Notícias da Região

Em Ilha Solteira| Coronavírus: paciente é isolado por precaução no HR

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Uma criança que chegou ao Pronto Socorro do Hospital Regional de Ilha Solteira (SP), na manhã desta quinta-feira (5), usando máscara, foi levada para o isolamento por precaução devido ao coronavírus.

Veja no final desta matéria um vídeo do Ministério da Saúde com o que você precisa saber e fazer em relação ao coronavírus (COVID-10).

De acordo com a administradora do HR, Fabiana Belini, houve apreensão por parte dos demais pacientes que estavam no PS pelo fato da criança estar usando máscara.

Segundo ela, a criança foi encaminhada para o isolamento por precaução e os primeiros exames afastam a suspeita de coronavírus.

“Não é um caso suspeito, ainda. Estamos seguindo todos os protocolos e o médico infectologista acompanha o caso”, informou Fabiana.

A administradora ressaltou que o HR já estava preparado com quartos reservados para o isolamento para atender pacientes com suspeita de coronavírus, bem como toda a equipe recebeu treinamento específico.

O Hospital Regional deve divulgar até o fim da tarde novas informações sobre os exames complementares que poderão descartar o coronavírus.

Coronavírus no Brasil

O Brasil tem três casos confirmados de coronavírus, todos no estado de São Paulo. Até o momento, 315 casos foram descartados e outros 531 são suspeitos para coronavírus e são investigados, de acordo com o Ministério da Saúde.

A Secretaria de Estado da Saúde da São Paulo informou que, até o momento, não há mudança na situação estadual, pois não existe evidência de circulação sustentada do vírus no território paulista.

Medidas de prevenção

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

Saiba mais em saude.gov.br/coronavirus.

Por Ilha Solteira News

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Em Castilho| Criança de 6 anos morre ao ser picada por escorpião

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Brayan Joseph Marques de Lima, 6 anos, morador do bairro Nelson Borges, em Castilho, morreu na madrugada desta quinta-feira (9), na Santa Casa de Araçatuba. O menino foi vítima da picada de um escorpião no rosto na terça-feira (7), quando brincava no quarto de sua casa com a sua mãe.

O Paparazzi News apurou que a vítima estava em casa brincando enrolado em uma coberta, quando sentiu o seu rosto doendo, a sua mãe rapidamente desenrolou a coberta e caiu o bicho no chão, que foi morto.

A criança foi socorrida ao pronto-socorro, em seguida foi transferida para a Santa Casa de Andradina onde entrou com o quadro de náusea e parada cardíaca que foi revertida e em seguida foi transferido para a Santa Casa de Araçatuba onde permaneceu internado na UTI infantil e na madrugada não resistiu falecendo.

A Escola Youssef Neif Kassab em que o menino estudou lamentou o fato e fez uma postagem nas redes sociais; “Hoje é um dia muito triste para a nossa escola, o nosso aluno Brayan Joseph Marques de Lima do 1 ano branco veio a óbito, não dá para descrever com palavras tamanha dor.
“Pedimos a Deus que conforte toda a família, que lhes dê força para enfrentar este momento tão doloroso. Um anjinho de luz foi brilhar no céu.”

A família aguarda a chegada do corpo prevista para o meio dia para se despedir com o sepultamento. Vale lembrar que o velório é apenas para os familiares, baseado na lei do distanciamento social da Covid-19.

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Jovem morto por Covid-19 aos 26 anos em São Paulo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O jovem Mauricio Kazuhiro Suzuki, com 26 anos recém completados no início do mês, era advogado e tinha hábitos saudáveis -frequentava uma academia e tinha o hábito de correr, tendo já competido em algumas provas, inclusive uma meia maratona. Por isso, a notícia de sua morte em decorrência do coronavírus, neste sábado (28), deixou amigos e familiares perplexos.

“Foi um golpe duro”, conta Diego Meireles, amigo que conheceu Suzuki quando os dois estudavam direito no Mackenzie. “Nunca cogitamos essa possibilidade. Ficamos [ele e amigos] meio sem entender como o vírus acabou fazendo dele uma vítima.”

Mauricio, que morava com os pais em Itaquera (zona leste de SP), começou a ter febre na segunda (16). Segundo sua irmã, ele foi ao Hospital Cruz Azul, na quarta (18), acompanhado de sua mãe, após a febre persistir mesmo com o uso de medicamentos.

Durante a consulta não foi realizado nenhum exame e os médicos disseram que era uma gripe, receitando remédios para aliviar os sintomas. Preocupado, Mauricio não voltou para a casa dos pais, já idosos, e foi para a casa da irmã, que vive em Diadema com o marido.

No dia seguinte, após nenhuma melhora, ele voltou ao no hospital, desta vez no Santa Cruz, e acompanhado da irmã. Uma tomografia mostrou que havia fortes sinais de infecção por coronavírus mas, como não apresentava nenhum quadro grave, foi enviado novamente para casa e sem realizar exame de confirmação. A indicação era que voltasse caso os sintomas evoluíssem.

E foi o que aconteceu. O jovem procurou o pronto-socorro da unidade no dia 23 com quadro de síndrome respiratória grave e foi direcionado para a Unidade de Tratamentos Intensivos. O quadro foi se agravando até que, no sábado, ele não resistiu e morreu.

O teste para Covid-19 foi realizado após uma tomografia de tórax revelar padrão compatível com pneumonite viral, o que tornou o caso suspeito, informou o hospital, após o óbito, por meio de uma nota.

Simone conta que os próprios médicos ficaram surpresos com o caso, uma vez que Mauricio não fazia parte de nenhum grupo de risco e não tinha nenhuma doença pré-existente -a única coisa é que tinha altos níveis de ácido úrico no sangue, mas tomava remédio para controlar a situação.

Após a perda do irmão, Simone agora acompanha os pais que estão internados na Prevent Senior por apresentarem quadro de coronavírus. “Eles estão com grande suspeita, vão coletar o exame hoje talvez. Eles são grupos de risco, idosos, mais debilitados”, contou.

Procuradas, as assessorias dos hospitais Santa Cruz e Cruz Azul não responderam à reportagem até a publicação deste texto.

Em post nas redes sociais, amigos e familiares de Mauricio prestaram homenagens, mas também chamaram a atenção para a gravidade do novo coronavírus.

“Quero deixar aqui é principalmente o alerta sobre essa ‘gripezinha’. […] Por favor sejam sensatos e não caiam nessa de ‘isolamento vertical’. Não queiram passar pelo que eu e minha família estamos passando”, escreveu uma prima no Facebook.

“Ele era uma pessoa muito querida, de coração enorme, inteligentíssimo e muito determinado”, descreveu Pedro Kuchminski, também amigo dos tempos de faculdade.

Mauricio ainda tinha hábitos saudáveis, frequentava academia e, há cerca de dois anos, também corria. “Ele fazia uns treinos e eventualmente até se inscrevia em algumas provas”, complementa Meireles.

Formado em 2018 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mauricio trabalhava em um escritório de advocacia empresarial.

Ele começou como estagiário em outra empresa e, quando um dos sócios decidiu abrir seu próprio negócio, convidou Mauricio para acompanhá-lo. “Ele era admirado, Hernani [seu chefe] zelava por ele”, contra Meireles.

Mauricio foi velado no Cemitério Jardim do Pêssego, em Itaquera, neste domingo (29), com a presença de familiares. Já os amigos acompanharam pelo Zoom (aplicativo de vídeo). “Ninguém tinha condições de ir e ninguém queria correr o risco visto que ele não era grupo de risco, um cara super saudável e ativo”, contou Meireles.

Fonte: gauchazh

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