reforma tributária e garante a competitividade e continuidade do desenvolvimento em Mato Grosso do Sul”, conclui.
Já Longen destaca que a CNI (Confederação Nacional da Indústria) tem capitaneado as discussões sobre a reforma tributária na esfera nacional, criando uma agenda conjunta. Foi justamente essa agenda o que foi apresentado ao governador hoje.
“Temos algumas agendas de defesa e trouxemos ao governador a proposta como um todo e também já trouxemos a nossa discussão, relativa a industrialização de Mato Grosso do Sul e às indústrias que aqui já estão instaladas”, comenta Longen
O presidente da Fiems conta ainda que esses são os primeiros passos na discussão, convidando o Governo de Mato Grosso do Sul a dar seguimento a mesma no próximo dia 10, em encontro para debater com a área técnica da CNI e com o economista Bernardo Appy, um dos mentores da proposta de reforma defendida pelo setor.
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Fórum de Gestoras de Políticas para Mulheres ocupa espaço inédito no 4º Congresso dos Municípios de MS
A participação inédita do Fórum Permanente Estadual de Gestoras Municipais de Políticas Públicas para Mulheres marcou o 4º Congresso dos Municípios de Mato Grosso do Sul, realizado pela Assomasul, como um importante passo para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres em todo o Estado.
Com apoio da Secretaria de Estado da Cidadania, por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres e do Programa Protege, o Fórum esteve presente nos dois dias de evento com estande próprio, articulações institucionais, troca de experiências entre municípios e a realização do painel “Políticas Públicas para Mulheres: da escuta à ação”.

Mediado pela subsecretária de Estado de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos Bailosa, o painel reuniu representantes de diferentes regiões de Mato Grosso do Sul: Jamaica do Carmo, coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres de Maracaju; Wânia Alecrim, gerente de Políticas Públicas para Mulheres de Corumbá; Eliana Rodrigues de Souza Barbosa, coordenadora do Núcleo de Políticas Públicas para a Mulher de Ponta Porã; e Francis Jaqueline, gestora da Divisão de Direitos Humanos e Cidadania e coordenadora das Políticas Públicas para Mulheres de Rio Brilhante.
Durante a apresentação, Manuela destacou que o Fórum nasceu da necessidade de fortalecer as mulheres que estão à frente das políticas públicas nos municípios.
“Nosso objetivo é organizar coletivamente as mulheres gestoras que fazem as políticas públicas acontecerem em seus territórios. Por meio do Fórum, construímos caminhos que fortalecem a atuação dessas profissionais e ampliam sua autonomia para enfrentar os desafios locais”, afirmou.
Criado como espaço permanente de articulação, o Fórum reúne atualmente representantes de 52 dos 79 municípios sul-mato-grossenses. A estrutura é composta por dez gestoras, entre titulares e suplentes, representando todas as regiões do Estado. Os encontros acontecem quinzenalmente e têm como foco a discussão dos fluxos da rede de atendimento, a auto-organização das gestoras e a construção conjunta de estratégias para fortalecer as políticas públicas para mulheres.
Segundo a subsecretária, a troca constante entre os municípios têm produzido resultados concretos.

“A troca de experiências tem colaborado para dar visibilidade aos problemas enfrentados nos territórios, mas também para encontrar soluções. As gestoras compartilham desafios, aprendizados e boas práticas que ajudam outras cidades a avançarem”, ressaltou.
Manuela também chamou atenção para a necessidade de ampliar o olhar sobre as políticas públicas para mulheres. “A pauta da violência nos consome muito, porque é urgente, mas a vida das mulheres não é atravessada apenas pela violência. Precisamos falar de autonomia financeira, saúde, trabalho, participação política e acesso a oportunidades. As políticas públicas para mulheres precisam estar presentes em todas as áreas da gestão pública”, pontuou.
Entre as metas do Fórum estão a ampliação da representatividade municipal e a criação de grupos temáticos voltados a áreas como saúde da mulher, participação política, autonomia econômica e fortalecimento institucional das políticas públicas.
Experiências dos territórios
Representando a região de Rio Brilhante, Francis Jaqueline destacou a importância de fortalecer institucionalmente as políticas públicas para mulheres nos municípios e ampliar o diálogo com gestores e prefeitos.
“Precisamos trabalhar dentro das diretrizes das políticas públicas para mulheres e olhar para todas elas. Não se trata apenas de reduzir índices de violência, mas de garantir direitos, oportunidades e cidadania”, afirmou.

