Saúde
Dia Mundial do Cérebro é comemorado nesta quinta (22)
Nutricionista recomenda alimentos que melhoram a saúde do cérebro
O cérebro é responsável pelo funcionamento de todas as funções do corpo. Por esse motivo, o órgão ganhou uma data especial no calendário. Nesta quinta-feira (22) é celebrado o Dia Mundial do Cérebro. Para cuidar da saúde desse importante aliado, a nutricionista do Fort Atacadista, Letícia Tizziani, recomenda alimentos que ajudam a fortalecer a memória, melhoram a criatividade e previnem depressão, Alzheimer e Parkinson.
A primeira dica é o consumo de amendoim. A nutricionista aponta que a leguminosa é fonte de gorduras insaturadas, vitaminas A, B e E e minerais como folato, magnésio, zinco, fósforo, cobre, potássio e cálcio. “Uma alimentação rica em antioxidantes é essencial para a saúde do cérebro e protege contra os tumores cerebrais. Também melhora o ritmo da produção de energia. O ideal é consumir, no máximo, de 30 a 40 gramas por dia e de preferência no café da manhã. Pessoas alérgicas devem evitar o alimento”, alerta.
Outras alternativas são os alimentos ricos em ômega-3, como peixes (atum, sardinha, salmão, truta, tilápia e bacalhau), nozes, castanhas, amêndoas e sementes de chia e de linhaça. Eles eliminam toxinas do cérebro e favorecem a formação de neurônios. Também amenizam os sintomas de depressão, melhoram a concentração, o aprendizado, a leitura, a interpretação e previnem o envelhecimento cerebral, além de agirem contra o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
As folhas escuras – couve, espinafre e agrião – desempenham um importante papel na oxigenação do cérebro. Também são ricas em vitaminas E e K e ácido fólico. “Esses nutrientes contribuem para a formação de esfingolipídios – uma gordura integrada nas células cerebrais – que protegem o cérebro e previnem contra Acidente Vascular Cerebral (AVC). Especiarias como açafrão, salsinha, orégano, tomilho, alho e cravo da índia têm algumas funções parecidas e podem ser usados de forma moderada ao temperar as refeições”, afirma a nutricionista.
Para melhorar o humor e a criatividade, a orientação é variar o cardápio de frutas. “Procure comer banana, mamão, abacate e melancia. Elas aumentam a produção de serotonina, que também ajuda a controlar a ansiedade. Mau humor, sonolência, vontade de comer doces, irritabilidade e falta de concentração são sinais de baixa serotonina. Fique alerta! Outra sugestão que pode animar o dia é o consumo de laranja. Fonte de vitamina C, ela melhora a energia e diminui o estresse”, ressalta Tizziani.
A nutricionista destaca que uma alimentação equilibrada é indispensável para manter o bom funcionamento do cérebro. “Reduzir o consumo de bebidas industrializadas, açúcares e adoçantes, ketchup e bebidas alcoólicas promove mais qualidade de vida. Fumantes também devem ficar atentos, pois o cigarro aumenta o estresse e provoca derrames cerebrais. Cuide de sua saúde! Beba água e tenha noites reguladas de sono. Garanta o seu bem-estar!”, destaca Tizziani.
O Fort Atacadista, rede de atacarejo do Grupo Pereira, possui sete lojas em Campo Grande e cumpre todas as medidas de prevenção contra o Coronavírus e funcionam de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 8h às 20h, nos seguintes endereços:
Loja Coronel Antonino – R. São Borja, 586 – Vila Rica
Loja Getúlio Vargas – Av. Pres. Vargas, 1336 – Papa João Paulo II
Loja Guanandi – Av. Pres. Ernesto Geisel, 501 – Jardim Jacy
Loja Moreninhas – Av. Gury Marques, 4855
Loja Parati – Rua da Divisão, 1208
Loja Shopping Norte Sul Plaza – Av. Pres. Ernesto Geisel, 2300
Loja Tiradentes – R. Antônio Bicudo, 112 – Jardim São Lourenço
Saúde
Novo medicamento dobra sobrevida em câncer de pâncreas e traz esperança aos pacientes
Aproximadamente 11.000 brasileiros são afetados por ano com o câncer de pâncreas, correspondendo a cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e 5% do total de mortes por neoplasias no país. Além disso, no Brasil, o câncer de pâncreas ocupa a 14ª posição entre os tipos de câncer mais frequentes. Por ser difícil de ser detectado e por ele avançar de forma rápida sem apresentar sinais, este tumor que atinge uma glândula localizada no abdome que é responsável pela produção de enzimas digestivas e produção de hormônios possui poucas opções de tratamento.
Mas os profissionais da área da saúde estão conseguindo mudar este cenário graças à descoberta de novos medicamentos e tratamentos. E essas descobertas só são possíveis através da pesquisa clínica, que é quando são realizados testes em humanos para saber a segurança e a eficácia de novas drogas e vacinas.
Recentemente, durante a sessão plenária da ASCO 2026, o principal congresso mundial de oncologia, milhares de especialistas aplaudiram de pé a apresentação dos resultados de uma nova droga experimental para pacientes com câncer de pâncreas em estágio avançado, que já não respondiam às terapias convencionais. A sobrevida dos pacientes que receberam o medicamento praticamente dobrou: foi de sete para 13 meses. Trata-se de um tratamento oral desenvolvido para bloquear a atividade da proteína RAS, que impede o crescimento do tumor. Apesar de o medicamento não ser a cura, ele traz esperança aos pacientes que achavam que já não tinha mais o que ser feito, e isso tudo só foi possível graças aos estudos clínicos.
