Mato Grosso do Sul
Fórum de Mudanças Climáticas de MS está com inscrições abertas: participação é gratuita
Interessados em participar do II Fórum Estadual de Mudanças Climáticas, nos dias 27 e 28 de novembro, já podem fazer a inscrição totalmente gratuita e garantir assento no evento. O Fórum é promovido pelo Governo de Mato Grosso do Sul, através da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), e será realizado no auditório do Sebrae (Serviço Brasileiro de Micros e Pequenas Empresas) em Campo Grande.
O governador Eduardo Riedel e o titular da Semadesc, Jaime Verruck, farão pronunciamentos na abertura detalhando os compromissos do Estado com a sustentabilidade e o enfrentamento das mudanças climáticas. Importantes estudiosos do tema foram convidados para palestrar no evento, que contará ainda com rodadas de conversa e reuniões técnicas.
Nessa segunda edição do Fórum, a intenção é avançar no debate e criar “oportunidade para o fortalecimento das políticas ambientais em níveis estadual e municipal, a partir do momento em que propicia a troca de experiências e a integração de práticas sustentáveis”, ponderou o secretário-executivo de Meio Ambiente da Semadesc, Artur Falcette.
Haverá uma programação extensa com palestrantes renomados abordando diversos assuntos dentro do tema ‘mudanças climáticas’. No primeiro dia (27) acontecem as palestras e no dia 28 as câmaras técnicas do Fórum se reúnem para discutir, dentro de um processo de mediação, a definição das principais diretrizes dos trabalhos e demais direcionamentos resultantes dos debates.
O I Fórum Estadual de Mudanças Climáticas foi realizado em abril deste ano, também em Campo Grande, e teve como um dos principais palestrantes o pesquisador Daniel Vargas, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em sua exposição, Vargas ofereceu elementos para provocar uma reflexão sobre a postura que o Brasil e outros países tropicais devem adotar nos fóruns mundiais que criam as regras ambientais. Vargas salientou que o Brasil tem muito a oferecer para o equilíbrio mundial das emissões de GEE (gases do Efeito Estufa), no entanto é tratado como parte do problema.
Serviço:
II Fórum Estadual de Mudanças Climáticas.
Data: 27 e 28 de novembro de 2024.
Local: Sebrae/MS – Av. Mato Grosso, 1661, Campo Grande – MS.
Inscrições: acesse o site oficial do evento.
João Prestes, Comunicação Semadesc
Foto de capa: Saul Schramm/Arquivo
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Relacionada:
G20: Riedel destaca sustentabilidade e municipalismo ao falar em nome de governadores no RJ
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Para fortalecer cadeia produtiva da laranja, Riedel participa de remoção simbólica de murtas na Expogrande
Como parte das ações para fortalecer o agronegócio, e a cadeia produtiva da laranja, em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado apoia a realização da 86° Expogrande. O governador Eduardo Riedel cumpre agenda de trabalho no evento nesta quinta-feira (16), no ‘gabinete itinerante’ na maior feira agropecuária do Estado, realizada em Campo Grande.
Riedel participou da remoção de murtas como atividade simbólica, no parque da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), onde a tradicional feira é realizada anualmente.
“Este ato de extração da murta é para fortalecer a cadeia produtiva da citricultura da laranja. A murta é hospedeira de um vetor da maior doença da laranja que tem afetado os laranjais em São Paulo e outras regiões. A gente está fazendo um gesto retirando as murtas. Este ato garante sanidade para os nossos pomares de laranja”, explicou Riedel.
A murta é uma planta ornamental, comum nas áreas urbana e rural. ” Buscamos eliminar a murta de regiões onde a laranja está sendo plantada. Assim damos garantia para quem está investindo aqui, no aspecto sanitário, o Mato Grosso do Sul tem feito a sua parte”, afirmou Riedel.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm, Secom-MS
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Bioparque Pantanal resgata peixes afetados pela decoada e fortalece pesquisas científicas
O Bioparque Pantanal resgatou peixes impactados pelo fenômeno da decoada no Pantanal. A expedição realizada em fevereiro no Rio Miranda, na região do Passo do Lontra, mobilizou uma equipe multidisciplinar de biólogos, veterinários e zootecnistas que garantiram segurança e bem-estar aos animais durante o transporte.
A decoada é um evento típico do bioma pantaneiro, marcado pela redução drástica de oxigênio na água, o que impacta diretamente a sobrevivência das espécies aquáticas. Segundo o biólogo-curador do Bioparque, Heriberto Guimenes Júnior, o fenômeno ocorre a partir do contato da água com matéria orgânica em decomposição.
“O processo acontece quando a água do rio extravasa para as margens e entra em contato com folhas, galhos e matéria orgânica. Esse processo gera uma intensa atividade bacteriana, que consome o oxigênio dissolvido na água. Como consequência, ocorre uma mortandade significativa de peixes, principalmente daqueles que não conseguem se deslocar rapidamente para áreas com melhores condições”, explica.
Diante desse cenário, o Bioparque Pantanal realizou a expedição para resgatar indivíduos ainda vivos, mas em estado debilitado. Ao chegarem ao empreendimento, os animais passaram por um rigoroso protocolo de quarentena e foram acompanhados por profissionais que monitoraram o estado clínico e nutricional de cada animal.
Foram resgatados exemplares cascudos (Loricaria spp. e Pseudohemiodon spp.) e bagres (Amaralia spp.), espécies que apresentam maior vulnerabilidade diante das alterações ambientais provocadas pelo fenômeno.
Pesquisa
Além do resgate, o trabalho integra um projeto de pesquisa científica voltado à compreensão dos impactos da decoada sobre a ictiofauna pantaneira. De acordo com Heriberto, o monitoramento dos animais resgatados permite gerar informações relevantes para a ciência.
“A partir da reabilitação desses peixes, conseguimos acompanhar como ocorre a sobrevivência das espécies afetadas pela decoada. Esses dados são fundamentais para entender a dinâmica do fenômeno e contribuir para estratégias de conservação da fauna aquática”, comentou.
Os estudos desenvolvidos devem resultar em publicações científicas e ampliar o conhecimento sobre os efeitos da decoada. A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, ressalta que a iniciativa vai além de uma ação pontual de resgate, representando um compromisso contínuo com a ciência e a conservação:
“Essa ação reforça o papel do Bioparque Pantanal como uma instituição comprometida não apenas com a conservação da biodiversidade, mas também com a produção de conhecimento científico aplicado. Ao resgatar esses animais, damos a eles uma nova chance de sobrevivência, ao mesmo tempo em que ampliamos nossa compreensão sobre fenômenos naturais como a decoada, que são próprios do Pantanal, mas que ainda demandam estudos aprofundados. Mais do que acolher esses indivíduos, nós os transformamos em fonte de aprendizado, contribuindo para estratégias mais eficazes de conservação da ictiofauna pantaneira. É a união entre cuidado, ciência e propósito, que orienta todas as nossas ações”.
Eduardo Coutinho, Bioparque Pantanal
Foto: Eduardo Coutinho
Fonte: Governo MS
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