Segundo ela, fortalecer as políticas públicas para mulheres significa assegurar que os municípios compreendam seu papel na promoção da igualdade e na garantia de direitos.
“Queremos que essa discussão chegue aos prefeitos e às gestões municipais para que possamos fortalecer cada vez mais essa política. Precisamos olhar para todas as mulheres e para todas as suas necessidades”, ressaltou.
De Corumbá, Wânia Alecrim compartilhou experiências relacionadas aos desafios da região de fronteira e à necessidade de articulação permanente entre diferentes instituições.
“A política pública para mulheres não pode ser construída de forma isolada. É preciso envolver toda a rede, conhecer os territórios e entender suas especificidades para construir respostas efetivas”, destacou.

Ela também apresentou resultados da Patrulha Maria da Penha no município, considerada referência no Estado, e reforçou a importância da integração entre poder público, sistema de justiça e sociedade civil.
“Quando pensamos em proteção às mulheres, precisamos envolver todas as instituições. A articulação entre os diversos setores é o que possibilita construir respostas concretas para as demandas de cada território”, afirmou.
Wânia também defendeu que as gestões municipais documentem suas experiências e boas práticas para garantir a continuidade das políticas públicas. “Os mandatos passam, mas as políticas públicas precisam permanecer. Por isso, é importante registrar processos, experiências e resultados para que esse legado continue beneficiando outras mulheres.”
Representando a região de Ponta Porã, Eliana Rodrigues de Souza Barbosa apresentou iniciativas voltadas à autonomia econômica e ao fortalecimento das mulheres da região de fronteira. Entre elas está a transformação do antigo Casarão do Itamaraty em um espaço de capacitação e qualificação profissional, além de ações desenvolvidas em parceria com universidades, instituições de ensino e organismos internacionais.

“Trabalhamos para alcançar todas as mulheres, seja no campo, nas aldeias, nos assentamentos ou em situação de privação de liberdade. Sozinhos não construímos nada. É a força da rede que torna possível transformar realidades”, afirmou.
A coordenadora também destacou o trabalho binacional realizado entre Brasil e Paraguai para enfrentamento da violência e promoção dos direitos das mulheres na região de fronteira.
“Temos reuniões permanentes envolvendo instituições dos dois países porque entendemos que a proteção das mulheres exige atuação conjunta. Quando a rede trabalha unida, conseguimos avançar muito mais.”

Representando Maracaju, Jamaica do Carmo ressaltou o papel das redes intersetoriais no acolhimento e proteção das mulheres.
“Quando investimos na rede e fortalecemos sua articulação, deixamos de permitir que aquela mulher enfrente seus desafios sozinha. O poder público passa a caminhar ao lado dela, envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, educação e demais instituições.”
Para ela, a consolidação das políticas públicas para mulheres depende do fortalecimento dessas conexões.
“Se não tivermos uma rede ativa, forte e articulada, muitas ações acabam parando no meio do caminho. Quando todos os órgãos trabalham juntos, conseguimos oferecer proteção, acolhimento e oportunidades para quem mais precisa.”
Gestores reforçam compromisso

A participação do Fórum também mobilizou prefeitos e prefeitas presentes no Congresso, que destacaram a importância de ampliar o debate sobre a proteção, a autonomia e a garantia de direitos das mulheres nos municípios.
Prefeito de Batayporã, Germino Roz ressaltou que a construção de uma sociedade mais justa para as mulheres também depende do envolvimento ativo dos homens, especialmente daqueles que ocupam espaços de liderança e tomada de decisão.
“As mulheres já sabem muito bem o que almejam e o que querem. Nós, homens, é que precisamos aprender mais sobre esse tema. Por mais que escutemos palestras, acompanhemos notícias ou participemos de debates, ainda precisamos compreender profundamente o que podemos apoiar, o que devemos defender e como devemos nos posicionar.”
Segundo o prefeito, a defesa das políticas públicas para mulheres deve estar acima de disputas ideológicas ou partidárias.
“Essa não é uma discussão partidária. É uma discussão em defesa da vida. Somos um país que ainda massacra mulheres e precisamos reduzir esses índices. Isso só será possível por meio de um debate sincero, justo e do reconhecimento de que vivemos em uma cultura machista que precisa ser transformada.”
Germino também destacou a responsabilidade dos gestores públicos nesse processo. “Nós temos voz, representamos instituições e somos observados pela população. Precisamos usar esse espaço para defender as políticas públicas para as mulheres, incentivar mudanças de comportamento e reconhecer o quanto determinadas práticas ainda interferem na vida delas. Quando entendermos verdadeiramente esse impacto, estaremos dando um passo importante na direção da sociedade que queremos construir.”