“Nenhum novo tratamento chega aos pacientes sem pesquisa clínica. Cada nova terapia aprovada, cada ganho de sobrevida e cada avanço que transforma a prática médica são resultado de estudos cuidadosamente conduzidos, que geram as evidências necessárias para que a ciência se traduza em benefício real para a sociedade”, afirma Fernando de Rezende Francisco, diretor executivo da Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ABRACRO).
Nos últimos anos, a pesquisa clínica tem ganhado destaque no Brasil graças a regulamentação da Lei da Pesquisa com Seres Humanos (Lei nº 14.874/2024). A expectativa é que nos próximos anos o Brasil se consagre como um dos países que mais investem em estudos clínicos. De acordo com a Anvisa, nos últimos cinco anos, mais de 1,4 mil estudos clínicos foram autorizados no Brasil, grande parte direcionada ao tratamento de tumores.
“Essa descoberta apresentada na ASCO 2026 é o resultado de anos de investigação científica, colaboração entre especialistas e participação voluntária de pacientes em estudos clínicos e mostra que nenhuma inovação chega aos pacientes sem pesquisa clínica. Quanto mais investirmos em estudos clínicos, maior a probabilidade de oferecermos qualidade de vida e esperança aos pacientes”, finaliza Francisco.
Sobre a ABRACRO
A Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica é responsável pela grande mudança na reputação dessa área tão importante para a saúde no Brasil. Desde 2005, ela representa as ORPCs (Organizações Representativas de Pesquisa Clínica) e contribui para a melhoria dos processos e atividades do setor. Hoje, são fonte para os órgãos reguladores do setor que, pela rigidez dos processos e questões éticas, muitas vezes a consulta antes da publicação de uma nova norma. A ABRACRO também realiza eventos e workshops para aproximar o paciente e o público leigo dos profissionais da área.
Saúde
CVV oferece escuta e acolhimento gratuito em todo o país
O CVV (Centro de Valorização da Vida) busca ampliar sua rede de voluntários online em estados que ainda não possuem postos de atendimento da instituição, como Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins. A iniciativa pretende fortalecer o acesso ao serviço de apoio emocional oferecido gratuitamente em todo o país, ampliando a presença da instituição em regiões onde o atendimento presencial ainda não está disponível.
Fundado em 1962, o CVV realiza atendimentos voluntários e sigilosos por meio do telefone 188, chat, e-mail e postos presenciais em diferentes regiões do Brasil. O serviço funciona 24 horas por dia e tem como principal missão oferecer apoio emocional sem julgamentos, críticas ou comparações para todas as pessoas que desejam conversar.
Todo o atendimento é gratuito e realizado por voluntários capacitados por meio de formações promovidas pela instituição ao longo do ano.
A escuta realizada pelos voluntários do CVV parte de princípios fundamentais como o sigilo e o anonimato, garantindo que não seja necessária a identificação e que todas as conversas permaneçam totalmente privadas. Outro valor essencial é a oferta do espaço de acolhimento sem críticas e julgamentos buscando oferecer acolhimento e compreensão.
O trabalho também é pautado pela escuta com foco integral no que a pessoa sente e deseja compartilhar, respeitando o tempo de cada conversa e valorizando a singularidade de cada experiência.
“Estar no CVV é compreender que, muitas vezes, o que uma pessoa mais precisa não é de um conselho ou de uma solução mágica, mas apenas de alguém que a escute de verdade, com respeito e sem julgamentos. A escuta pode transformar pessoas e trazer esperança a quem está passando por um momento de fragilidade. Nosso objetivo ao expandir o voluntariado online é garantir que essa ponte de empatia chegue a cada canto do Brasil, mostrando que ninguém precisa carregar suas dores sozinho”, afirma Eliane Soares, voluntária do CVV.
Mais do que um canal de apoio, o CVV representa um espaço de conexão humana, empatia e valorização da vida, mostrando que conversar com alguém com atenção e respeito pode ser o primeiro passo para que essa pessoa volte a enxergar possibilidades e encontre acolhimento em momentos de vulnerabilidade.
Interessados em participar do voluntariado online podem obter mais informações no site e inscrever-se em: https://cvv.org.br/voluntarios/virtual/
Sobre o CVV
O CVV oferece o serviço voluntário de apoio emocional anônima, gratuita e com empatia. Disponível 24 horas de por dia, 7 dias por semana, pode ser acessado pelo telefone 188, pelo site www.cvv.org.br , via chat e ainda pelo e-mail [email protected] .
Em 2025, foram oferecidos 2 milhões de apoios. A instituição conta com cerca de 3.200 voluntários e, permanentemente, as inscrições estão abertas para quem se interessar por fazer parte desta rede. Os treinamentos são gratuitos e podem ser feitos pelo site, em www.cvv.org.br/seja-voluntario .
O CVV é uma entidade independente financeira e administrativamente, mantendo-se por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas. Para colaborar, acesse https://cvv.org.br/doacoes-e-parcerias/.
Sobre o suicídio
O suicídio é um problema de saúde pública e pode ser prevenido. Em 2021, segundo o Ministério da Saude, foram 15.507 mortes. 42 vítimas por dia, a maioria delas do sexo masculino. O movimento Setembro Amarelo, iniciativa brasileira para ampliar o impacto do dia 10 de setembro, Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, foi iniciado em 2015 para sensibilizar e conscientizar a população sobre a questão. Para saber mais, acesse www.setembroamarelo.org.br
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