Mato Grosso do Sul
Eventos de ciência, tecnologia e inovação em MS contam com investimento de R$ 1,2 milhão do Fundect
Com investimento de R$ 1,2 milhão, a Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) lançou a chamada n. 22/2023 – PAE-MS 2023 onde convida pesquisadores vinculados às instituições científicas e tecnológicas (ICTs) e universidades sediadas em Mato Grosso do Sul a apresentar propostas para obtenção de apoio financeiro. O objetivo é apoiar a realização de eventos de caráter científico, tecnológico e de inovação, de abrangência regional, nacional ou internacional, a serem executados no Estado.
O apoio é para eventos científicos, tecnológicos e de inovação que vão fortalecer os grupos de pesquisa e consolidar as bases científicas e tecnológicas capazes de alavancar setores e atividades considerados de importância estratégica para o desenvolvimento econômico e social do Estado.
O PAE também ajuda a divulgar o conhecimento científico, tecnológico e de inovação, fortalece os programas de pós-graduação e o sistema estadual de CT&I, por meio de parcerias entre as instituições de ensino superior e/ou pesquisa e empresas, além de atrair pesquisadores e profissionais de outros estados para conhecer o Mato Grosso do Sul, incentivando o turismo científico.
Vale destacar que cada proposta de evento nacional ou internacional deve envolver na equipe de organização pelo menos duas instituições distintas de ensino e/ou pesquisa localizadas em Mato Grosso do Sul.
No edital deste ano a proposta de evento regional pode solicitar até R$ 30 mil, nacional até R$ 50 mil e para eventos internacionais, o valor máximo solicitado é de até R$ 80 mil. Os eventos aprovados deverão ser realizados somente durante o período de junho de 2024 a maio de 2025.
Saiba mais sobre a chamada Fundect PAE 2023 aqui.
Maristela Cantadore, Fundect
Fotos: Leandro Benites/Fundect
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Boletim Epidemiológico: MS registra 10.041 casos confirmados de chikungunya
Mato Grosso do Sul registrou 12.663 casos prováveis de chikungunya em 2026, dos quais 10.041 foram confirmados. Os dados constam no Boletim Epidemiológico referente à 32ª semana epidemiológica, publicado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta quarta-feira (19).
Até o momento, foram confirmados 30 óbitos por chikungunya nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã, Nioaque e Corumbá. Um óbito permanece em investigação. O boletim também registra 114 casos confirmados da doença em gestantes.
Dengue
Em relação à dengue, o Estado contabiliza 4.667 casos prováveis, sendo 1.978 confirmados. Em 2026, foi confirmado um óbito pela doença, de um morador de Bonito, e dois estão em investigação.
Nos últimos 14 dias, Inocência, Santa Rita do Pardo, Sidrolândia, Amambai, Jardim, Itaporã, Paranhos, Maracaju, Nova Alvorada do Sul, Bataguassu, Bonito, Coxim, Três Lagoas e Dourados registraram baixa incidência de casos confirmados de dengue.
Vacinação contra a dengue
Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e registra 223.322 doses aplicadas. Desse total, 201.349 foram administradas na população-alvo.
O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.
Orientação à população
Em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a orientação é procurar uma unidade de saúde e evitar a automedicação. A população também deve eliminar recipientes que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.
Confira os boletins:
Comunicação SES
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Mudanças na Lei Seca: novas regras nacionais já eram aplicadas nas vias de MS
Após 18 anos da criação da Lei Seca, as regras de fiscalização de trânsito em todo o Brasil passam por atualizações a partir do dia 18 de outubro. A nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito, publicada em edição extra do Diário Oficial da União de terça-feira (18), deixa mais clara a atuação dos agentes, diferencia o uso de álcool e de drogas ao volante e padroniza as abordagens em todo o país.
Para quem circula por Mato Grosso do Sul, grande parte dessas novidades não é surpresa. O Detran-MS já adotava em suas operações Lei Seca procedimentos que agora viram regra nacional, além de ter participado ativamente das discussões que ajudaram a construir as novas normas no país.
Uma dessas práticas é o teste passivo de bafômetro. Em Mato Grosso do Sul, o motorista já passa por uma pré-triagem onde o equipamento detecta o álcool no hálito, sem que haja a necessidade de assoprar o bocal descartável. Apenas se o aparelho indicar a presença de álcool é que o condutor é convidado a fazer o teste no bafômetro tradicional, que registra a quantidade exata para fins de autuação.
Outra regra que já fazia parte da rotina no estado diz respeito à avaliação dos sinais de embriaguez. A nova norma nacional exige que o agente da autoridade de trânsito identifique pelo menos dois sinais visíveis de alteração psicomotora para comprovar a infração, critério que já constava no manual de fiscalização do Detran-MS.
O que muda na prática para o motorista
A nova resolução também traz novidades importantes para fechar o cerco contra irregularidades no trânsito. A partir de outubro, as infrações por uso de álcool e por drogas continuam no mesmo artigo do Código de Trânsito Brasileiro (art. 165), mas passam a ser registradas de forma separada no auto de infração, o que vai gerar dados estatísticos mais precisos.
Além disso, a fiscalização passa a prever o uso dos chamados drogômetros. Esses aparelhos funcionam de forma rápida e indicam se o motorista consumiu algum tipo de substância psicoativa e qual foi o produto utilizado.
A nova norma também endureceu a regra para quem tenta “salvar” o motorista pego na blitz. A figura do “coiote” — pessoa chamada para retirar o carro do condutor embriagado — terá que fazer o teste do bafômetro ou do drogômetro no local. Se essa pessoa aceitar pegar o veículo e depois devolvê-lo ao motorista embriagado, e este for flagrado novamente, quem retirou o carro responderá por infração e também por crime de trânsito.
Para reforçar a constatação da alteração da capacidade psicoativa do condutor, os agentes poderão utilizar meios de provas legais como fotos, vídeos e depoimentos de testemunhas. Com as novas regras publicadas, o Detran-MS vai atualizar seu manual de fiscalização, capacitar suas equipes e planejar a compra dos drogômetros assim que os equipamentos forem disponibilizados e aprovados pelo INMETRO.
Emmanuelly Castro e Mireli Obando, Comunicação Detran-MS
Fonte: Governo MS
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