Ao final, o prefeito parabenizou o Fórum Permanente Estadual de Gestoras Municipais de Políticas Públicas para Mulheres, as participantes do painel, e convidou outros gestores municipais a se somarem à iniciativa.
A prefeita de Brasilândia, Márcia Amaral, também destacou a importância da presença do Fórum no Congresso como forma de sensibilizar gestores municipais e fortalecer a construção de políticas públicas específicas para as mulheres.
“É de grande importância ver esse espaço ocupado pelo Fórum e esse convite sendo feito aos prefeitos para abraçarem essa causa. As mulheres precisam ser valorizadas em todas as políticas públicas, mas valorizadas de fato, com legislação própria, recursos direcionados e ações que realmente aconteçam na vida delas”, afirmou.
Para a prefeita, a escuta qualificada é um dos principais instrumentos para a construção de políticas públicas efetivas. “Precisamos ouvir as mulheres, entender quais são as dificuldades que elas enfrentam e verificar se as políticas públicas estão chegando até elas. É preciso saber se estão sendo acolhidas, cuidadas e atendidas em suas necessidades.”

Márcia ressaltou ainda o papel estratégico dos organismos de políticas para mulheres na identificação das demandas locais.
“A Secretaria da Mulher de Brasilândia se torna um apoio fundamental porque é a partir da escuta que conseguimos compreender a realidade de cada mulher e desenvolver políticas específicas para responder a essas necessidades.”
Como exemplo, ela citou uma iniciativa implantada em Brasilândia para apoiar mulheres em situação de violência. “Percebemos que muitas mulheres não tinham para onde voltar após romper um ciclo de violência. Então criamos um programa de auxílio-aluguel custeado pelo município. Durante esse período, elas recebem suporte da rede de atendimento para reconstruir suas vidas, cuidar de suas famílias e conquistar autonomia. São ações como essa que mostram como a política pública pode transformar realidades.”
Ao longo do Congresso, o Fórum também apresentou sua Carta de Compromisso com o Fortalecimento das Políticas Públicas Municipais para as Mulheres, documento que incentiva prefeitos e prefeitas a investirem na institucionalização, no financiamento e na continuidade dessas políticas.
Paula Maciulevicius, Comunicação da Cidadania
Fotos: Paula Maviulevicius
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Governo do Estado forma 447 novos policiais civis para reforçar a segurança pública de MS
O Governo do Estado deu mais um passo no fortalecimento da segurança pública em Mato Grosso do Sul com a formatura de 330 investigadores e 117 escrivães da Polícia Civil. A solenidade foi realizada na noite desta sexta-feira (12), em Campo Grande, e reuniu autoridades, familiares e convidados.
Os novos investigadores e escrivães concluíram o Curso de Formação Policial 2026 da Academia de Polícia Civil Delegado Júlio César da Fonte Nogueira (Acadepol/MS) e estão preparados para atuar em unidades da instituição em diversas regiões do Estado. Dos cerca de 26 mil candidatos inscritos no concurso público realizado em setembro de 2025, 447 concluíram todas as etapas da formação.
Durante a solenidade, autoridades estaduais destacaram a importância da incorporação dos novos policiais para o fortalecimento da segurança pública em Mato Grosso do Sul, ampliando a capacidade de investigação, atendimento à população e enfrentamento à criminalidade.
Representando o governador Eduardo Riedel, o vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, destacou a redução consistente dos índices de criminalidade em Mato Grosso do Sul, resultado que coloca o Estado entre os mais seguros do Brasil.
“Esse avanço não acontece por acaso. É resultado de planejamento, integração entre as forças de segurança e, sobretudo, da dedicação diária de homens e mulheres que honram a missão policial com profissionalismo e espírito público”, afirmou.
Barbosinha também parabenizou e encorajou os formandos. “Sirvam com firmeza quando necessário e com humanidade em todos os momentos. Façam da ética o norte de suas decisões, da verdade o fundamento de suas ações e do respeito ao cidadão uma marca permanente de sua atuação”, completou.
Egresso da Acadepol, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, recordou os ensinamentos recebidos durante sua formação na academia.
“Além dos ensinamentos da atividade policial, fomos ensinados a buscar respostas para os desafios da vida. Se erramos menos e acertamos mais, foi porque ouvimos os exemplos dos mais experientes. Isso nos proporcionou alcançar cargos que jamais imaginávamos ocupar”, afirmou.
Videira ressaltou ainda que os novos policiais representam o maior investimento que um governo pode fazer.
“Serão vocês que levarão a presença do Estado aos momentos mais difíceis da vida de muitas pessoas. O acolhimento, o abraço, o sorriso e o conselho. A missão vai muito além daquilo que foi aprendido na academia. O aprendizado continuará todos os dias da carreira de vocês”, disse.
Já o delegado-geral da Polícia Civil, Lupérsio Degerone Lucio, direcionou sua mensagem aos formandos.
“Esperamos dedicação, comprometimento, garra, força, honra, honestidade, lealdade e, sobretudo, sentimento de pertencimento à Polícia Civil. Assim, as entregas à sociedade ocorrerão com qualidade. Tenham empatia com as pessoas que vocês atenderão nas delegacias. Muitas vezes, toda a esperança delas estará em vocês. Cuidem de suas carreiras e não cedam às tentações que possam levá-los ao declínio”, destacou.
Formação voltada aos desafios da segurança pública
Ao longo de 137 dias de capacitação, entre 27 de janeiro e 12 de junho de 2026, os alunos participaram de uma preparação voltada ao desenvolvimento de competências técnicas, operacionais, jurídicas e éticas essenciais ao exercício das atividades de investigação criminal e de polícia judiciária.
Com carga horária total de 810 horas-aula, o Curso de Formação Policial 2026 contemplou atividades acadêmicas, treinamento operacional e estágios supervisionados. Do total da carga horária, 608 horas-aula foram desenvolvidas em regime acadêmico de semi-internato, 82 horas-aula em estágio supervisionado em regime de plantão policial e 120 horas-aula em estágio supervisionado em regime de expediente.
A matriz curricular foi composta por 66 disciplinas, distribuídas em oito turmas — Alfa, Brava, Charlie, Delta, Echo e Fox, destinadas aos investigadores, e Golf e Hotel, destinadas aos escrivães.
Entre os principais eixos da formação estiveram a investigação criminal, técnicas operacionais de campo, procedimentos investigativos, enfrentamento aos crimes cibernéticos, coleta de evidências eletrônicas, utilização de ferramentas tecnológicas de investigação, além de conteúdos voltados à ética, aos direitos humanos, à legalidade e à proporcionalidade.
A capacitação também contemplou temas estratégicos para Mato Grosso do Sul, considerando as transformações logísticas e econômicas decorrentes da implantação da Rota Bioceânica e os desafios relacionados à segurança nas regiões de fronteira.
“Uma formação que teve como meta aprimorar as habilidades individuais já trazidas pelos alunos, mas, sobretudo, forjar o compromisso ético e institucional de servir e proteger a sociedade, se necessário com a própria vida”, destacou a diretora da Acadepol, delegada Rôzeman Geise Rodrigues de Paula.
Também participaram da solenidade de formatura o secretário de Estado de Administração, Roberto Gurgel; o vice-presidente do TJMS, desembargador Eduardo Machado Rocha; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Frederico Reis Pouso Salas; o diretor do DOF, coronel Wilmar Fernandes; o coordenador-geral de Perícias, Nelson Fermino Júnior; a comandante do 1º BPM, tenente-coronel Cleide Maria; e o presidente do Sinpol, José Nascimento Sobrinho.
Joilson Francelino, Comunicação Sejusp
Fotos: Keila Flores/PCMS
Fonte: Governo MS
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